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Policia Civil de Três Lagoas, com auxilio da unidade de Selvíria desvenda o caso de homicídio qualificado

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Nesta quinta-feira(25) foi encontrado às margens da Rodovia BR-158, dentro de uma mala, o tronco de um homem. Porém não foram encontradas as pernas, braços e a cabeça.

Em procuras contínuas e ininterruptas para esclarecer esse crime bárbaro, o SIG de Selvíria recebeu informações de que a pessoa já identificado, de 64 anos estava sumido desde sábado. Em conversas com vizinhos, estes confirmaram que ele (a vítima) possuía diversas brigas com sua atual companheira de 61 anos.

Entrevistada e demonstrando extremo nervosismo, a mulher, incialmente negou qualquer envolvimento, mas depois de diversas contradições acabou confessando o delito, informando como agiu e o local que estariam as demais partes do corpo.

A Autoridade Policial juntamente com seu Investigador, foram ao local indicado à beira da rodovia e encontraram, dentro de sacos de lixo, a cabeça, braços e pernas da vítima.

O homem foi morto com veneno de rato (mão branca). Após sua morte, sem saber o que fazer com o corpo, a companheira decidiu esquartejá-lo. Colocou o tronco dentro de uma mala e as demais partes em seu congelador, local onde também armazenada alimentos para venda de lanches que produzia.

Primeiro, no dia 25/05, descartou a mala com o tronco. E após, no dia 26/05, jogou as demais partes do corpo ainda congeladas na beira da rodovia.

A mulher foi presa em flagrante pela Autoridade Policial, que no mesmo ato representou pela sua prisão preventiva.

Fonte: Angélica Brizola com informações de Policia Civil de Três Lagoas e S.I.G de Selvíria.

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Selvíria

Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio

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A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.

De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.

O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.

Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.

Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.

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Selvíria

Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria

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Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.

Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.

Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.

“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.

Sobre nós

Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica

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