Mulher / Fashion
O Boticário apresenta Make B. Retinol H+, primeira base do Brasil com triplo retinol
Reforçando seu pioneirismo em maquiagem com tratamento, Make B., marca do Boticário que alia alta performance, ciência cosmética e cuidado, apresenta a nova Base Make B. Retinol³ H+. Primeiro produto do mercado brasileiro com triplo retinol*, o lançamento chega para revolucionar, unindo acabamento natural e radiante com benefícios de skincare de alta eficácia.
Sua fórmula combina três tipos de retinol** e ácido hialurônico que se complementam de maneira eficaz, reduz linhas e rugas profundas**, aumenta em até 80% a produção de colágeno** e promove mais firmeza e elasticidade para a pele em até duas semanas. Além disso, acelera a renovação celular, possui ação antioxidante e FPS 80.
Com cobertura média, acabamento natural e radiante, Make B. Retinol³ H+ valoriza o brilho da pele madura sem marcar linhas de expressão, mantendo o viço da pele.
“Evoluímos a linha Retinol³ H+ com mais potência, pensando em acompanhar as mulheres que buscam maquiagem de alta performance sem abrir mão do cuidado com a pele. E esse lançamento é um passo importante para reforçar a liderança de Make B. em maquiagem com tratamento no mercado brasileiro”, afirma Ariela Bonemer, Diretora de Maquiagem do Grupo Boticário.

As embalagens da base também foram aprimoradas para garantir praticidade e experiência premium no uso. O destaque vai para a válvula pump, que dosa a quantidade ideal do produto, evitando desperdícios e tornando a aplicação mais precisa e confortável.
A linha também apresenta outros aliados de maquiagem-tratamento: o Corretivo Líquido Retinol³ H+, que preenche e reduz linhas e rugas profundas, potencializa o colágeno em até 60%** e garante efeito imediato de camuflagem de bolsas e olheiras com alta cobertura e acabamento semi mate; e o Batom Líquido Retinol³ H+, que hidrata por 24h, aumenta em até 80% a produção de colágeno** e deixa os lábios mais definidos com textura aveludada e confortável.
Assim como os demais itens de Make B., todos os produtos da família Retinol³ H+ são veganos, cruelty free e contam com ativos de alta eficácia, reafirmando o compromisso de O Boticário com inovação, sofisticação e valorização da beleza em todas as idades.
*Combinação do Retinol com 2 ativos vegetais de mesma ação*Certificado pela Mintel – Global Market Intelligence & Research Agency.
**Rugas profundas: Resultados obtidos por testes instrumentais com uso contínuo.
***Resultados obtidos através de testes in vitro em modelo de pele 3D, realizados individualmente, atingindo percentuais variáveis de 60% a 80% conforme especificado em cada produto.
SERVIÇO
Make B. Retinol³ H+ Base Líquida – 20 tons + invisível – Preço sugerido: R$ 162,90
Make B. Retinol³ H+ Corretivo Líquido – 12 cores – Preço sugerido: R$ 109,90
Make B. Retinol³ H+ Batom Líquido – 3 cores – Preço sugerido: R$82,90
Pink Hibiscus, Caramel Classic e Red Velvet
Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.
Fontes:
*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;
** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.
Mulher / Fashion
O corpo fala: 4 sinais que indicam se a mulher está interessada em você
A comunicação vai muito além das palavras. Expressões faciais, postura e pequenos movimentos do corpo podem transmitir emoções, conforto e até indicar interesse durante uma interação. Embora nenhum gesto isolado seja capaz de confirmar o que alguém está sentindo, observar o conjunto dos sinais pode ajudar a compreender melhor a dinâmica de uma conversa.
Segundo Mari Vabo, bióloga, pesquisadora do comportamento humano e autora do livro Best-Seller: O Guia do Instinto Primitivo, a linguagem corporal oferece pistas importantes sobre o nível de conforto e envolvimento entre duas pessoas.
“Biologicamente falando, o nosso corpo reage de forma automática a diferentes emoções. Quando existe interesse ou atração, algumas respostas fisiológicas podem surgir naturalmente, mas elas sempre devem ser interpretadas dentro do contexto e nunca como uma regra absoluta”, explica.
A especialista destaca quatro comportamentos que costumam aparecer durante interações em que há interesse.
- Movimentos frequentes nos lábios
Passar a língua nos lábios ou umedecê-los repetidamente pode estar relacionado a alterações fisiológicas provocadas pela excitação emocional. “Situações que despertam interesse podem aumentar a liberação de adrenalina, deixando a boca mais seca e levando a pessoa a hidratar os lábios involuntariamente”, afirma Mari Vabo.
- Pupilas dilatadas
Outro sinal bastante estudado pela ciência é a dilatação das pupilas. Segundo a pesquisadora, essa resposta pode ocorrer quando alguém está diante de algo ou de alguém que desperta interesse, desde que fatores como iluminação também sejam considerados.
“As pupilas podem se dilatar por diversos motivos, incluindo a atração. É uma resposta involuntária do organismo, mas não deve ser analisada isoladamente”, ressalta.
- Inclinação do corpo durante a conversa
A postura também comunica. Quando uma pessoa inclina naturalmente o tronco em direção ao interlocutor, isso pode indicar atenção, abertura e interesse na interação.
“Costumamos nos aproximar fisicamente daquilo que nos desperta curiosidade ou prazer. Da mesma forma, uma postura mais fechada, como permanecer o tempo todo de braços cruzados, pode demonstrar resistência ou necessidade de manter certa distância”, explica.
- A direção dos pés também comunica
Pouca gente percebe, mas os pés também fazem parte da comunicação não verbal. De acordo com Mari, quando eles permanecem apontados para o interlocutor, isso pode indicar conforto e disposição para permanecer na conversa.
“Já quando os pés ficam constantemente voltados para outra direção, principalmente para uma saída, isso pode indicar que a pessoa deseja encerrar a interação. É um detalhe sutil, mas bastante observado nos estudos sobre linguagem corporal.”
Nenhum sinal deve ser interpretado sozinho
Apesar dessas pistas, Mari reforça que a linguagem corporal não funciona como uma fórmula para identificar o interesse romântico de alguém.
“O comportamento humano é complexo. Um único gesto nunca confirma sentimentos ou intenções. O ideal é observar o contexto, a repetição dos comportamentos e, principalmente, respeitar a comunicação verbal e os limites da outra pessoa. A linguagem corporal complementa a conversa, mas não substitui o diálogo”, conclui.
Mulher / Fashion
Órfãos do Feminicídio: uma triste evidência da violência contra as famílias
O feminicídio, assassinato de uma mulher pela simples questão de gênero, é, por si só, uma situação de extrema violência. No entanto, alguns dos impactos desse crime não são tão evidentes ou imediatamente percebidos. Trata-se dos filhos que perderam suas mães ou responsáveis legais: os órfãos do feminicídio.
No Brasil, eles representam uma trágica consequência de um problema estrutural e urgente. Pesquisas recentes demonstram uma escalada recorde na violência. Segundo o “Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025”, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem/UEL), o país registrou 2.149 assassinatos de mulheres por razão de gênero no ano passado, o que representa uma média de quase seis mortes por dia. Este número, que supera os dados oficiais, revela a dimensão da subnotificação e do problema.
Estima-se que essa violência deixe um rastro devastador, gerando em média quatro novos órfãos por dia no país, como apontou um levantamento do Lesfem no primeiro semestre de 2025. Muitas dessas crianças enfrentam não apenas a perda irreparável de suas mães, mas também a ausência do pai, que frequentemente é o autor do crime e acaba preso ou comete suicídio, configurando um duplo abandono.
A identificação dos autores dos crimes em 2025 retrata uma realidade ainda mais devastadora, concentrada no círculo íntimo da vítima. A análise dos casos mostra que o agressor é: o parceiro íntimo em 46,28% dos casos, e o ex-parceiro íntimo em 33,15% dos casos. Somados, esses homens são responsáveis por quase 80% dos feminicídios, reforçando que o lar, que deveria ser um local de segurança, é onde a maioria das mulheres é assassinada.
Essa violência tem características de intimidade com a vítima. Assim, esses órfãos perdem a mãe e veem o pai ser encaminhado ao sistema prisional, ficando sob os cuidados de avós ou outros familiares, que muitas vezes não possuem recursos financeiros ou apoio psicológico adequados. Quando não há familiares capazes de assumir essa responsabilidade, as crianças são encaminhadas para abrigos públicos, onde convivem com outras vítimas de diferentes formas de violência.
As consequências psicológicas são graves. Estudos indicam que essas crianças podem desenvolver transtornos como estresse pós-traumático, além de dificuldades emocionais e comportamentais que afetam seu desenvolvimento. Ademais, o luto complexo e as carências f inanceiras agravam ainda mais a situação dessas famílias.
Embora o Brasil tenha avançado com a Lei nº 14.717/2023, que instituiu uma pensão especial para órfãos de feminicídio, o suporte ainda é limitado. O benefício, equivalente a um salário mínimo, é destinado a famílias com renda per capita inferior a ¼ do salário-mínimo, mas enfrenta desafios de implementação, como subnotificação de casos e falta de infraestrutura para atendimento às famílias em regiões remotas.
Políticas públicas adicionais são essenciais para oferecer acolhimento e suporte a esses órfãos, incluindo assistência psicológica especializada, transferência de renda para os responsáveis e acesso facilitado à educação.
As vulnerabilidades desses órfãos são agravadas pela falta de estrutura nos abrigos públicos, pela violência institucional nesses estabelecimentos e pelo descompromisso do Poder Público em acompanhar essas crianças e adolescentes de forma especializada. Privados dos laços familiares em virtude da violência e sem políticas públicas efetivas, eles ficam ainda mais expostos à falta de perspectivas de vida.
É fundamental que o Estado adote providências mais eficazes no acompanhamento dessas vítimas indiretas do feminicídio no Brasil. Infelizmente, os números não indicam uma redução desse tipo de violência; pelo contrário, há um crescimento preocupante. É urgente que medidas concretas sejam tomadas para romper esse ciclo de sofrimento e abandono.
* Aline Casado, advogada e professora de Direito na UniCesumar de Maringá.
-
PRF7 dias atrásPRF apreende cerca de 5.000 maços de cigarros contrabandeados após acompanhamento tático na BR-158
-
Três Lagoas7 dias atrásPrefeitura de Três Lagoas lança Projeto Minha Primeira Viagem para garantir transporte gratuito a mães e recém-nascidos
-
Emprego7 dias atrásVagas de Papai Noel em MS: Salário pode chegar a R$ 22 mil por mês
-
Câmara Municipal de Três Lagoas7 dias atrásSeminário “Agosto Lilás” apresenta rede de proteção às mulheres