Água Clara
Prestígio político marca os 72 anos de Água Clara com anúncios de obras e união institucional
O aniversário de 72 anos de emancipação político-administrativa de Água Clara (MS), celebrado neste domingo (8), foi marcado por forte presença institucional, união política e anúncios de investimentos que consolidam um novo momento para o município.
As comemorações, realizadas no Ginásio de Esportes, reuniram o governador Eduardo Riedel, a prefeita Gerolina Alves, o vice-prefeito Tião Ottoni, além de parlamentares estaduais, federais, senador, secretários de Estado, vereadores e lideranças regionais. O espaço ficou lotado e foi palco de uma celebração marcada por emoção e reconhecimento público.
Divisor de águas no desenvolvimento
Durante a solenidade, o governador Eduardo Riedel destacou que Água Clara vive um “divisor de águas” em sua história administrativa. Segundo ele, o novo ciclo de desenvolvimento é resultado da condução da prefeita e da união entre Município, Governo do Estado e bancada federal.
Riedel ressaltou que o alinhamento político tem permitido acelerar investimentos e transformar demandas históricas em obras concretas, consolidando um ambiente favorável ao crescimento.
A prefeita Gerolina Alves foi ovacionada diversas vezes pelo público. Visivelmente emocionada, afirmou que a palavra que definia o momento era “gratidão”, destacando o apoio do Governo do Estado, dos parlamentares e da população.
Entregas e anúncios estruturantes
A programação incluiu entregas e anúncios considerados estratégicos para o município:
- Entrega dos termos de posse dos lotes do Jardim das Oliveiras, garantindo segurança jurídica a dezenas de famílias;
- Inauguração do Conjunto Habitacional Jardim Morumbi 2;
- Assinatura e lançamento da pavimentação asfáltica da MS-324;
- Autorizações de novas ordens de serviço para obras de infraestrutura urbana e rural.
Cada anúncio foi acompanhado por aplausos do público, que lotou o ginásio e participou ativamente da celebração.
Presença de lideranças estaduais e federais
Estiveram presentes o secretário da Semadesc, Jaime Verruck; o presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro; o senador Nelsinho Trad; o ex-governador Reinaldo Azambuja; a deputada estadual Mara Caseiro; o deputado estadual Paulo Corrêa; o deputado federal Geraldo Resende; o presidente da Câmara Municipal, Eliseu Pereira, além de vereadores e outras lideranças regionais.
A participação do deputado federal Beto Pereira também reforçou o alinhamento político. Em 2025, ele foi o parlamentar da bancada de Mato Grosso do Sul com maior volume de emendas empenhadas, somando R$ 36,7 milhões, com índice de 98,7% de liberação, contemplando áreas como infraestrutura, saúde, educação, assistência social, cultura, esporte, turismo e segurança pública.
Marco histórico
Entre emoção, aplausos e anúncios de investimentos, os 72 anos de Água Clara foram celebrados como um marco histórico para o município. A presença maciça de autoridades e a sintonia entre os poderes simbolizaram um momento de harmonia institucional e fortalecimento político, projetando um cenário de continuidade no ciclo de desenvolvimento local.
Água Clara 72 anos: da origem ferroviária ao novo ciclo de desenvolvimento
Ao completar 72 anos de emancipação político-administrativa, Água Clara reafirma uma trajetória construída a partir do trabalho, da coragem de seus pioneiros e da capacidade de se reinventar ao longo das décadas. De pequeno povoado surgido às margens da ferrovia a município estratégico no cenário econômico de Mato Grosso do Sul, a cidade carrega uma história marcada por ciclos de crescimento e transformação.
📜 As origens
A formação de Água Clara está diretamente ligada à expansão da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, no início do século XX. O avanço dos trilhos impulsionou o surgimento de núcleos urbanos ao longo da linha férrea, e a região que hoje abriga o município passou a receber trabalhadores, comerciantes e famílias em busca de oportunidades.
O nome “Água Clara” teria origem nas águas límpidas encontradas na região, fator determinante para fixação dos primeiros moradores.
🗓️ Linha do tempo
Décadas de 1920–1930 – Formação do povoado às margens da ferrovia, com as primeiras casas, comércio básico e atividades ligadas ao transporte ferroviário e à pecuária.
1954 – Em 8 de fevereiro, Água Clara conquista sua emancipação político-administrativa, desmembrando-se de Três Lagoas e tornando-se oficialmente município.
Décadas de 1960–1980 – Consolidação da base econômica voltada à agropecuária, com expansão da pecuária de corte e fortalecimento do comércio local.
Anos 1990 – Estruturação urbana, crescimento populacional e ampliação dos serviços públicos essenciais, como saúde e educação.
Anos 2000 – Melhoria da infraestrutura viária e fortalecimento da integração regional, ampliando a importância estratégica do município.
Anos 2010–2020 – Chegada de novos investimentos, fortalecimento do setor produtivo e modernização administrativa, com foco em habitação, pavimentação e desenvolvimento social.
2020 em diante – Novo ciclo de obras estruturantes, regularização fundiária, expansão habitacional e investimentos em infraestrutura urbana e rural, consolidando Água Clara como polo regional em crescimento.
🌾 Vocação econômica
Historicamente ligada à agropecuária, Água Clara construiu sua base econômica na pecuária de corte e na produção rural. Ao longo dos anos, diversificou suas atividades, ampliando o setor de serviços e atraindo investimentos que impulsionaram a economia local.
Sua localização estratégica, cortada por importantes rodovias e com tradição ferroviária, reforça o papel do município como elo logístico relevante dentro do Estado.
🏛️ Desenvolvimento e identidade
Ao longo de sete décadas, Água Clara avançou em áreas essenciais como educação, saúde, habitação e infraestrutura urbana. O crescimento populacional trouxe novos desafios, mas também consolidou uma identidade marcada pela hospitalidade, pelo espírito comunitário e pela valorização das tradições locais.
As comemorações dos 72 anos simbolizam não apenas a passagem do tempo, mas a consolidação de uma história construída por gerações de famílias que ajudaram a transformar o município.
🌅 Olhar para o futuro
Aos 72 anos, Água Clara celebra seu passado com orgulho e projeta um futuro sustentado por planejamento, investimentos e união institucional. O município segue fortalecendo sua posição regional e ampliando oportunidades para as próximas gerações.
Mais do que uma data no calendário, o aniversário reafirma a força de uma cidade que nasceu dos trilhos, cresceu com o campo e hoje avança impulsionada por desenvolvimento e integração.
Água Clara
Água Clara inicia construção do novo Plano Municipal de Educação
A Prefeitura de Água Clara, por meio da Secretaria Municipal de Educação, iniciou os trabalhos para a elaboração do novo Plano Municipal de Educação (PME). A Comissão e a Equipe Técnica responsáveis pelo processo já estão mobilizadas para a construção do documento que irá nortear as políticas educacionais do município nos próximos anos.
O novo PME será elaborado a partir de um amplo diagnóstico da realidade educacional de Água Clara, considerando os avanços alcançados, os indicadores e resultados da educação municipal, os desafios atuais e as demandas da comunidade escolar.
Entre as etapas previstas estão:
Diagnóstico da educação municipal;
Análise de indicadores, resultados e dados educacionais;
Avaliação dos avanços e dos principais desafios;
Definição de novas metas, diretrizes e estratégias;
Participação e construção coletiva com a comunidade escolar.
A elaboração do Plano Municipal de Educação representa um importante momento de planejamento e fortalecimento das políticas públicas educacionais. Mais do que um documento, o PME será um instrumento de planejamento e compromisso com a melhoria contínua da educação de Água Clara, estabelecendo objetivos e estratégias para garantir avanços e novas oportunidades para estudantes e profissionais da educação.
Assessoria de Comunicação
Água Clara
Bancários da Caixa e do Banco do Brasil entram em greve por tempo indeterminado incluindo Água Clara e Três Lagoas
Os bancários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil iniciam uma greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10), com suspensão do atendimento presencial nas agências de Três Lagoas e municípios da região.
A paralisação foi confirmada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Três Lagoas e Região após assembleia geral extraordinária realizada nos dias 3 e 4 de setembro.
A categoria rejeitou as propostas apresentadas durante as negociações coletivas.Segundo a presidente do sindicato, Thelma Regina Canisso, o movimento faz parte de uma mobilização nacional.Na Caixa, um dos principais pontos de discordância é o custeio do plano de saúde.
Os empregados consideram elevado o valor que deverá ser pago pelos funcionários e questionam a ausência, neste momento, de previsão para um novo aporte da instituição.Os trabalhadores dos dois bancos públicos também rejeitaram a proposta de reajuste salarial.
O índice apresentado prevê reposição da inflação mais 0,60% de aumento real, percentual considerado abaixo das expectativas da categoria.No Banco do Brasil, uma nova assembleia será realizada entre esta quarta-feira (9) e quinta-feira (10) para definir se os funcionários manterão a paralisação ou aceitarão a proposta apresentada.
Já na Caixa, a adesão à greve está confirmada pelo sindicato.Em Três Lagoas, o movimento deve atingir duas agências da Caixa e duas unidades do Banco do Brasil.
A paralisação também alcança a base territorial do sindicato, incluindo Água Clara, Anaurilândia, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Cassilândia, Chapadão do Sul, Inocência, Paranaíba, Santa Rita do Pardo e Selvíria.
De acordo com o sindicato, as agências permanecerão fechadas durante a paralisação, sem atendimento presencial.
A entidade informou que comunicou previamente os bancos e a população sobre o início do movimento.
Os bancos privados, por sua vez, aceitaram a proposta negociada nacionalmente, e a assinatura dos acordos dessas instituições começou nesta quarta-feira (9).A greve segue as regras previstas na Lei nº 7.783/89, que regulamenta o direito de paralisação dos trabalhadores.
O sindicato não estabeleceu uma data para o encerramento do movimento.
Com informações de FatosRegionais
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