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Mato Grosso do Sul

Governo confirma 56 novos casos de Coronavírus em Três Lagoas e MS registra 14 óbitos em 24h

Publicado

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Nesta quarta-feira, dia 12 de agosto, o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde trouxe a confirmação de mais 947 exames positivos para o novo coronavírus (Covid-19). Com isso, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 33.509.

Entre os municípios com maior número de novas confirmações, Campo Grande aparece com 429 novos casos. Três Lagoas aparece com 56. Corumbá com 54 novos casos e Miranda com 52.

Município de residência Atualizações do dia*
Campo Grande +429
Três Lagoas +56
Corumbá +54
Miranda +52
Sidrolândia +37
Aquidauana +36
Dourados +31
Ponta Porã +23
Rio Brilhante +20
Anastácio +17
Mundo Novo +13
São Gabriel do Oeste +12
Dois Irmãos do Buriti +11
Paranaíba +11
Ladário +10
Naviraí +10
Bataguassu +9
Eldorado +9
Deodápolis +8
Nova Andradina +8
Cassilândia +7
Bonito +6
Jardim +6
Juti +5
Maracaju +5
Santa Rita do Pardo +5
Tacuru +5
Batayporã +4
Chapadão do Sul +4
Costa Rica +4
Vicentina +4
Caarapó +3
Iguatemi +3
Itaporã +3
Paraíso das Águas +3
Rio Verde de Mato Grosso +3
Sonora +3
Bandeirantes +2
Itaquiraí +2
Porto Murtinho +2
Selvíria +2
Terenos +2
Água Clara +1
Antônio João +1
Aparecida do Taboado +1
Corguinho +1
Coronel Sapucaia +1
Guia Lopes da Laguna +1
Inocência +1
Jateí +1
Paranhos +1
Rio Negro +1
Sete Quedas +1

Dos 33.509 casos confirmados, 5.198 estão em isolamento domiciliar, 27.239 estão sem sintomas e já estão recuperados e 514 estão internados. Sete pacientes internados são procedentes de fora do Estado.

Na macrorregião de Campo Grande 87% dos leitos já estão ocupados, de Dourados 50%, macrorregião de Três Lagoas 30% dos leitos ocupados e macrorregião de Corumbá com 77% de ocupação.

Foram registrados ainda 14 óbitos, passando para 558 mortes pela doença em Mato Grosso do Sul, mantendo a taxa de letalidade em 1,7%. Os óbitos foram quatro em Campo Grande. Corumbá aparece com quatro óbitos. Dois em Miranda. Dourados, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Sidrolândia e Nova Andradina registraram um óbito cada.

Os casos suspeitos em investigação tiveram as amostras encaminhadas para o Lacen, e os resultados ficam prontos entre 24 a 72 horas, após o recebimento das amostras.

Acompanhe os boletins periódicos no link: http://www.vs.saude.ms.gov.br.

 

Katiuscia Fernandes – Subsecretaria de Comunicação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Durante fiscalização, Iagro e DOF apreendem três caminhões com animais e guia de trânsito falsificada

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Três caminhões com 120 cabeças de gado e documentação falsa foram apreendidos nesta quarta-feira (23) em fiscalização da Iagro (Agência de Defesa Sanitário Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul) em conjunto com o DOF (Departamento de Operações de Fronteiras). Os animais serão encaminhados para abate sanitário.

A apreensão ocorreu durante fiscalização de rotina da Iagro, órgão vinculado a Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), no posto fiscal localizado entre os municípios de Vista Alegre e Ponta Porã. A equipe constatou que a GTA (Guia de Trânsito Animal), documento obrigatório para o transporte de gado no Estado, era falsificada e os animais oriundos do Paraguai.

“Isso significa que os animais não têm origem conhecida, por isso que foram apreendidos e serão enviados para abate sanitário. Esta é uma ação de fortalecimento do controle de trânsito e segue as ações previstas no PNEFA (Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa) “, explica o diretor-presidente da Iagro, Danie Ingold.

A propriedade rural que constava na nota falsa como destino dos animais foi bloqueada do sistema de trânsito da Iagro e vai passar por fiscalização da unidade volante. Titular da Semagro, o secretário Jaime Verruck lembra que o Estado está passando por um período rígido de fiscalização para retirada da obrigatoriedade da vacina contra a febre aftosa.

“Nós temos uma meta de retirar a vacina e sermos livre de febre aftosa sem vacinação e, para isso, temos de ser efetivos na fiscalização dos animais. Não podemos permitir riscos para a sanidade animal, como é o caso desses animais apreendidos hoje”, afirma o secretário Jaime Verruck.

PNEFA

O Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) tem como objetivo principal “criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira”. Foi delineado para ser executado em um período de 10 anos, iniciando em 2017 e encerrando em 2026.

Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo com os esforços para a erradicação da doença na América do Sul. Um dos seus objetivos é a substituição gradual da vacinação contra a febre aftosa, em todo o território brasileiro, que implica na adoção de diversas ações a serem desenvolvidas em âmbito municipal, estadual e nacional, com o envolvimento do Serviço Veterinário Oficial (SVO), setor privado, produtores rurais e agentes políticos.

Priscilla Peres, comunicação Semagro

Foto: Divulgação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Preocupação com as queimadas leva Agência Nacional de Águas a criar Sala de Crise do Pantanal

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Provocada pela ANA (Agência Nacional de Águas), reunião remota com cerca de 90 participantes – entre autoridades, gestores e técnicos – discutiu durante toda a tarde desta terça-feira (22) a situação da seca na região do Pantanal. Os secretários de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, e do Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, apresentaram as preocupações dos dois estados com os incêndios que já destruíram cerca de 3 milhões de hectares de vegetação pantaneira e a escassez de chuvas que reduziu consideravelmente o nível de água dos rios, prejudicando a navegação e já ameaçando o abastecimento em algumas cidades.

“Chegamos ao consenso, ouvindo as avaliações técnicas, que a situação da seca vai se agravar nas próximas três semanas, embora eu entenda que só teremos a normalidade das chuvas em três meses. Sendo assim, e mantendo todo o aparato que já disponibilizamos para fazer o combate aos incêndios, vamos continuar sofrendo, já queimaram 3 milhões de hectares e não sei mais quanto vai queimar. A situação é bastante grave”, disse Verruck.

Análises de técnicos da Embrapa Pantanal, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), do CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), do CPRM (Serviço Geológico do Brasil), e do ONS (Observador Nacional do Sistema Elétrico), foram unânimes ao retratar a atual situação de baixa pluviosidade como a mais grave das últimas décadas na região do Pantanal, o que leva a redução do volume dos rios e cria o ambiente propício a desastres como os incêndios.

Ante o problema, foi instalada a Sala de Crise do Pantanal, sob a liderança da Agência Nacional de Águas e envolvendo técnicos, autoridades ambientais dos dois estados e representantes de organizações civis que atuam na área, para tomada de soluções capazes ao menos de mitigar os efeitos da crise hídrica. “O objetivo é nivelar informações, promover a articulação de atores e coordenar ações de gestão de recursos hídricos para enfrentar o que vem se configurando como a pior seca já registrada na região”, resumiu Verruck.

A Sala de Crise do Pantanal vai se reunir novamente, de forma remota, no dia 1º de outubro, quando já devem ser propostas ações concretas para enfrentamento do problema, de forma coordenada e conjunta. Por enquanto não há risco de desabastecimento das cidades que dependem dos principais rios do entorno pantaneiro, entretanto, a navegabilidade do rio Paraguai já foi afetada e deve piorar nos próximos dias. Relatório apresentado pela Capitania da Marinha instalada em Ladário prevê que o nível do rio Paraguai, que já atinge a marca mais baixa na régua existente naquele ponto desde 1947, vai continuar baixando.

Os institutos de Meteorologia estimam que para as próximas três semanas o acumulado de chuvas na região do Pantanal não deva ultrapassar 17 milímetros, insuficiente para apagar os focos de incêndio. As temperaturas devem subir e a mistura de calor e baixa umidade é propícia para o fogo se alastrar.

João Prestes, Semagro

Fotos: Divulgação

Fonte: Governo MS

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