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Agronegócios

No MS| Sistemas integrados podem minimizar efeitos adversos da geada

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Depois das fortes ondas de frio ocorridas em junho e julho de 2021, quando foram atingidas temperaturas negativas em muitas partes do Centro-Sul do País, as pastagens sofreram danos severos com as geadas. Visualmente é fácil perceber seus efeitos, já que a paisagem se tornou “amarelada” e muito vulnerável à ocorrência de incêndios.

O clima mais seco no inverno, como ocorre em grande parte da região atingida pelo frio, naturalmente, resulta em queda na produção e qualidade da pastagem nesta época do ano, prejudicando o desempenho animal. Em regiões onde ocorrem as geadas, além das perdas pela seca, ainda há perdas severas por consequência do frio extremo.

Sistemas integrados de produção ajudam

Qual estratégia poderia ser utilizada para amenizar os efeitos das geadas em pastagens? Essa é uma pergunta relevante para muitas regiões no Centro-Sul do Brasil, pois elas experimentam, com alguma frequência, os problemas decorrentes dos eventos de geadas.

Uma das estratégias é ter as áreas cultivadas com pastagem nova, o que é viável no sistema de integração lavoura-pecuária (ILP), quando após safra de soja, implanta-se a braquiária em sequência. Desta forma, sempre se tem área com pasto novo durante o outono-inverno e esse tem maior capacidade de tolerar o frio se comparado aos pastos velhos.

Em pesquisas da Embrapa feitas na Unidade de Referência Tecnológica (URT), em Naviraí-MS, em uma parceria com a Cooperativa Agrícola Sul-Mato-Grossense (Copasul) e a Rede ILPF, vários sistemas de produção estão sendo avaliados. Nas geadas de ocorridas em 2021, a temperatura chegou a atingir valores negativos, com mínima de -1,2 °C. Mesmo assim, a pastagem nova, com três meses em área de ILP, ainda permaneceu com 40% a 50% de massa verde. Porém, as áreas com pasto velho, de dois anos ou mais, foram muito mais afetadas, mantendo, no máximo, 10% de massa verde.

A inserção do componente florestal no sistema de produção minimiza também o efeito negativo das baixas temperaturas tanto para os animais como para a pastagem.

Em Naviraí-MS, a Embrapa Agropecuária Oeste identificou que a proteção foi de praticamente 100% quando a pastagem era nova e cultivada dentro da ILPF. Esse efeito protetor se deve às mudanças de ordem microclimáticas que são proporcionadas na área de produção pelo componente florestal, o qual cria uma espécie de “bolsão térmico” que mantém o ar mais quente no ambiente.

Nesta área experimental, que já vem sendo monitorada desde 2015, sempre que ocorreram eventos de geadas as temperaturas dentro do ambiente do ILPF foram de 1 °C a 3 °C maiores do que nas pastagens cultivadas a céu aberto. Isso foi suficiente para manter a pastagem nova livre dos males das geadas. Até mesmo o pasto velho se beneficiou quando cultivado entre as árvores no ILPF, permanecendo com 50% da massa verde.

Portanto, em regiões consideradas susceptíveis a geadas, o uso do sistema ILPF, pode ser uma alternativa para proteger a pastagem e assegurar, pelo menos em parte da área, uma opção para garantir forragem de melhor qualidade para o gado.

Parcerias: Embrapa Agropecuária Oeste, Embrapa Gado de Corte, Copasul, Rede ILPF

Por Michely Tomazi – Júlio Cesar Salton – Danilton Luiz Flumignan – Éder Comunello – Pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste/Dourados, MS

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Agronegócios

Ministra Tereza Cristina participa de lançamento do Agro Fraterno em Mato Grosso do Sul

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O Sistema Famasul Senar/MS lançará, no próximo sábado, 04 de setembro, às 09 horas (MS), o Movimento Agro Fraterno em Mato Grosso do Sul. A cerimônia acontece na sede da Famasul, em Campo Grande, com a presença do presidente da instituição, Marcelo Bertoni, e da ministra da Agricultura, Pecuária, e Abastecimento, Tereza Cristina.

Serão distribuídas 15 mil cestas básicas, totalizando 225 toneladas de alimentos, para todos os 79 municípios do estado.

Liderado pelo Sistema CNA/Senar, OCB e entidades ligadas ao Instituto Pensar Agro, o Agro Fraterno é uma iniciativa idealizada pela ministra Tereza Cristina, com objetivo de promover uma corrente solidária, entre produtores rurais e instituições ligadas ao setor, para ajudar as famílias mais atingidas pela pandemia da Covid-19.

Serviço

Pauta: Lançamento do Movimento Agro Fraterno em MS
Data: Sábado, 04 de setembro de 2021, às 9 horas (MS)
Local: Sede do Sistema Famasul – Rua Marcino dos Santos, 401 – Campo Grande
*Transmissão da live: *https://bit.ly/3jwQX9S

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Agronegócios

Crise hídrica exige tecnologia em agronegócio que evite vazamentos

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Benefício dos novos equipamentos também passa pela ampliação de redes de saneamento

De acordo com a ONU, o agronegócio consome praticamente 70% de todo o recurso hídrico do mundo, número que sobe para quase 80% no Brasil O dado pode ser assustador se pensarmos no contexto da crise hídrica, uma vez que boa parte disso é desperdiçado devido ao uso sem critério e sem tecnologia, e calibragens adequadas.

Estudos mostram que, se reduzirmos em 10% esse montante utilizado no campo, conseguiremos abastecer o dobro da população mundial. Para isso, existem duas vertentes: tecnologias inerentes ao manejo, com melhor infiltração no solo, o que traz economia de água; ou o investimento em tecnologias para economia e sustentabilidade de todo o sistema, que tragam aumento da eficiência. Por exemplo, é possível criar sistemas automatizados para captação e armazenamento de água proveniente da chuva.

“Existem sistemas e equipamentos que utilizam válvulas para distribuição de água no campo e no seu tratamento, e equipamentos de irrigação que utilizam válvulas de longa durabilidade. Eles são desenhados já com tecnologia embarcada, ou seja, o agronegócio hoje é hightech”, explica o gerente geral da área industrial da GEMÜ Válvulas e Sistemas de Medição e Controle, Mateus Souza.

Essas válvulas que colaboram com a economia de água são robustas e de aplicação simples, do tipo “borboleta” (veja na imagem), construídas exatamente para evitar corrosão interna, vazamentos e desperdício.

“Existem ainda sistemas de tratamento de água de reuso, que fazem a captação de água já utilizada, tratamento e armazenamento para a reutilização – isso porque muita dessa água utilizada no campo pode vir com contaminantes, incluindo resíduos de fertilizantes que podem ser nocivos para a própria agricultura e o ser humano. Tratamento é muito importante. Aqui, entram sistemas automatizados para controle e manejo dessa água de reuso”, defende o engenheiro.

São válvulas especiais para quando há resíduos de contaminante químico, equipamentos com revestimentos e materiais especiais para esse tipo de fluido. “É possível ainda falar em Indústria 4.0 no campo – sistemas automatizados e sistemas de manutenção, que passam a ser um ponto importante, uma vez que qualquer problema no campo pode significar um grande volume de desperdício.”

Para isso, a GEMU oferece o Sistema Conexo, que prevê a colocação de chips em cada equipamento para leitura automática, o que permite melhor controle da manutenção de equipamentos de forma preventiva ou preditiva para minimizar qualquer desperdício.

Saiba mais sobre a válvula borboleta GEMÜ para tratamento de água

A GEMÜ Victoria® é uma válvula borboleta concêntrica com vedação de elastômero, largamente utilizada em sistemas de tratamento de água ou plantas de dessalinização. Disponível nos mais variados diâmetros e em diversas versões de corpos Wafer, Lug e Flangeados, e também com vários tipos de atuador: GEMÜ 487 com alavanca e caixa de engrenagem, GEMÜ 481 com atuador pneumático, GEMÜ 488 com atuador elétrico on/off ou com modulador.

É uma tecnologia robusta e que possui todas as certificações necessárias. Por exemplo, as estações de tratamento incluem pequenas plantas periféricas para dosagem de produtos químicos utilizados no processo e cada um desses insumos requer diferentes materiais. Para o uso do cloro, o que é o mais comum, são necessárias válvulas com corpo em plástico e diafragma em resina termoplástica, de forma a evitar a corrosão.

É essencial que as plantas sigam a recomendação da indústria fornecedora e suas indicações de instalação e manutenção.

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