Suzano
Suzano sensibiliza mais de 8,5 mil trabalhadores em ações de enfrentamento à violência contra crianças, adolescentes e mulheres
Iniciativa faz parte do Programa Agente do Bem, desenvolvido em Ribas do Rio Pardo (MS) em parceria com a administração municipal e o TJMS. Com o efeito multiplicador gerado pelo programa, a expectativa é que a iniciativa tenha impactado positivamente mais de 20 mil pessoas de forma indireta.
A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, já sensibilizou mais de 8,5 mil trabalhadores(as) a atuarem na defesa e proteção dos direitos das crianças, dos adolescentes e das mulheres em pouco mais de um ano de implementação do Programa Agente do Bem em Ribas do Rio Pardo (MS). Lançada em setembro de 2021, a iniciativa é realizada com apoio da Prefeitura local, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) e de empresas parceiras com o objetivo de combater todo tipo de violência contra esses públicos na região, onde está em construção a nova fábrica da empresa.
Até o momento, 19 empresas parceiras no empreendimento da Suzano já aderiram ao programa. Com o apoio delas, até dezembro de 2022 já foram realizadas 364 ações de conscientização dentro do canteiro de obras, que resultaram em mais de 37,8 mil escutas – número que representa a soma de todas as vezes que os(as) trabalhadores(as) foram impactados pelas ações. Como um dos objetivos do programa é a multiplicação da informação, o número de pessoas sensibilizadas pode ser ainda maior – a estimativa é de que cerca de 20 mil pessoas tenham sido impactadas de forma indireta.
Para Maurício Miranda, diretor de Engenharia da Suzano e responsável pelas obras de implantação da nova fábrica no município, os números do Agente do Bem demonstram que a empresa está no caminho certo para contribuir com a proteção dos direitos das crianças, adolescentes e mulheres na região. “Em linha com o nosso direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’, a Suzano assumiu o compromisso de ser protagonista na construção de uma sociedade melhor. E esses resultados mostram que o programa é uma importante ferramenta para alcançarmos esse objetivo, inclusive pela junção de esforços com nossos parceiros públicos e privados, por sua capacidade de sensibilizar trabalhadores e a comunidade em geral sobre a necessidade de proteger os direitos, prevenir e combater a violência contra essas pessoas”, enfatiza.
A desembargadora Elizabete Anache, coordenadora da Infância e Juventude de Mato Grosso do Sul, destaca que a atuação do TJMS é voltada para a prevenção. “Programas e parcerias que contribuem para a garantia dos Direitos Fundamentais das crianças e dos adolescentes estão entre as formas mais eficazes de se prevenir a violência contra essas pessoas, pois promovem o engajamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, da sociedade civil organizada e população em geral, e essa junção de esforços cria o ambiente propício para o desenvolvimento de uma rede de proteção realmente efetiva. A Coordenadoria da Infância e da Juventude, com o apoio de todas as instâncias do Poder Judiciário, não mede esforços para buscar ainda mais parcerias frutíferas como essa desenvolvida com a Suzano”, salienta.
Campanha Sinal Vermelho
Dentre as ações de conscientização desenvolvidas por meio do Agente do Bem, um dos destaques de 2022 é a campanha Sinal Vermelho, com o intuito de orientar colaboradores(as) próprios e terceiros sobre como identificar possíveis vítimas de violência contra as mulheres. A campanha, cujo nome faz referência ao símbolo X marcado com batom na mão para que mulheres possam pedir socorro de forma silenciosa, é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), com adesão do TJMS, e foi realizada no canteiro de obras em agosto do ano passado, resultando na sensibilização de 3,6 mil trabalhadores
De acordo com Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano no Mato Grosso do Sul, trazer a campanha para a obra foi uma das ações mais importantes do ano realizadas no âmbito do Agente do Bem, que mostrou a força da parceria entre os setores público e privado para um fim tão relevante para a comunidade, que é a proteção dos direitos das mulheres. “Nossa estratégia é fortalecer a cultura de prevenção dentro da obra, estimulando os trabalhadores a entenderem isso como um dever também fora do local de trabalho, expandindo essa consciência para suas famílias e toda a comunidade”, afirma.
A juíza Helena Alice Machado Coelho, coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJMS, comemora os números do programa e comenta a colaboração entre poder público e iniciativa. “A parceria firmada com a Suzano foi essencial para avançarmos nas campanhas de sensibilização e enfrentamento à violência contra as mulheres em nosso estado. Nossa intenção é, entre outras, a de formar técnicos e técnicas da empresa sobre os programas da Coordenadoria da Mulher para que sejam agentes multiplicadores das ações de enfrentamento à violência contra a mulher. São essas parcerias que possibilitam compartilhar conhecimentos e experiências e aproximar o Poder Judiciário da sociedade”, observa.

Ao longo do ano, também foram tratados dentro da obra temas como as atitudes que cada agente do bem deve tomar caso presencie ou suspeite de situações de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e de violência contra mulheres, combate ao feminicídio, prevenção ao suicídio e cuidados com a saúde mental de crianças e adolescentes, entre outros. Externamente, a empresa realiza uma campanha publicitária nos meios de comunicação locais sobre a prevenção e combate à violência contra esses públicos.
Agente do Bem
Lançado em Mato Grosso do Sul pela Suzano em 2016, durante a construção da segunda fábrica em Três Lagoas, o Programa Agente do Bem nasceu da parceria com a Childhood Brasil com o objetivo de mobilizar todos os setores da sociedade local para participar de ações de proteção dos direitos de crianças e adolescentes. A iniciativa se expandiu em 2021, sendo levada para outros nove municípios: Água Clara (MS), Conceição da Barra (ES), Dom Eliseu (PA), Imperatriz (MA), Itapetininga (SP), Mucuri (BA), Pedro Canário (ES), Ribas do Rio Pardo (MS) e Suzano (SP).
Em Ribas do Rio Pardo, o programa passou a incluir ações para a proteção dos direitos das mulheres, em decorrência do aumento do número de casos de violência registrados em todo o Mato Grosso do Sul. Em maio de 2022, foi assinado um Acordo de Cooperação mútua entre a Suzano, o TJMS e a Prefeitura de Ribas do Rio Pardo para fortalecimento das ações e, em agosto, mais 15 empresas parceiras juntaram-se à Suzano na execução do programa. Desde então, 50 multiplicadores dessas empresas já foram formados.

Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores produtoras de papel da América Latina e referência no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras de origem renovável. Os produtos da companhia, que fazem parte da vida de mais de 2 bilhões de pessoas e abastecem mais de 100 países, incluem celulose, papéis para imprimir e escrever, canudos e copos de papel, embalagens de papel, absorventes higiênicos e papel higiênico, entre outros. A Suzano é guiada pelo propósito de Renovar a vida a partir da árvore. A inovabilidade, a busca da sustentabilidade por meio da inovação, orienta o trabalho da companhia no enfrentamento dos desafios da sociedade. Com 98 anos de história, a empresa tem ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
Suzano
Três Lagoas (MS) recebe novo mutirão da Suzano com 46 vagas temporárias para o setor florestal
Três Lagoas (MS) recebe, neste sábado (12/09), um novo mutirão de oportunidades da Suzano para contratação de profissionais para o setor florestal. A ação faz parte da iniciativa “Você na Suzano” e oferece 46 vagas temporárias para Operador(a) de Máquina Trainee, com seleção feita no próprio dia, na Casa do Trabalhador, mediante distribuição de senhas.
“O ‘Você na Suzano’ nasceu para aproximar a população de Três Lagoas das oportunidades da empresa. É uma forma de aproximar a Suzano da comunidade, valorizando os profissionais da região e podemos assegurar que muita gente que passou pelo programa como trainee hoje está efetivada, e é isso que a gente quer continuar construindo: gerar emprego e renda para quem é daqui”, afirma Mônica Catânia, gerente de Gente e Gestão da Suzano em Três Lagoas.
As contratações, com duração de três meses, fazem parte do esforço da Suzano para ampliar o acesso a oportunidades de trabalho e formar profissionais para o setor florestal na região.
Como participar
No dia do evento, as senhas serão distribuídas até as 9 horas. Em seguida, a equipe de recrutamento da Suzano dará início ao processo seletivo. Podem se candidatar pessoas com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria AB definitiva e Ensino Fundamental completo. Também é exigida experiência prévia com operação de máquinas agrícolas ou florestais, ou curso de Operação de Máquinas Florestais com formação em Harvester ou Forwarder. Os candidatos devem levar CNH e currículo atualizado.
Durante os três meses de contrato, os selecionados recebem salário compatível com a função, plano de saúde individual, alimentação no local, seguro de vida e transporte. O “Você na Suzano” já resultou, em média, em 70 contratações por edição, consolidando o papel da iniciativa na geração de emprego e renda em Três Lagoas.
Outras formas de entrar na Suzano
Quem não puder comparecer presencialmente também pode concorrer às vagas da Suzano em Mato Grosso do Sul e em outras unidades pela Plataforma de Oportunidades: https://suzano.gupy.io/. O site reúne vagas abertas, benefícios e cadastro no Banco de Talentos.
A Suzano informa que todos os seus processos seletivos são gratuitos e não exigem qualquer pagamento dos candidatos.
Serviço
Data: 12 de setembro de 2026
Local: Casa do Trabalhador de Três Lagoas (MS) – Rua Dr. Munir Thomé, 86, Centro.
Distribuição de senhas: até 9 horas
O que levar: CNH e currículo atualizado
Vagas: 46 para Operador(a) de Máquina Trainee
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
Suzano
Em iniciativa pioneira no setor, Suzano desenvolve operação remota de colheita florestal em MS
• Primeira fase do projeto colheu 12 mil árvores com uma harvester comandada da torre de controle florestal de Ribas do Rio Pardo, a até 350 quilômetros da frente de trabalho
• Operador permanece no comando: a tecnologia muda o local de trabalho, não substitui o profissional
Uma harvester colheu 12 mil árvores sem que o operador estivesse dentro dela, em uma área equivalente a 12 campos de futebol. A máquina foi comandada remotamente da torre de controle florestal da unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS), com testes que permitiram operá-la a até 350 quilômetros de distância da frente de trabalho, sem que a equipe técnica precisasse se deslocar até o local. O resultado encerra a primeira fase do projeto de teleoperação de colheita florestal desenvolvido pela companhia em parceria com a Komatsu e a S4E Tech, iniciado em abril deste ano. No Brasil, é a primeira operação de harvester teleoperada em ambiente operacional no setor florestal.
A máquina não opera sozinha. O comando segue sendo do operador, que passa a trabalhar da torre de controle em vez da cabine no meio da fazenda. Os sete profissionais capacitados para o projeto seguem na operação. O que muda, nesta fase, é o trajeto: hoje um operador gasta cerca de duas horas de viagem para chegar à frente de colheita.
Ledir Rodrigues de Freitas, consultor de Excelência Operacional da Suzano, começou na colheita em 1989, quando a motosserra já havia substituído o machado e o facão. Depois veio o harvester, que reduziu a exposição das pessoas aos riscos do corte. A teleoperação é a terceira transição que ele acompanha na atividade. “Quando fui convidado para participar deste projeto, vi a possibilidade de realizar um grande sonho, o de ver as máquinas sendo operadas a partir de um local distante, em um ambiente mais controlado. Este é um passo como as demais evoluções, não tem volta. Já vejo as possibilidades que estão por vir”, comenta.
“Estamos testando uma nova forma de realizar o trabalho no campo, com o uso da tecnologia para tornar a rotina dos profissionais mais segura e confortável. A possibilidade de comandar os equipamentos de outro local reduz deslocamentos até o campo e contribui para que os operadores tenham mais qualidade de vida, sem perder de vista a segurança e a eficiência da operação. Este projeto pode mudar a forma como trabalhamos no setor florestal”, afirma Douglas Seibert Lazaretti, vice-presidente de Operações Florestais da Suzano.
Na cabine, o operador encontra os mesmos controles do equipamento e o campo de visão fornecido por câmeras, que reproduzem em tempo real as condições da máquina. Na primeira fase, dois equipamentos foram comandados a distância: uma harvester, foco do projeto, e uma grua de carregamento.
Beatriz Carolina Gonçalves, operadora de máquinas florestais, participou dos primeiros testes. “Eu pensava que seria como um controle remoto, mas encontrei um ‘cockpit’ com as mesmas condições da máquina, só que em outro ambiente e com muito conforto. Foi um desafio operar a quilômetros de distância usando as câmeras como base, mas também foi uma experiência muito gratificante”, conta.
Para ela, o ganho está na rotina. “Essa solução pode melhorar muito o dia a dia dos operadores, porque reduz o tempo gasto no caminho até as fazendas e permite estar mais perto da família. Tenho uma filha pequena e acredito que isso possa fazer diferença na vida de quem trabalha nessa atividade”, afirma.
O operador de abastecimento de madeira João Victor de Almeida Barbosa também participou dos testes. Filho de um profissional que atuava no transporte da Suzano, ele vê no projeto uma oportunidade de unir sua trajetória à inovação. “Tenho muito orgulho de fazer parte dessa iniciativa. Entrei na empresa em uma área que era nova para mim e, agora, participar de um projeto como esse representa uma oportunidade de aprender e contribuir para uma operação mais segura e eficiente”, afirma.
Conexão e segurança
O principal obstáculo técnico era a conexão. As frentes de colheita ficam em áreas sem infraestrutura de telecomunicações e mudam de lugar conforme a operação avança. A comunicação entre a torre de controle e a máquina é feita por satélite, em uma estrutura preparada para operar sem interrupções.
A segurança é monitorada de forma contínua no próprio equipamento. Se a comunicação falhar, ou diante de qualquer condição anormal, a máquina para automaticamente. O tempo de resposta do sistema é menor que o de um piscar de olhos.
Inclusão e futuro do trabalho
Sete profissionais foram capacitados para trabalhar com a solução: cinco na colheita, entre eles duas mulheres, e dois no carregamento logístico. Os operadores da colheita têm perfis distintos de experiência e faixa etária. A capacitação também alcançou técnicos e mecânicos dos módulos, responsáveis por receber o equipamento e atuar quando necessário. O projeto reúne profissionais das áreas de Operações Florestais, Inovação, Excelência Operacional, Segurança, Gente e Gestão, Treinamento, Tecnologia e Engenharia, além das equipes da Komatsu e da S4E Tech.
A mudança altera o próprio desenho da vaga. Operar uma máquina florestal deixa de exigir a permanência diária em área remota e passa a ser possível a partir de um ambiente fixo, dentro da unidade. É uma transformação que responde ao que o mercado de trabalho cobra hoje das atividades de campo.
“Trabalhar no campo, muitas vezes em áreas distantes, traz desafios importantes para os profissionais. À medida que avançamos nos testes, percebemos que essa solução abre possibilidade para a inclusão de outros públicos, inclusive pessoas com deficiência. Esse potencial está alinhado ao compromisso da Suzano com a construção de oportunidades mais equitativas em Mato Grosso do Sul”, diz Rodrigo Zagonel, diretor de Operações Florestais da Suzano em Mato Grosso do Sul.
Para a Komatsu, a tecnologia tem alcance além da operação atual. “A teleoperação remota tem potencial para transformar o setor florestal, trazendo mais eficiência, segurança e qualidade de vida para os operadores. Estamos muito satisfeitos em desenvolver essa iniciativa ao lado da S4E e da Suzano, acreditando que essa tecnologia será um divisor de águas para o mercado, ampliando oportunidades de inclusão para mulheres, pessoas com deficiência e jovens. Além de ser um projeto global, ter o Brasil como ponto de partida reforça nosso compromisso com a inovação e com a construção de um futuro mais sustentável e promissor para o setor”, afirma Eduardo Nicz, diretor-presidente da Komatsu Forest Brasil.
A escala da operação
Mais de mil operadores atuam na colheita e no carregamento de madeira em Mato Grosso do Sul. No estado, são colhidos 19 milhões de metros cúbicos por ano, em cerca de 100 mil hectares. A teleoperação está hoje em duas máquinas, e o alcance da tecnologia sobre o deslocamento diário dessas equipes dependerá do ritmo de adoção ao longo dos próximos anos.
Do teste ao piloto
A busca por tecnologias adaptáveis às operações florestais começou em 2024. Em 2025, a S4E Tech fez a primeira visita técnica a Mato Grosso do Sul para mapear os desafios da operação. A solução passou a ser desenvolvida em conjunto com a Komatsu, fornecedora de tecnologia para o setor florestal e parceira da Suzano. Em abril de 2026, duas máquinas passaram a ser comandadas a distância.
O objetivo dessa primeira fase era validar o conceito de teleoperação na colheita, verificar as condições de segurança e testar se haveria restrição de raio de operação. Ao longo dos meses, diversas melhorias foram mapeadas. A próxima fase, um piloto que incorpora esses ajustes, começa nos próximos meses, com escalonamento gradual.
No exterior, projetos de colheita florestal teleoperada ainda estão em fase de pesquisa, protótipo ou demonstração, em países como Suécia, Finlândia, Nova Zelândia, Canadá e Japão. Equipes da Komatsu do Japão e da Suécia visitaram recentemente a operação em Mato Grosso do Sul.
A S4E Tech é uma empresa brasileira criada há cinco anos, com sede em Belo Horizonte, especializada no desenvolvimento de tecnologias para equipamentos móveis. Além do setor florestal, suas soluções são aplicadas em mineração, siderurgia, portos e construção.
Sobre a Suzano
A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br
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