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Proposta homenageia ex-deputado em espaço na ALEMS

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Com a recente reforma do Parlamento Estadual, a nova sala de reuniões nº 3 poderá receber a denominação de Deputado Roberto Orro, em homenagem ao ex-deputado estadual, que foi presidente da Casa de Leis na atuação da Mesa Diretora eleita de 1995 a 1997. Isso é o que propõe o Projeto de Resolução 20/2022, apresentado nesta quinta-feira (4), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS).

Localizada no Bloco “E” do piso superior da ALEMS, a sala fará memória ao ex-deputado formado em Direito, eleito em 1978 como deputado constituinte do recém-criado Estado de Mato Grosso do Sul, sendo reeleito atuando em quatro mandatos estaduais. Também atuou como vereador em Aquidauana, foi suplente de senador e secretário de Estado da Justiça, entre 1987 e 1989, quando criou e implantou os Conselhos Estaduais dos Direitos Humanos, do Índio, do Negro e da Mulher.

Na justificativa do projeto, Orro é citado por sua forte atuação em promover o amplo debate com movimentos sociais e pautas ligadas ao meio ambiente, trabalho e defesa dos povos indígenas. O ex-deputado faleceu no dia 23 de novembro de 2020, aos 83 anos, em Campo Grande, deixando esposa e três filhos. A proposta segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR).

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Mulheres em Debate traz os avanços da Lei Maria da Penha

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No mês em que celebramos o Agosto Lilás – Campanha de combate à Violência Doméstica e Familiar, o programa Mulheres em Debate, veiculado na TV Assembleia, fala sobre os avanços da Lei Maria da Penha para a proteção das vítimas. 

Esta edição do programa contou com a participação da promotora de Justiça Clarissa Torres, e da defensora pública, Thais Dominato. As entrevistadas reforçaram que com a aplicação das medidas protetivas, o número de casos de feminicídio tem sofrido queda em Mato Grosso do Sul. 

Além desse tema, o programa levantou outras formas de violência sofridas pelas mulheres, inclusive no ambiente de trabalho, que muitas vezes é desconhecida pela população. 

A Campanha Agosto Lilás agrega em sua programação, ações de conscientização, rodas de conversa, capacitações e iniciativas voltadas para as mulheres conhecerem seus direitos e conquistarem autonomia. Você pode conferir esta e outras edições do programa no canal 9 da Claro Net TV, e no Youtube oficial da TV Assembleia de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS 

Combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é essencial neste momento. Isso porque tem aumentado significativamente o número de casos em Mato Grosso do Sul, e no Brasil. Para trazer conhecimentos sobre a dengue e as doenças transmitidas por meio deste mosquito, o programa Vida Saudável da Rádio ALEMS, que vai ao ar nesta sexta-feira (19), traz uma entrevista com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio.

De acordo com o especialista, além da dengue o Aedes aegypti, transmite também outras doenças, como chikungunya, zika e febre amarela. Cada uma destas doenças apresenta sintomas parecidos, no entanto, existem particularidades. “Todas infecções virais podem ter sinais semelhantes como febre alta, entretanto a zika quando ocorre febre não é alta. Com relação a dores nas articulações na dengue e na chikungunya são muito comuns, mas quanto a chikungunya essas dores chegam a ser incapacitantes, o que tornar atos simples da rotina diária difíceis de serem executados, como escovar os dentes”, explica. 

O infectologista Maurício Pompilio faz um alerta para população sul-mato-grossense. “Após a picada do mosquito, de dois a sete dias podem aparecer os primeiros sinais de dengue, por isso é preciso muita atenção, principalmente se começar a ter dor abdominal, vômitos que impedem a alimentação e a ingestão de água e qualquer forma de sangramento. Caso isso ocorra é preciso procurar atendimento médico”. 

O médico ressalta também que é necessária ficar atento nos casos de dengue em idosos, pessoas com comorbidades e em crianças pequenas, os cuidados devem ser redobrados. “Para este público é preciso procurar o serviço de saúde o mais rápido possível”. De acordo com o especialista, vale lembrar que quem já teve dengue uma vez pode ter novamente. Portanto, o melhor a fazer é garantir o controle da doença, eliminando qualquer possibilidade de água parada, inclusive dentro de casa.

Ainda durante o bate-papo, Maurício Pompilio fala a respeito do tratamento dessas doenças que não é direcionado para o vírus, e sim à manutenção do estado de vida do paciente, ou seja, tratar os sintomas apresentados e principalmente manter a hidratação. “Aquelas pessoas que não conseguem ingerir uma quantidade necessária de líquido, aí é preciso soro na veia, isso pode salvar a vida de uma pessoa com dengue”, destaca. 

Um outro ponto importante enfatizado pelo médico é em relação a automedicação. “Certos medicamentos são totalmente contraindicados para pessoas com suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Alguns remédios muito comuns nas casas das pessoas podem ser perigosos se utilizados, por exemplo, nos casos de dengue. Produtos com princípios ativos naturalmente anticoagulantes aumentam as chances de hemorragias e podem agravar os casos de dengue, zika e chikungunya. Entre as medicações que estão formalmente contraindicados, o ácido acetilsalicílico, ou AAS, é o principal deles”, esclarece

Para finalizar a entrevista Mauricio Pompilio faz questão de pontuar que a melhor forma de prevenir a dengue, zika e chikungunya é acabar com o mosquito, não deixando nenhum recipiente acumular água. “Todos nós somos responsáveis por diminuir a proliferação desse inseto, cuidando de nossos quintais e de qualquer reservatório de água que possa existir, mesmo dentro das nossas casas. Converse com amigos, familiares e colegas de trabalho para que juntos possamos combater o mosquito”. 

Para ouvir a entrevista na íntegra com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio, pode clicar aqui.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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