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Campo Grande

Tem grana! Maioria dos candidatos à prefeitura de Campo Grande é milionária

Publicado

O perfil dos candidatos à Prefeitura de Campo Grande é de homens ricos. Pelo menos é o que se percebe olhando o registro de bens no site do Tribunal Regional Eleitoral.

Até o momento, nove candidatos aparecem no sistema e oito deles possuem mais de um milhão em bens. Entre os vices, a maioria é mais humilde, com poucos ou nenhum bem declarado, com exceção do candidato Progressista que possui mais de R$ 5 milhões e do Avante com R$ 1 milhão. Veja o ranking abaixo.

Do Solidariedade, o candidato Marcelo Miglioli é, por enquanto, o “mais rico” e possui o total de R$ 5.358.687,67. Entre os bens estão: R$ 365 mil em quotas empresariais, fazenda de R$ 1 milhão, depósitos, terrenos e casa. A candidata a vice Carlla Bernal tem R$ 290 mil declarados: uma casa e um carro.

Sergio Harfouche, do Avante, declarou R$ 4.902.171,80 em bens. A maior parte de um pouco mais de R$ 3 milhões corresponde a casas e terrenos. R$ 355 mil são de veículos e o restante é dividido entre fundos, consórcios e aplicações. O vice André Salineiro possui R$ 1.573.171,97 distribuídos em casas, terrenos e veículos.

Dagoberto Nogueira (PDT) tem R$ 3.079.721,17. O deputado tem desde casa, apartamentos e terrenos a herança. Dentre os itens justificados estão: casa em Campo Grande no valor de R$ 326 mil, terreno no Terras do Golfe de R$ 132 mil, fazenda em Miranda de R$ 2 milhões, salas em edifício comercial da Afonso Pena no valor de R$ 40 mil, caminhonete de R$ 105 mil, casa e terreno em São José do Rio Preto, entre outros. A candidata a vice Kelly Costa não tem bens declarados.

Marcio Fernandes, do MDB, declarou R$ 2.676.406,57 distribuídos em veículos, mais de R$ 1 milhão em casas e terrenos e R$ 1 milhão em espécie.

Candidato pelo PT, Pedro Kemp possui R$ 1.720.978,56 em bens. Ele possui duas casas com valor de R$ 427 mil, veículos de R$ 105 mil e R$ 1,1 milhão em aplicações e poupança. A vice Eloisa Castro declarou R$ 820 mil distribuídos em casa, terreno e carro.

O candidato Esacheu Nascimento (PP) tem R$ 1.704.494,66 em bens declarados. Ele possui veículos no valor de R$ 54 mil, casa de R$ 700 mil, terreno de R$ 63 mil e o restante em ações, e aplicações de renda. O vice Venicio Leite possui R$ 5.194.000,00, entre imóveis e veículos.

Guto Scarpanti, candidato pelo Novo, declarou bens de R$ 1.550.500,00. Entre os bens estão uma casa de R$ 550 mil, dois apartamentos totalizando R$ 780 mil, participação em capital social e veículos. A vice Priscila Afonso declarou possuir um carro de R$ 33 mil.

Marcelo Bluma do PV tem R$ 1.455.057,05 divididos entre: duas casas com valor de R$ 525 mil, terreno de R$ 135 mil e sete salas conjunto de R$ 695 mil e veículos. O vice Pastor Alvarenga não tem bens cadastrados.

Loester Trutis (PSL) declarou que possui R$ 48.036,48. Ele citou que possui R$ 33 mil em espécie e R$ 14 mil em depósitos em duas agências bancárias. A candidata a vice Lilian Durães declarou que possui R$ 365 mil em bens correspondentes a uma casa e um carro.

Por Top MídiaMax

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Campo Grande

Em Campo Grande|Chuva ganha força, abre cratera e deixa rastro de alagamentos pela cidade

Publicado


Na Vila Nasser, cratera se formou no cruzamento das ruas Rua Três Maria Olário de  Oliveira Franco e  bloqueou a passagem no local. Em vídeo enviado por leitor é possível ver o buraco completamento tomado por água barrenta. Minutos depois, quando a chuva perdeu força, as anilhas da construção ficam aparentes, inclusive, uma delas foi quebrada com a força da enxurrada.

Durante a chuva, cratera ficou encoberta por água barrenta que escorria na rua. (Foto: Direto das Ruas)

Segundo a moradora Michele Queiroz, de 34 anos, há três meses obras de pavimentação começaram no local, mas o serviço foi interrompido há cerca de 25 dias. Segundo ela, o buraco era pequeno, mas com a chuva de ontem (14) o estrago tomou proporções que os moradores não esperavam.

“Se continuar chovendo o buraco vai abrir mais e quem mora na frente não vai conseguir entrar ou sair de casa. A noite vai ser perigoso também pq se alguém vem desavisado vai cair dentro”, teme.

Na Avenida Presidente Vargas, entre as ruas Júlio de Castilho e Taquari, a água subiu em calçadas e alagou toda pista por onde motoristas trafegam. Por causa disso, quem passa pela região precisa redobrar a atenção para não se envolver em acidentes.

No Los Angeles houve registro de alagamentos e lamaçais. (Foto: Direto das Ruas)

No Bairro Los Angeles, moradores relataram ponto de alagamentos em diversas ruas do bairro, onde lamaçais se formaram. “Nem 30 minutos de chuva e aqui ja virou um rio”, comentou a manicure Suellen da Silva, de 25 anos. No Bairro Canguru, nível da água de um córrego subiu pista da Rua Catiguá.


Na Rua Antônio Maria Coelho, na região do Centro, idosa acionou equipe do Corpo de Bombeiros depois de não conseguir sair do veículo Ford Ká estacionado na calçada. Aos militares, a vítima disse que ficou com medo de que força da enxurrada a carregasse.

Já na região dos bairros Silvia Regina e Coophavila também houve registro de chuva forte, que deixou assustou moradores.

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) há previsão de temporal em todo o Estado até o fim da noite desta quinta-feira.

O aviso prevê chuva de 20 a 30 milímetros por hora, com ventania de até 100 km por hora, e queda de granizo.

 CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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Campo Grande

Sindicato dos Bancários fecha agência do Bradesco em protesto contra demissões em Campo Grande

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Nesta quinta-feira (15), o Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região vai deixar fechada a agência do Bradesco, que fica na Rua Marechal Rondon esquina com a Rua 13 de Maio, no centro da capital. No local, também funciona a Superintendência Regional do banco.

O protesto dos bancários é para denunciar à população sobre as demissões promovidas pelo Bradesco em plena crise econômica e sanitária. O banco já fechou cinco agências na capital desde agosto. Nos meses de setembro e outubro, foram pelo menos 19 demissões só em Campo Grande. Em todo o país, o Bradesco demitiu 427 funcionários.

Conforme a presidente do sindicato, Neide Rodrigues, o Bradesco poderia ter remanejado os bancários para outras unidades da capital e do interior do Estado. “Tem agência que está com falta de funcionário, até por causa do home office em razão da pandemia. Então, o banco poderia ter aumentando o número de bancários em outras unidades para evitar as filas, as reclamações dos clientes. É um descaso com a população, o banco preferiu fazer cortes!”, afirma Neide Rodrigues.

Segundo a presidente do SEEBCG-MS, no início da pandemia do coronavírus, o receio do movimento sindical era de que os bancos se aproveitassem da crise sanitária para fechar agências e demitir trabalhadores e, por isso, foi feito um acordo para barrar essa prática.

“Foi acordado que os bancos iriam colaborar com a atual situação do país e não demitiriam. Mas, só nos últimos meses, o Bradesco demitiu mais de mil funcionários em todo o Brasil e isso gera um caos. Desemprego já está alto e as agências já operam com poucos funcionários, isso afeta diretamente a população que acaba tendo um atendimento precarizado. O sistema financeiro não para de lucrar, só o Bradesco lucrou mais de R$ 7 bilhões no primeiro semestre deste ano, não tem justificativa para demitir”, comenta.

Durante a mobilização, os dirigentes sindicais entregaram um panfleto sobre os impactos das demissões e, mais tarde, atores encenaram uma peça teatral contando a precarização do serviço bancário.

“Hoje já recebemos a informação de que mais três bancários foram demitidos no estado, as demissões estão ocorrendo por telefone e até o fim do dia pode haver mais desligamentos. Isso é um absurdo e um desrespeito enorme com os trabalhadores durante essa crise. Estamos reivindicando pela reintegração e vamos enviar um ofício para o Ministério Público para tentar frear as demissões ”, pontua Neide.

O ato contou ainda com o apoio e participação do Sindicato dos Bancários de Dourados e Região. Para o presidente do SEEB-Dourados, Carlos Longo, é importante que o movimento sindical e os trabalhadores se unam para barrar as demissões em massa.

“Hoje estamos fazendo um Dia de Luta em todo o país e Dourados não poderia ficar de fora dessa atividade. A estratégia de hoje foi fechar as regionais em todo o país e, em Mato Grosso do Sul, nossa regional está em Campo Grande, então Dourados se fez presente. Precisamos denunciar que demitindo os funcionários, os clientes e a população em geral também serão afetados. Sem contar o descaso com os pais e mães de família que ficam desassistidos nesse momento de crise”, ressalta Carlos.

Denuncie

A presidente do SEEBCG-MS, Neide Rodrigues, reforça que os bancários demitidos procurem o sindicato para que seja feita a análise dos casos, individualmente.

“Até o momento o Bradesco não quis reintegrar e, por isso, o sindicato está analisando a situação de cada um dos trabalhadores. Reforçamos a necessidade dos bancários demitidos procurarem o jurídico do sindicato para que possamos  tentar a reintegração”, finaliza a presidente.

Mesmo em meio à crise econômica e sanitária, o Bradesco segue lucrando alto. No primeiro semestre de 2020, o banco faturou R$ 7,626 bilhões, crescimento de 3,2% na comparação com o trimestre anterior.

Para entrar em contato com o sindicato, o bancário poderá enviar a solicitação diretamente pelo e-mail [email protected] ou para algum dirigente sindical.

Por: Daiana Porto/Assessoria de Comunicação do SEEBCG-MS|Fotos: Reginaldo de Oliveira

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