Mato Grosso do Sul
Etapa de basquete e handebol dos Jogos Escolares de MS classifica equipes à Copa dos Campeões
Chegou ao fim mais uma fase dos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul 2023. Com a participação de 641 estudantes-atletas (223 meninas e 418 meninos), de 30 municípios, a etapa de basquetebol e handebol, na faixa etária de 15 a 17 anos, classificou as melhores equipes à Copa dos Campeões. A competição foi realizada em Campo Grande, entre os dias 2 e 7 de maio.
Maior evento esportivo-escolar do Estado, os Jogos Escolares são organizados pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setescc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania). Esta etapa contou com participantes de Água Clara, Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Bonito, Caarapó, Campo Grande, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Deodápolis, Dourados, Guia Lopes da Laguna, Ivinhema, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sonora e Três Lagoas.
No evento, ao todo, aproximadamente 800 pessoas estiveram envolvidas, somando-se atletas, técnicos, dirigentes, membros da organização, equipe médica, entre outros. Dentro de quadra, os Jogos definiram as seleções municipais de cada gênero e modalidade que participarão da Copa dos Campeões. O torneio final da Fundesporte será sediado em Corumbá, de 16 a 20 de maio.
As equipes foram separadas em divisões. No basquetebol, o feminino (12 equipes inscritas) contou com divisão única e o masculino (24), com duas. No handebol, a mesma coisa, sendo que o feminino teve a participação de 11 seleções municipais e o masculino, 19.

No basquetebol feminino, Dourados (1º colocado da 1ª divisão), Paranaíba (2º da 1ª), Rio Brilhante (3º da 1ª) e Três Lagoas (4º da 1ª) garantiram vaga à Copa. No masculino, as seleções classificadas foram: Corumbá (1º colocado da 1ª divisão), Dourados (2º da 1ª), Rio Brilhante (3º da 1ª) e Ponta Porã (1º da 2ª).
Já no handebol, as atletas de Campo Grande (1º colocado da 1ª divisão), Chapadão do Sul (2º da 1ª), Aquidauana (3º da 1ª) e Amambai (4º da 1) confirmaram a participação no torneio decisivo na Capital do Pantanal. As quatro equipes masculinas que asseguraram lugar na Copa dos Campeões foram: Chapadão do Sul (1º colocado da 1ª divisão), Aquidauana (2º da 1ª), Água Clara (3º da 1ª) e Rio Brilhante (1º da 2ª).
O técnico do time vencedor da Copa dos Campeões terá o direito de formar a seleção de atletas que representará Mato Grosso do Sul na etapa nacional escolar, os Jogos da Juventude, organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Em 2023, o evento acontecerá em Ribeirão Preto (SP), de 1º a 16 de setembro.
Confira a classificação final dos Jogos Escolares da Juventude de MS – 15 a 17 anos – basquetebol e voleibol:
Basquetebol feminino – 1ª divisão
1º Dourados
2º Paranaíba
3º Rio Brilhante
Basquetebol masculino – 1ª divisão
1º Corumbá
2º Dourados
3º Rio Brilhante
Basquetebol masculino – 2ª divisão
1º Ponta Porã
2º Paranaíba
3º Deodápolis
Handebol feminino – 1ª divisão
1º Campo Grande
2º Chapadão do Sul
3º Aquidauana
Handebol masculino – 1ª divisão
1º Chapadão do Sul
2º Aquidauana
3º Água Clara
Handebol masculino – 2ª divisão
1º Rio Brilhante
2º Maracaju
3º Paranaíba
Todos os detalhes estão disponíveis no boletim final: Boletim 7 – JEJ 15-17 anos – basquetebol/handebol
De acordo com calendário da DGPFE (Diretoria Geral de Gestão de Políticas de Formação Esportiva) da Fundesporte, a próxima etapa dos Jogos Escolares será da modalidade futsal, também entre estudantes-atletas de 15 a 17 anos. Campo Grande receberá as disputas de 22 a 28 de maio.
Lucas Castro, Comunicação Fundesporte
Fotos: Lucas Castro
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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