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Mato Grosso do Sul

Com estrutura moderna, pista de skate em Campo Grande será referência nacional

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No ano em que o skate estreia no programa olímpico, em Tóquio, no Japão, durante os Jogos Olímpicos de Verão 2021, Campo Grande receberá uma pista com estrutura moderna para se tornar referência da modalidade no país. Além de servir para a iniciação de atletas no esporte e aperfeiçoamento dos que já praticam, o espaço permitirá colocar a Capital sul-mato-grossense na rota dos grandes eventos nacionais e internacionais, atraindo skatistas profissionais de renome e adeptos de várias regiões.

A instalação esportiva será construída pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), na praça central do Núcleo Habitacional Moreninha III, no extremo Sul da Capital. A área de construção pertence à administração estadual, sob comando da Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab).

O primeiro passo do processo de concepção da pista foi dado nesta segunda-feira (14), em reunião para apresentar o planejamento estratégico da obra a membros da Associação de Skate de Mato Grosso do Sul (ASMS). O encontro teve a participação do diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Ferreira Miranda; de representantes da Prefeitura, Câmara Municipal e da comunidade.

“É um pedido antigo da comunidade e dos skatistas da Capital, que será prontamente atendido. Isso mostra o comprometimento do governador Reinaldo Azambuja com o esporte, tratando-o como política pública essencial, preocupado em levar qualidade de vida e saúde à população por meio de espaços esportivos”, enfatiza Marcelo Miranda.

Para o titular da Fundesporte, o objetivo é fazer com que a pista se torne berço de novos talentos diante do cenário positivo da modalidade, reconhecida em 2016 pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). “Esse é um esporte que está num momento muito importante, é um dos mais praticados do país e do mundo, além de ser capaz de tirar muitas crianças e jovens das ruas. A ideia é fazer um espaço de excelência, que realmente dará um boom na modalidade em Mato Grosso do Sul”.

O sonho de Reynardt Peralta, de 32 anos, atual presidente da ASMS, é ver o skate sul-mato-grossense ser destacado nacionalmente, com a revelação de novos atletas e recepção de eventos de grande magnitude. “Nosso sonho é trazer uma etapa do Campeonato Brasileiro e quem sabe uma do Circuito Internacional a Campo Grande, podendo atrair investimentos de empresas nacionais e internacionais e dando retorno financeiro ao Estado. Para isso, precisamos dessa infraestrutura à altura”.

Os moradores das Moreninhas também serão contemplados com quadra de areia destinada à prática de vôlei de areia e de beach tennis, vestiários para o campo de futebol já existente no local, banheiros, além da ampliação do sistema de iluminação. No total, a praça possui área de aproximadamente oito mil metros quadrados e está localizada no quadrilátero formado pelas avenidas Grande Floresta, Baobá, Araticun e a rua Anacá.

Também participaram da reunião nesta segunda (14) o secretário municipal de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande, Antônio Cézar Lacerda; diretor-presidente da Fundação Municipal de Esporte (Funesp), Rodrigo Terra; secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese; vereadores da Capital, Chiquinho Telles e João César Mattogrosso; presidente da Associação de Moradores da Moreninha III, Valdecir Oliveira Souza; e membros da diretoria da Associação Estadual de Skate (ASMS): Jeferson Soares (secretário) e Eric Fossati (conselheiro).

Texto e foto de destaque: Lucas Castro – Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte)

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Casos confirmados de Covid-19 serão rastreados

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A partir do próximo dia 28, pessoas suspeitas, confirmadas e aquelas que tiveram contatos com o coronavírus serão monitoradas no Estado. Isso graças ao Rastrear, programa criado para quebrar a cadeia do vírus e diminuir a taxa de contágio.

Geraldo Resende, secretário de Estado de Saúde (SES), explica que o Rastrear foi desenvolvido em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Mato Grosso do Sul será o único no País a fazer este trabalho.

Rastreando e identificando precocemente casos suspeitos ou casos confirmados de Covid, será possível elaborar estratégias de monitoramento diário de aparecimento de sinais e sintomas.

O Programa Rastrear já está em operação e à disposição dos 79 municípios do Estado. Dados da Secretaria de Estado de Saúde apontam que desde o dia 14 de setembro, a taxa de transmissão do coronavírus apresenta redução quanto ao contágio no Estado.

 

Katiuscia Fernandes – Subsecretaria de Comunicação

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Implantação do Corredor Bioceânico fortalece integração entre os países latino-americanos

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A construção do Corredor Bioceânico é um sonho que vem sendo desenhado e esperado por autoridades e comunidades da América do Sul, em especial do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, desde a década de 60. A obra irá ampliar as possibilidades de parcerias comerciais e fortalecer a integração entre os países latino-americanos.

Para o professor e historiador Eronildo Barbosa, a rota que liga os oceanos Atlântico e Pacífico é um dos projetos mais importantes do Brasil nesse momento histórico. “É um projeto que traz muita esperança, muita expectativa, muito sonho e que vai redirecionar Mato Grosso do Sul para um novo salto de qualidade, para uma intervenção muito mais forte no mercado internacional, trazendo emprego e maior importância econômica para o Estado”, avalia.

Salta Argentina. Foto: Erick Wilke

As primeiras iniciativas para a criação do projeto foi do então prefeito de Iquique, Jorge Soria Quiroga, em sua primeira gestão (1964-1970). Ele esteve à frente da prefeitura da cidade chilena por quatro mandatos e atualmente é senador pela região de Tarapacá.

“Esse projeto tem a sua base nos anos 60. Quando Jorge Soria decidiu buscar caminhos novos e seguros que pudessem ligar a sua cidade Iquique, ou seja, os portos do norte do Chile aos portos do Brasil. Ele costurou durante anos as articulações para que isso se efetivasse, mas nos anos 60 e 70 não havia clima político e econômico que permitisse que essa ligação acontecesse”, comenta o historiador.

Os dados históricos foram levantados por Eronildo Barbosa como parte do projeto de pesquisa e extensão da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) sobre o Corredor Bioceânico.

Conforme o historiador, a ideia de um trajeto que ligasse os oceanos Pacífico e Atlântico passou a ter uma atenção maior das autoridades a partir dos anos 90, com a criação do Mercosul (Mercado Comum do Sul).

“De forma mais concreta, no governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), a partir de 1995, temos projetos e investimentos em infraestrutura, pavimentação, já considerando a possibilidade de um caminho que aproximasse os países do Mercosul, visando a integração cultural e econômica”, destaca.

Em 2000, a proposta ganhou força com a reunião da cúpula de presidentes da América. Um dos temas abordados foi a construção de um corredor que facilitasse a articulação de vários eixos de integração regional. O trabalho para que o projeto fosse concretizado foi intensificado nos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) e Dilma Rousseff, no período de 2003 a 2010.

Definição da rota

As propostas de rotas iniciais consideravam uma conexão viária até os portos do Chile e do Peru, e previam o trajeto via Paraguai, pela fronteira com Ponta Porã (MS), ou via Bolívia.

A definição ocorreu em 2015, em uma histórica reunião que aconteceu em Assunção, com a presença dos presidentes e outras autoridades do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.

Na ocasião, foi assinada a Declaração de Assunção que possibilitou a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para a realização de estudos técnicos com a pretensão de dar início às atividades de viabilização de um Corredor Rodoviário Bioceânico, ligando o Brasil, a partir de Porto Murtinho (MS) aos portos do norte do Chile.

Atores importantes

Para a idealização e concretização do projeto, houve um esforço importante de autoridades e comunidades do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. Entre esses atores está o ministro João Carlos Parkinson de Castro, do Ministério das Relações Exteriores, que é o coordenador nacional dos Corredores Rodoviário e Ferroviário Bioceânicos.

“O ministro Parkinson lidera esse projeto desde 2010, conhece profundamente essa empreitada e acredita que a universidade é uma base importante para se compreender as transformações que virão e para oferecer propostas e caminhos novos para esse projeto”, afirma Eronildo Barbosa

Em âmbito regional, há destaque para o ex-prefeito de Porto Murtinho, Heitor Miranda; ex-prefeito de Campo Grande, Juvêncio César da Fonseca; ex-prefeito de Dourados, Braz Mello, que também já foi vice-governador de Mato Grosso do Sul; e ex-prefeito de Corumbá, Ricardo Cândia.

A atuação de empresários e outros políticos como Claudio Cavol, André Puccinelli, José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT), Vander Loubet, Fausto Matto Grosso, Reinaldo Azambuja, entre outros, também foi fundamental para que a rota internacional pudesse sair do papel.

Contribuições da pesquisa

O estudo no Eixo de História do Projeto Multidisciplinar Corredor Bioceânico da UFMS será disponibilizado para a população em geral, podendo ser utilizado por outros pesquisadores, representantes de associações de bairro, sindicatos, associações comerciais e instituições públicas.

“Nosso objetivo é oferecer à sociedade um conjunto de insumos históricos. É preciso que a comunidade conheça sua história, sinta orgulho da sua história. A história é uma base muito importante para quem quer construir um futuro que esteja lastreado numa plataforma segura. Quem não conhece a sua história, tende a cometer erros porque a história é um instrumento para orientar para o presente e para o futuro”, destaca o pesquisador.

O projeto tem o objetivo de identificar potencialidades e gargalos ao longo do Corredor Bioceânico e é coordenado pelo Prof. Dr. Erick Wilke, da Escola de Administração e Negócios (ESAN/UFMS). Também são realizados estudos nos Eixos de Logística, Economia, Turismo e Direito. Os recursos que viabilizaram a pesquisa são oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet (PT/MS).

Por: Assessoria de Comunicação do Projeto Corredor Bioceânico da UFMS

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