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Suzano disponibiliza livros digitais para colaboradores

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A parceria com o Instituto Ecofuturo e o Papel Pólen® vem atrelada ao compromisso da empresa de incentivo à leitura

Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, reforça o compromisso com o estímulo à leitura, especialmente no período de isolamento social. Durante todo o mês de abril, a companhia disponibilizará, gratuitamente, livros digitais aos 37.000 colaboradores, por meio da iniciativa “Espaço Ecofuturo by Pólen”, realizada em parceria com o Instituto Ecofuturo, organização sem fins lucrativos mantida pela empresa, e com o Papel Pólen®, que compõe seu portfólio de produtos e é o papel específico para livros, pois tem sua tonalidade diferenciada que não reflete luz, trazendo um leitura mais agradável aos leitores.

O projeto que, originalmente, contempla a implantação de bibliotecas e ações de incentivo à leitura dentro das operações da Suzano, foi adaptado nesse momento para continuar contribuindo, mesmo à distância, com o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores. Para isso, neste mês, a companhia está oferecendo uma alternativa digital.

Por meio da plataforma online do “Espaço Ecofuturo by Pólen” – onde os colaboradores já se cadastravam para realizar os empréstimos de livros nos espaços físicos – agora o usuário pode indicar a obra que gostaria de ler no formato digital. Caso o livro já não esteja no acervo, é enviado um link para acesso ao título na Google Play Livros, disponível para computador, Android e IOS. Assim, os colaboradores têm nessa nova “prateleira virtual” milhões de títulos à disposição.

De acordo com Christian Orglmeister, Diretor Executivo de Estratégia, Gente, Comunicação, TI e Digital da Suzano, a ideia de transformar o projeto físico em um espaço também digital vem de encontro a um dos direcionadores da companhia: Gerar e Compartilhar Valor. “Acreditamos que os livros são fundamentais para a formação de cidadãos que poderão contribuir com a transformação positiva da sociedade. A leitura, além de trazer leveza ao cotidiano, estimula a imaginação e a criatividade, e é a porta de acesso ao conhecimento. Esta iniciativa é mais uma forma de apoiarmos nossos colaboradores e seu desenvolvimento, principalmente neste período tão desafiador que estamos vivendo”, ressalta.

Cada “Espaço Ecofuturo By Pólen” implantado conta com acervo de, aproximadamente, 250 livros. As bibliotecas já foram inauguradas no Escritório Central da Suzano, em São Paulo, e na fábrica Rio Verde, na cidade de Suzano. Ao longo do ano, as demais unidades da companhia devem receber o projeto.

Sobre a Suzano

  A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

Sobre o Instituto Ecofuturo

O Instituto Ecofuturo contribui para transformar a sociedade por meio da conservação ambiental e promoção de leitura, integrando livros, pessoas e natureza. Entre as principais iniciativas estão o projeto Biblioteca Comunitária Ecofuturo, com a implantação de mais de 100 bibliotecas no País, e a gestão do Parque das Neblinas, onde são desenvolvidas atividades de educação ambiental, pesquisa científica, ecoturismo, manejo e restauração florestal, e participação comunitária. Organização sem fins lucrativos, fundada em 1999 e mantida pela Suzano, o Instituto atua como articulador entre sociedade civil, poder público e o setor privado. Conheça mais sobre o Ecofuturo em www.ecofuturo.org.br, e acompanhe em www.facebook.com/InstitutoEcofuturowww.youtube.com/institutoecofuturo e www.instagram.com/ecofuturo.

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Celulose se consolida como nova locomotiva da indústria de MS

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Em pouco mais de uma década, a indústria da celulose transformou-se em um dos principais motores do desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul. O setor ampliou sua participação na economia estadual, consolidou uma forte presença internacional e tornou-se um dos maiores responsáveis pela geração de riqueza na indústria de transformação.

Os números evidenciam esta trajetória. Entre 2010 e 2025, o total de trabalhadores cresceu de 7.004 para 24.430, avanço de 249%. No mesmo período, a receita das exportações saltou de US$ 431,4 milhões para US$ 3,12 bilhões.

Para Ezequiel Resende, a celulose representa a principal novidade da transformação industrial sul-mato-grossense.

“A celulose é uma nova locomotiva. Pelo volume de investimentos, pelo rápido crescimento e pela participação na atividade econômica e industrial do Estado, ela se consolidou como um dos principais ramos da indústria de transformação do Mato Grosso do Sul.”

O valor bruto da produção do setor aumentou de R$ 1,63 bilhão para R$ 20,4 bilhões entre 2010 e 2024, crescimento de 1.148%. Já o volume exportado passou de 857,8 mil toneladas para 6,91 milhões de toneladas.

Segundo o economista-chefe da Fiems, a atividade já ocupa posição de destaque na geração de riqueza industrial.

“Hoje a celulose está entre os segmentos que mais contribuem para a geração de riqueza da indústria de transformação sul-mato-grossense”, afirma.

A evolução do setor também explica parte do aumento do valor agregado das exportações do Estado.

“O melhor exemplo dessa transformação é a celulose. Ganhamos novos produtos de maior valor agregado, alcançamos novos mercados e aumentamos significativamente nossa presença internacional”, destaca Resende.

Baseada em florestas plantadas e integrada a uma cadeia industrial de alta competitividade, a celulose consolidou Mato Grosso do Sul como um dos principais polos do setor no Brasil e no mercado global.

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Arauco inicia instalação das vigas da ponte ferroviária sobre o córrego São Mateus, em Inocência (MS) 

Operação é considerada um marco histórico da montagem da estrutura da ferrovia por onde será escoada a futura produção de celulose do Projeto Sucuriú

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A instalação do ramal ferroviário da Arauco, em Inocência (MS), registrou mais um marco importante: o início do içamento de 18 vigas de sustentação da ponte ferroviária sobre o córrego São Mateus. A construção desta OAE (Obra de Arte Especial) alcançou 70% de execução prevista no cronograma, representando um progresso significativo para o andamento geral das obras da ferrovia, que, por sua vez, está com 50,8% de avanço total.

Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil, celebrou o marco. “A construção da ponte é um momento importante na implantação da ferrovia porque envolve diversos aspectos técnicos que precisam acontecer de maneira muito planejada para que a obra seja concluída de modo satisfatório. E vemos aqui um exemplo claro de como o Projeto Sucuriú tem caminhado, em todas as frentes, com sinergia, qualidade, segurança e pontualidade. Isso é muito gratificante para a Companhia”, afirmou.

Construída em concreto armado, a ponte terá 270 metros de extensão e 6 metros de largura, utilizando 132 estacas do tipo raiz, aproximadamente 9 mil m³ de concreto e 500 toneladas de aço. As vigas que estão sendo instaladas possuem, cada uma, aproximadamente, 30 metros de comprimento e 3 metros de altura, pesando 92 toneladas. Elas suportam o tabuleiro da ponte, estrutura sobre a qual será implantada a superestrutura ferroviária composta pelo lastro, dormentes e trilhos.

Para o diretor de Logística e Suprimentos da Arauco, Alberto Pagano, o içamento das vigas é um ‘momento emblemático’ da construção da ferrovia. “Concretizamos este marco com toda segurança e respeito ao meio ambiente e à comunidade. E isso é resultado de um cuidadoso trabalho de planejamento de cada etapa da atividade por parte de todo o time de Engenharia”, disse. Pagano acrescentou que a instalação das 18 vigas será concluída até o final de setembro.

O diretor de obras da Construcap, Marco Aurélio Costa Guimarães, ressaltou a importância do cumprimento do prazo para o içamento das vigas, considerado um ‘ponto crítico’ da obra. “Tínhamos um desafio muito grande na ferrovia inteira, pelo prazo, e somente uma época sem chuva para cumpri-las”, comemorou o diretor da empresa responsável pela construção da linha férrea.

Para quem acompanha a obra desde o início, o avanço também representa uma conquista pessoal. Contramestre da Construcap, Ademar Rodrigues de Assis manifestou sua satisfação em ver uma estrutura tão grande ganhar forma. “Já tenho bastante tempo de empresa e, quando a gente começa uma obra do zero e depois vê tudo chegando a esse estágio, com as vigas sendo lançadas e sabendo que daqui a pouco o trem vai passar por aqui, isso é motivo de orgulho. A gente se sente muito gratificado por fazer parte deste projeto”, contou.

Sobre o Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027.

Em todas as fases de desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

Sobre a Arauco Brasil

No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega 3.500 colaboradores e conta com cinco unidades industriais brasileiras.

As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR); e, em 2027, a companhia prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose branqueada em Inocência (MS).

Todas as florestas de eucalipto plantadas pela Arauco no Brasil são certificadas pelo FSC® (Forest Stewardship Council®), que reconhece o manejo florestal ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável. A companhia também conta com certificações FSC relacionadas à Cadeia de Custódia, Madeira Controlada, operação Multisite e uso da marca, que abrangem a rastreabilidade da madeira utilizada na produção de painéis, inclusive a adquirida de terceiros. Os painéis também atendem à certificação CARB, relacionada aos baixos níveis de emissão de formaldeído.

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