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Mulher / Fashion

Cinco motivos pra dormir pelado

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Segundo uma grande pesquisa feita pelo National Sleep Survey, nos Estados Unidos, menos de 1 em 10 norte-americanos dormem nus. Uma situação lamentável considerando os benefícios fantásticos (e cientificamente provados) em deixar os pijamas no armário e dormir no pelo. Para Natasha Turner, médica naturopata que escreveu o livro The Hormone Diet, dormir sem roupas pode ajudar as pessoas a terem bom humor, menos barriga, mais sexo, e muito mais — veja a seguir o que você pode ganhar ao ir pra cama pelado.

1) Melhore seu desempenho e envelheça mais tarde: Muitas pessoas gostam de se sentir aconchegantes na hora de dormir, mas se o seu ambiente de sono estiver quente demais, isso impede o resfriamento natural que acontece enquanto dormirmos. Se o seu quarto ou seu corpo ficarem quentes demais (acima dos 21ºC), a temperatura irá interromper a liberação de melatonina e do hormônio do crescimento. Num estudo publicado no jornal “Sleep”, pesquisadores mostraram que você pode tomar doses seguras e legais de hormônio do crescimento — e até melhorar seu desempenho atlético — apenas mergulhando nos lençóis para aquele sono profundo.

2) Previna diabetes, problemas cardíacos e mantenha a disposição do seu corpo: Ao impedir a liberação do hormônio do crescimento, você também não irá queimar gordura enquanto dorme, ou se beneficiar de uma noite de reparação para seus ossos, pele e músculos. O hormônio do crescimento (HGH) afeta todas as células do organismo e é essencial para a restauração de tecidos, construção dos músculos, densidade óssea e estrutura corporal. Indivíduos que dormem menos de seis horas por noite são mais propensos a desenvolver diabetes e problemas do coração, de acordo com pesquisadores da Universidade de Warwick. Se você não dormir o suficiente, seus níveis de cortisol e hormônio da fome disparam, gerando um aumento na insulina. Além disso, os hormônios responsáveis pela queima de gordura e controle do apetite despencam.

3) Descanse mais profundamente e por mais tempo: Pesquisas revelam que certas formas de insônia estão associadas a uma regulação deficiente da temperatura corporal e à incapacidade de resfriamento à noite — impedindo assim o estágio mais profundo do sono.

Num experimento realizado na Holanda, cientistas vestiram os participantes com roupas térmicas para reduzir a temperatura corporal em menos de um grau Celsius, sem afetar a temperatura corporal central do corpo. O resultado? As pessoas não despertavam tanto durante a noite, e a porcentagem de sono nos estágios 3 e 4 (sono profundo) aumentou. Acredite ou não, você não sua ou arrepia durante o sono REM, portanto não precisa ficar com medo de sonhar que está numa geleira.

4) Adeus gordura localizada na barriga: Conforme seu corpo vai esfriando e os hormônios do crescimento aumentando, o nível de cortisol também irá diminuir com padrões de sono saudáveis. Entre 10 p.m. e 2 a.m é o momento em que o seu organismo está realmente descansando e se recuperando. Depois das duas da manhã, suas glândulas suprarrenais começam a produzir cortisol para o dia seguinte, e essa atividade alcança outro pico por volta das 4 a.m até chegar ao seu ponto mais alto por volta das 6 a.m.

Em noites que você não dormiu o bastante, você irá acordar com um nível de cortisol acima do normal. E isso vai disparar seu apetite — especialmente para comidas rápidas e confortáveis — e a sua tendência para comer demais, ficar ansioso, e colaborar para aquela gordura localizada na barriga; mesmo para pessoas magras.

5) Viva a ocitocina: Se você e o seu parceiro dormem pelados, vocês já devem estar colhendo os benefícios dos hormônios que nos fazem sentir bem. O toque da pele com a pele (com intimidade, seja uma massagem, relação sexual, ou carinho) é tudo o que você precisa para ativá-los. Além de estar envolvida no orgasmo e na resposta sexual, a ocitocina é capaz de combater o estress e a depressão, eliminando os efeitos nocivos do cortisol e reduzindo a pressão sanguínea. O hormônio também melhora a mobilidade intestinal, evitando inflamações. Finalmente, não há nada mais excitante para um casal do que ir para debaixo do edredom pelados — e os orgasmos continuam sendo os melhores soníferos naturais.

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Mulher / Fashion

Mãe nota 10, ela sustentou os filhos vendendo pipoca

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É difícil, não conhecer ou tê-la visto trabalhar em festas, na praça central  e em frente de lojas, no comércio de Três Lagoas, onde vende pipoca, há  exatos trinta anos.

Sílvia Maria Alves Firmino, 48 anos, além de uma referência positiva, por conta de sua garra e determinação, já se transformou em um ‘patrimônio’ no município, por conta das três décadas de trabalho na cidade.

A profissão, Silvia Pipoqueira aprendeu com sua mãe aos treze anos, Dona Calumiria Alves, chamada carinhosamente, de ‘Tia da Pipoca’, já falecida.

Nossa homenageada de hoje (06), do Folha Três Lagoas, a Sílvia Pipoqueira, é casada, com José Firmino dos Santos filhos, criou seus dois filhos, Adner Alves Firmino (30) e Anderson Alves Firmino (24), trabalhando dia e noite, debaixo de sol e muitas vezes, chuva, empurrando seu carrinho de pipoca pelas ruas da cidade para ajudar prover seu lar e oferecer uma vida digna para seus meninos.

Silvia Pipoqueira, disse, ao Folha que se pudesse escolher seu trabalho, que não mudaria de ramo, que escolheria novamente comercializar pipoca, pois se trata de um trabalho digno e de uma herança que ela herdou de sua mãe, seu maior exemplo de fé, amor, dedicação, trabalho e superação. A mãe de Sílvia também sustentou toda família através da venda de pipoca.

Ao longo dos anos, Sílvia foi investindo no seu comércio, buscou se profissionalizar e diversificar seus produtos, que diga são deliciosos e se tornou uma empreendedora de sucesso.

Quanto aos seus filhos que já estão com 30 e 24 anos, ela se derrete toda, pois sãos presentes de Deus em sua vida. Disse, serem bons filhos, trabalhadores, obedientes  e carinhosos.

Prosseguiu, nos contando que já é  vovó. Seu netinho, Bryan da Silva Alves, têm quatro anos é um lindo garotinho. Contou que sente um amor muito maior e até inexplicável, por Bryan. Afirmou,  que aquela velha história, de que  avó, ser mãe com açúcar é verdadeira.

Feliz Dia das Mães, Sílvia Maria Alves Firmino e a sua linda nora, Natália Vanessa da Silva Alves! Parabéns!

Por Folha Três Lagoas

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Mulher / Fashion

Mães na Estrada: maternidade se entrelaça à missão de salvar vidas na BR-163/MS

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Profissionais que atuam na CCR MSVia contam sobre os desafios da vida materna e o dia a dia na rodovia

Elas são mulheres fortes, trabalhadoras e destemidas. São mães que não medem esforços por seus filhos. E quando o assunto é zelar pelo ser humano, lá estão elas. Colaboradoras que atuam na CCR MSVia e que estarão trabalhando em regime de plantão no domingo em que é celebrado o Dia das Mães, relatam o desafio da vida materna e a missão de ajudar a salvar vidas ao longo dos 845,4 quilômetros da BR-163 em Mato Grosso do Sul.

O trabalho intenso na estrada não intimida Mirielli Maria Gervásio, socorrista na Base Operacional do SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) de Sonora, região norte do Estado. Mãe do Pedro Henrique, de 11 anos, e da Emanuele, de 5 anos, ela enxerga na profissão algo em comum com a vida materna: o cuidado do próximo. Há quatro anos na função, Mirielli compartilha histórias de superação na rodovia. “Lembro de uma situação muito complicada, em que houve um acidente e a vítima ficou presa entre as ferragens, inconsciente. Conseguimos tirar a pessoa de dentro do veículo e a entregamos ao hospital com vida”.

Os momentos de adrenalina vividos na pista, no entanto, se entrelaçam à vida pessoal. Em casa, há filhos que esperam ansiosos pelo carinho incondicional que a mãe oferece. Conciliar as duas rotinas não é problema para Mirielli, que sempre viu a maternidade como um presente. “Engravidei pela primeira vez por volta de 22 anos. Senti um misto de emoções, do medo à gratidão. Na segunda gestação, a experiência foi bem parecida. O amor em gerar uma vida supera qualquer obstáculo”, assegura.

Ao fim de cada plantão, resta somente o sentimento de dever cumprido e a vontade incontrolável de estar perto dos seus. Desejo este compartilhado também pela agente de atendimento do CCO (Centro de Controle Operacional) da CCR MSVia, Marines Ferreira da Rocha. E basta pensar na filha Shaara, de 21 anos, para a emoção vir à tona e as lembranças surgirem. “Nos falamos todos os dias e tenho orgulho em tê-la como filha. Me casei muito cedo e não tive mais filhos, mas agora estou pronta para ter netos”, brinca.

A sensibilidade que transborda no coração da mãe é refletida no atendimento ao cliente que usa a BR-163/MS para alcançar o destino desejado. Marines atende às ligações de usuários e ouve atentamente cada pedido de informação, dúvidas e ocorrências. “Trabalhamos bastante para levar a melhor experiência possível para quem trafega na rodovia É emocionante, por exemplo, acionar uma viatura de resgate para salvar uma mãe que está entrando em trabalho de parto. Prestar apoio a quem precisa é o combustível que nos impulsiona frequentemente. A empatia é fundamental”, analisa.

A líder de arrecadação em Mundo Novo, Carla Cintia Scheifer de Pádua, compartilha da mesma opinião. Depois do nascimento de sua filha Nicole, hoje com 6 anos, ela passou a enxergar o mundo sob outra perspectiva. “Sempre sonhei em ser mãe e minha filha é a minha dádiva de Deus. A maternidade me ajudou a entender as outras pessoas com mais facilidade em várias situações, inclusive no ambiente de trabalho”.

Carla relata que seu maior desafio como mãe é não saber o que o futuro reserva, mas fica grata por ter a chance de viver o presente e proporcionar a sua filha bons princípios. “Cuido do agora pensando no amanhã. Quero que ela cresça e seja feliz, que tenha a oportunidade de estudar e ter um futuro promissor. Como mãe, faço de tudo para ver seus olhos brilhando de alegria. Poder trabalhar e garantir isso a ela é muito importante”.

Quem também pensa deste modo é a agente de inspeção de tráfego da Base do SAU de Caarapó, Andreia Aparecida Reco. Ela percorre pela rodovia para analisar se tudo está dentro da normalidade. Auxilia na retirada de objetos da pista, verifica se as sinalizações verticais e horizontais estão corretas, dentre outras atribuições com o objetivo de garantir mais segurança e qualidade para quem passa pela BR-163 no Estado.

Mãe do Bruno, de 24 anos, e do Mateus, de 21, Andreia é grata pela profissão que escolheu, justamente por ser peça chave para a comodidade dos usuários e tem a ternura materna como aliada em seu cotidiano. “Certa vez, auxiliei no atendimento de um acidente onde o rapaz, que era a vítima, aparentava ter uns 20 e poucos anos. Logo pensei ‘e se fosse meu filho?’. Me coloquei no lugar da mãe dessa pessoa e prestei o apoio necessário para salvá-lo, ajudando na sinalização do local”, rememora.

O querer de Andreia para todas as mães nesta data especial é que elas consigam estar perto de seus filhos, mesmo que seja em pensamento “Que possam comemorar essa data da melhor forma possível. E para quem vai trabalhar, que seja um dia produtivo. É muito bom ser mãe e ter a certeza de que receberemos o amor de nossos filhos não tem preço!”.

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