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Esportes

Futebol: Federação enviará a governo de SP nova proposta para retorno

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A Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciou nesta sexta-feira (5) que encaminhará novamente aos governos do estado de São Paulo e das prefeituras uma proposta “minuciosa” para retomada dos treinamentos em cidades onde as atividades ainda não foram liberadas, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O assunto foi tratado em uma videoconferência realizada nesta sexta-feira (5), que reuniu dirigentes da entidade, representantes dos 16 clubes da Série A-1 (primeira divisão) do Campeonato Estadual e dos sindicatos paulistas de atletas e árbitros.

Segundo comunicado oficial, emitido após a reunião, a FPF justifica o novo contato junto às autoridades “diante da flexibilização da quarentena anunciada pelas autoridades públicas paulistas, inclusive com liberação a shoppings, que contam com cuidados menos rigorosos do que os previstos pelo protocolo do futebol paulista”. Ainda segundo a nota, o protocolo de retorno prevê “a testagem de todos os profissionais, com retomada gradual dos treinamentos, iniciando com atividades individuais e em ambientes abertos”.

No fim de maio, em entrevista coletiva, o governador João Doria, de São Paulo, explicou que a retomada de atividades esportivas, a partir de junho, dependeria da situação de cada região do território paulista,  que estão sendo avaliadas em cinco fases – quanto mais avançada a etapa, maior a flexibilização. A revisão das fases se dá a cada 14 dias. O estadode São Paulo é o mais afetado no país pela covid-19, com 134.565 casos confirmados e 8.842 mortes registradas desde o início da pandemia, conforme números apresentados pela Secretaria de Sáude.

No momento, a região metropolitana de São Paulo (exceto a capital), a Baixada Santista e o Vale do Ribeira ainda estão na primeira fase, que libera somente o funcionamento de serviços essenciais. As áreas de Bauru, Araraquara, São Carlos, Barretos e Presidente Prudente foram alocadas na fase três – liberação da retomada de estabelecimentos como bares e restaurantes, com medidas de distanciamento -, enquanto o restante do Estado ( inclusive a capital) constam na fase dois, que permite a reabertura de concessionárias, escritórios, comércio e shoppings, com restrições.

Ainda não há previsão de data para o reinício do Estadual, suspenso desde o dia 16 de março, após a vitória do Guarani sobre a Ponte Preta,por 3 a 2, em Campinas (SP), já com portões fechados. A primeira divisão paulista foi suspensa na décima rodada, restando duas para o término da primeira fase. A FPF tem defendido que o torneio seja finalizado “em campo”. Segundo o cronograma anunciado por Doria, o retorno do campeonato só seria liberado na quinta e última etapa do processo de flexibilização da quarentena.

A expectativa da FPF é ter uma resposta do governo estadual até a próxima reunião, marcada para a próxima terça (9), às 11 horas. Hoje (5), em entrevista coletiva, o governador paulista adiantou que “ainda não há uma posição definitiva para o retorno do futebol e demais esportes”. Já sobre a retomada do Paulistão, o coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, Carlos Carvalho, explicou que o poder público trabalha em duas frentes.

“Primeiro, temos um grupo estudando a forma como o vírus se espalha e pode ser disseminado em uma corrida, uma atividade de bicicleta ou em um jogo de futebol, basquete ou tênis. Pretendemos levar, nas próximas duas semanas, isso para discussão do comitê de crise, para embasar uma sugestão de eventual abertura desse tipo de atividade, se for seguro e possível”, descreve  Carvalho, durante sabatina com jornalistas. “Na outra frente, temos tido contato com as federações e estamos aguardando que elas apresentem os protocolos dos clubes, para colocarmos em discussão mais detalhada se será possível voltarmos com os campeonatos e o que foi interrompido [pela pandemia]”, completou.

Na Série A-1, o Red Bull Bragantino é o único que, por enquanto, confirmou ter retomado as atividades, fato que desagradou dirigentes de alguns grandes clubes, que anteriormente  haviam se reunido com a FPF, em defesa da volta de forma conjunta. Em nota, o time de Bragança Paulista (SP) disse que a prefeitura local liberou o reinício dos treinamentosa e afirmou ter seguido “todas as recomendações das organizações governamentais e de saúde” , além de ter apresentado um “protocolo completo” para o poder público.

“Com a aprovação em mãos e todas as pessoas envolvidas devidamente testadas, iniciamos trabalhos físicos, em grupos reduzidos e sem bola. Treinos similares aos que vinham sendo realizados por vídeo, mas com condições de trabalho físicas e emocionais mais adequadas”, afirmou a nota do Bragança Paulita. O comunicado do clube assegura não existir “nenhuma tentativa de obter vantagem técnica, mas sim de dar um primeiro passo consciente e seguro rumo à retomada do futebol.”.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

CBF afirma que Brasileiro começa no dia 9 de agosto

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Horas após o governador de São Paulo, João Doria, afirmar, nesta segunda (6), que os clubes de futebol de seu estado não poderão iniciar a participação no Campeonato Brasileiro antes do término do Campeonato Paulista, a Confederação Brasileira de Futebol divulgou nota na qual diz que o começo do Brasileirão será em 9 de agosto.

“A respeito da declaração do governador de São Paulo, João Doria, em coletiva nesta segunda-feira, 6, sobre o Campeonato Brasileiro, a CBF afirma que: 1 – Os clubes de São Paulo aprovaram, em reunião no dia 25 de junho, com a presença dos 40 clubes das Séries A e B, as datas de 9 de agosto para o início da Série A do Campeonato Brasileiro e 8 de agosto para início da Série B. 2 – Para preservar estas datas, os clubes concordaram em jogar fora de seus domínios, transferindo o seu mando de campo para outra cidade ou estado caso o seu local de jogo não esteja liberado nas datas de início das competições. Essa decisão foi tomada em votação que contou com o apoio de 19 clubes da Série A, incluindo todos os de São Paulo. 3 – Os clubes de São Paulo disputantes do Campeonato Brasileiro da Série A reafirmaram sua posição em contato com a CBF, nesta segunda-feira, 6. A CBF e a Federação Paulista de Futebol [FPF] estão em permanente sintonia em relação aos temas de interesse do futebol brasileiro”, diz a nota.

Doria expressou sua posição um dia após a publicação de entrevista do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, ao jornal O Globo, na qual ele confirma a abertura das Séries A, B e C do torneio nacional para os dias 8 e 9 de agosto.

“Temos três rodadas para concluir o campeonato [na verdade, duas para finalizar a primeira fase, tendo ainda o mata-mata pela frente]. Sem concluir [o Estadual], os times de São Paulo não podem participar do Brasileiro. Estamos levando isso em conta, os aspectos de saúde e o protocolo assinado com a Federação Paulista de Futebol [FPF]. E esta, por sua vez, com as equipes da primeira divisão [Série A1]”, afirmou Doria, em entrevista coletiva. “Sobre a decisão da CBF de voltar no dia 9, não houve consulta prévia ao governo do estado de São Paulo”, completou.

Ainda não há uma data oficial para reinício do Paulistão, suspenso após a 10ª rodada da primeira fase. Na última sexta (3), o secretário de esportes do estado de São Paulo, Aildo Ferreira, disse que a realização de eventos esportivos poderá ser autorizada a partir de 27 de julho nas regiões que passarem, ao menos, quatro semanas na terceira de cinco fases do plano de reabertura das atividades no estado. Ou seja, onde a pandemia do novo coronavírus (covid-19) estaria mais controlada.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Com múltiplos cenários, Brasileiro Feminino retorna em 26 de agosto

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A Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino deverá ser retomada em 26 de agosto. A informação do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, em entrevista ao jornal O Globo foi confirmada à Agência Brasil pelo supervisor de competições de futebol feminino da entidade, Romeu Castro.

O torneio foi suspenso em 15 de março por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), restando três jogos para encerramento da quinta rodada. A previsão é que as partidas entre Internacional e Flamengo, Santos e Audax e Corinthians e Ferroviária ocorram em 26 de agosto, com a sexta rodada iniciando três dias depois.

Os times ainda não reiniciaram os treinos presenciais, mas é certo que o cenário para o retorno de alguns é bem diferente de outros. São Paulo, Corinthians e Palmeiras, por exemplo, foram pouco afetados. O Tricolor continua com todas as jogadoras. O Timão só perdeu a atacante Millene, que estava emprestada pelo Wuhan Xinjiyuan, da China, mesmo clube que cedeu a centroavante Bia Zaneratto ao Verdão, que, além de manter o elenco, não precisou reduzir salários e negocia com os chineses para Bia permanecer até o fim do Brasileiro.

O Iranduba, por outro lado, vive dificuldades financeiras que se agravaram durante a pandemia. O time amazonense afirma que a principal patrocinadora, a empresa britânica Vegan Nation, não está honrando os compromissos e está atrás de um novo apoiador. “Já tinha perdido quatro atletas antes do jogo com o Cruzeiro [no dia que antecedeu a suspensão do torneio]. Depois perdi mais duas e, provavelmente, perderei mais uma. A situação está difícil”, descreve à Agência Brasil o diretor do Iranduba, Lauro Tentartini, que considera que é cedo para prever um retorno.

Ele avalia, também, que a volta do campeonato deve ser encarada com cuidado. “Não estou fazendo uma crítica direta à CBF, que realiza um grande trabalho no futebol feminino, mas nessa situação excepcional da pandemia eu penso diferente. Na maioria dos clubes, as atletas ficam em alojamento [em torno de 20 atletas, mais a cozinheira que vai todo dia fazer comida para elas]. [Sobre] o transporte, poucas atletas têm carro. Então, elas vão no mesmo veículo. O risco de contaminação é maior que no futebol masculino. Há times que não podem manter planos de saúde. O Iranduba é um que, devido ao problema com o patrocinador, está com o plano cortado”, argumenta.

Volta aos treinos

Os clubes consultados pela Agência Brasil na manhã desta segunda (6) sobre o retorno aos treinos afirmaram que ainda não existe previsão. Inclusive o Corinthians, que na última quarta (1) anunciou uma parceria com uma startup do setor de saúde, que prevê período de triagem, testes e monitoramento integral de casos da covid-19. Na divulgação da parceria, o time paulista informou que “aguarda as diretrizes das entidades responsáveis” para retomar as atividades.

Um dos fatores que influencia o planejamento é a instabilidade do controle da pandemia, que levou governos estaduais a dividirem os territórios em áreas, restringindo atividades em locais de maior incidência de casos e flexibilizando onde a disseminação apresenta números menores. No Rio Grande do Sul, por exemplo, times que se preparam para a Liga Nacional de Futsal precisaram interromper os treinos presenciais, iniciados com restrições, devido à mudança no panorama das respectivas regiões e para aguardar nova revisão para retomá-los.

Em São Paulo, que concentra metade das 16 equipes da Série A1 feminina, o cenário é semelhante. O governo paulista estabeleceu um plano de retomada das atividades em meio à quarentena dividido em cinco fases. Quanto mais avançada a etapa, maior a flexibilização permitida. Atualmente, sete dos oito times do estado encontram-se em municípios que estão, pelo menos, na segunda fase. A exceção é a Ponte Preta, já que Campinas (SP) recuou para a primeira fase, de alerta máximo, na última sexta (3).

No caso de cidades paulistas que estão na segunda etapa do plano de flexibilização, as atividades precisam ser liberadas pelas prefeituras. O São José, por exemplo, terá reunião com o poder público de São José dos Campos (SP) para definição do protocolo de saúde e segurança ainda nesta semana.

Questão financeira

Devido à suspensão dos jogos, a CBF destinou, em abril, R$ 1,92 milhão aos times da Série A1 feminina, sendo R$ 120 mil por clube. O montante, segundo a entidade, foi o equivalente a dois meses da média salarial dos elencos para que os clubes pudessem “cumprir seus compromissos com os jogadores e jogadoras durante o período de paralisação do futebol”. A Agência Brasil mostrou que a distribuição do repasse, que também envolveu as equipes da Série A2 (segunda divisão), encontrou impasse em várias agremiações.

Lauro Tentartini, do Iranduba, entende que um novo auxílio seria necessário às equipes do Brasileiro. “A cota do feminino é de R$ 15 mil no início da temporada. Em alguns estados, como no Amazonas, isso não dá para pagar as passagens das atletas [para virem a Manaus] no início do ano. E como os jogos serão com portões fechados, se não vier essa ajuda, vai complicar muito. Deve haver mais times nessa situação, pegos de surpresa com a pandemia e que estão com problemas de caixa”, avalia o dirigente.

Na entrevista ao jornal O Globo, o presidente Rogério Caboclo não abordou a pauta do auxílio financeiro às equipes, demanda também dos times da Série C masculina, além de não confirmar a data de reinício da Série A2, que teve somente uma rodada disputada.

Situação do campeonato

Atual campeã, a Ferroviária lidera o Brasileiro com 12 pontos, superando o Santos, segundo colocado, pelo saldo de gols (14 a 11). Avaí/Kindermann, Palmeiras, Corinthians, Grêmio, Cruzeiro e Internacional, pela ordem, completam o G-8. Se o torneio terminasse hoje, seriam estes os classificados para as quartas de final. Na outra metade, figuram fora da zona de rebaixamento o São Paulo, o Minas Icesp, o São José e o Iranduba. O Z-4, com os times que, neste momento, desceriam à Série A2, tem Flamengo, Audax, Vitória e Ponte Preta. As atacantes Mylena Carioca, do São José, e Carla Nunes, do Palmeiras, são as artilheiras do certame com cinco gols cada.

Edição: Fábio Lisboa

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