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Tecnologia

WhatsApp, Instagram e Facebook começam a funcionar após 6 horas off-line

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WhatsApp, Instagram e Facebook começaram a retomar o funcionamento no início da noite desta segunda-feira (4), após cerca de 6 horas da pane global. Os serviços, no entanto, ainda apresentavam instabilidade.

A falha nas três das maiores redes sociais do mundo prejudicou trabalhadores e estudantes, se tornando o assunto mais falado no Twitter durante toda a tarde – a página se tornou o principal canal de comunicação, sendo usada inclusive, pelo Facebook para atualizar a situação.

A causa

Pouco antes, por volta das 17h, o Facebook disse que problemas com a rede causavam a falha de acesso. A empresa é dona dos três serviços.

A mensagem foi postada no Twitter pelo diretor de tecnologia da empresa (CTO, na sigla em inglês), Mike Schroepfer que não informou o que causou essa falha. A possibilidade levantada por especialistas é de erro de DNS – como se o “GPS” dos sites não conseguisse encontrar a rota para levar os usuários até as páginas (leia mais abaixo).

“É interessante separar o sintoma da causa. O erro de DNS é um sintoma e a causa é a interrupção da conectividade do servidores do Facebook com a internet”, explica Thiago Ayub, diretor de tecnologia da Sage Networks.

Num primeiro momento, os perfis das 3 redes postaram no Twitter que estavam investigando as causas da falha, sem apontar para nenhum caminho. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível”, diz a mensagem no perfil do programa de mensagens.

Os três aplicativos também enfrentaram instabilidade em junho passado durante cerca de 2h30. Na ocasião, o Facebook afirmou que a falha foi causada por um ajuste de configuração.

Erro de DNS é o mais provável

Especialistas em internet divulgaram diversas possibilidades para a falha, mas a mais provável é relacionada a um erro de DNS. Isso porque, ao entrar acessar o endereço de qualquer uma das 3 redes, aparece a mensagem “DNS_PROBE_FINISHED_NXDOMAIN”.

O DNS é a “agenda de contatos” da internet. É ele que registra os números (endereços de IP) associados aos “nomes de domínio” (como “globo.com”).

A internet só funciona com números, então essa “agenda” cumpre o objetivo de permitir consultas (chamadas de “resoluções de domínio”) para que qualquer pessoa possa saber o número de IP do site que pretende acessar. Se acontece uma falha, o acesso à página fica indisponível porque não é possível encontrar o caminho certo para chegar nela.

Para algumas pessoas que tentaram acessar Facebook, Instagram e WhatsApp, apareceu um “Erro 500” ou “Erro 5XX”. Esse tipo de mensagem geralmente indica uma dificuldade do computador do usuário se comunicar com o servidor do site ou aplicativo.

Domínio do Facebook

As “investigações” nas redes também fizeram circular o boato de que o Facebook teria perdido o seu domínio, “facebook.com”.

Porém, a empresa ainda é a proprietária desse endereço. Segundo o site “Who.is”, que indica os donos de domínio, o Facebook ficará com o endereço ao menos até 29 de março de 2030.

O domínio “whatsapp.com” seguirá com o aplicativo de mensagens ao menos até 4 de junho de 2030, enquanto o “instagram.com” vale, no mínimo, até 4 de setembro de 2030.

Essa “teoria” de perda de domínio também gerou especulações de que o Facebook teria sofrido um ataque hacker, o que nunca se confirmou.

Instabilidade em outras redes

Outros serviços que podem servir com alternativa para os aplicativos que estão fora do ar também registraram instabilidade, provavelmente por causa do grande número de pessoas que foram buscá-los ao mesmo tempo.

Houve reclamações sobre o Telegram, o TikTok e também sobre o serviço de operadoras de telefonia.

O Twitter, também alvo de reclamações, passou a ser o meio de comunicação inclusive das redes concorrentes. E brincou com a situação, postando: “”Oi literalmente todo mundo”.

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Tecnologia

Quanto custa marketing especializado em comércio exterior?

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O marketing especializado em Comércio Exterior é mais caro que agências convencionais.

É necessário entender que sempre haverá o “sobrinho” que cobra valores bem mais baratos, pois estão no início da carreira, ou agências convencionais que cobram valores baixos, porque ganham na quantidade e não prestam um serviço personalizado, mas sim, algo abrangente para todos seus clientes e ainda demoram de 5 a 15 dias para entregar artes ou realizar alterações.

O comércio exterior é rápido e volátil, tudo muda muito rápido. Por isso, a agência deve ter o timing da comunicação, postar na hora certa, no momento certo e ter senso de urgência. E é claro, ter um atendimento personalizado para cada tipo de cliente de acordo com seus objetivos.

Quando é hora de mudar de agência?

Se você reconhece mais de três dos fatores abaixo, está na hora de mudar sua agência de marketing. Se for menos de três, tente conversar. Caso não melhore, procure imediatamente outra agência com melhores qualificações.

  • Sua agência não acompanha as atualizações do comércio exterior;
  • Sua agência faz propaganda dela mesma em seu Instagram (hashtags, marca d’água);
  • Sua agência não entrega relatórios;
  • Sua agência não tem uma boa comunicação com você;
  • Sua agência não tem atendimento personalizado para sua empresa;
  • Sua agência não cria planos personalizados;
  • Sua agência faz todos os posts iguais;
  • Sua agência não assume erros;
  • Sua agência não entende nada do que sua empresa faz;
  • Sua agência “some”;
  • Sua agência não trabalha com estratégias.

Sobre Kauana Pacheco

Kauana Pacheco é diretora da assessoria de marketing e comunicação para Comércio Exterior, a ComexLand, e ajuda empresas e profissionais da área a se posicionarem no ambiente digital. O grande diferencial da assessoria é entendimento em Comex e o atendimento que compreende a necessidade e o deadline de cada cliente. Kauana é formada em Negócios Internacionais e é especialista em Big Data & Market Intelligence.

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Tecnologia

Smart Home: dicas para automatizar sua casa

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Com a tecnologia cada vez mais avançada, ter uma casa automatizada e contar com os recursos disponíveis para facilitar a vida cotidiana é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens do mundo moderno.

E, seja com lâmpadas inteligentes – que apagam e acendem mediante comando de voz – ou eletrodomésticos que funcionam à um clique, tudo isso pode estar na palma da sua mão, precisando apenas de um celular.

Se você, ainda não se rendeu aos encantos desse tipo de tecnologia, mas quer saber como funciona e quais as vantagens em ter uma casa inteligente, continue acompanhando o conteúdo, que nós vamos te explicar!

O que é smart home?

O conceito de smart home é baseado na internet das coisas e, basicamente, refere-se ao processo de conectar os objetos a uma rede na nuvem de dados e a internet, capaz de automatizar seu funcionamento.

Ele pode ser aplicado a diferentes eletrônicos da sua casa, tornando a utilização muito mais fácil e simplificada.

Como deixar sua casa mais inteligente?

Conhecer o que é smart home te deixou mais familiarizado com a ideia e você deseja automatizar sua casa e deixá-la mais inteligente? Então descubra a seguir como é possível implantar essa tecnologia no seu lar!

Escolha um ecossistema

O primeiro passo para automatizar sua casa é escolher o ecossistema no qual os gadgets – dispositivos eletrônicos portáteis – serão conectados. Essa é uma etapa indispensável, que determinará o restante do andamento do seu projeto.

Atualmente, existem três principais sistemas que podem ser utilizados:

  • Alexa: desenvolvida pela Amazon, trata-se de uma assistente virtual que permite a conectividade por comandos de voz, e possui uma ampla gama de produtos para tornar sua casa inteligente;
  • Google Nest: esse ecossistema faz parte do time Google Assistente e, assim como a opção anterior, utiliza os comandos de voz para acionar os dispositivos a ele conectados;
  • Apple HomeKit: ecossistema do grupo Apple direcionado aos usuários que utilizam os demais produtos da marca, conta com o auxílio da Siri para facilitar tarefas das mais simples às mais complexas no dia a dia.

Vale lembrar que a escolha deve ser feita com base em uma série de fatores que vão influenciar na experiência final: preços dos produtos, facilidade no uso, compatibilidade com dispositivos que você já tem, dentre outros.

Contrate uma boa internet

Ter uma boa internet que pegue até nos cantos mais remotos da casa é fundamental para que seu ecossistema de smart home funcione perfeitamente.

Portanto, a dica é contratar um plano que atenda às necessidades do seu lar de acordo com o tamanho da casa, bem como contar com a ajuda de roteadores e repetidores de sinal para garantir que nenhum cômodo fique desassistido.

Afinal, sem internet, você não poderá acionar os comandos remotamente, uma vez que a conectividade é a premissa do conceito.

Escolha um hub central

Embora os comandos possam ser acionados por dispositivos móveis – tablets e celulares – é importante definir um hub central – central de controle principal – para que todos os moradores possam acionar os dispositivos conectados sempre que necessário.

No caso dos usuários que optam pela Alexa, o sistema usado costuma ser a Echo. Já para quem escolheu o ecossistema Apple, o HomePod é o principal centro de controle. O Google Nest por sua vez, cumpre a função para os usuários Android.

Quais processos podem ser automatizados?

São muitos os itens que podem passar pela automatização na sua casa e facilitar ao máximo o seu dia a dia. Conforme mencionamos acima, a lista é extensa e vai desde tomadas inteligentes, até eletrodomésticos que podem ser acionados por comandos de voz.

Em linhas gerais, é preciso ter em mente que, basicamente tudo que vai conectado à energia elétrica pode ser automatizado. A seguir, separamos os principais pontos para iniciar sua smart home.

Iluminação

Os sistemas de iluminação costumam ser o ponto de partida para quem quer ter uma casa mais inteligente.

Isso porque, a possibilidade de apagar a acender as luzes remotamente ajuda não só a economizar energia, como também torna tudo mais fácil e prático.

Para funcionar, no entanto, devem ser instalados sensores, lâmpadas e interruptores especiais que se conectem com o ecossistema escolhido.

Segurança

Outra grande vantagem em ter um ecossistema inteligente em casa está na possibilidade de automatizar os sistemas de segurança do seu lar.

Essa automação vale tanto para câmeras de segurança, quanto para alarmes, trancas de portas e outros elementos que mantém sua casa segura, permitindo que você controle-os de onde estiver.

Entretenimento

Para quem não abre mão de um momento de relaxamento, saiba que os gadgets de casa inteligente voltados para o entretenimento estão cada vez mais sofisticados e vão desde o acionamento da televisão, por exemplo, à escolha de uma série ou opção de streaming.

No entanto, assim como no caso dos demais objetos automatizados, é preciso ter aparelhos que permitam a conectividade, ou seja, que possuam tecnologia smart.

Vale lembrar que os objetos substituídos não precisam necessariamente ser jogados fora, doados ou vendidos: é possível contar com uma solução de guarda móveis para que sejam armazenados até que se queira usá-los novamente.

Isso vale não só para eletrodomésticos, mas também para equipamentos que não esteja usando, móveis que não estejam mais de acordo com sua casa inteligente e outros pertences que não são usados frequentemente no dia a dia.

Afinal, se o objetivo é facilitar o cotidiano, nada melhor do que ganhar espaço para as novas tecnologias, sem, é claro, precisar abrir mão das antigas.

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