Política

Para combater o coronavírus e outras necessidades, Eduardo Rocha destina R$ 50 mil para Jardim

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Todo processo tevê a parceria e apoio do vereador Cesar Nogueira

Com o objetivo de auxiliar no combate ao coronavíus e outras necessidades que afligem o município, o deputado estadual Eduardo Rocha destinou para a Saúde de Jardim, o valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), por meio de emenda parlamentar

Toda esta liberação, feita e paga pelo governo do Estado, já foi concluída. O processo de definição pra onde seria e no que utilizariam, contou com a participação e reivindicação também do vereador Cesar Nogueira, do município.

Segundo o parlamentar estadual, primeiro vice-presidente da ALEMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), já era previsto que a saúde teria prioridade em suas emendas, mas até o ano passado não se imaginava que um problema tão grave apareceria.

“A saúde sempre foi prioridade para nós, mas ao surgir o coronavírus, se tornou ainda mais primordial, pois não se sabe muita coisa sobre a doença e muito menos sua cura. Então reforçamos a necessidade de ajudar nesta área e conversei com o vereador Cesar, meu parceiro, para que esta verba seja destinada para minimizar, ao menos, os problemas neste setor”, destacou Eduardo Rocha.

“Sou muito grato pela parceria do vereador e pela disposição do governo do Estado em pagar rapidamente, tamanha a situação urgente que todos vivemos”, concluiu o primeiro vice-presidente da Casa de Leis, deputado estadual Eduardo Rocha.

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Bolsonaro vai a ato de apoiadores em Brasília

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O presidente Jair Bolsonaro participou mais uma vez, neste domingo (31), de uma manifestação de apoiadores do seu governo no centro de Brasília. Os manifestantes se concentraram na área em frente ao Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo. Também houve uma carreata que percorreu a Esplanada dos Ministérios.

Antes de caminhar perto da multidão, o presidente sobrevoou, de helicóptero, a região da Esplanada e da Praça dos Três Poderes, de onde acenou para as pessoas. Um trecho desse momento foi transmitido ao vivo pela página de Facebook oficial de Bolsonaro.

Após o pouso da aeronave, o presidente caminhou pela via em frente ao Palácio do Planalto e cumprimentou os apoiadores. Em um determinado momento, Bolsonaro montou em um cavalo da Polícia Militar do Distrito Federal, acenando para os apoiadores. Em seguida, retornou para o Palácio do Planalto, de onde embarcou novamente no helicóptero para retornar ao Palácio do Alvorada, residência oficial. O presidente e boa parte dos manifestantes não usavam máscara, obrigatória em locais públicos do DF. A multa pelo descumprimento da norma pode chegar a R$ 2 mil.

Vestindo roupas verdes e amarelas, parte dos manifestantes protestou contra o Supremo Tribunal Federal (STF), com faixas e cartazes contendo dizeres como “Abaixo a ditadura do STF” e pedidos de intervenção militar na Corte. Uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, cumpriu, na semana passada, mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por disseminação ilegal de notícias falsas. Em entrevista no dia seguinte ao da operação, o presidente Jair Bolsonaro disse que a ação foi uma forma de censurar as mídias sociais.

Ontem (30), o presidente foi de helicóptero para a cidade de Abadiânia (GO), a cerca de 120 quilômetros de Brasília. Ele estava acompanhado do deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder do governo na Câmara, do ministro Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e por um dos seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na cidade goiana, o presidente parou em uma lanchonete e cumprimentou populares.

Por Agência Brasil

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Avaliação negativa de Bolsonaro na pandemia sobe para 50%, diz Datafolha

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Avaliação negativa sobre a atuação de Jair Bolsonaro no combate à pandemia do novo coronavírus subiu para 50% em maio, ante 45% em abril, segundo o Datafolha. O Brasil registra mais de 26,7 mil mortos devido à Covid-19

Pedro Fonseca, Reuters – A avaliação negativa à forma como o presidente Jair Bolsonaro tem atuado no enfrentamento à pandemia do coronavírus subiu para 50% em maio ante 45% em abril, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, um dia após o Brasil registrar recorde no número diário de casos confirmados de Covid-19.

Segundo o levantamento, publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, aqueles que aprovam o desempenho do presidente no âmbito da pandemia permaneceram estáveis em 27%, enquanto 22% disseram considerar a atuação de Bolsonaro regular, ante 25% no mês passado.

O Datafolha mostrou na véspera que a avaliação negativa do governo Bolsonaro subiu de 38% em abril para 43% em maio, atingindo patamar recorde. O levantamento foi realizado nos dias 25 e 26 de maio, portanto após a divulgação quase na íntegra de reunião ministerial no âmbito de inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura suposta interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal.

Com relação à pandemia de coronavírus, que já deixou mais de 26.700 mortos no Brasil, a piora na avaliação do presidente ocorreu após a segunda troca no comando do Ministério da Saúde em menos de um mês, com o pedido de demissão de Nelson Teich em 15 de maio.

Assim como Luiz Henrique Mandetta, a quem substituirá em abril, Teich deixou o cargo por discordar de Bolsonaro com relação às medidas de enfrentamento à Covid-19. O presidente é contra as medidas de distanciamento social e defende o uso ampliado do medicamento cloroquina, apesar da falta de comprovação científica de eficácia contra a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus.

O Ministério da Saúde, atualmente comandado de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, tem aprovação de 45%, uma forte queda em relação aos 76% de apoio no começo de abril, durante a gestão Mandetta, e também abaixo dos 55% do final do mês passado, com Teich. Ainda assim, a aprovação fica bem acima dos 27% de Bolsonaro.

Após a saída de Teich, a pasta publicou protocolo recomendando o uso da cloroquina para pacientes de Covid-19 já a partir dos primeiros sintomas, apesar de testes com o medicamento no Brasil e no exterior terem sido interrompidos devido a riscos à saúde.

De acordo com a pesquisa, 33% consideram Bolsonaro muito responsável pelo avanço da pandemia de coronavírus, que na quinta-feira teve o recorde de 26.417 casos registrados em apenas um dia pelo Ministério da Saúde. Para 45%, o presidente não é responsável, enquanto 20% disseram que ele é um pouco responsável.

Governadores, muitos dos quais em guerra com Bolsonaro por terem decretado medidas de isolamento social que são atacadas pelo presidente, permanecem melhor avaliados do que o chefe do Executivo federal com relação ao enfrentamento à Covid-19, mas também tiveram perda na aprovação, com oscilação de 54% em abril para 50% em maio.

Para 25% os governadores tem avaliação ruim/péssima no tocante à pandemia, uma alta de 5 pontos, e se manteve em 24% o percentual que os considera regular.

A pesquisa ouviu 2.069 pessoas por telefone e tem margem de erro de 2 pontos percentuais, informou a Folha.

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