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Selvíria

Caravana de mulheres de Selvíria realizam exames através do Grupo Onça Pintada em Campo Grande

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Uma caravana com cerca de 25 mulheres de Selvíria, passaram por exames complementares, na ultima quinta-feira (28), na ONG Onça Pintada, em Campo Grande. As pacientes, foram encaminhas após passarem por atendimento no ônibus da ONG, que esteve no município em março deste ano, onde na ocasião, mais de 160 mulheres foram atendidas.

As pacientes passaram por exames de mamografias, ultrassom de mamas e consultas médicas. A enfermeira na Atenção Básica, Patrícia Chiochetta, de Selvíria, informou sobre os atendimentos: “Os resultados já ficam prontos na hora, e na ocasião não foi identificado nenhuma anormalidade nos exames das pacientes. Voltamos para casa todas contentes e satisfeitas com o ótimo atendimento realizado pela ONG”, disse. E completou: “Foi um dia não só de cuidados com o corpo, mas também de motivação e empoderamento da mulher”.

Em março, o atendimento itinerante do GOP veio ao município graças ao empenho, e solicitação do prefeito, José Fernando Barbosa, com apoio da Câmara Municipal e Secretaria Municipal de Saúde.

Acompanharam o grupo de mulheres, nos exames em Campo Grande, além da enfermeira, Patrícia, a agente comunitária de saúde, Beatriz Martins.

Sobre o GOP

Criado em 2001 o GOP – Grupo Onça Pintada é uma Organização Não Governamental (ONG), instituída como associação civil sem fins lucrativos que desenvolve em Mato Grosso do Sul programas de prevenção e combate ao câncer de mama. O programa conta com apoio do deputado Paulo Corrêa, e de empresários, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, e dos deputados federais, Tereza Cristina e Vander Loubet.

Em 17 anos de existência o GOP já percorreu mais de 70 municípios, atendeu mais de 56.322 mil pessoas, realizou mais de 15.201 mil exames e 2.573 mil cirurgias. Atualmente o GOP conta aparelhos de ultrassom e um mamógrafo para atender com mais precisão e rapidez.

Por: Assessoria de Comunicação.

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Selvíria

Polícia Civil de Mato Grosso do Sul conclui que morte em Selvíria foi suicídio, e não feminicídio

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A Delegacia de Polícia de Selvíria (MS) informou, por meio de nota oficial, que o caso inicialmente investigado como possível feminicídio foi reclassificado como suicídio após a conclusão das diligências.

De acordo com a investigação, os depoimentos colhidos e o laudo necroscópico indicam que a vítima teria empurrado a faca contra o próprio peito. Segundo a autoridade policial, a lâmina não estava totalmente cravada — característica considerada compatível com casos de autoferimento —, diferentemente do que normalmente ocorre em homicídios ou feminicídios. A angulação do golpe também reforça a hipótese de lesão autoprovocada.

O depoimento do filho da vítima, responsável pelo socorro, corroborou a conclusão dos investigadores. Ele relatou que a mãe enfrentava um tratamento contra câncer e teria manifestado anteriormente a intenção de tirar a própria vida. Conforme apurado, não havia registros de violência envolvendo o casal, e o interrogatório do então suspeito seguiu a mesma linha dos demais elementos coletados.

Diante das evidências, a autoridade policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio. Todos os laudos — necroscópico e de local de crime — foram anexados aos autos para os registros finais.

Com isso, a Polícia Civil declarou encerrada a apuração do caso, permanecendo à disposição para eventuais esclarecimentos.

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Selvíria

Jovem assentada se matricula na universidade após ação da Defensoria

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Maria Eduarda Soares Pereira Leal, assentada de Selvíria, é uma jovem de 18 anos cheia de sonhos… E o caminho para começar a concretizá-los está em outro Estado, mas a apenas 15 quilômetros: em Ilha Solteira/SP. Na cidade paulista, ela cursa o 1º bimestre do bacharelado em Engenharia Agronômica, algo conquistado com uma forcinha dada pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul.

Leal, após ter sido aprovada no vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), estava impedida de se matricular por causa de uma burocracia. Isso porque só iria concluir o 3º ano do ensino médio em dezembro de 2025 e a escola estadual onde estudava se negava a fornecer antecipadamente o certificado de conclusão da educação básica.

Assistida por Stephany Oliveira Giardini Fonseca, defensora substituta em Três Lagoas, a caloura conseguiu obter na Justiça de 1º Grau a tutela de urgência. Como resultado, a escola foi obrigada judicialmente a emitir o certificado e a jovem pôde, então, matricular-se na universidade. Fonseca, feliz com o resultado do processo, pontua que Leal “será a 1ª a conseguir essa grande conquista [formar-se num curso superior], capaz de mudar a realidade de um núcleo familiar para sempre”.

“Sempre foi um sonho meu entrar em uma universidade pública… Eu tinha 48 horas para fazer minha matrícula e o trabalho da defensora foi muito bem-feito! Nunca vou ser capaz de agradecer à altura”, emociona-se a futura engenheira.

Sobre nós

Há 43 anos, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul acolhe, orienta, faz educação em direitos e promove assistência jurídica integral e de graça a quem mais precisa. Estamos onde a população necessita: na comunidade, na aldeia, na rua, no Fórum… Nossa atuação é pela saúde, por moradia, proteção às mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, povos indígenas, população em situação de rua, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIAPN+ e demais cidadãos e cidadãs em vulnerabilidade socioeconômica

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