TRÊS LAGOAS-MS
  Últimas
Polícia Militar prende autor de Tráfico de Drogas e Receptação em Três Lagoas.
Petrobras desliga termoelétrica de Três Lagoas sob risco de ‘falha catastrófica’
Polícia Militar cumpre Mandado de Prisão em Três Lagoas.
Força Tática de Dourados prende em flagrante autor de estupro de vulnerável
Polícia Militar Ambiental Amambai e Policia Militar Rodoviária apreendem 260 Kg de maconha em ação conjunta
Taekwondo é o primeiro a definir campeões nos Jogos Escolares da Juventude de MS
Três-lagoense morre em acidente na Rodovia Marechal Rondon
Uberlândia-MG derruba invencibilidade do Joinville-SC na Série D
Brasil disputa Copa do Mundo por equipes de tênis em cadeira de rodas
Polícia Militar Ambiental de Amambai prende indígena com duas armas de fogo e cinco munições ilegais
Polícia Militar Ambiental de Dourados autua empresa em R$ 353 mil por incêndio em área plantada de cana-de-açúcar
Foragido da justiça é preso em flagrante pela PM por tentativa de Feminicídio
Com gols no fim, América-MG e Flamengo empatam pelo Brasileiro
Com gol de Jael, Ceará vence a Chapecoense na Arena Castelão
Em jogo equilibrado, São Paulo empata com Atlético-MG no Morumbi
Timão vence o Palmeiras na Neo Química Arena com dois gols de Róger Guedes
Brasil derrota o Marrocos e vai à semifinal da Copa do Mundo de futsal
Polícia Militar atende ocorrências de violência doméstica na madrugada e prende cinco pessoas
BOLETIM COVID-19 – Três Lagoas registra 03 novos casos neste domingo (26)
Polícia Militar Ambiental de Aquidauana atende denuncia de pesca predatória e prende o pescador que era foragido da justiça com mandado de prisão em aberto
Brasileiro: Fluminense recebe Bragantino no Maracanã
Série D: Uberlândia-MG e Joinville-SC iniciam confronto pelas oitavas
2º BPM realiza a III Operação Blitz de Trânsito “Condutor Não Habilitado”.
As inscrições para o 22º Encontro do Proler e o 18º Encontro do Sistema Estadual de Bibliotecas seguem até novembro
Novas leis estaduais promovem educação e bem estar econômico-social em MS
Termina na quarta-feira pesquisa da Agepan e Fundtur para projeto de melhoria do transporte turístico
Atleta de MS carregará as cores do Brasil no vôlei de praia nos Jogos Pan-Americanos Júnior
Governo economiza milhões com trabalho prisional em obras públicas
Chuva ameniza calorão e melhora umidade do ar no primeiro domingo da primavera
Força Tática prende homem com mandado de prisão e recupera veículo roubado
Next
Prev

Justiça

Workflow viabiliza gestão de alta performance e inovação na operação da Advocacia

Publicado

Preâmbulo Tech apresenta case de “Gestão com Workflow” no 2º dia da Fenalaw 2021, em parceria com a Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica

Julho de 2021 – Lide Multimídia – Entre os dias 02 e 06 de agosto, o universo jurídico terá a oportunidade de participar do maior evento do segmento, no formato remoto. A Fenalaw Digital Week, terá 15 salas de conteúdos e mais de 200 palestrantes de gabarito. No 2º dia do evento (03/08), às 11h, será apresentado pela Preâmbulo Tech o Case: “Gestão com Workflow: O que muda?”. A empresa de tecnologia focada no segmento jurídico é uma das patrocinadoras da Fenalaw 2021, foi recém certificada pela GPTW – Great Place To Work, e transmitirá no evento o case de sucesso da Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica.

O case repercute para o público os benefícios da implementação do workflow nos escritórios de advocacia e departamentos jurídicos das organizações, referentes à gestão de alta performance e inovação na operação. A ferramenta que atua no fluxo de trabalho, com uma sequência de ações e passos necessários para automatizar processos, de acordo com um conjunto de regras definidas pelo escritório, permitindo que sejam transmitidas entre o time, ainda é novidade para muitas empresas e escritórios.

Entre os benefícios do workflow estão a otimização de rotinas, fluxos e procedimentos. Além disso, alguns relatos de escritórios mostram que, após a implementação, tiveram um aumento na produtividade na ordem de 30%. É o caso do Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica, que observou e quantificou avanços em relação à assertividade, produtividade, qualidade e redução de custos. “Identificamos aumento de qualidade no cumprimento de cada ato processual ou extrajudicial e gestão do aumento de receitas, com atuação direta dos próprios advogados, e não apenas da diretoria do escritório. Mais importante que redução de custos é que há redução do risco, e é isso que o workflow proporciona. Conseguimos identificar avanço na gestão de informação, maior produtividade e, principalmente, qualidade na prestação de serviço”, afirma Izabela Rücker Curi.

Izabela Rücker Curi

Em conjunto com Andreia Andreatta, diretora Comercial e de Marketing da Preâmbulo Tech, a Dra. Izabela Rücker Curi irá apresentar como foi a transição para gerenciamento de processos de negócio com workflow do CPJ-3C que processa esses fluxos. “O workflow analisa o fluxo, decide para quem deve ser entregue a próxima tarefa, e minimizada a necessidade de treinamento sobre as particularidades de cada carteira. Já os gestores, passam a assumir uma posição mais ativa no monitoramento da operação, através de indicadores, propondo melhorias contínuas. Isso significa enxergar os processos operacionais de forma holística e compreender que o resultado é fruto do engajamento entre diversos departamentos da organização, com o objetivo de gerar valor para o escritório e para o cliente e promover uma experiência positiva”, ressalta a advogada.

Andreia Andreatta acrescenta que o workflow requer dedicação e, em conjunto com os usuários, a definição do fluxo ideal da operação. “Um ponto positivo é que a ferramenta programa as condições dos próximos lançamentos de forma automática compondo a operação, garantindo que o processo não fique engessado, gerando um aprofundamento nos métodos de organização da estrutura do escritório, como um todo”, emenda a diretora.

Desde a sua fundação, em 2016, o Rücker Curi já tinha em seu DNA a gestão de processo operacional de forma automatizada, por meio de manuais e procedimentos operacionais padrões para os advogados, em todas as equipes e o financeiro. A automação de fluxos passou a ser uma realidade com o implemento dos workflows no CPJ-3C.

Além dos benefícios operacionais do processo, o Rücker Curi observou que é possível criar opções de redução de custos para o cliente final. Os advogados responsáveis por análise dos processos sob o ponto de vista de viabilização de acordos estão mais focados em definir estratégias de economia para o cliente. “Com a implementação do workflow endereçado pelo CPJ-3C, nossa controladoria passou a ter tempo para focar sua atuação na auditoria interna, estudo e análise das alterações de entendimento dos Tribunais em questões processuais, não precisando mais cumprir tarefas repetitivas que podem ser automatizadas. Um dos principais benefícios que identificamos na utilização do workflow foi o de retirar dos advogados que analisam processos, elaboram peças processuais e pareceres e definem estratégias, das atividades repetitivas e padrão. Cada profissional está focado e dedicado no que é de sua responsabilidade principal, ou seja, teses, análise dos subsídios, aceleração do processo, acompanhamento de perícias, orientações, estudos, pesquisas, memoriais, sustentações orais e jurisprudências”, finaliza.

Comentários Facebook

Justiça

Podemos considerar violência contra a mulher uma pandemia? A Defensora Pública Renata Bravim fala sobre o assunto

Publicado

Pandemia, segundo o dicionário Aurélio, significa enfermidade epidêmica amplamente disseminada. Conforme explica a Defensora Pública Renata Camila Correa Bravim, “se considerarmos que a violência contra a mulher está presente nos mais diversos contextos sociais e atinge mulheres de todo o mundo, podemos afirmar que é sim uma pandemia e deve ser duramente combatida”.

Com a necessidade de distanciamento social, muitas mulheres ficaram longe das famílias e das redes de apoio, o que trouxe consequências na saúde mental e também o aumento da violência doméstica.

De acordo com dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMDH) a quantidade de denúncias de violência contra a mulher recebidas em abril de 2020 pelo canal 180 subiu quase 40% em relação ao mesmo mês em 2019.

O Nudem (Núcleo Institucional de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher) aponta que os atendimentos diminuíram frente a Defensoria Pública. Em 2019 foram realizados 5.700 atendimentos, em 2020 cerca de 3.800 e até 30 de junho desse ano um pouco mais de 1500 casos atendidos. Mas não se pode considerar essa redução como algo bom ou ruim tendo em vista a dificuldade de acesso das mulheres para as formas de denúncias e contatos.

“As notícias comprovam que os registros de violência através dos números 190 ou 180 aumentaram em razão da pandemia, que infelizmente contribuiu muito para o aumento do número de casos de violência doméstica, em razão do maior tempo que o agressor passa com a vítima no ambiente doméstico, devido ao isolamento social. Nesse contexto, além de ficar mais suscetível de sofrer violência, há também casos em que a mulher, muitas vezes, fica impossibilitada de denunciar o agressor, por passar mais tempo na presença dele”, aponta a defensora Pública Renata Bravim.

Raiz do problema

Assim como o preconceito, a desigualdade e todos os tipos de violência, a raiz do problema pode estar ligada a cultura patriarcal. “A violência, em especial a doméstica, está enraizada na sociedade por causa da predominância da cultura patriarcal que coloca os homens nos espaços de poder. Essa cultura que trata a mulher com desigualdade, que subjuga a mulher pelo seu gênero é a principal causa da violência doméstica”, opina a Dra. Renata Bravim.

Ainda de acordo com a Defensora Pública, o Estado deve promover políticas públicas de conscientização e educação da população em geral de forma a desconstruir essa cultura patriarcal. Além disso, é importante que o tema também seja apresentado às crianças dentro de casa. “Entendo que a forma mais eficaz para ensinar as nossas crianças, é tentar dar o exemplo dentro de casa. Se os adultos tentam desconstruir o machismo, ensinando desde cedo para as crianças que homens e mulheres são iguais, muito provavelmente elas não vão cometer violência no futuro. Claro, julgo muito importante também o trabalho de conscientização e educação em direito nas escolas, mas a principal forma de educação vem do exemplo visto e vivido em casa”.

Papel da Defensoria Pública

A Defensoria Pública exerce um papel primordial nos casos de violência doméstica, pois é uma instituição que pode concretizar as formas de prevenção e repressão desse tipo de situação, podendo atuar de diversas maneiras, como pedir medidas protetivas em favor da vítima, resguardar os seus direitos promovendo ações de divórcio, dissolução de união estável, guarda de filhos e até mesmo encaminhar a mulher para a rede de atendimento (assistência social, saúde, habitação, trabalho, etc.).

“Aqui em Corumbá, por exemplo, atendemos os mais diversos casos e os mais comuns são ameaça e lesão corporal. Existe muita procura de mulheres que viveram a violência, ou ainda vivem, e recorrem à Defensoria Pública para propor ação de divórcio, alimentos, partilha de bens, guarda de filhos, entre outros. Há casos em que algumas mulheres, quando não conseguem registrar Boletim de Ocorrência, procuram a Defensoria Pública também para fazer pedido de medida protetiva de urgência contra o agressor”, explica a Dra. Renata Bravim.

Como denunciar

Muitos relacionamentos quando se tornam abusivos e violentos podem levar ao feminicídio. É importante que a mulher se atente e peça auxílio ao sair de uma relação desse tipo. Seja no trabalho, para os amigos, família, rede de atendimento, no sistema de saúde, assistencial, delegacias, sistema judiciário, Defensoria Pública, entre outros órgãos.

“Quero que as mulheres saibam que elas não estão sozinhas na luta contra a violência doméstica. Existe uma rede de apoio que pode as acolher, orientar e ajudar a denunciar. A Defensoria Pública faz parte dessa rede de apoio e pode te ajudar, mulher! Não se cale! Denuncie! Procure a ajuda da Defensoria Pública da sua cidade”, destaca Renata.

É importante ressaltar também a participação de terceiros para informar sobre alguma violência, tendo em vista que tal situação não se trata de mera briga de casal ou de uma situação particular que só afeta a mulher violentada, mas que, na verdade, é um problema de toda a sociedade e a população é responsável por essa luta pela igualdade.

Conforme explica Defensora Pública e Coordenadora do Nudem, Thaís Dominato, a violência contra a mulher traz impactos negativos para o sistema de saúde, para a economia, entre outros setores. Por isso, em briga de marido e mulher, pode-se meter a colher sim.

“Nesse momento de pandemia, observamos que se a mulher em situação de violência doméstica encontra-se obrigatoriamente em casa com o agressor, nós, vizinhos (as) também estamos mais em casa e devemos ficar mais atentos aos gritos, pedidos de socorro, barulhos de coisas sendo quebradas, etc. Podemos, por exemplo, entrar em contato diariamente com quem desconfiamos estar em situação de violência, colocando-nos à disposição para sermos rede de apoio e também é nossa obrigação denunciar. Se eu sei que uma vizinha está sendo violentada de alguma forma eu posso ligar para o 180, a denúncia, aliás, pode ser anônima. Podemos e devemos, portanto, contribuir para evitar tragédias maiores”, afirma e finaliza a Defensora Pública Thaís Dominato.

Por: ADEP-MS (Associação das Defensoras e Defensores Públicos de Mato Grosso do Sul)

Comentários Facebook
Continue lendo

Justiça

Com déficit de 99 cargos em Mato Grosso do Sul, defensores públicos sofrem com a sobrecarga de trabalho, aponta ADEP-MS

Publicado

A Pesquisa Nacional da Defensoria Pública 2021 mostra que Mato Grosso do Sul não possui Comarca sem Defensores Públicos, para atendimento à população. Isso significa que todo o Estado tem acesso aos serviços jurídico-assistenciais nas comarcas atendidas pela Defensoria Pública. Porém, a realidade dos fatos não é exatamente essa. Conforme dados da Corregedoria-Geral da Defensoria Pública de MS, o Estado de MS possui atualmente 207 profissionais de um total que deveria ser de 306 cargos criados por lei.

Os dados da pesquisa nacional levam em consideração a estimativa da população residente nos municípios, que é de 2.809.394 habitantes, de acordo com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e estatística) 2020. Com efeito, no âmbito da Justiça Estadual, o Estado do Mato Grosso do Sul apresenta a razão de 1 Defensor(a) Público(a) para cada 13.572 habitantes.

Diante da ausência do Censo Demográfico 2020, o IBGE não possui informações atualizadas sobre a porcentagem da população que ganha até 3 salários mínimos por município brasileiro. Por essa razão, a Pesquisa Nacional da Defensoria Pública aplicou à estimativa da população 2020, a proporção de habitantes maiores de 10 anos de idade e que possuem renda familiar de até 3 salários mínimos encontrada no Censo Demográfico 2010. Com isso, a pesquisa calculou a porcentagem da população que ganha até 3 salários mínimos por comarca no Mato Grosso do Sul (2020).

Mesmo a pesquisa apontando que as Defensorias Públicas em atuação nas 55 Comarcas instaladas conseguem atender toda a população do Estado, há uma sobrecarga de trabalho considerando apenas 1 Defensor (a) Público para atender mais de 13 mil pessoas. É o que afirma a Defensora Pública Linda Maria Silva Costa Rabelo, presidente da ADEP-MS (Associação das Defensoras e Defensores Públicos de Mato Grosso do Sul):

“É fato que a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul (DPMS) cresceu muito nos últimos anos, tanto no que diz respeito à sua infraestrutura quanto no quantitativo de membros na carreira, tudo isso para prestar um serviço de excelência à população sul-mato-grossense. Mas apesar desses avanços, o número de cargos providos com Defensoras e Defensores Públicos ainda está muito longe do ideal, especialmente porque a cada ano aumenta a demanda pelo serviço de assistência jurídica prestado pela instituição.” Completa ainda:

“Por isso, a necessidade da união da categoria, para que consigamos, juntos, manter as conquistas e suprir as necessidades, com o preenchimento dos cargos e a manutenção de um subsídio que retrate a retribuição face aos desgastes físicos e psicológicos decorrentes do quadro reduzido. A ADEP-MS percebe essa defasagem e vê que a Defensoria Pública precisa crescer ainda mais, e essa evolução é do conhecimento e interesse da Administração Superior, que tenta conseguir junto ao Governo Estadual, suprir esse desgaste com a realização de concursos para Defensores Públicos Substitutos, pois, somos um braço do Estado, e, infelizmente, o braço que tem menos estrutura, cabendo à força associativa reivindicar essas melhorias”, pontua Linda.

Conforme explica a Defensora Pública-Geral, Patrícia Elias Cozzolino de Oliveira, a rotina diária das defensoras e defensores públicos se tornou ainda mais complexa com a pandemia. “Hoje podemos dizer que temos uma Defensoria Pública multiportas, onde os assistidos acessam os serviços da instituição por vários caminhos, quais sejam, plataforma eletrônica do site, telefone e, para as pessoas que não dispõem de acesso à internet, o agendamento de atendimento presencialmente nas unidades”.

De acordo com dados da Corregedoria-Geral, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul possui apenas 207 cargos providos de um total de 306 criados por lei. Ou seja, há 73 vagas e mais 26 cargos a serem instalados por meio de edição de ato normativo pelo Conselho Superior da Defensoria Pública.

Concurso

O último concurso realizado pela DPMS foi no ano de 2014, e não há mais nenhum candidato aprovado que possa ser convocado. Para minimizar esse déficit, foi autorizado pelo Conselho Superior a abertura de um novo concurso para o provimento do cargo de Defensor Público Substituto.

“A atual gestão da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, assim como a anterior, vem envidando todos os esforços necessários para que esse novo concurso aconteça o mais rápido possível, pois somente assim é que se poderá melhorar a distribuição do grandioso volume de serviços que cada Defensora e cada Defensor presta à população de nosso estado”, finaliza a Defensora Pública-Geral Patrícia Elias Cozzolino de Oliveira.

Na opinião da presidente da ADEP-MS, mesmo com abertura de um novo concurso, após um longo período de 7 anos, os candidatos poderão repensar antes de se inscrever para concorrer caso venham a ocorrer as alterações propostas na Reforma Administrativa, enviada com regime de urgência, pelo Governo Federal. “Com os projetos legislativos em andamento como, por exemplo, a PEC 32, que vem limitando os direitos e trazendo grandes consequências negativas, o cargo de Defensor Público, infelizmente, pode deixar de ser atrativo, em relação às demais carreiras jurídicas” diz Linda Maria.

“Cabe a ADEP-MS buscar com que os congressistas vejam a importância da Defensora e do Defensor Público para a população, pois somos nós a porta de acesso à Justiça aos hipossuficientes. Estamos buscando incansavelmente o convencimento do legislativo sobre a necessidade de ampliação e não de diminuição do cargo para que a carreira seja atrativa, e que mais Defensores e Defensoras Substitutas venham somar aos ativos da carreira. Durante essa semana estaremos em Brasília para tratar dos assuntos diretamente com os parlamentares e lutando pela não interrupção do serviço público”, finaliza a presidente.

Para acessar os dados da Pesquisa Nacional da Defensoria Pública 2021 acesse: Pesquisa Nacional da Defensoria Pública 2021 (pesquisanacionaldefensoria.com.br)

Para acessar o concurso da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acesse: Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso do Sul –

Comentários Facebook
Continue lendo

TRÊS LAGOAS

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana