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Mato Grosso do Sul

Primeiras horas do Guichê 60+ no Detran do Shopping Campo Grande registra 22 atendimentos

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A expansão do Guichê 60+ para a Capital foi muito bem recebida pelos cidadãos que estiveram nesta segunda-feira (7) na Agência do Detran Shopping Campo Grande e já foram direcionados para o espaço de atendimento exclusivo. Assim que abriu as portas, às 10h, a unidade estreou o novo modelo de atendimento especializado, e num período de 6 horas, realizou 22 atendimentos.

A jornalista Cidinha Ribeiro, foi a primeira e aprovou a iniciativa. “Eu vim por um acaso aqui hoje para pagar o meu licenciamento. Cheguei e adorei tudo isso que tá acontecendo. Esse atendimento Detran 60 + facilitou muito a minha vida, e vai facilitar a vida de todo mundo, sabe? Pessoas que têm mais idade, têm mais dificuldades, e poder chegar e ser atendido é bom demais, não tem fila, eu adorei”.

Entre os primeiros atendidos, também estava Olegário Teodoro (foto de capa), que foi à agência para dar andamento ao processo de renovação da sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

“Uma grata surpresa. Acho que é uma uma opção excelente que o Estado tomou e o Detran tomou. Não é porque somos aposentados que não temos o que fazer, muito pelo contrário, a gente sempre tá ocupado. E chegando aqui me deparei com um atendimento super rápido e que facilitou bastante as coisas para pessoas que têm acima de 60 anos” .

Na avaliação do diretor-presidente do Detran-MS, a iniciativa vem somar com as diversas entregas que o Governo do Estado tem feito com uma gestão inclusiva, digital, moderna e inovadora.

“O nosso governador Eduardo Riedel questiona muito e exige muito um atendimento de qualidade. O cidadão que nos procura, precisa ser muito bem recebido, com todas as ferramentas digitais, mas também precisa que esse atendimento seja inclusivo como o nosso estado Mato Grosso do Sul. É um avanço enorme e aproveitamos a oportunidade de uma ideia de uma servidora lá de Dourados e estamos expandindo para as nossas agências”, pontuou.

A Subsecretária de Políticas Públicas para a Pessoa Idosa, Zirleide Barbosa, esteve no lançamento e destacou a transversalidade da iniciativa.

“Quero parabenizar o Detran que já vem há algum tempo fazendo um trabalho voltado às pessoas 60+ e agora quando o Detran sai do discurso de que todas as pessoas têm o direito de envelhecer e envelhecer bem, de ter os cuidados para esse momento importante de sua vida, tem essa iniciativa de capacitar os seus servidores da Capital e dos municípios de Mato Grosso do Sul para um atendimento mais qualificado e também criar guichês onde as pessoas possam chegar e dirigir-se a esse guichê para ter toda atenção que elas merecem”.

Pioneiro entre os Detrans, o novo modelo de atendimento para pessoas idosas foi lançado na última quinta-feira (03) na Agência Híbrida de Dourados, e tem sido bastante elogiado pelas pessoas que passam por lá.

“Na sexta recebemos 3 elogios, de pessoas que amaram serem atendidas lá. Na semana passada, por exemplo, um senhor foi buscar a esposa para também ter o aplicativo no celular e ser indicada como principal condutora. Tem sido gratificante”, contou a idealizadora da iniciativa, Elizangela Ximenes.

De acordo com o IBGE, os idosos representam 6,6% da população sul-mato-grossense. Já com relação a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), os 60+ representam 15% dos condutores ativos (exclui as CNHs vencidas há mais de 30 dias) no Estado.

Além de Campo Grande, que possui 57.189 condutores com mais de 60 anos, os municípios com mais condutores nesta faixa etária são: Dourados com 14.677, Três Lagoas com 7.820, Ponta Porã com 3.838, e Corumbá com 3.496.

Mireli Obando e Rodrigo Maia, Comunicação Detran-MS
Fotos: Rachid Waqued

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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