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Rural

A partir de amanhã, pecuaristas já podem comprar vacinas contra aftosa em MS

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Campo Grande (MS) – Em Mato Grosso do Sul, a partir desta quarta-feira (15/04), o pecuarista já pode adquirir as doses da vacina contra a febre aftosa, antecipadamente, sem que seja necessário solicitar autorização na Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal).

Conforme Portaria publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (13), a campanha terá início oficial em todo o Estado no dia 1º de maio – obedecendo aos períodos legais para vacinação e registro – mas, os pedidos de antecipação serão dispensados de cumprir os protocolos exigidos anteriormente, como: Protocolar requerimento, justificar o motivo da antecipação, e obter parecer do inspetor local.

Secretário Jaime Verruck (Semagro) e o diretor-presidente Daniel Ingold (Iagro)

Segundo explicou o Diretor Presidente da Agencia, Daniel Ingold, o calendário de vacinação foi mantido e o pedido de antecipação foi flexibilizado, considerando orientações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) como medidas de contenção da pandemia da Covid-19. “Por conta dessa pandemia, estamos abrindo mão da necessidade de deslocamento desse pecuarista até as unidades da Iagro. Aquele que tiver interesse em antecipar as compras e a vacinação a partir de amanhã, dia 15 de abril, já pode procurar a revenda e adquirir as doses”.

Segundo o Secretário Jaime Verruck, titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), as medidas que vem sendo tomadas são fundamentais para manter os serviços essenciais e evitar o desabastecimento durante esse período em que se mostra fundamental a necessidade do ‘isolamento social’. “O Pecuarista de Mato Grosso do Sul sempre foi um grande parceiro do Governo do Estado. Enfrentamos e vencemos grandes dificuldades e com certeza, vamos superar esse período difícil que estamos atravessando”, completou.

Conforme Calendário – que prevê a vacinação de todo rebanho nesta etapa – em todas as regiões sanitárias do Estado (Planalto, Fronteira e Pantanal) a partir de dia 15 de abril as doses já podem ser adquiridas, a vacinação dos animais das regiões do planalto e fronteira terminam em 31 de maio e a declaração de vacinação, no sistema, para os pecuaristas destas duas regiões termina em 15 de junho. O Pantanal, dada suas peculiaridades, continua com data diferenciada. A vacinação termina em 15 de junho e a declaração pode ser feita até 30 de junho.

Região Liberação de compra da vacina Data final da vacinação Data de início de registro Data final de registro
Planalto 15/04 31/05 01/05 15/06
Fronteira 15/04 31/05 01/05 15/06
Pantanal 15/04 15/06 01/05 30/06
         

Ainda segundo o Secretário Jaime Verruck, que é presidente do Comitê Gestor do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), em Mato Grosso do Sul as ações do plano que prevê a retirada da vacinação até 2021 estão mantidas.

 

Kelly Ventorim, assessora de comunicação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro)

Foto: Arquivo

Fonte: Governo MS

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Agronegócios

Consumo aquecido no mês de dezembro, melhora preço do leite e variação registra 3,7%

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C

onsiderando a oferta e demanda de lácteos no período da safra para a bovinocultura de leite em Mato Grosso do Sul, a tendência é que o preço do leite registre queda. Não foi o que aconteceu em dezembro de 2020, quando o preço chegou a R$ 1,81, variação de 3,7% comparado ao mesmo período de 2019. O motivo desta valorização é tema do #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (25).

Os dados são da Cepea/Esalq, e foram analisados pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul.

Para o zootecnista Juliano Barros, o que motivou esse comportamento foi a melhora do consumo de lácteos. “Impactado negativamente no primeiro semestre, com as medidas de combate à pandemia, esse consumo teve recuperação no segundo semestre, com o pagamento do auxílio emergencial; aquecimento confirmado quando se observa o resultado da balança comercial”, explica o analista técnico.

Apesar da valorização no campo, por outro lado, o produtor sentiu o expressivo aumento do preço de alguns insumos. “Em 2020, para aquisição de um saco da mistura de milho e farelo de soja, foram necessários o equivalente a 42,8 litros de leite, variação de 21% a mais que em 2019”, esclarece.

No balanço do ano para o estado, a média de preço do litro do leite foi de R$1,54, aumento de 29,3%. O bom desempenho da demanda também é confirmado quando se observa o resultado da balança comercial brasileira de lácteos.

Quer saber mais? A análise geral dos dados divulgados pela Cepea/Esalq, você confere na nova edição do BOLETIM BOVINOCULTURA DE LEITE, que será divulgada ainda nesta segunda-feira.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ellen Albuquerque

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Rural

Vírus que matou milhões de animais na China avança pelo mundo

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Não bastasse a covid-19, outro vírus bastante agressivo, que ataca os suínos, teve uma explosão de casos na China e já atinge outros países da Ásia e da Europa. O vírus, da família Asfarviridae, infecta apenas porcos e javalis. Ele não é parente do coronavírus e não atinge os humanos.

Os suínos não têm salvação e morrem em uma semana. A doença, altamente contagiosa, chegou à China há dois anos, depois de passar pela Europa, onde não chegou a fazer muitos estragos na ocasião. “Na China, a peste provocou um surto sem precedentes, em boa parte porque a produção de porcos é feita em pequenas propriedades, mais difíceis de serem fiscalizadas”, diz Wagner Yanaguizawa, analista do Rabobank do Brasil, banco de origem holandesa especializado no setor de alimentos e agronegócio.

A doença já causou a morte de 440 milhões de porcos na China, a metade do rebanho do país. No mundo todo, atingiu 25% do total de suínos. Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal, a doença já se espalhou por 50 países, afetando 75% da produção global de porcos. Ainda não há tratamento ou vacina para o vírus.

A peste suína africana, que tem esse nome por ter sido identificada pela primeira vez na África há quase cem anos, é transmitida por carrapatos. A doença provoca febre alta e uma hemorragia mortal nos porcos. O vírus, bastante agressivo, pode ficar ativo por tempo indeterminado em alimentos contaminados, roupas, sapatos, veículos usados no transporte dos animais e até debaixo da terra, em carcaças de porcos acometidos pela doença.

A doença está se espalhando pelo mundo. Ela já chegou à Índia, onde matou mais de 14.000 porcos. O vírus também ataca a Europa. Desde o início do ano, nove países europeus confirmaram casos da doença, entre eles a Bulgária, Romênia e Bélgica. Segundo a European Food Safety Authority (EFSA), autoridade de segurança alimentar europeia, a disseminação tem sido rápida.

Novos focos da doença foram detectados na Polônia e na Grécia nas últimas semanas. Preocupado, o governo alemão mandou erguer uma cerca eletrificada na fronteira com a Polônia. “A Alemanha e a Espanha estão entre os maiores exportadores de carne suína, por isso precisam tomar um cuidado redobrado para não serem contaminados”, diz Yanaguizawa.

Apesar de estar em declínio na China, a doença ainda não está controlada. Em abril, o governo chinês reportou novos casos na província de Gansu. Para o Brasil, a boa notícia é que o vírus não chegou aqui – e as exportações de carne para a China, com o estoque de suínos em baixa, estão aumentado.

Segundo o Rabobank, nos primeiros quatro meses do ano o embarque de carne de porco para a China aumentou 29% em volume e 54% em faturamento. “O Brasil tomou medidas de precaução para evitar com que a doença chegue aqui e está sabendo aproveitar a oportunidade de negócios com a China”, afirma Yanaguizawa. Para os criadores de porcos na China e outros países, resta a esperança de ter uma vacina para o vírus. “Estudos vêm sendo feitos há dois anos e em algum momento terão sucesso”, diz Yanaguizawa.

Fonte: Carla Aranha / Exame

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