Mato Grosso do Sul
Mesmo com avanço digital, Detran-MS investe na estrutura física para garantir conforto e acolhimento nas agências do interior
ento presencial e humanizado continua recendo destaque nas ações de engenharia do órgão. Com esse olhar focado no bem-estar do cidadão e dos servidores, o órgão intensificou um cronograma de manutenções estruturais nas agências do interior, provando que o avanço tecnológico caminha lado a lado com o conforto físico dos cidadãos sul-mato-grossenses.
As frentes de trabalho, que já transformaram o ambiente de atendimento em municípios como Terenos, Corguinho e Rochedo, focam estritamente na manutenção, conservação e acessibilidade, garantindo que as instalações prediais estejam sempre prontas para acolher quem ainda necessita ou prefere o suporte presencial.

“Ao manter suas agências limpas, modernas e acessíveis, o Detran-MS reafirma o compromisso de que a inovação digital não substitui o respeito ao cidadão que busca o balcão físico, consolidando um padrão de excelência em todas as suas plataformas de atendimento”, afirma a diretora de Engenharia do Detran-MS, Maria Moura.
Os Gerentes indicam o caminho
O planejamento das melhorias conta com a participação ativa de quem vive a realidade de cada município: os gerentes das agências. Por estarem em contato direto com o público, eles atuam como os olhos da engenharia do Detran-MS, apontando os pontos que impactam diretamente no conforto e na segurança dos usuários. “O gerente mostra muito para a gente onde tem vazamento, onde tem infiltração ou telhado quebrado. Eles têm um papel fundamental nessas manutenções, e nós temos que ouvi-los bastante”, detalhou Caroline Naglis, gerente de infraestrutura do Detran-MS.
As intervenções recentes foram planejadas de acordo com as necessidades específicas de cada recepção, devolvendo a dignidade e a praticidade ao atendimento. Em Terenos, a agência recebeu uma importante obra de acessibilidade para garantir o direito de ir e vir com segurança. O local, que antes contava apenas com uma escada, agora possui uma rampa de acesso lateral totalmente adaptada para cadeirantes, carrinhos de bebê e idosos. “A construção da rampa de acessibilidade representa um avanço significativo na inclusão e no acesso aos serviços por pessoas com mobilidade reduzida, garantindo mais autonomia e segurança aos cidadãos”, mencionou Ana Beatriz Lacerda Silveira, gerente da Agência de Terenos.

A gerente ainda informou que atualmente, a agência de Terenos realiza uma média de 400 atendimentos por mês, em demandas relacionadas a habilitação, veículos e demais serviços de trânsito oferecidos à população. “Nossa expectativa é que a população perceba essas mudanças de forma positiva, tornando a experiência de quem busca os serviços da agência mais confortável e acessível”, disse Ana Beatriz.
Já a agência de Corguinho, conhecida por sua charmosa fachada pastilhada, sofria com problemas crônicos no chão da recepção. A equipe de manutenção realizou a troca integral do piso da área de atendimento ao público, eliminando imperfeições e trazendo muito mais conforto visual e tátil para os visitantes.


Em Rochedo, sob a coordenação do Gerente Regional Juliana Castro, o prédio passou por reparos operacionais urgentes, que incluíram o conserto do portão principal e da porta lateral do setor de vistoria veicular, garantindo maior fluidez e segurança nos procedimentos. “Mesmo com os avanços na parte digital, o Detran ainda preza muito pelo bom atendimento, o atendimento de excelência, levando conforto para a população com essas manutenções e remodelações feitas nas agências”, comentou Juliana Castro.

Identidade visual e bem-estar
O cuidado com o patrimônio público também se reflete na renovação estética das unidades. Todas as agências que integram o cronograma recebem uma nova pintura institucional em suas fachadas e interiores. “Mais do que uma questão visual, a pintura e a substituição da iluminação antiga por lâmpadas de LED geram um ambiente climatizado e psicologicamente mais acolhedor. A pintura acaba dando um ‘up’ na agência, renovando o ambiente de forma global”, destacou Caroline Naglis.
Emmanuelly Castro, Comunicação Detran-MS
Fotos: Rachid Waqued e Direng
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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