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Celulose em Destaque

Fábricas de MS estão entre as 4 maiores do Brasil

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O Brasil se consolida cada vez mais como segundo maior produtor mundial de celulose. Até 2016, o país ocupava o quarto lugar no ranking. Em 2017 entraram em operação a nova fábrica da Klabin no estado de São Paulo e a expansão da Fibria em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande. Tais feitos fizeram o país subir dois degraus, chegando à posição atual.

A reportagem do Jornal Midiamax fez levantamento junto às 12 plantas de fabricação de celulose de mercado do Brasil em relação à capacidade de produção instalada em cada uma delas. Entre as indústrias, as duas localizadas em Três Lagoas, estão entre as 4 maiores.

Confira o ranking das 10 maiores fábricas de celulose do Brasil.

10º – Fibria – Jacareí (SP)

A Unidade da Fibria localizada em Jacareí, no Interior de São Paulo, conta com 1,1 milhão de toneladas na produção de celulose. A planta foi comprada da antiga Papel Simão em 1992 e teve sua capacidade produtiva ampliada em 2003.

9º – Veracel – Eunápolis (BA)

A Veracel, situada em Eunápolis, no extremo Sul da Bahia, tem capacidade produção instalada de 1,1 milhãode toneladas anuais. A empresa é uma joint-venture entre a Fibria e a sueco-finlandesa Stora Enso, que compartilham o controle acionário, detendo, cada uma, 50% das ações. As operações da planta se iniciaram em 1991.

8º – Cenibra – Belo Oriente (MG)

Fundada em 1973 pela Cia. Vale do Rio Doce – atual Vale – e a JBP – Japan Brazil Paper and Pulp Resources Development Co., Ltd, passou em 2001 a pertencer unicamente a empresa japonesa. A fábrica tem produção anual de 1,2 milhão de toneladas.

7º – Klabin – Ortigueira (PR)

A Klabin, que também produz papéis, produz 1,5 milhão de toneladas por ano. É uma empresa brasileira fundada em 1899. Conta com 18 unidades industriais, sendo 17 no Brasil espalhadas em oito estados, e uma na Argentina. Somente a unidade de Ortigueira, no Paraná, produz exclusivamente celulose.

6º – Suzano – Mucuri (BA)

A Suzano foi fundada em 1924 e conta com 6 unidades em todo o Brasil. Entretanto, apenas duas delas são dedicadas exclusivamente a produção de celulose, sendo uma delas a de Mucuri, no sul da Bahia, que produz 1,54 milhão de toneladas anualmente. Antigamente chamada Bahia Sul, a fábrica era de propriedade da Suzano (55%) e da Vale do Rio Doce (45%). Em 2001 unidade passou integralmente para a Suzano e em 2007 a segunda linha entrou em operação.

5º – Suzano – Imperatriz (MA)

A outra unidade da Suzano a produzir celulose é localizada em Imperatriz, no Maranhão e tem capacidade de produção de 1,65 milhão de toneladas por ano. A fábrica foi inaugurada em 2014.

4º – Eldorado – Três Lagoas (MS)

Inaugurada em 2012 em Três Lagoas, a Eldorado Brasil da holding J&F dos irmãos Batista, está em processo de venda para a holandesa Paper Excelence. A capacidade instalada de produção é de 1,7 milhão de toneladas de celulose.

3º – Celulose Riograndense – Guaíba (RS)*

A fábrica norueguesa inaugurada em 1972 já pertenceu à Klabin e a Aracruz Celulose (hoje uma das unidades da Fibria). Hoje a empresa faz parte da chilena CMPC. Conforme consta no site da Celulose Riograndense, a fábrica tem capacidade de produção anual de 1,75 milhão de toneladas de celulose.
* A Celulose Riograndense foi a única das 12 empresas a não retornar contato. A informação foi obtida no site da empresa.

2º – Fibria Aracruz

A unidade Aracruz da Fibria, localizada a 70 km de Vitória, no Espírito Santo, é composta por três linhas de fibra, com capacidade anual total de 2,34 milhões de toneladas de celulose.

1º – Fibria Três Lagoas

A unidade da Fibria em Três Lagoas, inaugurada em março de 2009 conta com produção anual de 3,2 milhões de toneladas de celulose. A planta, que produzia 1,3 milhão de toneladas, teve a capacidade incrementada após a inauguração da segunda linha da fábrica, no final de agosto de 2017.

Outras indústrias

Além das fábricas listadas, a International Paper e a Suzano possuem, cada uma, duas unidades no interior de São Paulo. As fábricas da International Paper produzem 0,41 e 0,4 milhão de toneladas de celulose por ano. As da Suzano tem capacidade 0,4 e 0,17 milhão de toneladas da matéria-prima.

A unidade da International Paper em Três Lagoas não fabrica celulose, mas papel não-revestido e produz 0,23 de toneladas anuais.

O levantamento levou em consideração celulose fabricada apenas em indústrias de celulose de mercado, sem contabilizar a matéria-prima produzida em fábricas integradas.

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Caminhos da Celulose inicia recuperação de 870 km de rodovias em seis frentes de serviço

Intervenções são realizadas nas BR-262 e 267 e nas MS-040, MS-338 e MS-395, com serviços de recuperação do pavimento

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A Caminhos da Celulose iniciou as obras de recuperação do pavimento em 870 quilômetros de rodovias sob sua responsabilidade em Mato Grosso do Sul. Ao todo, seis frentes de serviço atuam simultaneamente em trechos das BR-262, BR-267 e das rodovias MS-040, MS-338 e MS-395.

Os serviços incluem fresagem e recomposição do pavimento, aplicação de micropavimento e tapa-buracos. Para a execução dos trabalhos, os quilômetros da concessão foram divididos entre seis empresas contratadas, responsáveis pela recuperação dos respectivos trechos de atuação.

A execução é acompanhada por empresas especializadas em supervisão e gerenciamento, com ensaios tecnológicos e laboratórios especializados em pavimentação. As soluções adotadas serão definidas conforme as características de cada trecho, com acompanhamento técnico e controle de qualidade durante todas as etapas.

“A recuperação do pavimento é uma das etapas fundamentais para elevar a qualidade da infraestrutura rodoviária. Cada intervenção é planejada a partir das características do trecho e acompanhada tecnicamente para garantir que os serviços atendam aos padrões estabelecidos pela concessão”, afirma o presidente da concessionária Caminhos da Celulose, Luiz Fernando De Donno.

Obras avançam em cinco rodovias da concessão

As intervenções começaram no dia 31 de julho e são realizadas em pontos específicos das cinco rodovias que integram a concessão. A estratégia permite que diferentes frentes trabalhem simultaneamente, ampliando a capacidade de execução dos serviços e dando continuidade ao cronograma de recuperação da malha.

A recuperação do pavimento contribuirá para reduzir irregularidades na pista, melhorar a qualidade de rolamento e proporcionar mais conforto, segurança e previsibilidade aos usuários, além de contribuir para a durabilidade da estrutura rodoviária.

Atenção redobrada nos trechos em obras

Durante a execução dos serviços, os motoristas poderão encontrar operações de Siga e Pare, desvios ou interdições temporárias, conforme a necessidade de cada frente de trabalho. O gerenciamento do tráfego será realizado com sinalização e dispositivos operacionais adequados para garantir a segurança de usuários e trabalhadores.

A concessionária orienta os motoristas a respeitarem a sinalização, os limites de velocidade e as orientações das equipes que atuam nas rodovias. Também é recomendado manter distância segura do veículo à frente, evitar ultrapassagens em locais sinalizados e planejar a viagem com antecedência.

13 bases vão ampliar estrutura de atendimento aos usuários

Paralelamente às obras de recuperação do pavimento, a Caminhos da Celulose avança na implantação de 13 Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU) ao longo da concessão. As unidades serão distribuídas pela BR-262, BR-267, MS-040 e MS-338 e funcionarão 24 horas por dia, sete dias por semana, como pontos de apoio aos motoristas e bases das equipes operacionais.

As unidades contarão com sanitários masculino e feminino, fraldário, área de descanso, água potável, estacionamento, totens de atendimento e dois pontos de recarga para veículos elétricos. As estruturas também abrigarão ambulâncias, guinchos leves e pesados, caminhões-pipa, caminhões boiadeiros, viaturas de inspeção de tráfego e demais equipamentos utilizados no atendimento às ocorrências.

Integradas ao Centro de Controle Operacional (CCO), as bases contribuirão para reduzir o tempo de resposta em acidentes, panes mecânicas, animais na pista, obstruções e outras ocorrências, ampliando a capacidade de atendimento ao longo dos 870 quilômetros concedidos.

“As estruturas de atendimento ao usuário fazem parte de uma transformação mais ampla da concessão. A recuperação das rodovias, aliada à implantação das bases operacionais, permitirá oferecer mais segurança, conforto e agilidade no atendimento aos usuários”, ressalta De Donno.

As obras avançam em diferentes frentes, incluindo serviços de terraplenagem, compactação de solo e preparação das áreas que receberão as estruturas. Entre os locais em execução estão as unidades da MS-040, em Santa Rita do Pardo, e da MS-338.

A previsão é concluir a construção das 13 unidades até o fim de 2027. Já a operação dos serviços aos usuários terá início em outubro deste ano, com a disponibilização de atendimento pré-hospitalar, inspeção de tráfego, remoção de veículos, atendimento mecânico e demais serviços previstos no contrato de concessão.

Sobre a Caminhos da Celulose

A Caminhos da Celulose é a concessionária responsável pela administração da Rota da Celulose, que abrange aproximadamente 870 quilômetros de rodovias nas regiões central e leste de Mato Grosso do Sul, incluindo trechos das MS-040, MS-338, MS-395 e das federais BR-262 e BR-267. A companhia atua com foco em segurança viária, eficiência operacional e modernização da infraestrutura, promovendo melhorias contínuas para usuários e para a logística regional. 

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Voith e Palm implementam conjuntamente projeto de conversão em King’s Lynn

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O Grupo Palm planeja converter a máquina de papel PM 7 em sua unidade de King’s Lynn, no Reino Unido, para produzir papel base para papelão ondulado a partir de fibra reciclada. Com esse investimento, a Palm está alinhando a unidade às mudanças nas demandas do mercado europeu de papel.

A reforma ocorre em um contexto de declínio estrutural no mercado de papel-jornal. No futuro, a máquina de papel produzirá miolo para papelão ondulado a partir de papel reciclado, fortalecendo assim o portfólio de produtos da empresa no setor de embalagens.

Palm e Voith mantêm uma parceria de longa data na indústria de papel. Juntas, as empresas já implementaram grandes projetos de investimento e modernização, incluindo o sistema de preparação de massa BlueLine OCC para a PM 5 na unidade Palm Aalen. O projeto em King’s Lynn se baseia nessa parceria de longa data e reforça o objetivo comum de preparar as unidades de produção de papel para o futuro.

As parceiras estão conduzindo o projeto em estreita coordenação, dando continuidade à colaboração baseada em confiança.

Para mais detalhes sobre o projeto, acesse https://www.palm.de/en/news/news-list/article/palm-converts-its-paper-mill-in-kings-lynn-uk-to-corrugated-case-material.html.

 

Sobre o Grupo Voith

O Grupo Voith é uma empresa de tecnologia com atuação global. Com seu amplo portfólio de sistemas, produtos, serviços e aplica-ções digitais, a Voith estabelece padrões nos mercados de energia, papel, matérias-primas e transporte. Fundada em 1867, a Voith atualmente tem cerca de 21.000 colaboradores, gera € 4,8 bilhões em vendas e opera filiais em mais de 60 países no mundo inteiro, o que a situa entre as maiores empresas familiares da Europa.

A Divisão do Grupo Voith Paper integra o Grupo Voith. Como fornecedor completo para a indústria papeleira, oferece a mais ampla gama de tecnologias, serviços e produtos ao mercado, fornecendo aos fabricantes de papel soluções holísticas a partir de uma única fonte. O fluxo contínuo de inovações da empresa possibilita uma produção que conserva recursos e ajuda os clientes a minimizar sua pegada de carbono. Com os produtos de automação e as soluções de digitalização líderes de mercado do portfólio Papermaking 4.0, a Voith oferece aos seus clientes tecnologias digitais de ponta para aumentar a disponibilidade e eficiência de fábricas em todas as etapas do processo produtivo.

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