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Brasil

Covid-19: Brasil acumula 132 mil mortes e 4,3 milhões de casos

Publicado

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 381 novas mortes por covid-19, chegando a 132.006 vidas perdidas desde o início da pandemia. Os dados estão no balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira (14). Ontem o sistema contabilizava 131.625 falecimentos. Ainda há 2.498 óbitos em investigação.

O número de casos acumulados atingiu 4.345.610. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde de estados notificaram 15.115 novos diagnósticos positivos de infecção pelo novo coronavírus. Ontem o painel do Ministério da Saúde trazia 4.330.455 casos acumulados.

Os casos registrados costumam ser menores aos domingos e segundas-feiras pela limitação das secretarias de saúde de alimentar o sistema nacional. Já às terças-feiras, o número tem sido maior pelo envio dos dados acumulados no final de semana.inda de acordo com a atualização do ministério, 600.420 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.613.184 já se recuperaram da doença.

Dados estaduais

Os estados que contabilizam mais morte são São Paulo (32.642), Rio de Janeiro (17.003), Ceará (8.698), Pernambuco (7.888) e Pará (6.368). As unidades da Federação com menos vidas perdidas até o momento são Roraima (610), Acre (640), Amapá (680), Tocantins (814) e Mato Grosso do Sul (1.085).

Atualização em 14/9

Matéria alterada às 19h51 para correção de informação repassada pelo Ministério da Saúde, sobre o número de recuperados. 

Por Agência Brasil

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Brasil

Várzea Grande libera eventos com até 500 pessoas e retomada de trabalho presencial a servidores do grupo de risco

Publicado

Com nível baixo de transmissão e contaminação da COVID 19 e estando atrás de outras nove cidades de Mato Grosso, Várzea Grande, segunda maior cidade do Estado, começa a tomar medidas visando a retomada da normalidade em diversas atividades. Um novo decreto da prefeita Lucimar Sacre de Campos, publicado nesta terça-feira (22) mantém a situação de emergência, mas amplia o número de participantes em eventos para 300 pessoas ou 500 quando corporativos, empresariais, técnicos e científicos e também quando se tratar de eventos drive in, aqueles realizados com os participantes dentro de veículos.

“Estamos adotando medidas concretas e calcadas em números apontados pelos Boletins Epidemiológicos do Estado de Mato Grosso e de Várzea Grande que demonstram estarmos com a COVID 19 em desaceleração e mantendo-se sob controle, o que é mais importante, com aumento no número de casos recuperados, graças aos esforços de nossa equipe das áreas de saúde entre outras”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos sinalizando que, no entanto, ao menor ruído de aceleração nos casos, novamente adotará medidas enérgicas.

As últimas medidas adotadas pela Prefeitura de Várzea Grande que definiu a retomada de atividades do comércio e da indústria já completaram 15 dias de efetiva aplicabilidade sem alterações substanciais no número de casos da COVID 19, tanto que hoje a cidade está com 2,48% dos casos ativos que são aqueles que podem ser transmissores da enfermidade para outras pessoas.

“Podemos dizer que estamos em uma situação confortável, mas sempre de alerta para sabermos como a doença se comporta, e se necessário novas medidas restritivas podem ser adotadas, lembrando que nossas decisões enquanto Poder Público Municipal sempre forma calcadas em dados técnicos”, disse o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes apontando que Várzea Grande está atrás de outras oito cidades que tem uma média de 30% a 50% de sua população, mas com taxas de transmissão bem mais elevadas.

Outras medidas determinadas pelo Decreto Municipal já publicado, prevê a retomada das atividades de capacitação, treinamento ou eventos coletivos pelos órgãos da Administração Municipal com no máximo 250 pessoas e prevê e retomada gradual do trabalho presencial de servidores públicos municipais com idade igual ou superior a 60 anos, gestantes, lactantes, com doenças crônicas ou imunodeprimidos para retomarem as atividades, em meio expediente para jornadas de 30 ou 20 horas, com orientação da chefia e após avaliação médica.

Aqueles que não puderem retomar as atividades mesmo que parcial de forma presencial permanecerão em Home Office através do teletrabalho com metas a serem atingidas ou poderão ser transferidos para outras unidades, ou mesmo adiantarem férias ou licenças-prêmios de forma regulares e com avaliação médica e dos chefes imediatos.

Lucimar Campos reforçou o compromisso da Administração Municipal no combate a pandemia e agradeceu o empenho e a dedicação dos profissionais da área de saúde, que atuaram na linha de frente, bem como outros fundamentais neste momento de pandemia como a Guarda Municipal, os profissionais da Educação da área essencial e sinalizou que aguarda para os próximos dias o controle total da COVID 19, em Várzea Grande, mesmo sendo a cidade uma das referências no atendimento de pacientes de todo Mato Grosso, de outros Estados e até mesmo de países vizinhos ao Brasil.

Por O documento

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Brasil

Cartórios registram recorde de mortes em agosto

Publicado

Um levantamento dos cartórios de registro civil brasileiros, divulgado nesta quarta-feira (16), revela que o mês de agosto deste ano foi o que mais registrou óbitos, desde o início da série histórica feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2002. Os dados catalogados pelo IBGE com base nos registros até 2018 (última divulgação), comparados aos dos anos de 2019 e 2020 disponíveis no Portal da Transparência dos Cartórios, mostram um total de 126.717 óbitos no mês, 17,1% a mais que os 108.178 de agosto do ano passado.

Apesar dos dados, quando considerados os registros de óbitos por covid-19, o mês de agosto teve o menor número desde maio, com 24.966 mortes, queda de 13,7% em relação a julho, quando foram registradas 28.916 mortes pela doença. Já com relação à soma dos óbitos por doenças respiratórias no Brasil, agosto teve 55.359 óbitos, com queda de 8,1% em comparação ao mês de julho, quando foram registrados 60.270, o menor número de mortes por estas causas desde o mês de maio.

De todas as mortes registradas no mês passado, 24.966 são referentes a óbitos causados pela covid-19, o equivalente a 19,7% do total. Quando somadas a essas mortes as ocorridas pelas demais doenças respiratórias – insuficiência respiratória (6.334), pneumonia (11.047), septicemia (11.067), síndrome respiratória aguda grave (1.198) e causas respiratórias indeterminadas (747), totalizando 55.359 óbitos – o índice sobe para 43,7%. Os óbitos restantes foram causados por acidente vascular cerebral (8.114), infarto (8.135), causas cardiovasculares inespecíficas (8.215) e demais causas naturais (37.631). Há ainda 9.263 ocorridas por razões não naturais, ou seja, decorrentes de causas externas violentas.

Para o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior, os dados disponibilizados pelo Portal da Transparência do Registro Civil são uma importante ferramenta de combate à pandemia de covid-19 no país. “É importante que a população e o Poder Público possam ver esse alto número de mortes ocorridas durante o mês de agosto e, assim, utilizá-los em estudos sobre o impacto do novo coronavírus no país.”

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Vendramin destacou que, hoje, os dados do portal são fonte de estudos acadêmicos, de órgãos oficiais do governo e base de dados dos índices de mortalidade no Brasil, com atualização dinâmica pelos cartórios de registro civil e grande detalhamento de dados.

O recorde de óbitos em agosto deste ano também é confirmado na pesquisa histórica Estatísticas do Registro Civil, do IBGE, que também usa como fonte primária dados dos cartórios. Em comparação com agosto de 2018 (112.573 óbitos), 2020 registrou um acréscimo de 12,6% mortes, já com relação a 2017 (112.116) foram 13% a mais este ano, enquanto que na comparação com 2016 (108.070), o percentual de aumento em 2020 é de 17,3%.

O Portal da Transparência, administrado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), é atualizado diariamente por todos os cartórios do país desde 2019, e o IBGE cataloga e tabula os dados anuais do registro civil e os disponibiliza em seu site sempre no fim do ano seguinte.

Desde o início da pandemia, a Plataforma do Registro Civil passou a informar dados de óbitos por covid-19 (suspeita ou confirmada) e, ao longo dos meses, novos módulos sobre óbitos por doenças respiratórias e cardíacas foram adicionados ao portal, com filtros por estado e município com mais de 50 óbitos em 2020, cor da pele, local de falecimento e cidade de domicílio.

Prazos do registro

Mesmo com a plataforma fornecendo um retrato fiel de todos os óbitos registrados pelos cartórios, os prazos legais para o registro e posterior envio à Central de Informações do Registro Civil, podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Segundo a Arpen- Brasil, a justificativa está no fato de a Lei Federal 6.015/73 estabelecer prazo de até 24 horas para registro do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. “Na pandemia, alguns estados abriram a possibilidade de se registrar em um prazo ainda maior, chegando a até 60 dias. A Lei 6.015/73 prevê prazo de até cinco dias para lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ [Conselho Nacional de Justiça] prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito”, esclareceu a entidade.

Título alterado às 19h32 para correção. Diferentemente do informado, os dados sobre recorde de mortes em agosto não são do IBGE.

Por Agência Brasil

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