Esportes

Düsseldorf inova com exibição de atletas do salto com vara em drive-in

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Nestes novos tempos de pandemia do novo coronavírus (covid-19), a presença de público tem sido um desafio para os organizadores de espetáculos esportivos. Na Alemanhã, o evento de salto com vara intitulado Flight Night Dusseldorf (Noite de Vôo) na cidade de Dusseldorf (Alemanha), marcado para 12 de junho, promete inovar para conciliar espectadores e atletas em um mesmo lugar de competição. Aquele que quiser a ssistir à disputa de perto poderá comprar o ingresso pela internet e acompanhar de seu carro, no cinema Autokino Dusselford, que tem formato drive-in. Será o primeiro campeonato com torcedores no país após as medidas de isolamento social impostas pelo Governo Alemão, devido à pandemia da covid-19.

“Ao realizar um salto com vara no cinema drive-in, podemos saciar a sede de um evento esportivo de primeira classe na frente de uma plateia e, ao mesmo tempo, garantir a conformidade com as regras de isolamento. Quando os atletas decolam no centro das atenções no final da noite, torna-se um evento espetacular para os espectadores que nunca havia sido visto antes”, disse o diretor do evento Lars Wismer, diretor do evento, à  Associação Europeia de Atletismo (European Athletics).

Os fãs do esporte terão a opção de assistir ao vivo, ou por um telão, além de poderem escutar as informações sobre o evento em uma frequência de rádio, dentro dos próprios veículos.Os bilhetes de acesso vão custar 22 euros (aproximadamente R$ 134) para duas pessoas, com a possibilidade da ocupação do banco traseiro mediante a um custo adicional de cinco euros (R$ 31 reais) cada.

A organização da competição garante que todas as medidas de segurança sanitária serão tomadas para reduzir o risco do contágio da covid-19. Os espectadores em seus veículos deverão respeitar a distância mínima de 1,5 metro de um carro para o outro. As janelas e portas dos carros terão de permanecerem fechadss durante todo o tempo.

O evento vai contar com os principais saltadores do país, Raphael Holzdeppe, campeão mundial em 2013, Bo Kanda Lita Baehre, quarto lugar no Mundial de 2019, e Torben Blech, medalhista de prata na Universíade 2019.

“Estou ansioso pelo primeiro confronto após o bloqueio. A atmosfera competitiva, pela qual o público de Düsseldorf é conhecido. Tenho certeza de que este evento também será um verdadeiro destaque devido ao locaspecial. Acho que jamais um saltador de vara pulou em um cinema drive-in”, pontuou o atleta Lita Baehre à European Athletics.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Força mental pode ser ponto forte do judô brasileiro na Olimpíada

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No comando da seleção brasileira masculina de judô desde 2018, a sensei Yuko Fujii, nascida na cidade de Toyoake (Japão), chegou ao Brasil cinco anos antes, após uma atuação de destaque na equipe técnica da equipe britânica na Olimpíada de Londres 2012. Antes de se tornar a primeira mulher a assumir o time masculino na história da modalidade no país – Yuko Fujii assumiu a função com a saída do do sensei Fúlvio Myata – a treinadora passou por todas as equipes de base do judô brasileiro. Na última quarta-feira (27), durante uma live (transmissão ao vivo) no perfil oficial da Federação Piauiense de Judô (FPIJ), a treinadora minimizou o fato de ser uma mulher a treinar uma equipe composta exclusivamente por homens. 

“A gente viaja muito para compartilhar o trabalho. Converso bastante com várias pessoas do judô em todo país. Foi aí que eu consegui entender como funciona o esporte por aqui. Isso facilitou muito o meu ingresso na seleção. Tive um contato grande com o sensei Luiz “Jun” Shinohara e com o próprio sensei Fúlvio Myata. A Confederação tem também uma equipe multidisciplinar que divide essa pressão comigo”.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Seleção Brasileira

Uma publicação compartilhada por Federação Piauiense de Judô (@fpij.oficial) em 27 de Mai, 2020 às 3:45 PDT

 

Quando chegou ao país em 2013, Yuko Fujii lembra que se surpreendeu ao se deparar com o nível técnico do judô brasileiro “Vi que vocês têm um judô limpo, bonito, parecido com o praticado no Japão”.

Mesmo sem fazer uma projeção de medalhas a serem conquistadas nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão), adiados para o ano que vem, Yuko Fujii salientou um ponto que pode pesar a favor da seleção. “Os brasileiros têm a parte mental e psicológica muito forte. Nesse período de pandemia, todos estão mantendo o treino o mais próximo possível do ideal, mesmo estando dentro de casa. O nosso foco, agora, é a parte física. E eles ‘compraram’ a nossa ideia. Queremos que os atletas tenham a menor perda [física] possível. Hoje, não temos competição. Então, ficamos sem referência. Por isso, a orientação é manter o trabalho dia a dia. E eles estão fazendo isso”, elogiou.

Início de 2020 promissor

Segundo a treinadora, a temporada passada foi um ano de paciência. “Tivemos realmente uma fase difícil em 2019”. Mas, Yuko Fujii destaca que os resultados começavam a aparecer no início deste ano.. “Começamos lá em janeiro com as medalhas conquistadas na primeira competição do ano, o Grand Prix de Tel Aviv (Israel). Foi muito bom. Tivemos uma participação destacada, principalmente, com os jovens”. 

A competição em Tel Aviv distribuiu até 700 pontos no ranking olímpico. O judoca  Leonardo Gonçalves, de 24 anos, conquistou a prata na categoria até 100 quilos. O Brasil faturou ainda quatro bronzes com Daniel Cargnin, de 22 anos (66 kg),  Eduardo Yudy Santos, de 25 anos (até 81 kg), Rafael Macedo, de 25 anos (90 kg). Vale destacar que, desse grupo, apenas Buzacarini já acumulava experiência olímpica.

As conquistas seguiram em fevereiro. No Aberto de Sófia (Bulgária), teve dobradinha verde e amarela entre os ligeiros (60kg): Phelipe Pelim foi  ouro, e Allan Kuwabara, bronze. No outro Aberto, o de Oberwart (Áustria), mais duas medalhas: Leonardo Gonçalves, faturou o ouro, e Rafael Buzacarini, a prata, ambos na categoria até 100 kg. Enquanto isso, o desempenho brasileiro nos dois Grand Slams, principais competições do circuito, foi de apenas uma medalha. Depois de passar em branco na competição de Paris (França), no início de fevereiro, a delegação nacional trouxe o bronze de Düsseldorf (Alemanha), com Rafael Silva (categoria acima de 100 kg), no final do mesmo mês.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Lista mostra diferença de valores pagos a homens e mulheres no esporte

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Apenas duas mulheres estão no privilegiado grupo dos 100 atletas mais bem pagos no mundo, as tenistas Naomi Osaka (29º lugar) e Serena Willians (33ª posição). A norte-americana já criticou a desigualdade de gênero quando se trata de valores. “Como nós não merecemos prêmios em dinheiro no mesmo patamar que os nossos colegas homens recebem. Quando você trabalha tanto, se dedica, não deveria existir um padrão duplo”, declarou em entrevista à revista Time em 2017.

O tenista Roger Federer figura como o atleta mais bem pago do mundo. A informação é da revista Forbes publicada nesta sexta (28). A publicação, referência em negócios, coloca o suíço como o primeiro na lista dos 100 atletas mais bem remunerados em 2020. Ele acumula ganhos aproximados de 106 milhões de dólares, o equivalente a R$ 578 milhões.

Federer aparece à frente de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Neymar, único esportista brasileiro a figurar na lista de ricos, com rendimentos na casa dos R$ 520 milhões. Depois dos craques dos gramados, aparecem os astros das quadras do basquetebol dos Estados Unidos, Lebron James, Stephen Curry e Kevin Durant. Fechando o ranking dos dez atletas mais abastados, o golfista Tiger Wood e os jogadores de futebol americano Kirk Cousins e Carson Wentz.

Edição: Fábio Lisboa

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