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111 ANOS TL – Prefeito Cassiano Maia participa da inauguração da 70ª Sala Lilás da Polícia Civil e reforça compromisso com a proteção às vítimas de violência

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O prefeito de Três Lagoas, Dr. Cassiano Maia, participou na manhã desta quinta-feira, 11 de junho, da inauguração da 70ª Sala Lilás da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, instalada na Delegacia de Polícia Civil do município. O novo espaço foi criado para oferecer atendimento humanizado, reservado e acolhedor a mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência, fortalecendo a rede de proteção já existente no município.

A Sala Lilás é resultado de uma cooperação entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Três Lagoas, por meio de um Termo de Cooperação que formaliza a atuação integrada entre as instituições para garantir acolhimento, assistência social e encaminhamentos necessários às vítimas em situação de vulnerabilidade.

Durante a cerimônia, o delegado titular da Primeira Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, Marcílio Ferreira Leite, destacou a satisfação pela entrega do espaço e agradeceu o apoio dos parceiros envolvidos. “É um sentimento de felicidade ver essa estrutura completa e acolhedora sendo entregue. Agradeço à Prefeitura e a todos os parceiros que contribuíram com equipamentos, melhorias e adequações para que possamos oferecer um atendimento mais digno às vítimas”, afirmou.

Representando o Poder Legislativo Municipal, o presidente da Câmara, Antonio Luiz Teixeira Empke Junior, conhecido como Tonhão, ressaltou a importância da união entre os poderes e instituições no enfrentamento à violência. “A violência tem aumentado e precisamos de iniciativas que previnam, protejam e também garantam a responsabilização dos autores. Estamos todos de mãos dadas porque queremos o melhor para a nossa população”, declarou.

A vereadora Evalda Reis, que atua em pautas voltadas à proteção das mulheres e crianças, destacou a importância da nova estrutura para o município. “Este é um dia muito importante para todos nós, especialmente para as mulheres e crianças que serão acolhidas aqui. Ao longo da minha trajetória, pude acompanhar situações de violência de perto, o que fortaleceu ainda mais meu compromisso com essa causa. Uma rede forte e unida faz toda a diferença no combate à violência”, afirmou.

Representando o delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Lupérsio Degerone Lúcio, o diretor do Departamento de Polícia do Interior, Jairo Carlos Mendes, agradeceu o empenho das equipes e das instituições parceiras. “Gostaria que essa sala nunca precisasse ser utilizada, porque isso significaria que não existiriam casos de violência. Mas sabemos que a realidade é outra. Por isso, estamos aperfeiçoando cada etapa do atendimento para acolher da melhor forma possível quem precisa de ajuda”, destacou.

Em seu pronunciamento, o prefeito Dr. Cassiano Maia ressaltou que Três Lagoas já possui uma rede estruturada de atendimento às vítimas, mas que a Sala Lilás representa um importante avanço na humanização do acolhimento. “Já contamos com uma rede ampla e forte de proteção, mas a Sala Lilás chega para humanizar ainda mais o atendimento às vítimas de violência, especialmente às crianças, que infelizmente estão entre as maiores vítimas da violência doméstica. É uma satisfação dar continuidade a esse trabalho, fortalecendo os equipamentos públicos e apoiando uma rede que atua diretamente em um problema real e que merece toda a nossa atenção e investimento”, afirmou.

O prefeito também destacou os avanços da rede municipal de proteção social. “Hoje temos um Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) estruturado e casas de acolhimento que garantem proteção e assistência a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade até que haja definição judicial sobre cada caso”, completou.

Representando a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, o secretário executivo Coronel QOPM Wagner Ferreira da Silva ressaltou a importância da atuação integrada entre poder público e sociedade. “Temos uma equipe extremamente comprometida e capacitada para enfrentar um problema que é nacional e que tem crescido. Quanto maior a divulgação e o aperfeiçoamento dos serviços públicos, mais acesso o cidadão terá à rede de proteção. Estudamos mais de 360 casos de feminicídio e identificamos que a maioria das vítimas nunca havia procurado a polícia. Precisamos criar confiança e facilitar esse acesso. Esse é um problema da sociedade e não apenas das forças de segurança”, enfatizou.

Conforme apresentado durante a solenidade, a Sala Lilás foi estruturada para proporcionar atendimento reservado e acolhedor às vítimas, evitando exposição e garantindo um ambiente adequado para escuta protegida. O espaço também está preparado para a realização de depoimentos especiais de crianças e adolescentes vítimas de violência, reduzindo a revitimização e oferecendo maior segurança durante os procedimentos.

PRESENÇAS

Além do prefeito e da primeira-dama Kelly Maia, participaram da cerimônia a defensora pública Dra. Rita Pusch; a delegada e coordenadora da Sala Lilás, Dra. Elaine Benicasa; a delegada titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), Dra. Sayara Quinteiro; o delegado regional da Polícia Civil, Dr. Ailton Pereira de Freitas; o diretor do Departamento de Polícia do Interior, Dr. Jairo Carlos Mendes; os delegados Fernando Furtado Mendonça, Fabiano Alves, Felipe da Rocha Soares, Rodrigo da Silva e Gabriel Salles; o comandante do CPA-2, coronel Mauro Ormay; o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Ronaldo Araújo; o comandante da 3ª Companhia da Polícia Militar Ambiental, tenente Lauro Sant’Anna; o presidente do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG), Eurides Silveira; os vereadores Adriano César Rodrigues (Sargento Rodrigues), Marcus Bazé, Robson do Alinhamento, Maria Diogo, Sirlene Pereira e Wagner Silva; além de representantes de instituições públicas, entidades da sociedade civil organizada e lideranças comunitárias.

 

 

 

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ANOREG-MS celebra 30 anos de história com grande evento e destaca compromisso com a cidadania e a segurança jurídica

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A Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso do Sul (Anoreg-MS) celebrou seus 30 anos de história em uma noite especial realizada em 15 de agosto em Campo Grande/MS.

A comemoração aconteceu na Casa Park Home Restrô, no Jardim Veraneio, e reuniu representantes do setor extrajudicial, autoridades, profissionais, parceiros e convidados.

O encontro foi marcado pela confraternização e pelo reconhecimento à trajetória construída pela entidade ao longo de três décadas de atuação em Mato Grosso do Sul.

Durante os 30 anos, a Anoreg-MS acompanhou importantes transformações no segmento de notas e registros, contribuindo para o fortalecimento da atividade e para a modernização dos serviços oferecidos à população.

A celebração também foi um momento para relembrar a história da entidade, valorizar profissionais que contribuíram para essa trajetória e destacar os desafios e perspectivas para o futuro do setor.

Durante a comemoração, o presidente da entidade Leandro Augusto Neves Corrêa, falou sobre a importância da trajetória construída ao longo dos anos e destacou a contribuição de diversos profissionais que passaram pela diretoria e pela presidência da associação.

Segundo ele, a ANOREG-MS tem desempenhado um papel importante na prestação de serviços à sociedade, atuando também como instrumento de orientação, pacificação social e garantia de direitos.

“É uma alegria muito grande representar os notários e registradores do Estado nesses 30 anos de história. Muitos colegas estiveram à frente da associação, levando os serviços notariais e registrais para toda a sociedade”, destacou.

O presidente também ressaltou a satisfação de estar à frente da entidade nos últimos cinco anos e de contribuir para a continuidade do trabalho desenvolvido pelas gestões anteriores.

“É uma honra muito grande representar os colegas e, nos últimos cinco anos, poder deixar um pouco da minha marca pessoal, junto com o grupo que está conosco na diretoria”, afirmou.

Segurança jurídica e cidadania

Outro ponto destacado durante a entrevista foi a importância dos serviços notariais e registrais para a população.

De acordo com o presidente, a atividade é fundamental para garantir direitos, segurança jurídica, propriedade e cidadania, além de contribuir diretamente para o funcionamento e desenvolvimento da sociedade.

“Hoje, as atividades notariais e registrais são fundamentais para garantir os direitos dos cidadãos, a propriedade, a cidadania e a segurança jurídica”, afirmou.

Ele também defendeu a continuidade da parceria entre a entidade e o poder público, especialmente em ações que possam facilitar o acesso da população aos serviços e direitos.

Presença de autoridades

A solenidade dos 30 anos da ANOREG-MS contou com a presença de importantes autoridades de Mato Grosso do Sul, que prestigiaram a comemoração e reconheceram a relevância do trabalho desenvolvido pelos notários e registradores.

Para o presidente, a presença das autoridades demonstra o reconhecimento de uma história construída ao longo de três décadas e a importância da parceria entre a entidade e o Estado.

“É uma alegria ter essa amizade e parceria. Acredito que esse prestígio é resultado de toda uma história de trabalho e de uma construção conjunta, buscando ser parceiro de um Estado que cresce tanto”, declarou.

Atuação social

Além da prestação dos serviços tradicionais, a ANOREG-MS também destaca sua participação em projetos e iniciativas sociais.

A entidade apoia ações que buscam ampliar o acesso da população a documentos e certidões, contribuindo para a efetivação da cidadania e dos direitos sociais.

“Nosso objetivo é garantir cidadania, segurança jurídica, direito à propriedade e acesso aos direitos sociais. Esse é um dos nortes da entidade: ser parceira desses projetos, levar os colegas, auxiliar e ajudar a efetivar os direitos dos cidadãos”, ressaltou o presidente.

Três décadas de história

Ao completar 30 anos, a ANOREG-MS reafirma o compromisso de continuar trabalhando pelo fortalecimento da atividade notarial e registral e pela prestação de serviços de qualidade à população sul-mato-grossense.

A comemoração também representa o reconhecimento aos profissionais que contribuíram para a construção da história da entidade e a perspectiva de novos anos de trabalho em benefício da sociedade.

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Em Imagens| 70 anos de Valdeci Calixto de Souza “Arapinha”

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A celebração dos 70 anos de Valdeci Calixto de Souza, o “Arapinha”, é retratada como um evento profundamente emocional, reunindo amigos de longa data, familiares e agregados para honrar uma trajetória marcada por superação, fé e retidão de caráter.

Nascimento e Infância

Valdeci nasceu em Osvaldo Cruz, São Paulo, em 27 de junho de 1956. Filho de Maria Rita de Souza e criado por Antônio Joaquim, ele cresceu em uma família de cinco irmãos. Histórias da infância lembram um menino brincalhão que gostava de “pirraçar” a mãe subindo no fogão a lenha.

A Chegada a Arapuá

Em 1978, a família mudou-se para o distrito de Arapuá em busca de trabalho. Na juventude, Valdeci era conhecido pelo estilo da época — calça boca de sino e cabelo “cachopa” — e por sua valentia, sendo descrito como um jovem que não tirava o revólver da cintura. Apesar do temperamento forte, sempre foi alegre e participativo na comunidade, frequentando quermesses e cinemas rurais.

Formação da Família e Valores

Casamento: Sua história mudou ao conhecer Vicência Ferreira dos Santos (a “Nega”) em um cinema rural em Arapuá. Casaram-se em junho de 1980.

Filhos e Netos: O casal teve três filhos: Vânia (1981), Vando Henrique (1985) e Wilker José (1993). A família expandiu-se com os netos Michele, Ana Júlia, João Paulo, Helena e Cecília.

Educação Rígida e Amorosa: Valdeci e Vicência criaram os filhos sob pilares de religiosidade, respeito, trabalho e honestidade. Os depoimentos destacam que, embora fosse rigoroso e desse “puxões de orelha” e “beliscões” carinhosos para corrigir, ele sempre foi um pai presente e exemplar.

Depoimentos e Impacto na Comunidade

Exemplo de Vida: Valdeci é descrito por filhos e sobrinhos como uma inspiração e um “paizão” não apenas para sua família de sangue, mas para todos que ele “adotou” ao longo da vida.

Essência e Fé: Um ponto central da homenagem é o fato de Valdeci não ter perdido sua essência humilde mesmo após prosperar. Parentes lembram que ele começou a vida em Três Lagoas em um quarto pequeno e, por meio do trabalho e da fé, construiu uma vida abençoada para todos os filhos. Sua fé é citada como o motivo de ter sido “agraciado por Deus” em momentos cruciais.

Memórias Afetivas: Amigos e familiares compartilharam memórias de viagens “radicais” na carroceria de caminhonetes e noitadas de dança e música (ouvindo artistas como José Ribeiro e Gerson José) que fortaleciam os laços comunitários.

Conclusão da Homenagem

A celebração termina com uma reflexão sobre o valor da história que cada pessoa escreve e o privilégio de Valdeci chegar aos 70 anos com uma família unida e respeitada. O evento foi encerrado com uma oração de gratidão liderada por Cláudia, pedindo proteção e muitos mais anos de vida e saúde para o aniversariante.

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