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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul registra 873 empresas abertas em julho, maior número em 20 anos

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Em Mato Grosso do Sul, 873 novas empresas foram abertas no mês de julho de 2020, o maior número em toda série histórica da Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso o Sul) desde janeiro de 2000, conforme balanço divulgado nesta terça-feira (11) pelo órgão vinculado à Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

“O número recorde de abertura de empresas em julho é um excelente resultado para Mato Grosso do Sul e um sinalizador importante de que as medidas tomadas pelo Governo do Estado neste período de pandemia, com o programa Prosseguir, têm permitido ao setor empresarial responder positivamente, com a abertura de novas empresas e também de empregos. Sabemos que a retomada da economia é um processo gradual e esse desempenho do último mês reforça que estamos no caminho certo”, comenta o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

Das 873 novas empresas abertas em julho no Estado, foram 530 no setor de Serviços, 305 no Comércio e 38 Indústrias. O melhor desempenho, até então, havia ocorrido em abril de 2013, com 811 empresas. No acumulado de janeiro a julho de 2020 foram abertas 4.399 empresas, o melhor desempenho para o período nos últimos sete anos, no exercício 2013, no mesmo período foram abertas 4.657. Os dados da Jucems não incluem os MEI’s – Micro Empreendedores Individuais, que são constituídos de forma virtual em portal próprio do Governo Federal.

De acordo com a atividade econômica principal, os segmentos que mais se destacaram foram transporte rodoviário de cargas (40); atividade médica ambulatorial (25); comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (24) e construção de edifícios (21); holdings de instituições não-financeiras (18) e serviços de escritório e apoio administrativo (18).

Empresas fechadas

Em julho de 2020 foram fechadas 419 empresas na Jucems, sendo 216 no Comércio, 184 no setor de Serviços e 19 na indústria. O resultado é 38,28% maior em relação ao mesmo período de 2019, quando fecharam 303 empresas. No acumulado de janeiro a julho de 2020 foram fechadas na Jucems um total de 2.397 empresas, 50,19% a mais em relação às 1.596 fechadas no mesmo período do ano passado.

De acordo com o presidente da Jucems, Augusto de Castro, “o número de fechamentos é alavancado por dois principais fatores: o atual cenário de retração econômica em decorrência das medidas restritivas causadas pela pandemia do Covid-19 e pela extinção de cobrança da taxa pelas juntas comerciais brasileiras para fechamento de empresas, determinada pela Lei da Liberdade Econômica – Lei 13.874 de 20/09/2019”.

Entre os municípios, Campo Grande lidera no número de empresas abertas no mês de julho de 2020, com 367 novos estabelecimentos. Em seguida, estão: Dourados (95); Três Lagoas (52); Ponta Porã (40); Naviraí (23); Corumbá (20); Maracajú (17); Chapadão do Sul (14); Costa Rica (14) e Bataguassú (12).

Os três municípios com maior abertura de empresas também registram os maiores números de fechamento de empreendimentos em julho de 2020. Em Campo Grande foram fechadas 196 empresas, em Dourados (31); Três Lagoas (21); Corumbá (12); Aquidauana (10); Naviraí (9); Nova Andradina (9); Costa Rica (8); Coxim (8); Ponta Porã (8) e Rio Brilhante (8).

Marcelo Armôa, Semagro

Foto: Edemir Rodrigues

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Durante fiscalização, Iagro e DOF apreendem três caminhões com animais e guia de trânsito falsificada

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Três caminhões com 120 cabeças de gado e documentação falsa foram apreendidos nesta quarta-feira (23) em fiscalização da Iagro (Agência de Defesa Sanitário Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul) em conjunto com o DOF (Departamento de Operações de Fronteiras). Os animais serão encaminhados para abate sanitário.

A apreensão ocorreu durante fiscalização de rotina da Iagro, órgão vinculado a Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), no posto fiscal localizado entre os municípios de Vista Alegre e Ponta Porã. A equipe constatou que a GTA (Guia de Trânsito Animal), documento obrigatório para o transporte de gado no Estado, era falsificada e os animais oriundos do Paraguai.

“Isso significa que os animais não têm origem conhecida, por isso que foram apreendidos e serão enviados para abate sanitário. Esta é uma ação de fortalecimento do controle de trânsito e segue as ações previstas no PNEFA (Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa) “, explica o diretor-presidente da Iagro, Danie Ingold.

A propriedade rural que constava na nota falsa como destino dos animais foi bloqueada do sistema de trânsito da Iagro e vai passar por fiscalização da unidade volante. Titular da Semagro, o secretário Jaime Verruck lembra que o Estado está passando por um período rígido de fiscalização para retirada da obrigatoriedade da vacina contra a febre aftosa.

“Nós temos uma meta de retirar a vacina e sermos livre de febre aftosa sem vacinação e, para isso, temos de ser efetivos na fiscalização dos animais. Não podemos permitir riscos para a sanidade animal, como é o caso desses animais apreendidos hoje”, afirma o secretário Jaime Verruck.

PNEFA

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) tem como objetivo principal “criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira”. Foi delineado para ser executado em um período de 10 anos, iniciando em 2017 e encerrando em 2026.

Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo com os esforços para a erradicação da doença na América do Sul. Um dos seus objetivos é a substituição gradual da vacinação contra a febre aftosa, em todo o território brasileiro, que implica na adoção de diversas ações a serem desenvolvidas em âmbito municipal, estadual e nacional, com o envolvimento do Serviço Veterinário Oficial (SVO), setor privado, produtores rurais e agentes políticos.

Priscilla Peres, comunicação Semagro

Foto: Divulgação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Preocupação com as queimadas leva Agência Nacional de Águas a criar Sala de Crise do Pantanal

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Provocada pela ANA (Agência Nacional de Águas), reunião remota com cerca de 90 participantes – entre autoridades, gestores e técnicos – discutiu durante toda a tarde desta terça-feira (22) a situação da seca na região do Pantanal. Os secretários de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, e do Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, apresentaram as preocupações dos dois estados com os incêndios que já destruíram cerca de 3 milhões de hectares de vegetação pantaneira e a escassez de chuvas que reduziu consideravelmente o nível de água dos rios, prejudicando a navegação e já ameaçando o abastecimento em algumas cidades.

“Chegamos ao consenso, ouvindo as avaliações técnicas, que a situação da seca vai se agravar nas próximas três semanas, embora eu entenda que só teremos a normalidade das chuvas em três meses. Sendo assim, e mantendo todo o aparato que já disponibilizamos para fazer o combate aos incêndios, vamos continuar sofrendo, já queimaram 3 milhões de hectares e não sei mais quanto vai queimar. A situação é bastante grave”, disse Verruck.

Análises de técnicos da Embrapa Pantanal, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), do CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), do CPRM (Serviço Geológico do Brasil), e do ONS (Observador Nacional do Sistema Elétrico), foram unânimes ao retratar a atual situação de baixa pluviosidade como a mais grave das últimas décadas na região do Pantanal, o que leva a redução do volume dos rios e cria o ambiente propício a desastres como os incêndios.

Ante o problema, foi instalada a Sala de Crise do Pantanal, sob a liderança da Agência Nacional de Águas e envolvendo técnicos, autoridades ambientais dos dois estados e representantes de organizações civis que atuam na área, para tomada de soluções capazes ao menos de mitigar os efeitos da crise hídrica. “O objetivo é nivelar informações, promover a articulação de atores e coordenar ações de gestão de recursos hídricos para enfrentar o que vem se configurando como a pior seca já registrada na região”, resumiu Verruck.

A Sala de Crise do Pantanal vai se reunir novamente, de forma remota, no dia 1º de outubro, quando já devem ser propostas ações concretas para enfrentamento do problema, de forma coordenada e conjunta. Por enquanto não há risco de desabastecimento das cidades que dependem dos principais rios do entorno pantaneiro, entretanto, a navegabilidade do rio Paraguai já foi afetada e deve piorar nos próximos dias. Relatório apresentado pela Capitania da Marinha instalada em Ladário prevê que o nível do rio Paraguai, que já atinge a marca mais baixa na régua existente naquele ponto desde 1947, vai continuar baixando.

Os institutos de Meteorologia estimam que para as próximas três semanas o acumulado de chuvas na região do Pantanal não deva ultrapassar 17 milímetros, insuficiente para apagar os focos de incêndio. As temperaturas devem subir e a mistura de calor e baixa umidade é propícia para o fogo se alastrar.

João Prestes, Semagro

Fotos: Divulgação

Fonte: Governo MS

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