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Barbosinha pede melhorias em infraestrutura, iluminação e pavimentação de municípios

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O deputado estadual Barbosinha (PP) utilizou a tribuna nesta manhã (7) para solicitar melhorias em municípios e estradas. “Em Bandeirantes é necessária parceria do Poder Executivo Estadual para a construção de sete aduelas na região da Fazendo Querubim. As pontes não suportam mais o transporte de produção, dos insumos agrícolas”, declarou.

O município também precisa de um perito papiloscopista. “Solicitamos também um perito papiloscopista para atender no município de Bandeirantes. A prefeitura informou que disponibiliza local para a execução do trabalho de identificação e arquivamento de quem precisar fazer o documento de identidade”, explicou.

Em Ponta Porã e Itaporã, os pedidos de Barbosinha são para melhorar a infraestrutura de escolas. “Em Ponta Porã, é necessária a construção de um estacionamento em frente a Escola Municipal Professora Marli Cavalheiro Borges. Há grande reclamação de quem passa pelo local nos horários de entrada e saída da escola, pois o trânsito fica congestionado, sem segurança para as crianças. Já em Itaporã é necessária a construção de um corredor com acesso ao portão principal e uma cobertura onde ficam os brinquedos, no Centro de Educação Infantil Maria Rodrigues”, informou.

“Outros pedidos são os recursos para obras de recuperação do pavimento asfáltico na rodovia MS-475, que dá acesso ao município de Novo Horizonte do Sul, que está em precárias condições, importante via para o município. Em Dourados, a viabilização de recursos para obras de pavimentação nos trechos entre Avenida Joaquim Teixeira Alves até a Cuiabá; e entre a rua Floriano Peixoto até a Aquidauana. Também peço extensão da rede de energia na rua Osíris Vieira de Souza, em Paranaíba, os moradores sofrem com a falta de iluminação e esta rua tem muita circulação de pessoas”, concluiu.

Moção

O deputado Barbosinha também apresentou nesta manhã Moção de Pesar à família e amigos do advogado Jairo de Quadros Filho. “Ele deixa grande lacuna de saudade em Dourados, e em Mato Grosso do Sul. Presto aqui minha solidariedade a todos e deixo aqui o nosso abraço e orações. Que Deus conforte o coração de todos”, disse. 

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Mulheres em Debate traz os avanços da Lei Maria da Penha

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No mês em que celebramos o Agosto Lilás – Campanha de combate à Violência Doméstica e Familiar, o programa Mulheres em Debate, veiculado na TV Assembleia, fala sobre os avanços da Lei Maria da Penha para a proteção das vítimas. 

Esta edição do programa contou com a participação da promotora de Justiça Clarissa Torres, e da defensora pública, Thais Dominato. As entrevistadas reforçaram que com a aplicação das medidas protetivas, o número de casos de feminicídio tem sofrido queda em Mato Grosso do Sul. 

Além desse tema, o programa levantou outras formas de violência sofridas pelas mulheres, inclusive no ambiente de trabalho, que muitas vezes é desconhecida pela população. 

A Campanha Agosto Lilás agrega em sua programação, ações de conscientização, rodas de conversa, capacitações e iniciativas voltadas para as mulheres conhecerem seus direitos e conquistarem autonomia. Você pode conferir esta e outras edições do programa no canal 9 da Claro Net TV, e no Youtube oficial da TV Assembleia de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS

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Prevenção à Dengue é tema do Programa Vida Saudável da Rádio ALEMS 

Combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, é essencial neste momento. Isso porque tem aumentado significativamente o número de casos em Mato Grosso do Sul, e no Brasil. Para trazer conhecimentos sobre a dengue e as doenças transmitidas por meio deste mosquito, o programa Vida Saudável da Rádio ALEMS, que vai ao ar nesta sexta-feira (19), traz uma entrevista com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio.

De acordo com o especialista, além da dengue o Aedes aegypti, transmite também outras doenças, como chikungunya, zika e febre amarela. Cada uma destas doenças apresenta sintomas parecidos, no entanto, existem particularidades. “Todas infecções virais podem ter sinais semelhantes como febre alta, entretanto a zika quando ocorre febre não é alta. Com relação a dores nas articulações na dengue e na chikungunya são muito comuns, mas quanto a chikungunya essas dores chegam a ser incapacitantes, o que tornar atos simples da rotina diária difíceis de serem executados, como escovar os dentes”, explica. 

O infectologista Maurício Pompilio faz um alerta para população sul-mato-grossense. “Após a picada do mosquito, de dois a sete dias podem aparecer os primeiros sinais de dengue, por isso é preciso muita atenção, principalmente se começar a ter dor abdominal, vômitos que impedem a alimentação e a ingestão de água e qualquer forma de sangramento. Caso isso ocorra é preciso procurar atendimento médico”. 

O médico ressalta também que é necessária ficar atento nos casos de dengue em idosos, pessoas com comorbidades e em crianças pequenas, os cuidados devem ser redobrados. “Para este público é preciso procurar o serviço de saúde o mais rápido possível”. De acordo com o especialista, vale lembrar que quem já teve dengue uma vez pode ter novamente. Portanto, o melhor a fazer é garantir o controle da doença, eliminando qualquer possibilidade de água parada, inclusive dentro de casa.

Ainda durante o bate-papo, Maurício Pompilio fala a respeito do tratamento dessas doenças que não é direcionado para o vírus, e sim à manutenção do estado de vida do paciente, ou seja, tratar os sintomas apresentados e principalmente manter a hidratação. “Aquelas pessoas que não conseguem ingerir uma quantidade necessária de líquido, aí é preciso soro na veia, isso pode salvar a vida de uma pessoa com dengue”, destaca. 

Um outro ponto importante enfatizado pelo médico é em relação a automedicação. “Certos medicamentos são totalmente contraindicados para pessoas com suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Alguns remédios muito comuns nas casas das pessoas podem ser perigosos se utilizados, por exemplo, nos casos de dengue. Produtos com princípios ativos naturalmente anticoagulantes aumentam as chances de hemorragias e podem agravar os casos de dengue, zika e chikungunya. Entre as medicações que estão formalmente contraindicados, o ácido acetilsalicílico, ou AAS, é o principal deles”, esclarece

Para finalizar a entrevista Mauricio Pompilio faz questão de pontuar que a melhor forma de prevenir a dengue, zika e chikungunya é acabar com o mosquito, não deixando nenhum recipiente acumular água. “Todos nós somos responsáveis por diminuir a proliferação desse inseto, cuidando de nossos quintais e de qualquer reservatório de água que possa existir, mesmo dentro das nossas casas. Converse com amigos, familiares e colegas de trabalho para que juntos possamos combater o mosquito”. 

Para ouvir a entrevista na íntegra com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio, pode clicar aqui.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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