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SBT MS é o grande vencedor do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2023

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Com a reportagem “Energias Sustentáveis”, os jornalistas Cleber Gellio Da Silva, Eliane Ferreira, Cleiton Bernardi, Alvaro Roneis e Hernani Sucolloti, do SBT MS, foram os grandes vencedores do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2023. O trio recebeu a premiação das mãos do vice-presidente da Fiems, Crosara Junior. A entrega foi realizada nesta terça-feira (14/11), em uma festa no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS).

Pela reportagem vencedora no Grande Prêmio, os jornalistas receberam R$ 25 mil em dinheiro, além de outros R$ 12 mil pelo primeiro lugar na categoria telejornalismo.

O trabalho retratou as energias renováveis, destacando a meta de Mato Grosso do Sul em se descarbonizar até 2023, apresentando alternativas de combustíveis mais sustentáveis, como etanol e gás natural e até mesmo veículos movidos à energia elétrica. O material ainda apresentou as vantagens da reciclagem e a tecnologia envolvida nesse processo.

Para o vice-presidente da Fiems, Crosara Júnior, o Prêmio de Jornalismo representa a celebração do segmento jornalístico. “É muito importante a participação da imprensa nisso tudo. Na divulgação dos desafios e tecnologias. Isso cria uma consciência global de como a indústria vive e do que precisa fazer para se alinhar as práticas sustentáveis. São mudanças que o mundo pede”, ressaltou.

Na avaliação da gerente de comunicação e marketing da Fiems, Ana Paula Dantas, a premiação é tradição na imprensa sul-mato-grossense. “Significa um estímulo para produção de reportagens que demonstram o desenvolvimento econômico local no âmbito industrial. Neste ano, sob a temática de sustentabilidade, as matérias concorrentes também funcionam como divulgadoras de práticas aliadas com a preservação do meio ambiente”, ressaltou.

Cleber Gellio, juntamente com a equipe do SBT, foi o vencedor do grande prêmio da noite. O jornalista sagrou-se o maior premiado da história do MS Industrial de Jornalismo, já tendo sido vencedor em edições anteriores nas categorias de Fotografia e Impresso. “Eu sou um outsider da TV. Tenho 9 meses de televisão e fui abraçado pelos colegas. É uma grande satisfação”.

Gellio relembra que foi formado pela indústria. Ele trabalhou por dez anos numa fábrica de jóias, antes de dedicar-se ao jornalismo. O  repórter considera as premiações um estímulo às produções jornalísticas. “Eu vou com paixão para as pautas. Eu gosto de trabalhar os temas e os personagens. E desta vez foi diferente.Trabalhamos em equipe”.

Confira o resultado final do Prêmio MS Industrial de Jornalismo 2023

 

Modalidade Interior

 Categoria Rádio

1º lugar: Carlos Ferreira (Band FM) – “MS vira o jogo e mostra que sabe industrializar de forma consciente”

2º lugar: Thalita Vieira E Dayane Leice (Nova FM) – “Mato Grosso do Sul, O Gigante Verde do Brasil que é sucesso na silvicultura”

Categoria Internet

1º lugar: Larissa Fonseca Batistoti da Silva (A Gazeta News) – “Com práticas mais sustentáveis, indústria impulsiona o desenvolvimento de MS”

2º lugar: – Hosana de Lourdes Maria Lima (Tudo do MS) – “Maracaju: polo de agronegócio campeã na produção de grãos no Mato Grosso do Sul”

Categoria Impresso

1º lugar: Maísse Cunha (O Liberal) – “Moeda Verde”, crédito de carbono é a nova aposta pela sustentabilidade no setor industrial”

2º lugar: Ana Cristina Santos De Souza (Jornal do Povo) – “Indústrias buscam alternativas sustentáveis para reduzir volume de resíduos nos aterros”

Modalidade Capital

 Categoria Telejornalismo

1º lugar: Cleber Gellio da Silva, Eliane Ferreira, Cleiton Bernardi, Alvaro Roneis E Hernani Sucolloti (SBT) – “Energias Sustentáveis”

2º lugar: Willian Franco, Aline Barreto, Márcio Balbuena, Thiago Funes E Thiago Fontoura (MS Record) – “Setor industrial exige compromisso ambiental na produção de algodão”

Categoria Fotojornalismo

1º lugar: Marcos Maluf (O Estado MS) – “Lixo extraordinário: sucata faz caminho inverso, renasce na indústria e joga luz à mobilidade verde”

Categoria Rádio

1º lugar: Marcos Rivany, Rodrigo Do Nascimento Rodrigues, Thiago Rafael Stiirmer E Thiago Feitosa Fontoura (Rádio Cidade FM) – “A indústria eficiente”

2º lugar: Mara Riveiros (Sound Radio) – “Mato Grosso do Sul é destaque nacional em energia renovável”

Categoria Internet

1º lugar: José Câmara e Gustavo Arakaki (G1 MS) – “O papel que conta histórias: indústrias gráficas de MS se aliam à tecnologia e resistem sustentáveis”

2º lugar: Thalya Godoy Da Silveira (Midiamax) – “Filhos da terra: produção cerâmica cresce 5 vezes alinhada à sustentabilidade em Mato Grosso do Sul”

Categoria Impresso

1º lugar: Michelly Perez (O Estado) – “Indústria emite menos de 0,5% dos gases de efeito estufa”

2º lugar: Bruno Arce (O Estado) – “Indústria verde MS move setor, se transforma em energia e surfa na sustentabilidade”

Grande prêmio

Cleber Gellio Da Silva, Eliane Ferreira, Cleiton Bernardi, Alvaro Roneis E Hernani Sucolloti (SBT) – “Energias Sustentáveis”

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Guardou os versos das figurinhas? Eles podem virar desconto em campanha de perfumaria

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Quem está colecionando figurinhas da Copa do Mundo agora tem um incentivo extra para não jogar fora os versos siliconados que sobram após colar os cromos no álbum. Até o dia 19 de julho, consumidores que entregarem 21 liners ou mais em lojas participantes poderão receber um cupom de R$ 15 de desconto para compras acima de R$ 100 nas lojas Natura.

A ação busca dar uma destinação adequada ao material, que não pode ser reciclado pela coleta seletiva convencional e pode permanecer no meio ambiente por décadas quando descartado de forma incorreta.

Os liners recolhidos serão encaminhados para reciclagem especializada. O processo permite recuperar a celulose presente no material, que posteriormente pode ser reaproveitada na fabricação de novas embalagens, dentro do conceito de economia circular.

Para participar, basta reunir pelo menos 21 versos siliconados de figurinhas e levá-los a uma loja participante até 19 de julho. O desconto é concedido no momento da entrega e deve ser utilizado na mesma compra, desde que o valor total seja superior a R$ 100.

A iniciativa integra um programa de logística reversa voltado ao reaproveitamento de resíduos que normalmente não encontram destino adequado na reciclagem tradicional, reduzindo o descarte em aterros e incentivando práticas mais sustentáveis entre os consumidores.

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Chococorn and The Sugarcanes leva a turnê Operação Embaixo d’Água a Três Lagoas

A tour que contabiliza mais de 50 apresentações, incluindo passagens internacionais por Argentina e Uruguai, chega à cidade no dia 13 de junho

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A Chococorn and The Sugarcanes segue na estrada com a turnê Operação Embaixo d’Água, que apresenta o álbum Todos os Cães Merecem o Céu (2026), lançado pelo selo +um HITS. O grupo já percorreu diversas cidades do interior paulista e da região Sul, consolidando uma das agendas mais extensas de sua trajetória, e ainda irá ao Norte e ao Nordeste do país. No dia 13 de junho, o grupo formado por Alexandre Luz (bateria), Pedro Guerreiro (guitarra solo), Pietro Sartori (baixo) e Pipe Bacchin (guitarra base) chega a Três Lagoas (MS), para uma apresentação gratuita no Pork’s.

Formada em Santa Bárbara d’Oeste (SP), a banda se consolidou como um dos destaques da nova música brasileira ao desenvolver uma identidade própria dentro do que chamam de “emo caipira”. Influenciada por nomes como American Football e Radiohead, a Chococorn combina sensibilidade melódica com experimentação, em uma dinâmica que atravessa estúdio e palco, com todos os integrantes dividindo os vocais.

A própria ideia de Operação Embaixo d’Água nasce dessa vivência contínua em turnê: um mergulho nas contradições da estrada, entre o desgaste físico, os deslocamentos constantes e a potência dos encontros. Ao longo das datas, o show vem se transformando, refletindo esse processo em tempo real. Esta segunda parte da turnê segue em ritmo intenso até julho, depois de ter passado, inclusive, por cidades de outros países, em Buenos Aires (Argentina) e em Montevidéu (Uruguai).

SERVIÇO

Chococorn and The Sugarcanes @ Três Lagoas, MS

Data: 13 de junho (sábado)

Horário: A partir das 20h

Local: Pork’s – Av Aldair Rosa de Oliveira, 955 – Três Lagoas, MS

Evento gratuito

AGENDA

21 de maio – MESS Bar, em São Carlos (SP)

22 de maio – Toca Pub Underground, em Ribeirão Preto (SP)

23 de maio – Jupiter 9, em Goiânia (GO)

24 de maio – Infinu, em Brasília (DF)

28 de maio – Laboratório 96, em Uberaba (MG)

29 de maio – Original Pub, em Belo Horizonte (MG)

31 de maio – Motor Rockers Pub, em Vitória (ES)

04 de junho – Sagarana Café Teatro, em Mariana (MG)

05 de junho – Maquinaria, em Juiz de Fora (MG)

06 de junho – Audio Rebel, no Rio de Janeiro (RJ)

07 de junho – Bar da Gentalha, em Niterói (RJ)

12 de junho – Mirante Stage, em Campo Grande (MS)

13 de junho – Pork’s, em Três Lagoas (MS)

19 de junho – O Condado, em Manaus (AM)

20 de junho – Na Figueiredo, em Belém (PA)

21 de junho – Low Music, em São Luís (MA)

25 de junho – Esconderijo Rock Pub, em Fortaleza (CE)

26 de junho – Sede Cultural Dosol, em Natal (RN)

27 de junho – Beco dos Artistas (Elefante Core vol.4), em Mossoró (RN)

28 de junho – Vila do Porto, em João Pessoa (PB)

02 de julho – Darkside Studio, em Recife (PE)

03 de julho – Rex Bar, em Maceió (AL)

04 de julho – Freedom Discos, em Aracaju (SE)

05 de julho – Discodelia, em Salvador (BA)

16 de julho – Casa Natura Musical, em São Paulo (SP)

17 de julho – Asteroid, em Sorocaba (SP)

18 de julho – Campinas (SP)*

19 de julho – Jundiaí (SP)*

SOBRE CHOCOCORN AND THE SUGARCANES

Chococorn and the Sugarcanes é uma banda de Santa Bárbara d’Oeste (SP) formada por Alexandre Luz (bateria), Pedro Guerreiro (guitarra solo), Pietro Sartori (baixo) e Pipe Bacchin (guitarra base), com todos os integrantes dividindo os vocais. Com Siamês, álbum de estreia lançado em maio de 2024, o grupo se firmou como um dos nomes de destaque da nova música brasileira, conquistando público em diferentes regiões do país, o que se traduziu numa turnê extensa, que percorreu do extremo sul ao nordeste.

No segundo disco, Todos os Cães Merecem o Céu (2026), a banda expande o seu campo de ação para além do “emo caipira” que marcou o início da trajetória e passa a explorar novas possibilidades sonoras e narrativas. O álbum reflete a vida pós-Siamês: a rotina de estrada, a saudade de casa, os conflitos ligados ao reconhecimento artístico, além de questões sociais e políticas, afetos desgastados e até o luto. O resultado soa como uma espécie de carta de amor, ao mesmo tempo íntima e plural, a uma vida que já não cabe no individual.

Essa pulsão exploratória também se manifesta na sonoridade, que ganha contornos mais amplos e coloridos. Transitando por referências do rock alternativo dos anos 90, do post-punk revival dos anos 2000, da música eletrônica dos anos 2010 e da cena underground brasileira contemporânea, a Chococorn reformula o seu “emo” em chave mais aberta, com ambição pop e um claro interesse em soar nova.

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