Política
Para Verruck, Naviraí é referência agroindustrial do Cone Sul
Com expressiva produção de soja, milho, algodão, mandioca e cana-de-açúcar, além da presença da Copasul e da tradição industrial, Naviraí tem base favorável à agroindustrialização. O município, localizado próximo à BR-163, é considerado o principal centro urbano e econômico do Cone Sul de Mato Grosso do Sul.
O economista e doutor em Desenvolvimento, Jaime Verruck, aponta que o município recebeu ações estruturantes que combinaram incentivos fiscais, crédito produtivo, infraestrutura industrial, cooperativismo, licenciamento, diálogo com investidores e apoio aos produtores. “Naviraí passou a reunir cadeias produtivas de açúcar e etanol, fios de algodão, fécula de mandioca, armazenagem e, mais recentemente, processamento de soja. Em 11 anos, o município se consolidou como uma das principais plataformas agroindustriais do Cone Sul de Mato Grosso do Sul”, diz.
Entre os grandes empreendimentos, destaque para a Copasul, fundada em Naviraí, e que se tornou o principal eixo da estratégia local de agregação de valor. A cooperativa conecta produtores de grãos, algodão e mandioca a estruturas de recebimento, armazenagem, fecularia, beneficiamento e fiação. Trata-se da maior cooperativa agroindustrial de Mato Grosso do Sul.
Outro importante resultado foi a reabertura da Rio Amambai Agroindústria, em 2018. Após mais de três anos parada, a usina retomou a produção e gerou mais de mil empregos diretos e indiretos. A retomada devolveu dinamismo à cadeia da cana, do açúcar e do etanol.
“Naviraí mostra como o desenvolvimento se constrói conectando produção, cooperativismo, indústria, infraestrutura e inclusão”, aponta Verruck que atualmente é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.
Política
Em Ponta Porã, Hashioka reforça parceria com lideranças e compromisso com o desenvolvimento do município
Em mais uma agenda de visitas aos municípios sul-mato-grossenses, o deputado estadual Roberto Hashioka (Republicanos) esteve em Ponta Porã, na tarde desta quarta-feira, 29, para cumprir uma série de reuniões voltadas ao fortalecimento da parceria com as lideranças locais e ao alinhamento de ações em favor do desenvolvimento do município e da melhoria da qualidade de vida da população.
A primeira agenda foi na Câmara Municipal, onde o parlamentar foi recebido pelo vereador Marcelino Nunes (PP). Em seguida, Hashioka reuniu-se com o prefeito Eduardo Campos (PSDB), na Prefeitura de Ponta Porã. Nos dois encontros, foram debatidas demandas prioritárias do município e formas de ampliar a atuação conjunta entre o mandato parlamentar e o poder público local, buscando investimentos e soluções para atender às necessidades da população.
Com perfil municipalista, Hashioka tem percorrido os quatro cantos de Mato Grosso do Sul para estreitar o diálogo com prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e representantes de diversos segmentos. As visitas permitem ao deputado acompanhar de perto a realidade de cada município, ouvir reivindicações e construir, em parceria com as administrações locais, iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.
Em Ponta Porã, esse compromisso também se traduz em investimentos destinados à saúde pública. Durante o atual mandato, o deputado assegurou R$ 300 mil em emendas parlamentares para o município, recursos destinados ao custeio de ações e serviços de saúde na atenção especializada. Desse total, R$ 100 mil foram liberados em 2024 e outros R$ 200 mil em 2026, fortalecendo o atendimento prestado à população ponta-poranense.
Para Hashioka, a aproximação permanente com os municípios é essencial para que o mandato permaneça conectado às necessidades da população. “Nosso compromisso é ouvir as lideranças locais, compreender as demandas de cada região e trabalhar em parceria para buscar soluções que promovam mais qualidade de vida e desenvolvimento para os sul-mato-grossenses”, destacou o parlamentar.
Política
Verruck acredita que processo de licitação da Malha Oeste deve ficar para 2027
Considerada estratégica para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, a Malha Oeste teve o processo de licitação interrompido. É que o Tribunal de Contas da União (TCU) pediu novas atualizações de dados e quando receber as informações da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) terá 75 dias para analisar. “Isso praticamente elimina a possibilidade de que a licitação ocorra ainda em 2026”, analisa o economista e doutor em Desenvolvimento Jaime Verruck.
Ele reforça que a Malha Oeste — ferrovia que liga Corumbá a Mairinque (SP) — é histórica para Mato Grosso do Sul e fundamental para a logística e o desenvolvimento. “Nós sabemos o quanto hoje temos a necessidade da retomada da Malha Oeste, sobretudo do ponto de vista da logística e dos investimentos”, pontua Verruck.
Contexto — Para Mato Grosso do Sul, a retomada pode representar o fortalecimento da competitividade do estado. “Para Mato Grosso do Sul, essa discussão se trata de uma oportunidade estratégica para fortalecer a competitividade e consolidar sua posição como um dos principais corredores de exportação do país”, ressalta Verruck, que atualmente é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.
Ele lembra que a nova concessão prevê cerca de 1.625 km de ferrovia entre Corumbá (MS) e Mairinque (SP), além da possibilidade futura de recuperação do ramal entre Campo Grande e Ponta Porã. Também estão previstos aporte federal de R$3,6 bilhões para recuperação dos trechos mais degradados.
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