Economia

Ibovespa despenca mais de 5% após pausa de Carnaval

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O Ibovespa despencava mais de 5% nesta quarta-feira, com as ações domésticas tendo um realinhamento de preços aos mercados globais, que caíram forte nos últimos dias, quando a bolsa brasileira esteve fechada devido ao Carnaval.

Às 14:50, o Ibovespa caía 5,34%, a 107.606,30 pontos. O giro financeiro da sessão era de 11 bilhões de reais.

A bolsa paulista retomou os negócios na encurtada sessão desta Quarta-feira de Cinzas refletindo a preocupação global com o surto do coronavírus, que se intensificou nos últimos dias. No pior momento, o Ibovespa tocou a mínima desde novembro.

Mercados Internacionais sofreram no início desta semana diante da disseminação do vírus, com a Ásia registrando centenas de novos casos, enquanto os Estados Unidos alertaram para a possibilidade de uma pandemia.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, confirmou nesta manhã o primeiro caso da doença no Brasil, um homem de 61 anos que esteve na Itália, país que já teve 19 mortes pela doença. Ele está em isolamento domiciliar em São Paulo.

Para Raphael Guimarães, operador de renda variável da RJ Investimentos, a queda do Ibovespa foi reduzida devido à reação parcial em Wall Street. O índice Dow Jones e o S&P 500 ganhavam 0,5%.

“Mantemos a visão de longo prazo positiva, mas como estamos observando os impactos na conjuntura econômica é difícil tentar projetar cenários”, afirmou Guimarães.

DESTAQUES

– PETROBRAS PN e PETROBRAS ON caíam 7,3% e 8%, respectivamente, refletindo a aguda queda nos contratos futuros do petróleo nos últimos dias.

– AZUL PN desabava 11,2%, maior queda do índice, enquanto GOL PN aparecia logo em seguida, com recuo de 10,7%.

– ITAÚ UNIBANCO perdia 3,9%, enquanto BRADESCO PN tinha desvalorização de 3,3%, e SANTANDER BRASIL caía 5,6%.

– VALE ON perdia 8%, acumulando queda de mais de 13% no ano. CSN

– MARFRIG ON recuava 5,6%, mas ainda acumulando valorização de mais de 20% em fevereiro. JBS ON perdia 7,3% e BRF FOODS ON recuava 5,5%.

Fonte: Reuters

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Economia

Autônomo pode baixar aplicativo a partir de hoje para renda de R$ 600, veja aqui

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A partir das 9h de hoje (7), de 15 milhões a 20 milhões de trabalhadores informais não inscritos em programas sociais poderão baixar o aplicativo da Caixa Econômica Federal que permitirá o cadastramento para receberem a renda básica emergencial.

O auxílio – de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras – será pago por pelo menos três meses para compensar a perda de renda decorrente da pandemia de coronavírus.

A Caixa também lançará uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e a realização do cadastro. Detalhes como o nome do aplicativo, o endereço do site e o número da central telefônica serão divulgados pelos ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes; pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães; e pelo presidente do Dataprev, Gustavo Canuto, em evento nesta manhã no Palácio do Planalto.

Deverão cadastrar-se trabalhadores autônomos não inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e que não pagam nenhuma contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Quem não sabe se está no CadÚnico pode conferir a situação ao digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no aplicativo.

Quem contribui para a Previdência como autônomo ou como microempreendedor individual (MEI) já teve o nome processado pela Caixa Econômica e está automaticamente apto a receber o benefício emergencial. Ontem (6) à noite, o ministro Onyx Lorenzoni disse que os primeiros benefícios começarão a ser pagos ainda hoje para quem está nos cadastros do governo. Segundo ele, o pagamento para esse primeiro grupo deve ser concluído até amanhã (8).

Funcionamento

Quanto aos trabalhadores autônomos ainda não cadastrados, o pagamento será feito até 48 horas depois da conclusão do cadastro no aplicativo. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos.

Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas. O próprio aplicativo, ao analisar o CPF (Cadastro de Pessoa Física) , verificará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda básica.

Bolsa Família

O terceiro grupo é formado pelos beneficiários do Programa Bolsa Família, que não precisarão baixar o aplicativo. Segundo Lorenzoni, eles já estão inscritos na base de dados e poderão – entre os dias 16 e 30 – escolher se receberão o Bolsa Família ou a renda básica emergencial, optando pelo valor mais vantajoso.

O ministro da Cidadania lembrou que o benefício de março do Bolsa Família terminou de ser pago no último dia 30. Para ele, o pagamento do novo benefício a essas famílias antes do dia 16 complicaria o trabalho do governo federal, que ainda está consolidando a base de dados, de separar os grupos de beneficiários.

Outro aplicativo

Além da ferramenta para o cadastro de trabalhadores autônomos, a Caixa lançará um aplicativo exclusivo para o pagamento da renda básica emergencial.

Segundo o presidente do banco, Pedro Guimarães, esse segundo aplicativo funcionará de modo semelhante ao do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), permitindo escolher uma conta bancária para o recebimento ou optar pelo saque em casas lotéricas.

Por Agência Brasil

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Economia

Auxílio de até R$ 1.200 para trabalhadores já tem data para ser liberado

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De acordo com o Ministério da Cidadania, o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, intermitentes e microempreendedores individuais (MEIs), deverá começar no próximo dia 16 de abril. A previsão é de que os primeiros beneficiados sejam os assistidos pelo programa Bolsa Família.

O grupo foi colocado na linha de frente em razão de muitos dos beneficiários já possuir cadastro nos sistemas do governo. Além disso, o calendário do Bolsa Família começará exatamente no próximo dia 16, o que facilitará o repasse das quantias.

Será permitido o acúmulo de até dois benefícios por família ou, no caso de mães monoparentais, responsáveis diretas pelo sustento da casa, o recebimento de duas cotas, totalizando R$ 1.200,00.

Posteriormente, serão feitos os pagamentos aos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico): sistema que coleta e armazena as informações das famílias de baixa renda no país para sua inserção em programas sociais. Em seguida, entram na fila dos MEIS e os contribuintes individuais do Instituto Nacional do seguro Social (INSS).

Informais e calendário – Os trabalhadores informais sem inscrição no CadÚnico farão parte do último grupo a receber o auxílio. Isso porque o governo precisa encontrar um meio de fazer o dinheiro chegar aos que realmente necessitam.

Para isso, está sendo desenvolvido uma página na internet pela qual serão enviados os documentos que comprovem a renda do trabalhador (autodeclaração). Sobre a ordem dos pagamentos, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em texto publicado na página do ministério, declarou:

“Pagaremos as 14 milhões de pessoas do Bolsa Família agora em abril. Aqueles que estão no Bolsa Família e têm pela lei direito aos R$ 600, seguramente vamos pedir para que a Caixa Econômica Federal faça um esforço e emita uma Folha suplementar para agilizar e permitir o pagamento”.

Também está sendo preparado um calendário de escalonamento para os pagamentos aos beneficiários. A estratégia é realizar os saques em diferentes datas para evitar aglomerações em casas lotéricas, bancos ou quaisquer outros pontos de saque ao auxílio estabelecido pelo governo.

Estima-se que sejam operacionalizados os serviços da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Correios para os pagamentos.

Quem poderá receber?

O repasse do dinheiro, apelidado de “coronavoucher”, será feito ao candidato que cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

  • Ser maior de 18 anos de idade;
  • Não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou qualquer outro programa de transferência de renda do governo federal (com exceção do Bolsa Família);
  • Possuir renda mensal per capita (por pessoa) de até R$ 522,00 (meio salário mínimo) ou renda familiar total de até R$ 3.135,00 (três salários mínimos);
  • Não ser trabalhador formal ou com contrato temporário;
  • Não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,07 em 2018.

Também são exigidas condições como: ter cumprido o critério de renda média até 20 de março e ser contribuinte individual ou facultativo da Previdência Social.

Com informações: Editalconcursosbrasil

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