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Mato Grosso do Sul

Setor turístico de Mato Grosso do Sul adota selo nacional “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”

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Fundtur estimula trade a também solicitar emissão do selo do Ministério do Turismo lançado em junho, além dos certificados locais

O selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro” é um compromisso que o empreendimento assume, junto ao Ministério do Turismo (MTur), de adoção dos protocolos para a segurança dos turistas e de seus colaboradores. A responsabilidade será dividida com o turista, que também deverá seguir as orientações. O selo tem como objetivo auxiliar o setor de turismo brasileiro a retomar as suas atividades o mais breve possível e a atender aos pré-requisitos do novo perfil de turista, que surgirá com a pandemia do novo coronavírus.

Esses são alguns dos motivos para que a Fundação de Turismo de MS estimule o trade estadual a adotar o selo nacional. “A adoção do selo e dos protocolos de biossegurança e higienização, hoje são condições fundamentais para que o empreendimento opere. Nesse novo normal é necessário que todo mundo esteja preparado e se adeque às novas condições para a oferta de suas atividades. O selo Turismo Responsável congrega uma série de protocolos trabalhados por várias entidades e unifica a comunicação com o mercado. Mesmo que Mato Grosso do Sul já tenha saído na frente com iniciativas, principalmente, de Bonito, com o apoio do Sebrae e Sesi que desenvolveram protocolos individuais, é importante a adoção do selo do MTur como forma de comunicar isso aos turistas nacionais e depois internacionais. Por isso é importante que todos os empreendimentos façam a adoção do selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”, argumenta Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo e presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur).

A Fundação de Turismo trabalha para que o setor turístico sul-mato-grossense esteja preparado para receber os turistas, assim que os protocolos permitirem em cada destino do estado. Para Geancarlo Merighi, diretor de Desenvolvimento do Turismo e Mercado da Fundtur-MS, o Selo é uma iniciativa muito importante nesse momento em que os turistas precisam ter segurança e confiança para decidir a respeito de suas viagens e de quais equipamentos utilizar.

“O Ministério do Turismo lançou um painel de informações do Turismo Responsável, onde disponibilizou a todos os Estados o acesso às informações. Sabemos, em tempo real, como está a adesão dos empresários e prestadores de serviços turísticos ao Selo Turismo Responsável. Por isso, a Fundtur/MS tem a possibilidade de fazer a gestão, no sentido de sensibilizar e mobilizar o trade turístico sul-mato-grossense para aderirem a essa ferramenta e aos protocolos a serem seguidos e que foram elaborados com bastante seriedade, para que o setor tenha uma retomada gradual e eficaz”.

Até a divulgação do boletim do MTur, sobre os prestadores de serviços turísticos que já solicitaram a emissão do selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”, Mato Grosso do Sul contava com 132 cadastros. Com a implementação do Selo os destinos se qualificam melhor, pois terão prestadores e empreendedores registrados seguindo protocolos de segurança sanitária, os empreendimentos e prestadores de serviços saem da ilegalidade, pois só podem adquirir o selo quem está com o Cadastur em dia, e todo o turismo brasileiro ganha com uma política pública integrada. Em todo o Brasil, já são mais de 11,4 mil pedidos de emissão.

Como solicitar o Selo

Para solicitar o selo, o interessado deve acessar o site www.turismo.gov.br/seloresponsavel, ler as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular no Cadastur. Em caso positivo, ele adere à autodeclaração que atende aos pré-requisitos determinados e é encaminhado para uma área do site onde pode realizar o download do selo para impressão.

O selo, que é totalmente gratuito, deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente e conterá um QR Code pelo qual o turista poderá consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento, o que poderá resultar em revogação do selo.

Estão disponíveis protocolos para: Meios de Hospedagem; Agências de Turismo; Transportadoras Turísticas; Organizadoras de Eventos; Parques Temáticos; Acampamentos Turísticos; Restaurantes, Cafeterias, Bares e similares; Parques Temáticos Aquáticos; Locadoras de veículos para turistas e Guias de Turismo, entre outros.

 

Débora Bordin, Fundtur, com informações do MTur
Foto: Flávio André/MTur

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul registra 873 empresas abertas em julho, maior número em 20 anos

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Em Mato Grosso do Sul, 873 novas empresas foram abertas no mês de julho de 2020, o maior número em toda série histórica da Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso o Sul) desde janeiro de 2000, conforme balanço divulgado nesta terça-feira (11) pelo órgão vinculado à Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

“O número recorde de abertura de empresas em julho é um excelente resultado para Mato Grosso do Sul e um sinalizador importante de que as medidas tomadas pelo Governo do Estado neste período de pandemia, com o programa Prosseguir, têm permitido ao setor empresarial responder positivamente, com a abertura de novas empresas e também de empregos. Sabemos que a retomada da economia é um processo gradual e esse desempenho do último mês reforça que estamos no caminho certo”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

Das 873 novas empresas abertas em julho no Estado, foram 530 no setor de Serviços, 305 no Comércio e 38 Indústrias. O melhor desempenho, até então, havia ocorrido em abril de 2013, com 811 empresas. No acumulado de janeiro a julho de 2020 foram abertas 4.399 empresas, o melhor desempenho para o período nos últimos sete anos, no exercício 2013, no mesmo período foram abertas 4.657. Os dados da Jucems não incluem os MEI’s – Micro Empreendedores Individuais, que são constituídos de forma virtual em portal próprio do Governo Federal.

De acordo com a atividade econômica principal, os segmentos que mais se destacaram foram transporte rodoviário de cargas (40); atividade médica ambulatorial (25); comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (24) e construção de edifícios (21); holdings de instituições não-financeiras (18) e serviços de escritório e apoio administrativo (18).

Empresas fechadas

Em julho de 2020 foram fechadas 419 empresas na Jucems, sendo 216 no Comércio, 184 no setor de Serviços e 19 na indústria. O resultado é 38,28% maior em relação ao mesmo período de 2019, quando fecharam 303 empresas. No acumulado de janeiro a julho de 2020 foram fechadas na Jucems um total de 2.397 empresas, 50,19% a mais em relação às 1.596 fechadas no mesmo período do ano passado.

De acordo com o presidente da Jucems, Augusto de Castro, “o número de fechamentos é alavancado por dois principais fatores: o atual cenário de retração econômica em decorrência das medidas restritivas causadas pela pandemia do Covid-19 e pela extinção de cobrança da taxa pelas juntas comerciais brasileiras para fechamento de empresas, determinada pela Lei da Liberdade Econômica – Lei 13.874 de 20/09/2019”.

Entre os municípios, Campo Grande lidera no número de empresas abertas no mês de julho de 2020, com 367 novos estabelecimentos. Em seguida, estão: Dourados (95); Três Lagoas (52); Ponta Porã (40); Naviraí (23); Corumbá (20); Maracajú (17); Chapadão do Sul (14); Costa Rica (14) e Bataguassú (12).

Os três municípios com maior abertura de empresas também registram os maiores números de fechamento de empreendimentos em julho de 2020. Em Campo Grande foram fechadas 196 empresas, em Dourados (31); Três Lagoas (21); Corumbá (12); Aquidauana (10); Naviraí (9); Nova Andradina (9); Costa Rica (8); Coxim (8); Ponta Porã (8) e Rio Brilhante (8).

Marcelo Armôa, Semagro

Foto: Edemir Rodrigues

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Governo distribui cobertores e mascaras para municípios

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