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Mato Grosso do Sul

SES fortalece parcerias com a UFMS para ampliar diagnóstico e vigilância de doenças infecciosas

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A SES (Secretaria de Estado de Saúde) fortalece parcerias com a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) para ampliar o diagnóstico, a vigilância e a pesquisa em doenças infecciosas e parasitárias em todo o Estado

Com foco no fortalecimento da vigilância em saúde e na ampliação do acesso a exames especializados, a SES mantém uma parceria estratégica com a UFMS para o desenvolvimento de diagnósticos laboratoriais e pesquisas voltadas às doenças infecciosas e parasitárias.

A cooperação envolve o Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias e o Laboratório de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que atuam no apoio à rede estadual de saúde, especialmente em áreas onde ainda não há exames disponíveis na rotina do SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com a secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, a integração entre gestão pública e universidade é essencial para fortalecer a rede de diagnóstico no Estado. “Essa parceria com a UFMS é estratégica para qualificar a vigilância em saúde em Mato Grosso do Sul. Ao integrar pesquisa, inovação e assistência, conseguimos ampliar o acesso a exames especializados, fortalecer o diagnóstico de doenças negligenciadas e oferecer uma resposta mais eficiente à população”, destacou Maymone.

Diagnóstico de doenças negligenciadas e apoio à vigilância

Para a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFMS, Anamaria Paniago, a parceria permite transformar pesquisa em benefício direto para a população.

“Essa cooperação é fundamental para a pesquisa aplicada à saúde pública, especialmente no diagnóstico de doenças negligenciadas, para as quais ainda não existem exames disponíveis no SUS. Com o apoio da SES, os laboratórios da universidade contribuem diretamente para o diagnóstico das doenças infecciosas e parasitárias no Estado, beneficiando principalmente os pacientes em situação de maior vulnerabilidade”, afirmou Paniago.

Parceria iniciada em 2019 e ampliada na pandemia

A parceria entre a SES e a UFMS foi formalizada em 2019, por meio de um acordo de cooperação voltado inicialmente à realização de exames desenvolvidos no próprio laboratório da universidade para a vigilância das micoses sistêmicas, ampliando a capacidade diagnóstica do Estado.

Durante a pandemia de covid-19, a cooperação foi ampliada com a atuação direta do laboratório no apoio à testagem da população. Com apoio do Governo Federal, a equipe participou do atendimento em sistema de drive-thru e realizou mais de 45 mil exames, fortalecendo a integração entre a universidade e a Secretaria de Estado de Saúde.

Atualmente, um novo acordo de cooperação prevê investimentos em tecnologias voltadas ao diagnóstico de doenças negligenciadas e o planejamento de novas ações para os próximos anos, com foco na vigilância contínua e no fortalecimento permanente da rede estadual de diagnóstico.

Para o biólogo e professor responsável pelo Laboratório de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFMS, James Venturini, a parceria tem papel decisivo na consolidação da vigilância em saúde no Estado. “Desde 2019, essa cooperação tem permitido ampliar a realização de exames especializados, apoiar a resposta em momentos críticos como a pandemia e investir em novas tecnologias para o diagnóstico de doenças negligenciadas. Agora, estamos planejando os próximos passos para fortalecer ainda mais a vigilância dessas doenças nos próximos anos”, concluiu Venturini.

André Lima, Comunicação SES
Foto: André Lima

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Rio Taquari volta a subir e coloca Coxim em situação de emergência, alerta Imasul

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O Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), órgão vinculado à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), informa que o município de Coxim encontra-se em situação de emergência em razão da elevação do nível do rio Taquari.

De acordo com dados da Plataforma de Coleta de Dados (PCD), o rio ultrapassou a cota de emergência de 500 cm, indicando potencial para provocar danos materiais e riscos à integridade da população ribeirinha e de áreas próximas ao curso hídrico.

Mesmo após a redução observada na última semana, o nível do rio voltou a subir em decorrência das chuvas registradas nas últimas 24 horas. No início da noite de ontem (13), a marca atingiu novamente a cota considerada de inundação.

A previsão meteorológica elaborada pelo Cemtec aponta variação de nebulosidade, possibilidade de pancadas de chuva e influência de frente fria nos próximos dias, especialmente na bacia do rio Coxim, afluente do Taquari.

O Inmet classifica as chuvas com grau de severidade de perigo potencial, enquanto o CPTEC indica ocorrência de chuvas intensas em níveis 1 e 2. Com a elevação do nível do rio, há possibilidade de invasão das águas em áreas lindeiras e instalações próximas ao leito, podendo agravar o cenário.

Diante do quadro, o Imasul recomenda atenção das autoridades locais e informa que, após deliberação técnica, será acionada a Defesa Civil do Mato Grosso do Sul para acompanhamento e adoção das medidas necessárias de prevenção e resposta.

O Instituto segue monitorando continuamente as condições hidrológicas e meteorológicas da região e manterá a população informada sobre qualquer alteração relevante.

Comunicação Imasul

Fonte: Governo MS

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Peritos da Polícia Científica de MS orientam sobre cuidados relacionados ao ‘Boa Noite, Cinderela’

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Especialista em toxicologia forense alerta para cuidados simples que podem evitar crimes em ambientes festivos

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul, por meio da DQT (Divisão de Química e Toxicologia), orienta a população para os riscos do uso criminoso de substâncias conhecidas popularmente como “Boa Noite, Cinderela”, especialmente durante o período de Carnaval, quando há maior consumo de bebidas alcoólicas e maior circulação de pessoas em eventos públicos e privados.

De acordo com o perito criminal Evandro Rodrigo Pedon, essas substâncias incluem, em geral, medicamentos sedativos e depressores do sistema nervoso central, como benzodiazepínicos, que podem ser adicionados às bebidas sem que a vítima perceba. Os efeitos envolvem sonolência intensa, confusão mental, perda de memória e redução da capacidade de reação, o que facilita a prática de crimes.

“Essas substâncias reduzem rapidamente a percepção do ambiente e a capacidade de defesa da vítima, criando uma situação de extrema vulnerabilidade. Em muitos casos, a pessoa só percebe que algo está errado quando os efeitos já estão avançados”, explica o perito.

Atenção redobrada com bebidas, principalmente em ambientes festivos, é fundamental para a prevenção.

A Polícia Científica realiza exames toxicológicos para identificação dessas substâncias durante as investigações, mas a orientação é que a prevenção seja priorizada. Entre os cuidados recomendados estão evitar aceitar bebidas de desconhecidos, não perder o copo de vista e desconfiar de alterações repentinas no sabor, cheiro ou nos efeitos da bebida.

Outro fator de risco é a associação dessas substâncias com o álcool, que potencializa os efeitos no organismo. “Mesmo em pequenas quantidades, a combinação pode causar desorientação severa. Ao perceber qualquer mal-estar incomum, a pessoa deve procurar ajuda imediatamente e, sempre que possível, estar acompanhada por alguém de confiança”, orienta Pedon.

Em situações suspeitas, a recomendação é buscar atendimento médico o quanto antes e registrar ocorrência policial. A coleta de material biológico nas primeiras horas após o fato é essencial para a identificação das substâncias.

Ao compartilhar informações técnicas de forma acessível, a Polícia Científica contribui para que a população esteja mais atenta e saiba como agir diante de situações suspeitas, especialmente em períodos de maior exposição, como o Carnaval.

Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS
Fotos: Maria Ester Rossoni

Fonte: Governo MS

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