TRÊS LAGOAS MS
  Últimas
Estudo de viabilidade da ferrovia Malha Oeste avança e licitação pode sair no segundo semestre
Governo lança segunda etapa do programa Estágio Supervisionado e Capacitação Técnica do MS
Quarta-feira continua com tempo estável, sem previsão de chuva no Estado
Copa dos Campeões de basquetebol e futsal de 15 a 17 anos começa nesta quarta-feira em Coxim
Desde 2017, estudantes da EE 11 de Outubro realizam aulas de capoeira
Secretaria de Meio Ambiente doa óleo usado para pessoas que fazem sabão em Água Clara
Polícia Civil de Água Clara prende professor de música suspeito de abusar sexualmente de aluna de 9 anos
Polícia Civil de Três Lagoas fecha boca de fumo e prende homem em flagrante por tráfico de drogas no residencial Novo Oeste
Autores dos furtos em hamburguerias na Lagoa Maior são identificados pela Policia Civil de Três Lagoas
Cruzeiro vence no Mineirão e amplia vantagem na liderança da Série B
Internacional perde para Colo-Colo e se complica na Sul-Americana
Centro de Promoção da Saúde e SOS são inaugurados pela Unimed Três Lagoas
Corinthians fica no 0 a 0 com o Boca Juniors pela Libertadores
Athletico-PR derrota Libertad por 2 a 1 na Arena da Baixada
Polícia Militar prende autores por tráfico de drogas e apreende 188 kg de drogas
MPE´s lideram criação de empregos formais em 2022
Suzano está com três processos seletivos abertos para Três Lagoas (MS)
Chuva e neblina podem comprometer a segurança no trânsito
Design de Interiores EAD incorpora proposta biofílica na UNIGRAN Decor
Em visita de manutenção, HNSA que já é ONA Nível 1, recebe retorno positivo de avaliadores do IBES
Prefeito de Sonora, que é também presidente do Cointa, assina contratos de gestão
Bracell abre inscrições para Programa de Trainee 2022
Libertadores: Hulk perde pênalti e Galo empata na ida das oitavas
Com gol de Gabriel Teixeira, Grêmio derrota Londrina na Série B
Governo entrega veículo para transportar famílias atendidas pelo Cotolengo e doa casacos
Polícia Militar Rodoviária apreende três cargas de contrabando e descaminho, na MS 164, em Maracaju
Brasil encerra Pan de Ginástica de Trampolim com nove medalhas
Liga das Nações: seleção feminina bate China em abertura da 3ª etapa
Governo arca com passe da Rede Estadual de Ensino, mas quer tarifa congelada
Coluna – Brasileirão está mais difícil do que nunca
Next
Prev

Mulher / Fashion

Cinco motivos que fazem as mulheres odiarem sexo oral

Publicado

A maioria dos caras tende a achar que as mulheres não curtem fazer sexo oral, mas talvez essa seja apenas uma forma mais conveniente de pensar. Afinal de contas, é óbvio que há donzelas que adoram dar prazer ao parceiro! Entretanto, será que não são eles que estão matando essa vontade que existe dentro delas? Confira algumas das razões indicadas pela Men’s Health que desmotivam as mulheres a fazer sexo oral e deixe a sua opinião nos comentários. 

1. Alguns homens tentam empurrar a cabeça delas.
Apesar daquilo que os caras costumam ver rolar na pornografia, boa parte das mulheres detesta quando o homem tenta forçar a situação. Ao contrário, eles deveriam elogiá-las, dizendo o quão bonitas elas ficam enquanto estão fazendo sexo oral.

2. Os caras não avisam. 
Poucas damas apreciam surpresas completamente inesperadas no fundo da garganta. Por uma questão de educação e respeito, o parceiro tem que perguntar se ela curte engolir e mesmo assim avisá-la antes de ejacular. Caso ela não goste deste tipo de coisa, talvez o casal possa negociar a finalização sobre o corpo dela. Só não vale assumir que a garota vai adorar qualquer coisa que o sujeito venha a fazer com seu sêmen. 

3. Não é recíproco. Muitos caras acham que nasceram predestinados a receber sexo oral sem qualquer obrigação de retornar o favor. Errado! Se você não tem visitado os países baixos regularmente, não espere que ela vá fazer isso sempre sem esperar algo em troca. 

4. Os homens esquecem ou não fazem questão de se preparar. Os pelos pubianos formam uma verdadeira arapuca de odores desagradáveis. Além do mais, deixar o negócio parecendo um ninho de pássaros não é o visual mais atraente do mundo – tanto para homens quanto para mulheres. Já assistiu algum pornô setentista? Uma leve aparada já alivia o acesso e torna a fragrância bem mais tolerável.

5. Sexo oral não é maratona. Se o indivíduo leva 10 minutos ou mais para chegar ao orgasmo, sua parceira pode ficar cansada demais. Investir em mais preliminares antes do ato pode ajudar o cara a terminar mais rápido. Ou, se ela já estiver lá embaixo por muito tempo, dê um intervalo a ela. Invista na masturbação ou peça para ela se masturbar enquanto você assiste.

 

Por:Sexo oposto/Yahoo

Comentários Facebook

Mulher / Fashion

Mãe nota 10, ela sustentou os filhos vendendo pipoca

Publicado

É difícil, não conhecer ou tê-la visto trabalhar em festas, na praça central  e em frente de lojas, no comércio de Três Lagoas, onde vende pipoca, há  exatos trinta anos.

Sílvia Maria Alves Firmino, 48 anos, além de uma referência positiva, por conta de sua garra e determinação, já se transformou em um ‘patrimônio’ no município, por conta das três décadas de trabalho na cidade.

A profissão, Silvia Pipoqueira aprendeu com sua mãe aos treze anos, Dona Calumiria Alves, chamada carinhosamente, de ‘Tia da Pipoca’, já falecida.

Nossa homenageada de hoje (06), do Folha Três Lagoas, a Sílvia Pipoqueira, é casada, com José Firmino dos Santos filhos, criou seus dois filhos, Adner Alves Firmino (30) e Anderson Alves Firmino (24), trabalhando dia e noite, debaixo de sol e muitas vezes, chuva, empurrando seu carrinho de pipoca pelas ruas da cidade para ajudar prover seu lar e oferecer uma vida digna para seus meninos.

Silvia Pipoqueira, disse, ao Folha que se pudesse escolher seu trabalho, que não mudaria de ramo, que escolheria novamente comercializar pipoca, pois se trata de um trabalho digno e de uma herança que ela herdou de sua mãe, seu maior exemplo de fé, amor, dedicação, trabalho e superação. A mãe de Sílvia também sustentou toda família através da venda de pipoca.

Ao longo dos anos, Sílvia foi investindo no seu comércio, buscou se profissionalizar e diversificar seus produtos, que diga são deliciosos e se tornou uma empreendedora de sucesso.

Quanto aos seus filhos que já estão com 30 e 24 anos, ela se derrete toda, pois sãos presentes de Deus em sua vida. Disse, serem bons filhos, trabalhadores, obedientes  e carinhosos.

Prosseguiu, nos contando que já é  vovó. Seu netinho, Bryan da Silva Alves, têm quatro anos é um lindo garotinho. Contou que sente um amor muito maior e até inexplicável, por Bryan. Afirmou,  que aquela velha história, de que  avó, ser mãe com açúcar é verdadeira.

Feliz Dia das Mães, Sílvia Maria Alves Firmino e a sua linda nora, Natália Vanessa da Silva Alves! Parabéns!

Por Folha Três Lagoas

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher / Fashion

Mães na Estrada: maternidade se entrelaça à missão de salvar vidas na BR-163/MS

Publicado

Profissionais que atuam na CCR MSVia contam sobre os desafios da vida materna e o dia a dia na rodovia

Elas são mulheres fortes, trabalhadoras e destemidas. São mães que não medem esforços por seus filhos. E quando o assunto é zelar pelo ser humano, lá estão elas. Colaboradoras que atuam na CCR MSVia e que estarão trabalhando em regime de plantão no domingo em que é celebrado o Dia das Mães, relatam o desafio da vida materna e a missão de ajudar a salvar vidas ao longo dos 845,4 quilômetros da BR-163 em Mato Grosso do Sul.

O trabalho intenso na estrada não intimida Mirielli Maria Gervásio, socorrista na Base Operacional do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) de Sonora, região norte do Estado. Mãe do Pedro Henrique, de 11 anos, e da Emanuele, de 5 anos, ela enxerga na profissão algo em comum com a vida materna: o cuidado do próximo. Há quatro anos na função, Mirielli compartilha histórias de superação na rodovia. “Lembro de uma situação muito complicada, em que houve um acidente e a vítima ficou presa entre as ferragens, inconsciente. Conseguimos tirar a pessoa de dentro do veículo e a entregamos ao hospital com vida”.

Os momentos de adrenalina vividos na pista, no entanto, se entrelaçam à vida pessoal. Em casa, há filhos que esperam ansiosos pelo carinho incondicional que a mãe oferece. Conciliar as duas rotinas não é problema para Mirielli, que sempre viu a maternidade como um presente. “Engravidei pela primeira vez por volta de 22 anos. Senti um misto de emoções, do medo à gratidão. Na segunda gestação, a experiência foi bem parecida. O amor em gerar uma vida supera qualquer obstáculo”, assegura.

Ao fim de cada plantão, resta somente o sentimento de dever cumprido e a vontade incontrolável de estar perto dos seus. Desejo este compartilhado também pela agente de atendimento do CCO (Centro de Controle Operacional) da CCR MSVia, Marines Ferreira da Rocha. E basta pensar na filha Shaara, de 21 anos, para a emoção vir à tona e as lembranças surgirem. “Nos falamos todos os dias e tenho orgulho em tê-la como filha. Me casei muito cedo e não tive mais filhos, mas agora estou pronta para ter netos”, brinca.

A sensibilidade que transborda no coração da mãe é refletida no atendimento ao cliente que usa a BR-163/MS para alcançar o destino desejado. Marines atende às ligações de usuários e ouve atentamente cada pedido de informação, dúvidas e ocorrências. “Trabalhamos bastante para levar a melhor experiência possível para quem trafega na rodovia É emocionante, por exemplo, acionar uma viatura de resgate para salvar uma mãe que está entrando em trabalho de parto. Prestar apoio a quem precisa é o combustível que nos impulsiona frequentemente. A empatia é fundamental”, analisa.

A líder de arrecadação em Mundo Novo, Carla Cintia Scheifer de Pádua, compartilha da mesma opinião. Depois do nascimento de sua filha Nicole, hoje com 6 anos, ela passou a enxergar o mundo sob outra perspectiva. “Sempre sonhei em ser mãe e minha filha é a minha dádiva de Deus. A maternidade me ajudou a entender as outras pessoas com mais facilidade em várias situações, inclusive no ambiente de trabalho”.

Carla relata que seu maior desafio como mãe é não saber o que o futuro reserva, mas fica grata por ter a chance de viver o presente e proporcionar a sua filha bons princípios. “Cuido do agora pensando no amanhã. Quero que ela cresça e seja feliz, que tenha a oportunidade de estudar e ter um futuro promissor. Como mãe, faço de tudo para ver seus olhos brilhando de alegria. Poder trabalhar e garantir isso a ela é muito importante”.

Quem também pensa deste modo é a agente de inspeção de tráfego da Base do SAU de Caarapó, Andreia Aparecida Reco. Ela percorre pela rodovia para analisar se tudo está dentro da normalidade. Auxilia na retirada de objetos da pista, verifica se as sinalizações verticais e horizontais estão corretas, dentre outras atribuições com o objetivo de garantir mais segurança e qualidade para quem passa pela BR-163 no Estado.

Mãe do Bruno, de 24 anos, e do Mateus, de 21, Andreia é grata pela profissão que escolheu, justamente por ser peça chave para a comodidade dos usuários e tem a ternura materna como aliada em seu cotidiano. “Certa vez, auxiliei no atendimento de um acidente onde o rapaz, que era a vítima, aparentava ter uns 20 e poucos anos. Logo pensei ‘e se fosse meu filho?’. Me coloquei no lugar da mãe dessa pessoa e prestei o apoio necessário para salvá-lo, ajudando na sinalização do local”, rememora.

O querer de Andreia para todas as mães nesta data especial é que elas consigam estar perto de seus filhos, mesmo que seja em pensamento “Que possam comemorar essa data da melhor forma possível. E para quem vai trabalhar, que seja um dia produtivo. É muito bom ser mãe e ter a certeza de que receberemos o amor de nossos filhos não tem preço!”.

Comentários Facebook
Continue lendo

TRÊS LAGOAS

CÂMARA DE TRÊS LAGOAS

Assembléia Legislativa MS

Mato Grosso do Sul

POLICIAL

Mais Lidas da Semana