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Mato Grosso do Sul

Junho Prata abre mobilização estadual de enfrentamento à violência contra a população idosa em MS

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Com o objetivo de fortalecer a rede de proteção, ampliar o debate sobre direitos e mobilizar os municípios sul-mato-grossenses para o enfrentamento à violência contra a população idosa, a Secretaria de Estado da Cidadania realiza nesta segunda-feira (1º), às 9h, a live de abertura oficial do Junho Prata 2026.

Promovida pela Subsecretaria de Políticas Públicas para Pessoas Idosas, a ação marca o início da campanha estadual de conscientização, prevenção e enfrentamento às violências cometidas contra pessoas idosas, reunindo gestores municipais, conselhos de direitos, instituições, profissionais da rede de proteção e sociedade civil em um momento de articulação e fortalecimento coletivo.

A abertura contará com palestra da professora doutora Naira de Fátima Dutra Lemos, assistente social, especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, mestre e doutora em Ciências pela Unifesp e integrante do Conselho Consultivo Pleno da SBGG Nacional.

Imagem de atividade da Subsecretaria da Pessoa Idosa em Centro de Convivência do Idoso da Capital. (Foto: Paula Maciulevicius/SEC)

Durante a live também será lançado o Calendário Estadual do Junho Prata 2026, ferramenta que reúne e dá visibilidade às ações desenvolvidas pelos municípios, instituições e parceiros ao longo do mês, fortalecendo o caráter coletivo da campanha em todo o Estado.

A subsecretária de Políticas Públicas para Pessoas Idosas, Larissa Paraguassu, destaca que o Junho Prata 2026 representa um importante movimento de fortalecimento da rede de proteção e valorização da população idosa em Mato Grosso do Sul. “Neste ano, nossa principal estratégia foi realizar uma abertura em formato online, permitindo a participação simultânea dos municípios de todas as regiões do Estado. Essa decisão nasce justamente do compromisso da Subsecretaria com a municipalização das ações e com o fortalecimento das redes locais em todos os territórios”, afirma.

Segundo Larissa, a proposta é garantir que os municípios sejam parte ativa da construção da campanha, ampliando o acesso às discussões sobre prevenção das violências contra a população idosa. “Mais do que concentrar a mobilização em um único espaço físico, o objetivo foi fazer com que os municípios se sentissem protagonistas de toda a construção do Junho Prata, fortalecendo o envolvimento local e ampliando o debate sobre os direitos da pessoa idosa”, ressalta.

Como parte da preparação da campanha, a Subsecretaria desenvolveu um trabalho contínuo de apoio técnico e articulação com os municípios por meio de atendimentos online voltados à orientação sobre o Programa Estadual Envelhecer Legal e às tratativas do Junho Prata 2026.

Os encontros possibilitaram esclarecimento de dúvidas, alinhamento de ações, construção coletiva de estratégias e compartilhamento de experiências, respeitando as especificidades de cada território.

Para Larissa Paraguassu, o Junho Prata vai além de ser uma campanha. “O Junho Prata reafirma o compromisso do nosso Estado com a construção de uma sociedade que respeite o envelhecimento, enfrente o idadismo e fortaleça a dignidade e a proteção das pessoas idosas”, completa.

Instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) como marco internacional de conscientização e combate à violência contra pessoas idosas, o mês de junho ganhou em Mato Grosso do Sul a identidade do Junho Prata, campanha realizada desde 2018 pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cidadania e instituições parceiras.

A iniciativa também reforça o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, celebrado em 15 de junho, data reconhecida internacionalmente como alerta para a necessidade de combater negligência, abandono, violência física, psicológica, patrimonial e todas as formas de violação de direitos.

A live de abertura oficial do Junho Prata 2026 será realizada nesta segunda-feira (01/06), às 9h, pelo link (clique aqui).

Paula Maciulevicius, da Comunicação da Cidadania
Foto de capa: Paula Maciulevicius, da Cidadania

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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