Mato Grosso do Sul
SES realiza visita técnica aos municípios de Ladário e Corumbá
A SES (Secretaria de Estado de Saúde) realizou nesta quarta-feira (8) visita técnica aos municípios de Ladário e Corumbá com o objetivo de alinhar estratégias de prevenção e promoção à saúde.
Na oportunidade a secretária municipal de saúde de Ladário, Josiane Braga, elencou as propostas cadastradas pelo município no Novo PAC Saúde do Governo Federal, visando fortalecer a organização da rede de serviços do município. Entre as seleções cadastradas estão uma Policlínica Regional, Oficina Ortopédica, Unidade Básica de Saúde e um Consultório Odontológico Móvel para o atendimento a assentados e comunidades rurais.
O objetivo do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Saúde é aumentar o acesso e a cobertura de atenção primária, em especial para superar vazios assistenciais. Os investimentos buscam a expansão da cobertura do SUS (Sistema Único de Saúde), chegando a uma universalização de serviços.
Durante a visita a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, explicou a importância do fortalecimento de equipamentos de saúde na organização em rede para que possam melhor atender a macrorregião de saúde de Corumbá. Desta forma a SES colabora com o município e acolhe os pleitos realizados por ele.
Ladário espera atingir a plena cobertura da APS (Atenção Primária à Saúde), pois compreende que uma atenção primária fortalecida tende a ser resolutiva em mais de 80% dos casos.
“Cabe ressaltar que o município de Ladário possui mais de 22 mil habitantes e acima de 80% de cobertura da Atenção Primária à Saúde e que rapidamente pode alcançar a plenitude dos 100%. O município também investe em saúde mental e busca a abertura de um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) para o município para os atendimentos relacionados à saúde mental”, destacou Maymone.
Conforme a secretária municipal de saúde de Corumbá, Beatriz Assad, o município também realizou o cadastramento de várias solicitações de equipamentos no Novo PAC Saúde para auxiliar na organização dos serviços de saúde, tanto para a população ribeirinha quanto para as populações rurais, a fim de fortalecer as atividades de prevenção e promoção à saúde.
Kamilla Ratier, SES
Fotos: Rodson Lima
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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