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Serviço Nacional de Saúde britânico recebe apoio do Manchester United

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O Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra (NHS, sigla em inglês) – referência para a criação no Brasil do Sistema Único de Saúde (SUS) –  não para de ganhar apoio de clubes e estrelas do futebol para combater o novo coronavírus (covid-19) O último reforço veio do Manchester United que colocou à disposição a frota 16 automóveis e os motoristas do clube à disposição de dois hospitais da cidade britânica.

Os diabos vermelhos, como são popularmente conhecidos, também anunciaram ontem (8) a doação de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde. Cerca de 3,5 mil brindes do Manchester também serão distribuídos aos trabalhadores das áreas de limpeza e administrativa dos hospitais.

Pelas redes sociais, o Manchester está incentivando o voluntariado na luta contra a covid-19 e, em troca, o clube oferece, inclusive, retribuição financeira. O time inglês também disponibilizou o estádio Old Trafford, com capacidade para 70 mil pessoas, às autoridades sanitárias para que no sejam realizadas coletas de sangue.  Além disso, o Manchester se comprometeu a doar 30 mil itens alimentícios – incluindo bebidas – a instituições de caridade.

Tratado de uma hemorragia cerebral no NHS em 2018, o lendário Alex Ferguson –  técnico do Manchester por 27 anos durante os quais conquistou 38 títulos – disse estar  “satisfeito por reconhecermos a importância do NHS . A resposta a esta pandemia foi magnífica, orgulhoso como o clube e o povo britânico estão reunidos para ajudar”.

Até o fechamento desta edição, o Reino Unido registrava 61.497 casos da doença e 7097 mortes.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Marcelo Benevenuto acusa Max López de racismo, em jogo de 2019

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O zagueiro Marcelo Benevenuto, do Botafogo, acusou o ex-atacante do Vasco, Maxi López, de racismo durante uma partida entre as equipes. O depoimento foi feito durante entrevista concedida na noite de ontem (1º de junho) ao jornalista Thiago Franklin, em seu canal, no Youtube.

“Teve um lance que eu tava marcando ele, só que eu tava marcando colado mesmo. Não tava batendo nele, nada, tava junto. Aí ele foi e me xingou. Primeiro ele fez uma falta em mim dentro da área, ele me empurrou e eu caí de costas. Aí eu marcando e ele ficava me xingando de ‘preto de m… preto de m… ‘ aí eu respirei fundo, eu tava me controlando. Falei ‘se tiver o próximo jogo contra o Vasco e esse cara tiver eu vou ser expulso’. Pior que eu não tinha feito nada com ele. Ninguém sabe dessa história porque eu não cheguei a falar pra ninguém”.

MARCELO BENEVENUTO, BOTAFOGO MARCELO BENEVENUTO, BOTAFOGO

Reprodução YouTube/ Canal do TF

 

A partida citada por Marcelo Benevenuto foi entre Vasco e Botafogo, no dia 23 de fevereiro de 2019, pela primeira rodada da Taça Rio. Yago Pikachu abriu o placar para o Cruzmaltino. O gol de empate do glorioso veio após cobrança de escanteio que Maxi López desviou mal e o próprio Marcelo Benevenuto, de cabeça, marcou. Detalhe que, tanto o zagueiro brasileiro quanto o atacante argentino receberam cartão amarelo ainda no primeiro tempo: Marcelo por falta em Bruno César e Maxi López por reclamação.

Em 2009, o lateral Elicarlos acusou Maxi López de o ter chamado de “macaco” durante a partida entre Cruzeiro e Grêmio, pela semifinal da Libertadores da América. O argentino, que na época defendia o time gaúcho, prestou depoimento na delegacia negando as acusações e depois foi liberado.

Maxi López atualmente defende o Crotone, da Itália. Nesta terça-feira (02), o atacante utilizou as redes sociais para se manifestar contra o racismo. Em sua conta pessoal no Instagram, ele escreveu as hashtags  #saynotoracism e #blacklivesmatter. Além disso, publicou fotos ao lado de ex-companheiros de equipe como Samuel Eto’o, Muntari, Robinho, Ronaldinho Gaúcho e do atacante Samuel Armenteros, que atua com o argentino no Crotone. Em sua conta do Twitter, Maxi López postou um link de sua publicação no Instagram.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

✊?✊?✊?✊?✊? #saynotoracism #blacklivesmatter

Uma publicação compartilhada por Maxi Lopez (@officialmaxilopez) em 2 de Jun, 2020 às 5:20 PDT

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Áustria recebe os dois primeiros GPs da temporada da F1

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A Formula One Management – empresa responsável pela organização da Fórmula 1 (F1) -anunciou nesta terça-feira (2), as oito primeiras provas do calendário de 2020, que compõem a fase europeia da temporada. Os pilotos vão largar, pela primeira vez no ano no dia 5 de julho, no circuito de Spielberg, na Áustria. Inicialmente o campeonato estava marcado para começar em março, mas devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), a data do primeiro Grande Prêmio teve de ser alterada. Ao todo, 11 provas foram afetadas pela insegurança sanitária, sendo que quatro delas –  Austrália (estreia), Mônaco, França e Holanda – foram canceladas. Já outros seis GPs foram adiados: Bahrein (Vietnã), China, Holanda, Espanha, Azerbaijão e Canadá.

Em comunicado oficial no site da F1, o Presidente e CEO, o americano Chase Carey, comemorou o começo das disputas, que inicialmente vai acontecer sem a presença de público.

“Estamos satisfeitos por podermos definir nosso calendário de oito corridas de abertura e esperamos publicá-lo completo nas próximas semana. Temos trabalhado incansavelmente com todos os nossos parceiros, a FIA e as equipes para criar um calendário de abertura revisado para 2020, permitindo-nos reiniciar as corridas da maneira mais segura possível. Embora, a temporada comece sem fãs em nossas corridas, esperamos que nos próximos meses a situação nos permita recebê-los de volta quando for seguro. Mas sabemos que o retorno da F1 será um impulso bem-vindo para fãs de esportes de todo o mundo”, disse.

 

CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto. CEO da Liberty Media, grupo que comanda a Fórmula 1, Chase Carey, durante encontro com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

Chase Carey confia na volta do público às corridas até o fim da temporada de 2020 – Valter Campanato/Agência Brasil

 

De 15 a 18 provas em 2020

De acordo com o novo cronograma, os austríacos serão os responsáveis por sediar duas corridas, assim como os ingleses. Desta forma, a organização da F1 alterou o nome dos GPs extras. Na Áustria será chamado de Estíria, que é a região onde está localizado Spielberg. Na Inglaterra levará a denominação de 70° aniversário, em memória da primeira prova ocorrida no autódromo de Silverstone. As provas anunciadas são:

GP da Áustria (Spielberg): 5 de julho

GP da Estíria (Spielberg): 12 de julho

GP da Hungria (Hungaroring): 19 de julho

GP da Inglaterra (Silverstone): 2 de agosto

GP 70º aniversário (Silverstone): 9 de agosto

GP da Espanha (Barcelona): 16 de agosto

GP da Bélgica (Spa-Francorchamps): 30 de agosto

GP da Itália (Monza): 6 de setembro

Com o calendário comprimido em razão da pandemia, a F1 trabalha para realizar entre 15 e 18 provas, das 22 programadas inicialmente. No início de abril, o diretor técnico da F1, Ross Brawn, explicou que o limite para o começo das corridas seria o mês de outubro, de modo a respeitar o estatuto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que limita um mínimo de oito provas para realização de um campeonato mundial.

Edição: Sergio du Bocage

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