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Mato Grosso do Sul

Férias no Bioparque Pantanal une brincadeiras, natureza e aprendizado nas férias de julho

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O Bioparque Pantanal preparou uma programação para as férias escolares de julho, com atividades voltadas a crianças de 6 a 12 anos, unindo aprendizado, diversão e educação ambiental. Entre os dias 21 a 31 de julho, o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) promoverá uma série de oficinas lúdicas e interativas para estimular a conscientização ambiental e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural.

As atividades serão realizadas de terça a sexta-feira, em dois períodos: matutino, das 9h às 10h30, e vespertino, das 14h30 às 15h30. Cada oficina terá duração de uma hora e foi planejada para aproximar crianças e familiares da biodiversidade por meio de experiências que incentivam a valorização do patrimônio natural.

Entre as atrações está uma oficina que une música e palhaçaria, técnica teatral que utiliza o humor e a interação com o público para tornar o aprendizado mais leve e divertido.

Ao longo da programação, os participantes aprenderão sobre sustentabilidade por meio da confecção de brinquedos com materiais reutilizáveis, transformando garrafas PET em cachorrinhos, cobrinhas e carrinhos. As atividades incluem ainda um quebra-cabeça com monumentos históricos de Campo Grande, estimulando o conhecimento sobre a história e o patrimônio cultural da Capital.

O cronograma também contempla uma oficina dedicada ao tamanduá-bandeira, realizada em parceria com o Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS). Por meio de imagens e vídeos inéditos, crianças e familiares poderão conhecer a importância desse animal emblemático da fauna brasileira e compreender a relevância de sua conservação.

SERVIÇO

21/07: Palhaçaria – Roda, Riso e Som (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
22/07: Estação Folclore – Touro Candil (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
23/07: Arte com gravura (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
24/07: Tamanduá, pra que serve essa bandeira?. (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
28/07: Criando e reciclando – flores de cartela de ovo (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
29/07: Arte com folhas (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
30/07: Turismo e diversão – quebra-cabeça dos monumentos de Campo Grande (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)
31/07: Tampinhas que transformam (9h às 10h30 e 14h30 às 15h30)

Caio Henrique Romero, Bioparque Pantanal

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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