Campo Grande

Bebê de um ano morre após cair de cabeça em buraco em Campo Grande

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Um bebê de um ano foi resgatado há pouco após cair em um buraco de cerca de 2,5 metros de profundidade, em uma casa no Jardim Noroeste. Segundo testemunhas, a criança brincava no quintal quando caiu em uma vala e ficou cerca de 40 minutos soterrada.

O acidente aconteceu por volta das 12h30, na Rua das Perdizes, no Jardim Noroeste. A mãe, Berenice Mendes, estava amamentando o filho, irmão gêmeo de Jennifer, sentada no quintal de casa. Ela contou que outras crianças brincavam próximas e Jennifer, engatinhando, começou a segui-las. “Eu estava cuidando para que elas não chegassem perto, mas foram para o fundo”.

Jennifer caiu de cabeça no buraco que, segundo o Corpo de Bombeiros, teria cerca de 1,5 metro de profundidade e não os 2,5 metros relatados inicialmente. Desesperada, a mãe tentou puxar a filha pela roupa, mas acabou deslocando mais terra sobre a menina. “Tentei puxar pelo vestido e ela foi afundando”.

As crianças próximas correram e pediram ajuda aos vizinhos, que foram em busca de socorro e chamaram agentes penitenciários que trabalham no Presídio de Segurança Máxima, a uma quadra do local.

Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas até o local. Na tentativa de tirar a menina do buraco, parte das roupas foram rasgadas. O resgate mobilizou, ainda, PM e agentes penitenciários, já que atrás do Presídio de Segurança Máxima.

O Corpo de Bombeiros chegou a pedir apoio da concessionária Águas Guariroba para deslocar uma retroescavadeira, mas conseguiram retirá-la. A criança estava desacordada no momento do resgate e precisou passar por procedimentos de reanimação, que durou cerca de 40 minutos.

ATUALIZAÇÃO (16h38) Apesar dos esforços das equipes, a criança acabou falecendo a caminho do Hospital.

Campo Grande News, com atualização do Corpo de Bombeiros

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Campo Grande

Em Campo Grande| Corpo encontrado em quintal é de vendedora desaparecida desde abril; namorado é procurado pelo crime

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O corpo encontrado enterrado no quintal de uma casa no bairro Morada Verde, em Campo Grande, sexta-feira (1º), é da vendedora e estudante de enfermagem Graziela Pinheiro Rubiano, de 39 anos, que estava desaparecida desde o início de abril.
De acordo com a delegada responsável pelo caso, Ana Luiza Noriler da Silva Carneiro, três pessoas foram presas pela ocultação do cadáver e a polícia procura pela quarta, que seria o namorado de Graziela e quem a teria matado.
A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher procura pelo suspeito, que tem 39 anos. Uma amiga de Graziela, que foi quem registrou boletim de ocorrência sobre o caso, disse ao G1 que há cerca de um mês e meio percebeu alguns hematomas no corpo dela e esta pediu para ‘deixasse quieto’ o assunto.

Corpo estava enterrado em fossa desativada ©Leonardo de França

Três presos

Três pessoas foram detidas: Uma travesti, com passagens pela polícia por tráfico, que morava na casa onde o corpo foi localizado; um homem identificado apenas como ‘Alemão’, que teria ajudado enterrar o corpo e uma mulher, que morava na residência ao lado pertencente a ‘Huck’, onde o crime pode ter sido executado. Huck, que teve um envolvimento amoroso com Graziele, está foragido.
A travesti afirmou à polícia que viu Alemão com Huck jogando o corpo na fossa de sua residência durante a madrugada. A polícia então encontrou, na casa ao lado, de Huck, onde ele morava com outra mulher, marcas de sangue e um pé de cabra. A mulher que mora com ele confessou que limpou marcas de sangue na residência.
A suspeita é de que Huck tenha matado Graziele em sua residência com o pé de cabra e junto com Alemão, enterraram o corpo na fossa desativada na casa da travesti. Foram levadas para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), a travesti, a mulher que mora com Huck e Alemão. Huck está foragido.
Por G1

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Campo Grande

Em MS| Mãe e padrasto são presos por tortura de criança de 3 anos

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A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (21) em Campo Grande, uma mulher de 21 anos e um homem de 19 anos, que são suspeitos de tortura a uma criança de três anos, que foi internada nesta madrugada na Santa Casa, com fratura exposta de tíbia na perna esquerda.

A criança é filha da mulher. Ela recebeu o primeiro atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leblon e devido à gravidade do ferimento foi transferida para o hospital.

Conforme o hospital, na UPA, em um primeiro momento a mãe disse que a criança tinha caído de um berço, a cerca de 80 centímetros de altura, na tarde de domingo, e que a encontrou no chão, chorando e se queixando de dores na perna esquerda.

Já após a transferência para o hospital, quando a Polícia Civil foi acionada pelo Conselho Tutelar, a mãe confessou a violência contra a criança e disse que tinha sido praticada com o padrasto.

Segundo o delegado Jarley Inácio de Souza, plantonista da Delegacia de Atendimento Comunitário (Depac) Cepol, ela foi presa em flagrante ainda no hospital. O padrasto que também estava no local fugiu e foi preso por volta das 4h, na casa dos seus pais. No local estava o outro filho da mulher, de 8 meses. A polícia vai investigar se o bebê também sofria agressões.

O delegado disse que com a equipe médica da Santa Casa foi constatada que a menina apresentava vários ferimentos pelo corpo. As lesões, conforme ele, teriam sido feitos em períodos diferentes, indicando que a vítima vinha sofrendo as agressões há algum tempo.

Jarley Inácio apontou que quando questionado sobre as agressões, o padrasto, que é evadido do presídio semiaberto da Gameleira, disse que batia na criança apenas para “educá-la”.

Segundo o delegado, tanto a mãe quanto o padrasto foram autuados pelo crime de tortura. Se condenados poderão pegar uma pena de 8 anos de prisão acrescida de um sexto, já que foi praticado contra criança.

No hospital, foi feito um exame ginecológico na menina, que não constatou sinais de abuso sexual. Ela passou por exames e aguarda cirurgia. A criança está acompanhada por uma cuidadora encaminhada pelo Conselho Tutelar.

O outro filho da mulher foi entregue para a guarda do Conselho Tutelar.

Por G1/MS

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