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Suzano

Suzano apoia universidades públicas em iniciativas para combater a pandemia

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Insumos e equipamentos fornecidos pela companhia serão destinados à realização de testes e ao desenvolvimento de produtos em seis instituições de ensino superior

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, está apoiando uma série de iniciativas para auxiliar universidades no combate à propagação da COVID-19. A empresa já doou insumos para a produção de mil litros de álcool em gel 70%; forneceu mil kits de reagentes para serem utilizados na detecção do novo vírus na população, além do equipamento para essa finalidade; e destinou pacotes de luvas e outros materiais de proteção pessoal para as instituições de ensino superior. Os produtos serão destinados à Fatec (Faculdade de Tecnologia) de Capão Bonito, à Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), às Universidades Federais de Pernambuco (UFPE), Rio de Janeiro (UFRJ) e Rio Grande do Sul (UFRGS) e ao Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS).

Para a Fatec, a companhia forneceu insumos, como álcool líquido, produtos químicos, embalagens e etiquetas necessários para a fabricação de mil litros de álcool em gel. Os produtos serão distribuídos em embalagens de 300 gramas para o Grupo Voluntário de Combate ao Câncer de Capão Bonito (GVCC), a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis (ACAMAR), além de um grupo de costureiras que estão produzindo máscaras de tecido no Vale do Paraíba e na região de Capão Bonito.

“Os alunos utilizam a matéria-prima recebida, transformam em álcool 70% e convertem em gel. Durante a manipulação, eles adicionam óleo de essência de eucalipto que, além de possuir um aroma agradável, apresenta propriedade bactericida natural”, explica Daniel Barros, químico responsável pela manipulação, da Fatec Capão Bonito. “É uma boa oportunidade para que os alunos possam se desenvolver e aplicar seus conhecimentos em prol de uma iniciativa que irá ajudar ainda mais a população de baixa renda, a partir da doação feita pela Suzano. A produção deverá gerar até 100 quilos do produto por dia, totalizando aproximadamente mil quilos”, diz.

Já para a Unicamp, a companhia emprestou uma máquina de RT-PCR – equipamento para a realização de testes diagnósticos – e mil kits de PCR (reagentes), que serão utilizados para detectar com precisão o novo vírus na população. Para cada kit é realizado um teste, o que beneficiará mil pessoas na região metropolitana de Campinas. “A Suzano viabilizou o fornecimento de insumos em um momento muito crítico, em que não havia condições de providenciarmos esses reagentes em função do alto custo.

Além disso, ganhamos muita agilidade com a compra feita diretamente pela companhia”, salienta Marcelo Menossi, Professor Titular do Instituto de Biologia da Unicamp e Coordenador da Frente de Captação de Recursos da Força-Tarefa da Unicamp Contra a COVID-19.

A Suzano ainda apoiou o IFMS com a doação de uma impressora 3D Replicator MP07825 Makerbot, para a confecção de máscaras de proteção facial (FaceShield) que serão distribuídas gratuitamente às cidades de Mato Grosso do Sul. Com a contribuição da companhia, serão confeccionadas 370 máscaras ao mês, o que totaliza 1.110 máscaras no trimestre.

“Neste momento tão delicado, o papel da ciência é fundamental para a sociedade. Por isso, uma de nossas frentes nesse cenário tem sido o engajamento com universidades, que estão trabalhando voluntariamente para ajudar a população. Essa força-tarefa com as instituições de ensino vai ao encontro do nosso direcionador “gerar e compartilhar valor”, essencial para todas as nossas decisões”, ressalta Fernando Bertolucci, Diretor Executivo de Tecnologia e Inovação da Suzano.

Campanha “Taq no Covid”

Como parte das iniciativas no combate à COVID-19, a Suzano também participa da campanha “Taq no Covid”, organizada pela startup iBench com o objetivo de aumentar a capacidade de realização de testes diagnósticos no País. A startup faz a intermediação do contato entre laboratórios públicos envolvidos no processo do diagnóstico da COVID-19, laboratórios de pesquisa, que possuem os insumos necessários realizar os testes de detecção da doença.

Por meio da campanha, a Suzano doou 15 Kits e 80 placas de PCR, 20 pacotes de ponteiras e 4 caixas de luvas que serão destinados aos laboratórios da UFRJ, UFRGS e UFPE para realização do diagnóstico da doença. “Ações como essa são sempre muito importantes para mostrar e fortalecer a união entre a academia e a indústria que, trabalhando juntas, podem trazer ótimos resultados” diz Andreia Oliveira, uma das cientistas responsáveis pela campanha “Taq no Covid” e fundadora da startup iBench.

SOBRE A SUZANO

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Suzano

Suzano assina documento contra desmatamento da Amazônia e ao fortalecimento sustentável no Brasil

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Carta foi direcionada ao Vice-Presidente Hamilton Mourão; movimento formado pelo setor empresarial é favorável ao fortalecimento de agenda sustentável no Brasil e foi assinado por 40 empresas de vários setores. Ibá também faz parte da ação

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é uma das 40 empresas signatárias do “Comunicado do Setor Empresarial Brasileiro”, documento divulgado nesta semana que defende a agenda do desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento na Amazônia. Além de empresas de diferentes setores da economia, o movimento reúne também o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a Indústria Brasileira da Árvore (Ibá), a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE).

A carta foi endereçada à Vice-Presidência da República e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, e protocolada posteriormente no Supremo Tribunal Federal (STF), no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e na Procuradoria Geral da República (PGR).

O documento tem como principal objetivo destacar “a atenção e preocupação” do setor empresarial em relação a eventuais impactos nos negócios ocasionados pela percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais. Ele indica também ações imediatas a serem adotadas para aplacar as reações negativas de investidores e consumidores estrangeiros ao País, assim como defende que é preciso redirecionar os investimentos para enfrentamento e recuperação da economia brasileira em um modelo de economia circular, de baixo carbono, e inclusiva.

“O Brasil precisa assumir um papel de protagonismo nas discussões ambientais globais e liderar o mundo em direção a uma economia com menos carbono. Para alcançarmos um novo papel na geopolítica global, contudo, nós, como nação, precisamos demonstrar nosso compromisso com o desmatamento ilegal zero. Esse é um ponto fundamental para obtermos reconhecimento global e conseguirmos monetizar o crédito de carbono, um instrumento efetivo de proteção contra o desmatamento e uma fonte de recursos que poderia ser convertida em benefícios à população brasileira”, destaca Walter Schalka, Presidente da Suzano.

O documento encerra com uma mensagem de otimismo, lembrando que o Brasil tem a oportunidade única, os recursos, e o conhecimento para dar escala às boas práticas e planejar estrategicamente o futuro sustentável do país.

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Suzano

Movimento internacional ressalta transparência adotada pela Suzano em relato de tema climático

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Empresa tem projeto apresentado como estudo de caso na plataforma do TCFD

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, é a primeira empresa mundial do setor de papel e celulose a protagonizar a divulgação de um estudo de caso por parte da Taskforce for Climate Related Financial Disclosure (TCFD), a Força-Tarefa Sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima. A exposição comprova a transparência dada pela Suzano a temas relacionados às questões climáticas dentro da Central de Indicadores, uma plataforma interativa onde são apresentados dados quantitativos e qualitativos sobre as operações e os impactos da empresa.

A Força-Tarefa é um movimento internacional composto por 31 membros de diversas organizações, selecionadas pelo Conselho de Estabilidade Financeira (Financial Stability Board – FSB), que atua em favor de divulgações financeiras voluntárias relacionadas ao clima. O FSB, por sua vez, é um órgão internacional que coordena a regulamentação financeira das maiores economias mundiais e faz recomendações sobre o sistema financeiro global, incluindo o desenvolvimento de políticas regulatórias.

Criada em 2015, o TCFD Knowledge Hub, página onde são divulgadas iniciativas relacionadas às recomendações da Força-Tarefa já expôs 14 estudos de caso, lista composta principalmente por empresas dos setores financeiro e não financeiro. Além de ser a primeira do setor de papel e celulose, a Suzano é também a primeira companhia não financeira da América Latina a ter seu trabalho apresentado no hub.

“Há um movimento crescente de conexão entre questões climáticas e impactos financeiros nas empresas e na economia global, e o compartilhamento de nossas práticas mostra que a Suzano está no caminho correto na adoção de melhores práticas para divulgar a interdependência desses temas”, afirma Marcelo Bacci, diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano.

A Central de Indicadores foi desenvolvida neste ano e possui uma página específica com informações financeiras relacionadas às mudanças climáticas, em linha com as recomendações de mensuração e transparência de resultados propostas pela TCFD. Constam dados como consumo de água e combustíveis de fontes renováveis e não-renováveis, gestão de resíduos e emissões, entre outros indicadores.

A plataforma será atualizada com dados anuais e permitirá aos públicos com os quais a Suzano possui relacionamento analisar dados históricos da companhia. O objetivo é proporcionar a todos um acesso a informações relevantes de forma consistente, transparente e clara.

Para conhecer a página da Central de Indicadores com esses e outros dados, acesse http://centraldeindicadores.suzano.com.br/tcfd/ O hub com os estudos de caso apresentados pela TCFD pode ser acessado no link https://www.tcfdhub.org/case-study/.

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