TRÊS LAGOAS

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Prevista votação de quatro matérias na Ordem do Dia desta quinta-feira

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Os deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) devem apreciar quatro propostas durante a Ordem do Dia desta quinta-feira (7). A votação dos projetos acontece a partir do Plenário Deputado Júlio Maia e pode ser acompanhada ao vivo nos canais oficiais de comunicação da Casa de Leis – canal 9 da Claro Net TV, TV ALEMSYoutubeFacebookRádio ALEMS e aplicativo Assembleia MS – (Android/iOS). A sessão ordinária tem início a partir das 9h.

Discussão única

Os parlamentares devem apreciar o veto parcial do Poder Executivo ao Projeto de Lei 141/2021, do deputado Marçal Filho (PP). A proposta institui o Programa de Conscientização do Câncer do Colorretal e da importância da Colonoscopia para sua Prevenção e Diagnóstico Precoce no Estado de Mato Grosso do Sul. A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) emitiu parecer favorável à manutenção do veto.

De autoria do deputado Evander Vendramini (PP) – o Projeto de Lei 144/2022 denomina Silvio Sanchez Melhado a MS-438, do entroncamento da rodovia BR-060, localizado no município de Camapuã, ao entroncamento da rodovia MS-351, no município de Ribas do Rio Pardo. A matéria obteve parecer favorável da CCJR.

1ª discussão

Também apresentado por Vendramini, o Projeto de Lei 92/2022 estabelece princípios norteadores para o atendimento especializado aos Órfãos do Feminicídio, no âmbito do Estado de Mato Grosso do Sul. A CCJR foi favorável à emenda substitutiva integral.

O Projeto de Lei 172/2022, do deputado Zé Teixeira (PSDB), institui o uso do Colar de Girassol como instrumento auxiliar de orientação para a identificação de pessoas com deficiências ocultas. A proposta também consta com parecer favorável da CCJR.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Mulheres em Debate traz os avanços da Lei Maria da Penha

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No mês em que celebramos o Agosto Lilás – Campanha de combate à Violência Doméstica e Familiar, o programa Mulheres em Debate, veiculado na TV Assembleia, fala sobre os avanços da Lei Maria da Penha para a proteção das vítimas. 

Esta edição do programa contou com a participação da promotora de Justiça Clarissa Torres, e da defensora pública, Thais Dominato. As entrevistadas reforçaram que com a aplicação das medidas protetivas, o número de casos de feminicídio tem sofrido queda em Mato Grosso do Sul. 

Além desse tema, o programa levantou outras formas de violência sofridas pelas mulheres, inclusive no ambiente de trabalho, que muitas vezes é desconhecida pela população. 

A Campanha Agosto Lilás agrega em sua programação, ações de conscientização, rodas de conversa, capacitações e iniciativas voltadas para as mulheres conhecerem seus direitos e conquistarem autonomia. Você pode conferir esta e outras edições do programa no canal 9 da Claro Net TV, e no Youtube oficial da TV Assembleia de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS 

Combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é essencial neste momento. Isso porque tem aumentado significativamente o número de casos em Mato Grosso do Sul, e no Brasil. Para trazer conhecimentos sobre a dengue e as doenças transmitidas por meio deste mosquito, o programa Vida Saudável da Rádio ALEMS, que vai ao ar nesta sexta-feira (19), traz uma entrevista com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio.

De acordo com o especialista, além da dengue o Aedes aegypti, transmite também outras doenças, como chikungunya, zika e febre amarela. Cada uma destas doenças apresenta sintomas parecidos, no entanto, existem particularidades. “Todas infecções virais podem ter sinais semelhantes como febre alta, entretanto a zika quando ocorre febre não é alta. Com relação a dores nas articulações na dengue e na chikungunya são muito comuns, mas quanto a chikungunya essas dores chegam a ser incapacitantes, o que tornar atos simples da rotina diária difíceis de serem executados, como escovar os dentes”, explica. 

O infectologista Maurício Pompilio faz um alerta para população sul-mato-grossense. “Após a picada do mosquito, de dois a sete dias podem aparecer os primeiros sinais de dengue, por isso é preciso muita atenção, principalmente se começar a ter dor abdominal, vômitos que impedem a alimentação e a ingestão de água e qualquer forma de sangramento. Caso isso ocorra é preciso procurar atendimento médico”. 

O médico ressalta também que é necessária ficar atento nos casos de dengue em idosos, pessoas com comorbidades e em crianças pequenas, os cuidados devem ser redobrados. “Para este público é preciso procurar o serviço de saúde o mais rápido possível”. De acordo com o especialista, vale lembrar que quem já teve dengue uma vez pode ter novamente. Portanto, o melhor a fazer é garantir o controle da doença, eliminando qualquer possibilidade de água parada, inclusive dentro de casa.

Ainda durante o bate-papo, Maurício Pompilio fala a respeito do tratamento dessas doenças que não é direcionado para o vírus, e sim à manutenção do estado de vida do paciente, ou seja, tratar os sintomas apresentados e principalmente manter a hidratação. “Aquelas pessoas que não conseguem ingerir uma quantidade necessária de líquido, aí é preciso soro na veia, isso pode salvar a vida de uma pessoa com dengue”, destaca. 

Um outro ponto importante enfatizado pelo médico é em relação a automedicação. “Certos medicamentos são totalmente contraindicados para pessoas com suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Alguns remédios muito comuns nas casas das pessoas podem ser perigosos se utilizados, por exemplo, nos casos de dengue. Produtos com princípios ativos naturalmente anticoagulantes aumentam as chances de hemorragias e podem agravar os casos de dengue, zika e chikungunya. Entre as medicações que estão formalmente contraindicados, o ácido acetilsalicílico, ou AAS, é o principal deles”, esclarece

Para finalizar a entrevista Mauricio Pompilio faz questão de pontuar que a melhor forma de prevenir a dengue, zika e chikungunya é acabar com o mosquito, não deixando nenhum recipiente acumular água. “Todos nós somos responsáveis por diminuir a proliferação desse inseto, cuidando de nossos quintais e de qualquer reservatório de água que possa existir, mesmo dentro das nossas casas. Converse com amigos, familiares e colegas de trabalho para que juntos possamos combater o mosquito”. 

Para ouvir a entrevista na íntegra com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio, pode clicar aqui.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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