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Justiça decreta prisão preventiva de presidente e Superintendente da OSS Santa Casa de Andradina

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O juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrequini Buffulin, atendeu pedido do delegado seccional Ailton Canato transformou as prisões de nove pessoas já presas na Operação Hígia, de temporárias em preventivas, entre elas a do advogado Fábio Òbici e o administrador de empresa Sebastião Sérgio da Silva, respectivamente presidente e superintendente da Organização Social de Saúde (OSS), Irmandade Santa Casa de Andradina.

Além dos dois, tiveram as prisões preventivas decretadas o ex-policial militar e então provedor da Santa Casa de Fernandópolis, Fernando Zanqui, que havia se apresentado à Polícia Civil após a operação, sua esposa Gláucia Zanqui,  diretora do AME, que cumpre prisão domiciliar beneficiada pela Lei por ter um filho menor de 12 anos que necessita de seus cuidados, além do ex-bancário e também diretor administrativo da Santa Casa de Fernandópolis Luciano Jara Rodrigues, todos com origem em Andradina.

Também continuam presos o ex-deputado estadual Gilmar Gimenes (PSDB) e  Duílio Igor de Oliveira, além de um advogado e outros dois de Araçatuba. Outros membros dos Conselhos Fiscal e Administrativo, em várias gestões, seguem com restrições impostas pela Justiça e estão proibidos de frequentar o hospital – salvo por necessidade médica -, sair do município sem autorização e manter contato com os envolvidos.

PENITENCIÁRIAS

Com essa decisão, os presos acima citados podem deixar a Cadeia Pública de Guarani d´Oeste e serem transferidos para outros presídios na região, como a Penitenciária de Paulo de Faria – recém-inaugurada -, Riolândia ou até mesmo em Presidente Venceslau, onde possui cela especial para advogados.

Os investigados serão indiciados por peculato, fraude em licitações, falsidade ideológica, homicídio doloso, aborto e organização criminosa.

A Justiça também decretou o bloqueio de bens de todos os envolvidos para ressarcimentos de possíveis prejuízos causados à Santa Casa de Fernandópolis detectados no curso das investigações. Alguns falam em valores de até R$ 50 milhões.

Advogados vão ao TJ pedir HC em favor de presos na Operação Hígia

Os advogados de defesa do ex-deputado estadual Gilmar Gimenes e de seis membros da OSS de Andradina devem entrar com pedido Habeas Corpus no Tribunal de Justiça em São Paulo com objetivo de reverter à decisão do juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrequini Buffulin, que decretou as prisões preventivas.

O objetivo dos advogados é relaxar as prisões, fazendo com que os envolvidos respondam todo o processo em liberdade. Eles são acusados dos crimes de peculato, fraude em licitações, falsidade ideológica, homicídio doloso, aborto e organização criminosa.

OPERAÇÃO HÍGIA

A Polícia Civil de Fernandópolis deflagrou no último dia 17, a Operação Hígia, que  investiga possíveis irregularidades na Santa Casa de Fernandópolis. Foram 14 mandados de prisão, com 13 detidos e 20 mandados de busca e apreensão. As investigações foram conduzidas pelo delegado Ailton Canato, que investiga a ‘caixa preta’ da entidade. A Operação foi batizada como Hígia, em referencia a deusa grega da Saúde.

As investigações tiveram início em abril de 2018, após uma denuncia formal do vereador Murilo Jacob. Essa operação de hoje é um desdobramento da Operação “Assepsia” realizada em julho de 2019, quando foram realizadas buscas nas sedes da Santa Casa e empresas investigadas, todas de Fernandópolis.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou indícios de fraudes em processos licitatórios para aquisição de insumos e outros serviços, caracterizando uma organização criminosa que atuava na administração do AME e Lucy Montoro. (com informações do site regiãonoroeste.com)

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Em Castilho| Criança de 6 anos morre ao ser picada por escorpião

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Brayan Joseph Marques de Lima, 6 anos, morador do bairro Nelson Borges, em Castilho, morreu na madrugada desta quinta-feira (9), na Santa Casa de Araçatuba. O menino foi vítima da picada de um escorpião no rosto na terça-feira (7), quando brincava no quarto de sua casa com a sua mãe.

O Paparazzi News apurou que a vítima estava em casa brincando enrolado em uma coberta, quando sentiu o seu rosto doendo, a sua mãe rapidamente desenrolou a coberta e caiu o bicho no chão, que foi morto.

A criança foi socorrida ao pronto-socorro, em seguida foi transferida para a Santa Casa de Andradina onde entrou com o quadro de náusea e parada cardíaca que foi revertida e em seguida foi transferido para a Santa Casa de Araçatuba onde permaneceu internado na UTI infantil e na madrugada não resistiu falecendo.

A Escola Youssef Neif Kassab em que o menino estudou lamentou o fato e fez uma postagem nas redes sociais; “Hoje é um dia muito triste para a nossa escola, o nosso aluno Brayan Joseph Marques de Lima do 1 ano branco veio a óbito, não dá para descrever com palavras tamanha dor.
“Pedimos a Deus que conforte toda a família, que lhes dê força para enfrentar este momento tão doloroso. Um anjinho de luz foi brilhar no céu.”

A família aguarda a chegada do corpo prevista para o meio dia para se despedir com o sepultamento. Vale lembrar que o velório é apenas para os familiares, baseado na lei do distanciamento social da Covid-19.

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Jovem morto por Covid-19 aos 26 anos em São Paulo

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O jovem Mauricio Kazuhiro Suzuki, com 26 anos recém completados no início do mês, era advogado e tinha hábitos saudáveis -frequentava uma academia e tinha o hábito de correr, tendo já competido em algumas provas, inclusive uma meia maratona. Por isso, a notícia de sua morte em decorrência do coronavírus, neste sábado (28), deixou amigos e familiares perplexos.

“Foi um golpe duro”, conta Diego Meireles, amigo que conheceu Suzuki quando os dois estudavam direito no Mackenzie. “Nunca cogitamos essa possibilidade. Ficamos [ele e amigos] meio sem entender como o vírus acabou fazendo dele uma vítima.”

Mauricio, que morava com os pais em Itaquera (zona leste de SP), começou a ter febre na segunda (16). Segundo sua irmã, ele foi ao Hospital Cruz Azul, na quarta (18), acompanhado de sua mãe, após a febre persistir mesmo com o uso de medicamentos.

Durante a consulta não foi realizado nenhum exame e os médicos disseram que era uma gripe, receitando remédios para aliviar os sintomas. Preocupado, Mauricio não voltou para a casa dos pais, já idosos, e foi para a casa da irmã, que vive em Diadema com o marido.

No dia seguinte, após nenhuma melhora, ele voltou ao no hospital, desta vez no Santa Cruz, e acompanhado da irmã. Uma tomografia mostrou que havia fortes sinais de infecção por coronavírus mas, como não apresentava nenhum quadro grave, foi enviado novamente para casa e sem realizar exame de confirmação. A indicação era que voltasse caso os sintomas evoluíssem.

E foi o que aconteceu. O jovem procurou o pronto-socorro da unidade no dia 23 com quadro de síndrome respiratória grave e foi direcionado para a Unidade de Tratamentos Intensivos. O quadro foi se agravando até que, no sábado, ele não resistiu e morreu.

O teste para Covid-19 foi realizado após uma tomografia de tórax revelar padrão compatível com pneumonite viral, o que tornou o caso suspeito, informou o hospital, após o óbito, por meio de uma nota.

Simone conta que os próprios médicos ficaram surpresos com o caso, uma vez que Mauricio não fazia parte de nenhum grupo de risco e não tinha nenhuma doença pré-existente -a única coisa é que tinha altos níveis de ácido úrico no sangue, mas tomava remédio para controlar a situação.

Após a perda do irmão, Simone agora acompanha os pais que estão internados na Prevent Senior por apresentarem quadro de coronavírus. “Eles estão com grande suspeita, vão coletar o exame hoje talvez. Eles são grupos de risco, idosos, mais debilitados”, contou.

Procuradas, as assessorias dos hospitais Santa Cruz e Cruz Azul não responderam à reportagem até a publicação deste texto.

Em post nas redes sociais, amigos e familiares de Mauricio prestaram homenagens, mas também chamaram a atenção para a gravidade do novo coronavírus.

“Quero deixar aqui é principalmente o alerta sobre essa ‘gripezinha’. […] Por favor sejam sensatos e não caiam nessa de ‘isolamento vertical’. Não queiram passar pelo que eu e minha família estamos passando”, escreveu uma prima no Facebook.

“Ele era uma pessoa muito querida, de coração enorme, inteligentíssimo e muito determinado”, descreveu Pedro Kuchminski, também amigo dos tempos de faculdade.

Mauricio ainda tinha hábitos saudáveis, frequentava academia e, há cerca de dois anos, também corria. “Ele fazia uns treinos e eventualmente até se inscrevia em algumas provas”, complementa Meireles.

Formado em 2018 pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mauricio trabalhava em um escritório de advocacia empresarial.

Ele começou como estagiário em outra empresa e, quando um dos sócios decidiu abrir seu próprio negócio, convidou Mauricio para acompanhá-lo. “Ele era admirado, Hernani [seu chefe] zelava por ele”, contra Meireles.

Mauricio foi velado no Cemitério Jardim do Pêssego, em Itaquera, neste domingo (29), com a presença de familiares. Já os amigos acompanharam pelo Zoom (aplicativo de vídeo). “Ninguém tinha condições de ir e ninguém queria correr o risco visto que ele não era grupo de risco, um cara super saudável e ativo”, contou Meireles.

Fonte: gauchazh

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