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Mato Grosso do Sul

Outubro Rosa: mulheres lésbicas, bissexuais, homens e mulheres trans também precisam se prevenir

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Com o objetivo de promover e fortalecer a Política Nacional de Saúde Integral a população LBT, a equipe da Subsecretaria Estadual de Políticas Públicas LGBT, reuniu-se nesta sexta-feira (23), com representantes do Hospital de Amor, de Campo Grande.

“A pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros apresentam uma vulnerabilidade quanto ao atendimento de seus direitos humanos, incluindo o acesso aos serviços públicos de saúde. E como estamos em pleno Outubro Rosa, iniciamos as tratativas para que essas pessoas possam ter um atendimento qualificado na realização de exames preventivos e de mamografia. E hoje fomos até o hospital para pactuar a forma como serão realizados esses atendimentos e conhecer a estrutura do local”, explica a psicóloga e Coordenadora do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (CENTRHO), Rebeca de Lima Pompilio.

Hospital do Amor participa do Outubro Rosa

Para a enfermeira Glauciely do Nascimento Pereira, responsável pela divulgação na parte de educação e saúde do Hospital de Amor, a falta de informação é uma das principais barreiras para detecção do câncer de mama ou de colo de útero. “Nós queremos fazer a inclusão dessas pessoas, pois percebemos que não há tanta procura por parte das pessoas LBT, e nosso objetivo é diminuir os indicadores com a prevenção, fazendo com que se sintam confortáveis e venham buscar o atendimento. Percebemos que há também resistência e talvez até um bloqueio pelo medo da falta do atendimento adequado, mas nós estamos preparados para atender qualquer pessoa dentro das suas especificidades. E eu sempre costumo falar o motivo da mudança do nome do hospital, que anteriormente se chamava Hospital de Câncer de Barretos e hoje é Hospital de Amor, por conta desse propósito de estar trabalhando com amor e humanização. “

O Ministério da Saúde sugere que o papanicolau que é um exame simples e rápido que colhe células do colo do útero para análise em laboratório seja realizado por pessoas entre 25 e 64 anos de idade. Já a mamografia é recomendada entre 50 e 69 anos, com intervalos máximos de 2 anos, visando a detecção precoce do câncer de mama.

“Para agilizarmos o atendimento da população LBT, nesse primeiro momento estaremos realizando o agendamento dos exames através do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia (CENTRHO). Reforçando que o atendimento prestado pelo Hospital é totalmente gratuito”, ressalta a psicóloga Rebeca.

Entre em contato pelo telefone: (67) 3316-9183 ou no e-mail: [email protected], para agendar seus exames. Tenha em mãos os seguintes documentos: CPF, RG, Cartão do SUS e Comprovante de Residência.

Participaram também da reunião a assessora técnica, Maria Tereza da Costa e o assistente Luan Henrique da Silva Souza ambos da Subsecretaria LGBT, Armando Pulcheris Neto do setor de mastologia e Graziela Barbosa do setor de ginecologia.

Acompanhe mais informações sobre a campanha “Outubro Rosa” destinada ao público LGBT+ nas nossas redes sociais. Facebook: @SubLGBTMS e Instagram: @sublgbt_ms

Jaqueline Hahn Tente, Secid

Fotos: Divulgação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

SES retoma cálculo anterior de incentivo de produtividade a agentes de saúde

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A Secretaria de Estado de Saúde revogou a resolução n. 45/SES/MS que ligava o cálculo do incentivo referente a atualização do Sistema de Monitoramento da Covid-19 à produtividade dos Agentes Comunitários de Saúde, Agentes de Controle de Endemias, Agentes de Saúde Indígena, Agentes de Saúde Pública, Agentes de Vigilância Epidemiológica e aos Guardas de Endemias. A decisão foi publicada na terça-feira (27), em Edição Extra do Diário Oficial do Estado.

Durante reunião com representantes das categorias citadas e a SES foi pactuado que o indicador de Rastreio e Monitoramento não será considerado para cálculo do incentivo financeiro estadual. Em contrapartida, a ação do rastreio e o monitoramento dos contatos dos casos suspeitos e confirmados de Covid-19 continuará sendo realizado pelos agentes de saúde.

O novo entendimento levou em consideração que há necessidade de releitura de novos aperfeiçoamentos dos indicadores do Programa RASTREAR MS – modelo nacional de rastreio e monitoramento dos casos confirmados e suspeitos. A SES também levou em consideração a melhora na situação epidemiológica do Estado em razão da pandemia do Coronavírus.

Os Programas PROSSEGUIR e o RASTREAR MS são ferramentas importantes conquistadas pela Secretaria de Estado de Saúde na atual fase de mitigação da doença. O Estado tem colhido excelentes resultados devido a parceira com os 79 municípios em que coloca Mato Grosso do Sul como o primeiro Estado em vacinação do país.

A SES ressalta que a função dos agentes de saúde é considerada fundamental na assistência multiprofissional em saúde da família. Este profissional trabalha em sua área geográfica de atuação, com a realização de visitas domiciliares rotineiras, casa a casa, para a busca de pessoas com sinais ou sintomas de doenças agudas ou crônicas, de agravos ou de eventos de importância para a saúde pública e consequentemente encaminhamento para a unidade de saúde de referência. A resolução completa pode ser vista aqui.

Rodson Lima, SES

Foto: Saul Schramm

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Reativação de usina ajuda na geração de empregos, ICMS e produção de energia, diz governador

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Com a presença do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o governador Reinaldo Azambuja participou nesta quarta-feira (28) da cerimônia de reativação da usina termelétrica William Arjona, em Campo Grande. A unidade vai converter gás natural em energia e assim contribuir com o setor elétrico de Mato Grosso do Sul, além da geração de empregos e arrecadação ao Estado.

“É importante a retomada de investimentos como a reativação da usina, que estava parada desde 2017. Conseguimos construir esta parceria por meio de incentivos fiscais e participação da MSGás e Energisa. Além de produzir energia, esta unidade vai gerar ICMS, empregos e novas oportunidades ao Estado”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.

O ministro Bento Albuquerque citou que a reativação da usina mostra que apesar da crise no setor hídrico, o Brasil e Mato Grosso do Sul têm outras fontes de energia que estão sendo implementadas, o que ajuda neste momento.

“Aqui é mais um exemplo para superarmos a crise, a usina estava parada e agora vai ter um papel importante neste enfrentamento. Nossa matriz (energia) é diversificada. Só em Mato Grosso do Sul temos 22 empreendimentos de geração de energia sendo instalados”.

Retorno das atividades

A frente da usina está o grupo Delta Geração, que entrou no setor após o novo marco regulatório em abril deste ano. A unidade já começou as atividades desde 10 de julho. Todas as máquinas já estarão em funcionamento até a próxima semana.

O presidente do Grupo Delta, Luiz Fernando Viana, ressaltou que a energia produzida na unidade equivale a 50% do consumo de Campo Grande. “Entramos em operação no dia 10 de julho já com três máquinas, que produz 120 megawatts, na semana que vem vão funcionar as cinco (máquinas), chegando a nossa capacidade de 190 megawatts”.

Viana revelou que já existe um estudo para ampliar ainda mais esta capacidade máxima. Sobre o gás natural utilizado, a previsão é de 1.350.000 metros cúbicos diários com o uso das cinco máquinas.

Para o presidente da MSGás, Rui Pires, a reativação da termelétrica vai contribuir com a economia estadual. “O Estado ganha bastante. Toda vez que entra o gás no Brasil, gera ICMS ao Estado. Também contribui ao Brasil, já que estamos diante de uma crise hídrica, a pior dos últimos 91 anos”.

Ele ainda explicou que a energia gerada na unidade segue para o sistema nacional, mas que dá “segurança energética” ao Estado. “Então é muito boa essa parceria, muito bom eles estarem voltando depois de 4 anos parados, tanto ao Estado, como para o Brasil”, descreveu.

Primeira com gás natural

A usina William Arjona foi a primeira termelétrica do Brasil a utilizar gás natural, por meio do gasoduto Brasil-Bolívia. Ela foi inaugurada em 1999 em Campo Grande, mas estava desativada desde 2017. Com sua capacidade máxima, pode consumir 1,3 milhão de metros cúbicos de gás natural por dia.

Para o retorno das atividades, o grupo empresarial fez as devidas tratativas com a Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos), Energisa, MSGás, Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e Ministério de Minas e Energia, além de outros órgãos representativos do setor.

Além do governador e ministro, participaram da solenidade a senadora Soraya Thronicke, o deputado federal Luiz Ovando, os secretários Jaime Verruck (Semagro), Eduardo Riedel (Infraestrutura), Geraldo Resende (Saúde), assim como o diretor-presidente da Agepan, Carlos Alberto Assis, e o diretor-presidente do Detran, Rudel Trindade Júnior, que antes de assumir o órgão de trânsito presidia a MSGás.

Leonardo Rocha e Bruno Chaves, Subcom

Fotos: Saul Schramm

Fonte: Governo MS

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