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Mato Grosso do Sul

Agesul publica contratos para obras de R$ 25 milhões em Bataguassu, Rio Verde, Inocência e Aparecida do Taboado

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A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) contratou mais de R$ 25 milhões de investimento em quatro cidades de Mato Grosso do Sul (Bataguassu, Rio Verde de Mato Grosso, Inocência e Aparecida do Taboado). Os extratos foram publicados nesta quarta-feira (22) no DOE-MS (Diário Oficial do Estado). 

Bataguassu

Ao custo de R$ 3,5 milhões, serão feitas em Bataguassu ações de drenagem de águas pluviais, controle de erosão e execução de bacia de detenção na Avenida Dias Barroso. O prazo para conclusão da obra é de 360 dias consecutivos, contados a partir da data do recebimento da Ordem de Início dos Serviços (OIS), que deve ser entregue nas próximas semanas pelo Estado.

Rio Verde

Em Rio Verde, o Estado vai recapear e reconstruir trechos das ruas 13 de Maio, Tupinambá, Nº 2 e Princesa Isabel, no Jardim Primavera; partes das ruas Santa Rosa, 3 de Outubro, Tiradentes, Dom Pedro II e Thomás Barbosa Rangel, no bairro Coronel Manoel mariano; e pedaços das ruas Ipiranga, Antídio de Souza Guedes, Tomás de Aquino e Joaquim Voltinha, além da Travessa Montreal, no bairro Santa Inês. Parte da Rua Ipiranga ainda vai ganhar drenagem de águas pluviais

As obras de infraestrutura urbana em Rio Verde devem durar 180 dias consecutivos. O prazo começa a contar depois que a empresa receber a Ordem de Início dos Serviços (OIS) do Estado – o que deve ocorrer nas próximas semanas. O investimento na obra é de R$ 4,7 milhões.

Inocência

Em Inocência, serão recapeados e reconstruídos trechos das ruas Cuiabá, Juventino G. Campos, Frank G. da Silva, Raul Rached, Duca Valadão, Leopoldina Garcia Leal, Coronel Gustavo R. da Silva, Luiz Leonardo de Paula, João Valadão, 1, Hermógenes Vieira Pontes, Segundino Maia, Emílio José da Costa, Jaime David, Alexandre B. Garcia, João Domingo da Silva, Ozires M. Paula, Eurélio Nunes Valadão, João A. Santos, Eulina Paula Rocha, Melânia G. Leal, Ostanilo G. Moreira, Zenaide F. Leal, Otávio R. Freitas, Manoel F. Leal, José P. de Freitas e 4 de Abril.

Ainda passarão pelas mesmas melhorias trechos das avenidas Pantanal e 2, além das ruas Adotil de Souza Maia, Antônio F. Leal, Rotatória, Onofre F. do Prado, 4, 5, Benevenuto Garcia Dias, Lázaro A. Santos, João Vieira de Freitas, Juracy Luiz de Castro, Guilherme F. de Queiroz, Bahia, Francisco Albino, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Pará, Laucídio M. da Silva, Quinze de Novembro, 7 de Setembro, Primavera, Ranuto R. Azambuja, Duque de Caxias e Três Lagoas.

Ao todo, serão 136.487,27 metros quadrados de área de recapeamento em benefício de moradores do Centro e também dos bairros Jardim Bom Jesus, Jardim Alvorada, Jardim Pantanal e Jardim Bocaína. Ao todo, serão R$ 12,9 milhões aplicados na obra, que deve durar 540 dias consecutivos. O prazo inicia após recebimento da Ordem de Início dos Serviços (OIS), que deve ocorrer nas próximas semanas.

Aparecida do Taboado

Com R$ 3,7 milhões, as obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais vão chegar a trechos das ruas do bairro Redentora, em Aparecida do Taboado. São elas: Manoel Rodrigues de Castro, Jonatas Ubiratan Alves, Altino Pedrosa, Vilson Lucas de Oliveira, Jânio Carlos Pereira, José Pimenta de Abreu, Antônio Teixeira de Queiroz e Pedro Diogo de Faria.

As obras devem ficar prontas em 240 dias consecutivos. O prazo começa a contar a partir  do recebimento da Ordem de Início dos Serviços (OIS), que deve ocorrer nas próximas semanas.

Mais detalhes dos contratos de obras de pavimentação podem ser conferidos a partir da página 46 do DOE-MS desta quarta-feira (22).

Bruno Chaves, Comunicação Seilog/Agesul

Fotos: Chico Ribeiro/Arquivo

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Mato Grosso do Sul

Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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