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Mato Grosso do Sul

FIB 2025 encerra com 120 mil pessoas e R$ 23 milhões movimentados em Bonito

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Cinco dias de arte, cultura, sustentabilidade e inclusão transformaram Bonito em vitrine nacional e motor da economia local

Bonito viveu cinco dias intensos de cultura, emoção e celebração coletiva. O Festival de Inverno de Bonito 2025, realizado de 20 a 24 de agosto, reuniu um público estimado em 120 mil pessoas. A cada dia, cerca de 24 mil pessoas circularam entre palcos, oficinas, estandes, feiras de artesanato e demais ações culturais, confirmando a força de um dos maiores eventos culturais do Centro-Oeste brasileiro.

Bonito viveu cinco dias intensos de cultura, emoção e celebração coletiva. O Festival de Inverno de Bonito 2025, realizado de 20 a 24 de agosto, reuniu um público estimado em 120 mil pessoas. A cada dia, cerca de 24 mil pessoas circularam entre palcos, oficinas, estandes, feiras de artesanato e demais ações culturais, confirmando a força de um dos maiores eventos culturais do Centro-Oeste brasileiro.

A programação diversificada encantou moradores e turistas, com shows de nomes consagrados como Elba Ramalho, Maestro Spok, Titãs, Samuel Rosa, Jorge Aragão e Guilherme & Santiago. Oficinas de capoeira, literatura, dança, moda, cultura geek, artes visuais, teatro, além de apresentações infantis e feiras de artesanato completaram a experiência. O Bonito Flui, eixo temático deste ano, uniu arte, cultura e natureza em um só movimento.

Festival teve inúmeras atrações artísticas durante a programação

O festival também abriu espaço para públicos variados. O Festival Bonitinho trouxe programação voltada às crianças e famílias, com atividades lúdicas, oficinas e espetáculos infantis. Já o projeto Catedral Erudita levou música clássica e chorinho para diferentes igrejas da cidade, aproximando a comunidade da música erudita em experiências de contemplação e sensibilidade.

Os números mostram a dimensão do impacto. De acordo com a Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, o festival atraiu visitantes com média de três dias de permanência e gasto diário de R$ 387 por pessoa. O impacto direto na economia de Bonito chegou a R$ 23,22 milhões, movimentando hotéis, restaurantes, bares, lojas, transportes e serviços. A taxa de ocupação hoteleira foi total, com mais de 100 opções de hospedagem lotadas. Restaurantes registraram crescimento de até 80% nas vendas, e no comércio o aumento de movimentação foi de até 70% durante os dias do evento.

Para o secretário de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, o Festival reafirma a estratégia do Governo do Estado. “Mais do que um evento cultural, o FIB é uma política pública que promove desenvolvimento regional, gera renda e inclusão. Ele se conecta com os quatro pilares que guiam Mato Grosso do Sul: um Estado próspero, verde, digital e inclusivo. Fechamos esta edição com orgulho de ver a cultura transformando a vida das pessoas”, afirmou.

Festival de Inverno de Bonito reúne artistas de diferentes segmentos

O presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, ressaltou a entrega coletiva. “Este festival é construído a muitas mãos: artistas, servidores, empreendedores, comunidade. É uma grande engrenagem que mostra como a cultura gera impacto real. Encerramos com a sensação de dever cumprido e com a responsabilidade de manter esse legado vivo”, destacou.

O prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues, celebrou a parceria e o fortalecimento da cidade como destino. “O Festival coloca Bonito em evidência no Brasil inteiro. Mostra nossas belezas, movimenta a economia e dá oportunidade para a população viver experiências culturais inesquecíveis. A cidade agradece ao Governo do Estado pela realização e à Fundação de Cultura por esse trabalho de excelência”, disse.

Entre os personagens que viveram o festival intensamente está Maria Antônia da Silva, 38 anos, comerciante de Bonito, que viu suas vendas dobrarem durante o evento. “Tenho uma pequena loja de artesanato e o Festival muda tudo. Além do movimento, traz alegria e orgulho de morar aqui. É a prova de que a cultura também alimenta nossa economia”, contou emocionada.

Já o turista Carlos Henrique Souza, 52 anos, de Goiânia, destacou o impacto pessoal. “É minha primeira vez em Bonito e confesso que estou emocionado. Passei o dia nos passeios de natureza e à noite pude assistir a Titãs e Samuel Rosa de graça, na praça, junto com milhares de pessoas. Esse acesso à cultura, misturado com as belezas naturais, é algo único. Vou voltar com certeza”, disse.

Ao longo de cinco dias, o Festival reafirmou também seu compromisso com a inclusão e a sustentabilidade. Foram mais de 25 atividades com intérpretes de Libras, artistas com deficiência em destaque na programação, ações de Carbono Neutro e Lixo Zero conduzidas pela Ciclo Azul, além do passaporte cultural, que estimulou a visita a pontos históricos da cidade.

O saldo é de celebração. O Festival de Inverno de Bonito 2025 mostrou que a cultura é motor de desenvolvimento e cidadania, unindo pessoas, movimentando a economia e projetando Mato Grosso do Sul como um Estado próspero, verde, digital e inclusivo.

Texto: Karina Vilas Boas – Ascom FIB 2025
Fotos: Asscom/FIB

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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