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Saúde

Covid-19: Brasil tem 134 mil mortes e 4,4 milhões de casos acumulados

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O Brasil chegou a 134.106 mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram registrados 987 óbitos. A soma representa um aumento de 0,7% sobre ontem, quando os números traziam um total de 133.119 pessoas que perderam a vida para a covid-19. Ainda há 2.428 mortes em investigação.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde divulgado na noite desta quarta-feira (16).

Ainda conforme a atualização, foram acrescidas às estatísticas 36.820 novos diagnósticos de covid-19, totalizando 4.419.083 pessoas infectadas desde o início da pandemia. O resultado marca um acréscimo de 0,8% em relação a ontem, quando o painel trazia 4.382.263 casos acumulados.

O sistema do Ministério da Saúde contabilizou ainda 564.665 pacientes em acompanhamento. Do total de infectados, 84,2% dos pacientes se recuperaram da covid-19, ou seja, 3.720.312 pessoas.

A letalidade (número de óbitos pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (número de mortes por 100 mil habitantes) está em 63,8. Já a incidência (total de casos por 100 mil habitantes) subiu para 2.102,9.

Covid-19 nos estados

O estado de São Paulo soma agora 33.253 mortes e 909.428 casos confirmados acumulados do novo coronavírus.Os registros estão dentro da previsão quinzenal do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, que previam entre 900 mil e 1 milhão de infectados e de 33 mil a 38 mil mortes até 15 de setembro. Nova previsão divulgada hoje (16) projeta que até 30 de setembro o estado somará entre 960 mil e 1,05 milhão de infectados e entre 35 mil e 38 mil mortes pelo novo coronavírus.

O estado do Rio de Janeiro registra o segundo maior número de óbitos por covid-19(17.342). Em seguida estão Ceará (8.764), Pernambuco (7.933) e Pará (6.405).

As unidades da Federação com menos mortes devido à pandemia são Roraima (611), Acre (643), Amapá (685), Tocantins (831) e Mato Grosso do Sul (1.122).

Boletim Epidemiológico covid-19
Boletim Epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

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Saúde

Pessoas que roncam têm três vezes mais probabilidades de morrer de Covid-19, segundo Universidade

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Uma pessoa que sofre de  apneia obstrutiva tem até três vezes mais chances de falecer devido à Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus, caso seja internada. É o que apontam pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra.

Além do ronco, a apneia obstrutiva do sono também pode causar engasgos. Isto porque os músculos da garganta dilatam e, com isto, podem bloquear as vias aéreas enquanto o paciente dorme.

A respiração se torna intermitente, com intervalos de 20 minutos, e o ato de roncar acontece quando a pessoa “acorda”.

Os cientistas da universidade revisaram 18 outros artigos sobre apneia para chegar à conclusão de que há mais impactos caso pacientes sejam contamiandos pela Covid-19.

Segundo Michelle Miller, uma das autoras, a doença do novo coronavírus é capaz de inflamar as vias da bradicinina, que regula a pressão arterial, e eleva o estresse oxidativo.

Esses fenômenos também acontecem com pessoas que roncam. Logo, as chances de letalidade aumentam.

A apneia do sono tende a ser comum em pessoas com obesidade, que ingerem álcool em grande quantidade e com 40 anos ou mais. Homens e mulheres que passam pela menopausa também são acometidos pela apneia.

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Saúde

Covid-19: UFRJ desenvolve teste sorológico 20 vezes mais barato

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Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram um teste sorológico para covid-19 que custa cerca de 20 vezes menos que os testes rápidos disponíveis em farmácias do Brasil. A metodologia, chamada de S-UFRJ, é resultado de uma parceria entre o Instituto de Biofísica e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).

O teste sorológico da UFRJ consegue captar anticorpos IgG (de longa duração) produzidos pelo corpo humano com precisão que chega a 100% após 20 dias do início dos sintomas. De acordo com os resultados, o método também é capaz de identificar anticorpos dez dias após os sintomas terem começado, mas a precisão cai para 90%.

A redução de custos se deve principalmente ao fato de que, apesar de ser do tipo Elisa (ensaio de imunoabsorção enzimática), o teste pode ser realizado com uma gota de sangue retirada da ponta do dedo. Uma das coordenadoras da pesquisa, a professora da Coppe Leda Castilho explica que esse modelo de coleta de amostras custa bem menos que extrair o sangue de uma veia do braço com uma seringa.

“Para tirar sangue da veia, você precisa ter uma estrutura laboratorial, operadores treinados da área da saúde e todo o material estéril, como a seringa e o tubo especial. Depois, tem que ter uma estrutura para separar o soro desse sangue”, disse. “Nossa metodologia tem a coleta a partir de um furinho na ponta do dedo, e a amostra é embebida em um papel filtro, que, no limite, pode ser um filtro de café”, acrescenta.

O custo dos insumos necessários para o teste não passa de R$ 2, quando considerada a saúde pública e organizações não governamentais com isenções tributárias. Apesar de um pouco maior, o custo baixo também vale para estabelecimentos privados, que conseguirão fazer o teste gastando R$ 5, calcularam os pesquisadores.

O objetivo da pesquisa é fazer com o que o teste sorológico seja mais acessível e também chegue a regiões com menor estrutura laboratorial, destacou a pesquisadora. Com a realização desse tipo de testes, é possível acompanhar a prevalência sorológica de populações mais distantes das capitais e em países de menor renda.

“O que a UFRJ oferece para a sociedade é um teste que pode ser feito na população ribeirinha do Amazonas, no meio do Cerrado ou no interior do sertão nordestino. E um teste que, além da alta confiabilidade e da simplicidade de coleta de amostra e processamento, tem um custo baixíssimo, de pelo menos 20 vezes menos que testes rápidos que têm sido realizados em farmácias e laboratórios do Brasil”.

A metodologia para a realização do teste foi publicada cientificamente para ser replicada por institutos de pesquisa, empresas e governos de todo o mundo. Leda Castilho explica que a opção por não patentear e cobrar pela tecnologia faz parte da proposta de tornar o teste mais acessível. “A gente acha que, num horizonte de pandemia, as plataformas devem ser abertas para qualquer um em qualquer lugar do mundo”, disse. Segundo ela, todo o processo de licenciamento também atrasaria a aplicação das descobertas no combate à pandemia. “Isso tem sido feito em todas as áreas e em todo o mundo. Não somos só nós que estamos fazendo isso”.

Proteína S

O desenvolvimento do teste sorológico é resultado de outro trabalho da UFRJ: a produção em laboratório da proteína S, que forma os pequenos espinhos que o coronavírus utiliza para invadir as células. Já em fevereiro, a universidade havia iniciado a produção da proteína, e, desde março, outras instituições e empresas brasileiras vêm se beneficiando dessa produção para outras descobertas. A proteína S produzida na UFRJ foi utilizada, por exemplo, no desenvolvimento do teste rápido do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), informa Leda Castilho.

Além da coleta de amostras da ponta do dedo, o baixo custo da produção dessa proteína na universidade é outro fator que contribui para que o teste S-UFRJ seja mais barato.

Para tornar a testagem ainda mais acessível os pesquisadores trabalham agora em simplificar o processamento da amostra, o que permitiria que os testes realizados em regiões distantes de laboratórios pudessem ser processados no próprio local da coleta. Enquanto atua nesse próximo passo, a universidade já começará a implementar o teste desenvolvido em sua testagens internas de trabalhadores.

Por Agência Brasil

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