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Campo Grande

Polícia Militar do MS atende em média, 9 mil ocorrências a mais com o OCOP

Publicado

Foto destaque: Edemir Rodrigues

Com seis meses em operação, o Programa OCOP – Obtenção de Capacidade Operacional Plena, da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, melhorou significativamente o atendimento à população de Campo Grande. Balanço divulgado nesta segunda-feira (10) revela que, com o programa, em média, 9 mil ocorrências foram atendidas a mais no segundo semestre de 2021, se comparado a anos anteriores.

Com o objetivo de agilizar o atendimento à população, o OCOP foi lançado em julho de 2021 em Campo Grande. A média de atendimento de ocorrência, com base no segundo semestre de 2019 e 2020 era de 43 mil atendimentos, o que corresponde a uma média mensal aproximada de 7.167 atendimentos e diária de 239 atendimentos. Em 2021 o número passou para 52 mil, correspondendo a uma média mensal de 8.667 e diária de 289 atendimentos.

Para o comandante do Policiamento Metropolitano, Coronel André Macedo, os números revelam que o OCOP já se mostrou um programa que proporciona mais qualidade para a segurança pública. “Isso é perceptível pela sensação de segurança proporcionada ao cidadão, que tem mais segurança e tranquilidade para circular pela capital, para exercer as suas profissões, realizar o seu lazer e cuidar da sua família”, disse.

Fim de ano

Coronel Macedo, comandante do Policiamento Metropolitano  (Foto: Saul Schramm)

O OCOP também foi determinante para o sucesso no resultado do final de 2021, na capital, conforme complementa o Coronel Macedo. Em dezembro foram atendidas 8.902 ocorrências o que corresponde a 92% dos despachos gerados pelo 190. Praticamente todas as ocorrências foram atendidas. “O número faltante corresponde geralmente a ocorrências duplicadas ou mesmo que são descartadas pelos próprios solicitantes, o que denota o sucesso do policiamento no período”, explicou o Coronel Macedo.

“Esses dados em conjunto com a sensação de segurança produzida que dá mais tranquilidade para o cidadão e afugenta as pessoas mal-intencionadas dá a Polícia Militar uma resposta positiva que o planejamento realizado vem colhendo resultados positivos e que beneficia diretamente a população”, reforçou o comandante do Policiamento Metropolitano.

OCOP, como funciona?

Pela metodologia do Programa OCOP – Obtenção de Capacidade Operacional Plena, todas as regiões urbanas da capital são atendidas com planejamento tendo como base as estatísticas criminais, o levantamento de inteligência e as demandas da comunidade, o que proporciona um atendimento atendendo as peculiaridades de cada bairro.

A capital, dentro de suas 7 regiões urbanas (Centro, Prosa, Segredo, Imbirussu, Lagoa, Anhanduizinho e Bandeira), foi dividida em 37 setores de policiamento o que garante uma maior proximidade da comunidade com a Polícia Militar, proporcionando maior presença e consequentemente prevenção e também diminuindo o tempo-resposta de atendimento ao cidadão.

Sistema foi lançado em julho de 2021, em Campo Grande  (Foto: Saul Schramm)

Para monitorar as viaturas empregadas diuturnamente em Campo Grande foi acionado o COPOM – Centro de Operações da Polícia Militar, que trabalha em integração com o CIOPS – Centro Integrado de Operações Policiais e Segurança. O COPOM dispõe de 12 (doze) policiais militares em turnos de 12 (doze) horas que são responsáveis pelas respectivas unidades operacionais realizando o monitoramento de todas as viaturas distribuídas nos setores de policiamento. “Esse centro realiza o comando e controle otimizando os recursos disponíveis sendo determinante para a qualificação do patrulhamento na capital, haja vista proporcionar uma consciência situacional da segurança pública”, concluiu o Coronel Macedo.

Fonte: Governo MS
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Campo Grande

Homem morre ao ser atacado por abelhas em córrego

Publicado

O corpo foi levado ao Imol para exame necroscópico (Foto: Marcos Maluf)

Aos 72 anos, Teodomiro Ramos morreu após sofrer ataque de abelhas, na tarde deste domingo (16), no córrego localizado na Avenida José Barbosa Rodrigues, no Jardim Zé Pereira, em Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, o idoso tomava banho no local na companhia da namorada, quando foi atacado por enxame de abelhas. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima não resistiu.


O corpo foi levado ao Imol para exame necroscópico (Foto: Marcos Maluf)
O óbito foi constatado pelo médico da Ursa (Unidade de Resgate e Suporte Avançado). “Tinha muitas abelhas no local e militares também foram atacados”, segundo o capitão Henrique Falcão. Um parente da vítima, que pediu para não se identificar, disse que Teodomiro morava na região e frequentava o córrego para se refrescar.

Outras pessoas que estavam na redondeza também foram atacadas pelas abelhas, mas sem gravidade. Além dos bombeiros, a ocorrência foi atendida por policiais militares, civis e Perícia Técnica. O corpo será levado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) para exame necroscópico.

CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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Campo Grande

Em Campo Grande| Secretário chama usuários de drogas de ‘noias’ e repercute nas redes sociais

Publicado

A publicação do titular da Semadur (Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana), Luís Eduardo Costa, no Instagram e que foi repostada pela pasta, ganhou repercussão no perfil do padre Julio Lancellotti, conhecido por dedicar-se a ajudar os mais necessitados.

O sacerdote questiona o fato de o secretário ter usado a palavra ‘noia’ na publicação, referindo-se aos usuários de drogas que se abrigavam nos dois últimos vagões da Orla Ferroviária, entre a Afonso Pena e a Barão do Rio Branco, em Campo Grande.

“Publicação de alto nível da prefeitura de Campo Grande (MS). Inacreditável”, publicou o padre. A postagem já somava no começo da manhã desta terça-feira (11), quase 25 mil curtidas e 801 comentários dos seguidores, que concordavam com a colocação do pároco paulista.

Postagem do secretário da pasta foi repostada no Instagram da pasta. (Foto: Instagram)

Muitos sul-mato-grossenses e campo-grandenses engrossaram as críticas de Lancelotti. “Decepcionada, porem nem um pouco surpresa com minha cidade”, comentou a seguidora @simonegallassi.

@Annecatadora disse que o tratamento dos moradores na Capital é comum. “Em Campo Grande as pessoas tem preconceito até com quem é do interior, imagina com as pessoas em situação de vulnerabilidade.”

E a seguidora @nathganeo concordou com a postagem do padre. “Nasci e morei aqui a vida toda e infelizmente é mais ou menos isso mesmo. Campo-grandense não é um bicho bom em”, publicou.

Respostas – A reportagem tentou contato com o secretário, Luís Eduardo Costa, que não atendeu e nem retornou as mensagens. Ontem, quando foi questionado sobre o assunto, apenas resumiu que estava em viagem. A assessoria de comunicação da Semadur afirmou que a retirada dos vagões foi uma solicitação da própria comunidade, no entorno da Orla Ferroviária, e que o trabalho de retirada das estruturas já tinha sido paralisado por conta da pandemia, mas foi concluído ontem.

Já o prefeito Marquinhos Trad (PSD) explicou que a retirada dos vagões era algo planejado. “Era necessário fazer! Aguardávamos o momento mais adequado. Tudo tem seu tempo!”.

Flagrante de usuários consumindo drogas antes da retirada dos vagões, em plena luz do dia, no Centro da Capital. (Foto: Marcos Maluf)

Sobre a crítica do padre Lancellotti em relação à postura tomada pelo município, ele justificou que não tem como obrigar os usuários de drogas a procurarem a ajuda fornecida.

“Todas as pessoas têm direito ao tratamento de saúde pública, todavia não podemos obrigá-las a fazer, principalmente nesses casos onde são adultos e dependem da vontade e do querer individual. Instituições não governamentais recebem apoio e ajuda da prefeitura e muitas vezes encontram a mesma dificuldade”, afirmou o chefe do Executivo.

Orla Ferroviária

Com custo de R$ 4,8 milhões, a Orla Ferroviária foi inaugurada em dezembro de 2012. A obra compreende 900 metros, da Avenida Afonso Pena, a partir da Morada dos Baís até a Avenida Mato Grosso.

O corredor gastronômico foi ativado em 2013, quando nove vagões foram alugados a comerciantes, por valores de R$ 1.200 a R$ 2 mil. Mas desde 2019, a maioria das estruturas foi retirada, após o abandono dos vagões resultarem em local para usuários de drogas, que até incendiaram alguns pontos.

CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

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TRÊS LAGOAS

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

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