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Assembléia Legislativa MS

Trabalhadores são homenageados na primeira solenidade após reabertura da ALEMS

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Felipe Orro: “Só com trabalho digno teremos uma sociedade justa”

Na primeira sessão solene após o reinício das atividades presenciais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), foram homenageados trabalhadores de diversos segmentos, entre os quais os da Saúde, que estão na linha de frente no combate à pandemia e que possibilitaram, inclusive, o evento realizado na noite desta quinta-feira (12) no plenário da Casa de Leis. Na sessão, alusiva ao Dia do Trabalhador e proposta pelo deputado Felipe Orro (PSD), foi entregue a “Comenda do Mérito do Trabalho Ministro Wilson Fadul” a 23 pessoas.

Antes do evento, o parlamentar já estava emocionado tanto pela lembrança de Wilson Fadul, falecido no mesmo ano que foi instituída a Comenda por meio da Resolução 05/2011, quanto pelo retorno da participação presencial do público externo em evento na Casa de Leis. “Eu fico muito feliz vendo esta Casa de Leis, esta casa do povo, voltando a receber as pessoas aqui de novo. Com fé, trabalho, vacina e saúde, podemos retomar a nossa vida. Ainda estamos na pandemia, mas com a vacinação, os casos são menos graves”, disse Felipe Orro.

Já durante a solenidade, após o discurso de abertura do deputado, os participantes receberam as benções do arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, e do pastor Denilson Cordeiro da Fonseca. “Jesus foi filho do carpinteiro e foi carpinteiro. Ele foi trabalhador braçal durante 30 anos. O trabalho dignifica a pessoa humana. Então, para mim, é gratificante receber essa mensagem. Que Jesus nos inspire a construirmos uma civilização em que o trabalho esteja acima do capital”, discursou o arcebispo. “Sem a proteção de Deus nos dando saúde socioemocional, jamais seria possível trabalhar. Que o Senhor abençoe cada trabalhador”, disse o pastor Denilson. 


Mesa teve a presença de deputados da Casa e outras autoridades

Em agradecimento às palavras do bispo e do pastor, o deputado Felipe Orro lembrou da primeira sessão solene de entrega da Comenda. “Eu me recordo que o doutor Wilson Fadul era vivo. Morando no Rio de Janeiro, ele adoeceu nos dias que antecederam essa homenagem. A esposa dele o representou e ele pediu ao saudoso deputado Nelson Trad ler o discurso. E aquele foi o último discurso que o Nelston Trad fez aqui na Assembleia Legislativa”, rememorou.

Felipe Orro também reforçou a importância do trabalho na edificação da dignidade do ser humano. “O homem e a mulher sem o trabalho passam uma vida em branco. Precisamos ter o sustento com o suor do nosso rosto. Sonhamos com uma sociedade mais justa, humana e solidária. E só chegaremos a essa sociedade se tivermos trabalho digno para todos”, discursou.

Além do deputado Felipe Orro, a mesa de autoridades foi composta pelo desembargador do Tribunal Regional da 24ª Região, André Luís Moraes, pela procuradora-chefe do Trabalho em Mato Grosso do Sul, Candice Gabriele Arosio, pelo diretor-presidente da Fundação Social do Trabalho (Funsat), Luciano Silva Martins, pelo arcebispo metropolitano de Campo Grande, Dom Dimas, e pelo deputado João Henrique (PL), que presidiu a solenidade no momento em que Orro realizou a entrega da honraria a seus homenageados.

Trabalhadores homenageados

Por indicação do deputado Felipe Orro, foram homenageados Lúcio Flávio Joichi Sunakozawa, Helton Fonseca Bernardes, Fábio Possik Salamene, Sérgio Ricardo Ocampos, Laércio Padoin, Eronildes Costant dos Santos, Elizabete Anache, Odilon Trindade Valençoela, Maria Clarice Ewerling, José Mauro Pinto de Castro Filho, Denilson Cordeiro da Fonseca, Reginaldo Nascimento Padilha, Santina Lúcia Melo Falcão, Dom Dimas Lara Barbosa, Adriana Georges Sleiman, Célio Vilela de Andrade, Lázaro José Gomes Júnior, Clóvis Ribeiro Cintra Neto e Rubens Nunes de Cunha. O último homenageado é médico e foi o responsável pelo parto que trouxe o deputado Felipe Orro ao mundo.  

Também foram agraciados com a honraria, por indicação de outros parlamentares, Ilton Arashiro (indicação do deputado Barbosinha), Gabriel da Silva Souza Almeida (indicado pelo deputado João Henrique Catan), Dirceu luiz broch (indicação da deputada Mara Caseiro) e Débora Barbosa (indicado pelo deputado Neno Razuk).

Agradecimento


Castro Filho: “Sem os trabalhadores da Saúde, isso não seria possível”

O secretário de Saúde de Campo Grande, José Mauro Pinto de Castro Filho, discursou em nome dos homenageados e enfatizou o papel dos profissionais da Saúde, fundamentais durante toda a pandemia.  

“Quero agradecer imensamente o trabalho dos servidores da saúde e todos os profissionais que estiveram à frente nesse momento tão delicado que a humanidade viveu nesses dois anos. Foi com muito sacrifício e dedicação que eles tiveram à frente do maior desafio, que foi essa emergência sanitária internacional”, afirmou o secretário e lembrou que o dia 12 é o Dia Internacional da Enfermagem. “A  pandemia não acabou. E não temos só a Covid. Temos a dengue e outras doenças respiratórias no nosso município. No entanto, estamos avançando. E sem os trabalhadores da Saúde, nada disso aqui seria possível”, completou. 

A sessão solene foi transmitida ao vivo pelo Canal 9 da Claro Net TV, TV ALEMSYoutubeFacebookRádio ALEMS e aplicativo Assembleia MS (Android/iOS). A “Comenda do Mérito do Trabalho Ministro Wilson Fadul” foi instituída pela Resolução 05/2011, de autoria do deputado Felipe Orro. 

Wilson Fadul

Nascido em Valença (RJ) no dia 4 de fevereiro de 1920, Wilson Fadul foi prefeito de Campo Grande na década de 1950. Diplomou-se pela Faculdade Fluminense de Medicina, em Niterói. Ingressou por concurso na Aeronáutica como segundo-tenente médico, sendo designado para servir em Campo Grande, então no estado de Mato Grosso.

Teve longa carreira política. Elegeu-se vereador em Campo Grande em outubro de 1950 pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Foi prefeito da cidade em 1953 e, no ano seguinte, elegeu-se deputado federal por Mato Grosso. Também foi ministro da Saúde no governo de João Goulart (1961-1964), além de outras atuações na vida pública. Ele faleceu no Rio de Janeiro no dia 18 de outubro de 2011.

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Assembléia Legislativa MS

Rota Bioceânica: Fórum debaterá negócios que impactarão municípios de quatro países

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 “O sul de Mato Grosso muito bem se pode definir como a futura plataforma onde receberemos tudo que tivermos de carrear para Santos. Nesse particular, o sector compreendido entre Corumbá, Campo Grande e Ponta Porã há de ter, num futuro não remoto, a significação político-econômica de uma Santos mediterrânea”  (Mário Travassos, 1935)


ALEMS sediará evento sobre Rota Bioceânica (Foto: Wagner Guimarães

Os dois maiores oceanos do planeta serão ligados, na América do Sul, por um corredor que terá em Mato Grosso do Sul o seu epicentro. Isso encurtará a distância entre mercados e causará uma transformação geoeconômica e política, posicionando o estado como hub logístico, isto é, um ponto estratégico para exportação à Ásia e para distribuição de produtos importados do mercado asiático. Essa reconfiguração, prestes a ser efetivada, será possibilitada pela Rota de Integração Latino Americana (RILA).

A proximidade da concretização desse novo caminho para a Ásia torna fundamental a discussão sobre detalhes do empreendimento, ganhos econômicos e turísticos, oportunidades comerciais, geração de renda, desenvolvimento local, entre outros assuntos. Isso tudo será discutido durante o 1º Fórum “A Integração dos Municípios do Corredor Bioceânico”, que será realizado nos dias 26 e 27 deste mês na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS). Com esse evento, a Casa de Leis abre espaço para o debate e definições de negócios e investimentos que poderão resultar em melhoria de renda para moradores de diversos municípios dos quatro países por onde o corredor passará.


Arte: Gustavo Del Pino

A Rota é um corredor rodoviário que se estende por 2.396 quilômetros, integrando o Brasil, o Paraguai, a Argentina e o Chile. Além de ser uma alternativa competitiva de escoamento de produtos ao mercado asiático por meio do oceano Pacífico, o Corredor deve proporcionar o desenvolvimento local nesses países. Conforme o estudo “Corredor Bioceânico de Mato Grosso do Sul ao Pacífico: Produção e comércio na rota da integração sul-americana”, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), a Rota deve “gerar uma integração de regiões com demandas de investimentos públicos e privados que proporcionem geração de renda e melhoria da qualidade de vida, como o sudoeste sul-mato-grossense, o Norte do Paraguai, o Norte da Argentina e a região central chilena”.

O estudo da Uemes também enfatiza a relevância da posição geográfica de Mato Grosso do Sul para a Rota Bioceânica. “Mato Grosso do Sul possui uma posição estratégica tanto para a projeção na América do Sul (fronteiriço à Bolívia e ao Paraguai), quanto para o acesso à Bacia do Prata e ao litoral Pacífico, por meio das hidrovias Paraguai-Paraná e do Prata, e pela proximidade de pontos de passagem pelas cordilheiras”, afirma o documento. 

“A Rota significa um novo Mato Grosso do Sul”, diz secretário


Secretário Jaime Verruck: “Um novo Mato Grosso do Sul”

“A partir do momento da implantação da Rota Bioceânica, ligando o Mato Grosso do Sul aos portos do Pacífico, vamos ter uma mudança de posicionamento geopolítico do estado. Mato Grosso do Sul passa a ser, dentro do centro da América do Sul, um potencial hub logístico para as exportações para os países asiáticos”, afirmou Jaime Verruck, secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

O secretário informou que Mato Grosso do Sul destina 60% de seus produtos aos países asiáticos – e é para esse mercado que o acesso será melhorado com a concretização da Rota Bioceânica.  Isso acarreta, segundo Jaime Verruck, duas conseqüências importantes: maior competitividade no mercado internacional e reposicionamento estratégico de Mato Grosso do Sul com o deslocamento de exportação pelos portos de Paranaguá e de Santos.

 “Como fica mais barato exportar, vamos nos tornar mais competitivos, vamos aumentar o volume exportado dos produtos que hoje já executamos. Esse é o primeiro ponto”, disse o secretário. “Com a redução substancial dos custos, haverá um deslocamento da exportação de Paranaguá e de Santos. Assim, haverá um reposicionamento estratégico de Mato Grosso do Sul em relação aos seus produtos e em relação aos produtos de outros estados”, acrescentou.

Conforme projeta o secretário, com a Rota, Mato Grosso do Sul aumentará sua participação no mercado asiático e sua pauta de exportações, diversificando-a. “Isso significa crescimento, maior número de empregos, melhor remuneração dos produtores e a entrada de produtos da Ásia”, listou. Sobre esse último aspecto, Verruck afirmou que a Rota deve fazer do estado um grande distribuidor de produtos importados do mercado asiático.  Então, a “Rota significa desenvolvimento, perspectiva estratégia e um novo Mato Grosso do Sul”, finalizou.


Arte: Gustavo Del Pino

Ponte de quase 1,3 mil metros, com ciclovia e estrutura anti-suicídio

As transformações propiciadas pela Rota Bioceânica estão prestes de serem concretizadas. Essa proximidade tem mês e ano projetados em se tratando da a Ponte  Bioceânica, importante obra para todo o empreendimento. A ponte, que ligará os municípios de Porto Murtinho (MS) a Carmelo Peralta (PY), deve ser concluída em novembro de 2024. 

Com extensão de 1.294 metros e investimento de US$ 102,6 milhões (cerca de R$ 504 milhões), custeado pela margem paraguaia da Itaipu Binacional, a ponte será construída pelo Consórcio PY-BRA, formado pelas empresas Tecnoedil, Paulitec e Cidade. As empresas têm 36 meses (contados desde o fim do ano passado) para executarem a obra, conforme cronograma divulgado na solenidade de apresentação do projeto, realizada no dia 13 de dezembro em Carmelo Peralta.  

Na ocasião, o engenheiro e assessor especial da Itaipu, Panfilo Benitez Estigarriba, detalhou e comentou detalhes da obra. “São quase 1300 metros de extensão de ponte, com ciclovia e até estrutura especial anti-suicídio, com 22 metros sobre o Rio Paraguai, que não vai atrapalhar a navegação e trará progresso a todos”, descreveu.

Fórum terá participação de autoridades brasileiras e internacionais

O 1º Fórum “Integração dos Municípios do Corredor Bioceânico’’ contará com presença de autoridades nacionais e estrangeiras. Participam do evento o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o presidente da Casa de Leis, deputado Paulo Corrêa (PSDB), outros parlamentares, senador Nelsinho Trad (PSD), representante do Brasil na Frente Interparlamentar do Corredor Bioceânico, secretários de Estado, ministros do Brasil, do Paraguai, do Chile e da Argentina, governadores estrangeiros, representantes de setores produtivos, entre outras autoridades.   

Leia mais sobre o assunto:

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Decreto oficializa diretrizes para criação do Plano Cicloviário de MS

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As diretrizes para a elaboração do Plano Cicloviário do Estado foram publicadas nesta quinta-feira (19) no Diário Oficial Eletrônico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS). Paulo Corrêa (PSDB), deputado e presidente da Casa de Leis, é o autor do Decreto Legislativo 750/2022, que dispõe sobre o assunto. 

O Plano Cicloviário tem o objetivo de uniformizar a implementação de infraestrutura para o trânsito de bicicletas, ciclos e similares nas rodovias estaduais do território sul-mato-grossense, a partir da introdução de critérios de planejamento para a implantação de ciclovias ou ciclofaixas em rodovias estaduais pavimentadas, observadas as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), obedecendo também às normas vigentes para integração do sistema de transportes intermunicipal.

Medidas para facilitar a circulação nos espaços e áreas adjacentes ou circundantes às rodovias estaduais pavimentadas serão indicadas, e a segurança dos pedestres e dos usuários das bicicletas. Também serão sugeridos mecanismos que viabilizem a promoção da educação e conscientização da população sobre o uso conjunto de rodovias estaduais pavimentadas de tráfego compartilhado. Confira todas as diretrizes para a elaboração do Plano Cicloviário de Mato Grosso do Sul, clicando aqui.

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