TRÊS LAGOAS

Ambiental

Empresas são autuadas em R$ 100 mil por transporte ilegal de agrotóxicos

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Policiais Militares Ambientais de Costa Rica (MS) realizavam fiscalização na rodovia MS 306 no trevo de acesso à cidade e apreenderam na tarde de ontem (9) uma carreta do tipo baú, com carga de agrotóxico ilegal. O veículo com placas de São Paulo (SP), que fazia o itinerário de Paulínia (SP) a Cuiabá (MT) transportava 990 galões de 20 litros do agrotóxico da marca Nimbus e 256 Caixas de 5 kg cada uma do produto da marca Elatus, que eram transportados sem a licença ambiental.

A carreta pertencente a uma empresa transportadora com domicilio jurídico em Campinas (SP), assim como a proprietária dos produtos com domicílio jurídico em Cuiabá (MT) foram autuadas administrativamente e multadas em R$ 50.000,00 cada uma.

O produto perigoso e o veículo apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Costa Rica. Os responsáveis pelas empresas responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de uma a quatro anos meses de reclusão.

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Ambiental

Polícia Militar Ambiental de Naviraí autua pescador em R$ 1 mil e apreende 12 kg de pescado ilegal 

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Policiais Militares Ambientais de Naviraí realizavam fiscalização ambiental e autuaram no início da tarde (10) de agosto, um homem de 46 anos por transporte ilegal de pescado. Durante abordagem a um veículo Fiat Siena pertencente e conduzido pelo infrator, na altura do km 25 da Rodovia 487, no município de Itaquiraí, os Policiais encontraram em uma saca plástica no porta-malas, 12 kg de peixes das espécies curimbatá, barbado, cascudo e piau-três-pintas transportados ilegalmente.

Parte do pescado estava em filé e sem cabeça, contrariando as normas e também eram transportados sem a licença ambiental e sem a Guia de Controle de Pescado (GCP). O homem afirmou que adquirira os peixes de um pescador profissional que não emitiu nota, porém, não possuía nenhuma comprovação de origem. O material foi apreendido. O autuado, morador de Itaquiraí, recebeu um auto de infração administrativo e foi multado em R$ 1.000,00. Os peixes serão doados para instituições filantrópicas.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS

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Ambiental

PMA deflagra hoje a operação Bocaiúva contra o tráfico de animais que em 2021 apreendeu 236 aves e autuou 5 traficantes em R$ 2,3 milhões

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Com o início da reprodução do papagaio e demais psitacídeos e várias outras espécies de aves agora em agosto, a PMA pelo quarto ano consecutivo, deflagra neste (10) de agosto a operação Bocaiúva. No período reprodutivo dos psitacídeos (papagaio, arara, periquitos, maritacas, etc.), o Batalhão realiza a operação contra o tráfico de animais silvestres, especialmente o papagaio, que é o animal mais procurado pelos traficantes em Mato Grosso do Sul.

A “Operação Bocaiúva” envolverá principalmente Policiais das subunidades da PMA localizadas na região mais afetada, que receberão reforços de outras regiões, no intuito principal de evitar a retirada dos filhotes dos ninhos, tendo em vista, que depois da retirada das aves, mesmo quando se apreendem os animais, os danos à natureza são incalculáveis e os custos financeiros, para cuidar dos bichos até a reintrodução envolvem muito dinheiro público.

REGIÃO PRINCIPAL DO TRÁFICO E PERÍODO PREOCUPANTE

A região principal do problema de tráfico de papagaio e que é monitorada, é basicamente a que constitui os municípios próximos às divisas com os estados de São Paulo e Paraná, como: Jateí, Batayporã, Bataguassu, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Santa Rita do Pardo, Nova Andradina, Três Lagoas e Brasilândia, além de Naviraí, Itaquiraí, Eldorado e Mundo Novo.

METODOLOGIA DE EXECUÇÃO DA OPERAÇÃO

Além dos trabalhos de inteligência realizados pelas Seções de Inteligência das subunidades, principalmente mantendo vigilância as pessoas já detidas por envolvimento no tráfico, as equipes serão distribuídas em propriedades rurais, assentamentos, com vigilância e orientações, bem como bloqueios em rodovias e estradas vicinais. Também, trabalhos de informação e de Educação Ambiental serão realizados em áreas rurais, porque o modus operandi principal dos traficantes é de aliciamento dos sitiantes e funcionários de propriedades rurais e assentados, para que retirem os animais e os avisem para que os comprem. Muitas pessoas fazem isto, às vezes, sem saber que estão cometendo crime ambiental.

Além disso, outros órgãos de segurança, como, outras Unidades da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal, principalmente da região com maior índice do tráfico, serão alertados para atentarem ao problema neste período e apoiarem a operação durante suas operações.

RESULTADOS DAS TRÊS ÚLTIMAS OPERAÇÕES

A operação deste ano continua em razão dos resultados positivos na prevenção ocorridos nas operações anteriores, quando houve redução dos papagaios apreendidos, 180 em 2019 e apenas sete papagaios em 2020, uma redução de 94%, apesar de a mesma quantidade de traficantes presos. Em 2021 houve um aumento, quando foram apreendidos 223 papagaios, porém, em uma única prisão com um casal paranaense e, mesmo assim, abaixo da média de anos anteriores à operação.

Isso indica que os infratores estão sendo detidos sem que consigam retirar grande quantidade de animais. Além disso, não foram registradas apreensões no estado de São Paulo de animais, para onde eles são destinados com mais frequência, saídos do Mato Grosso do Sul, diferentemente de outros anos.

Nesta operação, com objetivo principal a evitar a retirada de filhotes, ninhos são monitorados e as saídas do Estado são fechadas com bloqueios, especialmente, as saídas para o estado de São Paulo, que é o destino principal registrado dos filhotes de papagaios traficados em Mato Grosso do Sul. O período de agosto a dezembro é preocupante com relação ao tráfico de animais silvestres, pois é o período reprodutivo dos papagaios que é o animal mais traficado no Estado.

PROBLEMAS DO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

O tráfico de animais silvestres é considerado a terceira atividade criminosa mais rentável, perdendo apenas para o tráfico de drogas e o tráfico de armas. Porém, em Mato Grosso do Sul, o problema se resume quase que especificamente ao papagaio.

Como o que interessa ao comprador na espécie, é a capacidade que ela tem de aprender a imitar a voz humana, a retirada só é realizada enquanto filhote. Por esse motivo, o período de agosto a dezembro é preocupante com relação ao tráfico de animais silvestres no Estado de Mato Grosso do Sul, pois é o período reprodutivo dos papagaios, que é o animal mais traficado no Estado.

Por isso, neste período, operações preventivas nas propriedades rurais para prevenir a retirada dos animais e aliciamentos de funcionários de fazendas e assentados pelos traficantes, para a retirada dos filhotes são fundamentais. Também é importante a vigilância a traficantes presos em anos anteriores. Bloqueios são importantes também nas saídas do estado, pois evitam que traficantes de fora e locais sintam-se tentados a praticar o crime.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS

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