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Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul é referência nacional com linha completa de tratamento para fibrose cística

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Teste do pezinho, medicamentos da assistência farmacêutica especializada garantem diagnóstico precoce e tratamento completo em MS

Com rede estruturada, assistência farmacêutica especializada e suporte multiprofissional, o Governo de Mato Grosso do Sul assegura atenção integral às pessoas com fibrose cística e projeta o Estado como exemplo para todo o país.

O ponto de partida é o teste do pezinho, ofertado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) cuja ampliação do rol de doenças detectadas em MS está em processo de expansão custeada pelo Governo. Ele permite identificar precocemente a fibrose cística e outras doenças genéticas graves.

O teste do pezinho ampliado encontra-se em processo de construção no Estado. A fibrose cística integra do rol de doenças da triagem neonatal para diagnóstico precoce desde 2001.

A partir de 2025, com a publicação da Resolução SES n. º 381 que descreve a versão ampliada do teste do pezinho, o número de doenças rastreadas em recém-nascidos em MS saltará de 7 para mais de 40, o que irá permitir diagnóstico precoce e tratamento imediato de patologias graves, como atrofia muscular espinhal e imunodeficiências primárias.

“Graças ao teste do pezinho, conseguimos detectar a fibrose cística ainda nos primeiros dias de vida do bebê. Isso é fundamental para iniciar rapidamente o tratamento e melhorar a qualidade de vida do paciente”, destaca a gerente de Atenção à Saúde da Criança da SES, Cristiana Schulz.

Após o rastreio inicial, os pacientes realizam o teste do suor — considerado padrão ouro para confirmação do diagnóstico — e são encaminhados ao IPED/APAE, em Campo Grande, onde recebem acompanhamento especializado.

Atendimento multiprofissional

Coordenadora técnica do IPED/APAE explica importância do atendimento multidisciplinar aos pacientes.

O acompanhamento aos pacientes é realizado de forma multidisciplinar para garantir cuidado integral e melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

No IPED/APAE, os pacientes contam com uma equipe completa: pneumologistas, gastroenterologistas, geneticistas, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e assistentes sociais, explica a coordenadora técnica da entidade, Josaine Palmieri.

Ela relembra que a rede criada pela Resolução nº 061/2014 da SES foi determinante para estruturar o cuidado aos pacientes com fibrose cística no Estado.

“Como são pacientes que muitas vezes necessitam de internações recorrentes, o fluxo de atendimento hospitalar também está previsto nessa rede. Hoje, Mato Grosso do Sul é um exemplo nacional por oferecer um dos elencos mais completos de medicamentos e profissionais para o cuidado da fibrose cística”, reforça.

Componente especializado da assistência farmacêutica

Após diagnóstico, os pacientes passam a receber medicação gratuitamente pela rede pública. Coordenadora da Assistência Farmacêutica da SES, Patrícia Veiga Carrilho Olszewski, detalha o tratamento fornecido pela Casa da Saúde, seguindo protocolos específicos.

“Os pacientes recebem enzimas digestivas, que são as enzimas pancreáticas para auxiliar na absorção dos nutrientes, antibióticos, broncodilatadores e anti-inflamatórios para combater as manifestações respiratórias, além dos medicamentos mais modernos, como o Ivacaftor e a combinação Elexacaftor + Tezacaftor + Ivacaftor — conhecida comercialmente como Trikafta® — que atuam diretamente na causa genética da doença”, detalha Patrícia.

Rede de apoio e acolhimento às famílias

Neste mês, a primeira-dama Mônica Riedel recebeu representantes da Associação Sul-matogrossense de Fibrose Cística, que acompanha portadores da doença em 22 municípios do Estado. Dentre eles, a presidente da entidade, Nelcila da Silva, que há mais de 15 anos busca direitos e melhorias aos pacientes. Aos 75 anos, segue contribuindo não só com a comunidade, mas também com a gestão estadual e municipal em prol do tratamento dos fibrocisticos.

Diretora social da associação, Heindnea Masselink enfatiza que a informação é um divisor de águas entre a vida e a morte para quem tem fibrose cística. Mãe de um rapaz de 20 anos diagnosticado com a doença, ela fala dos desafios enfrentados diariamente.

“Fiz um propósito com Deus que enquanto ele der saúde ao meu filho vou continuar a ajudar outras famílias que precisam ser amparadas e orientadas para que o tratamento seja contínuo e que tenha adesão de todos os envolvidos”, afirma.

“Não só no mês de conscientização, mas em todos os outros meses a informação é essencial do diagnóstico ao tratamento, por isso vejo o quão importante é conectar forças para dar a devida atenção a pautas como essa. Nosso estado é referência e ainda assim muitas famílias sofrem por não saberem como buscar apoio. Entidades como Associação Sul-mato-grossense de Fibrose Cística, em conjunto com a Secretaria de Saúde, unidas potencializam esse alcance”, enfatiza a primeira-dama Mônica Riedel.

Participou também da agenda a Superintendente de Atenção à Saúde da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Angélica Segatto Congro, que destaca a importância do trabalho integrado.

“Estamos reforçando em todas as esferas o compromisso do governo com a atenção integral às pessoas com fibrose cística. A prioridade é garantir diagnóstico precoce, tratamento contínuo e apoio às famílias, de forma que cada paciente tenha acesso a uma vida com mais qualidade e dignidade”, explica.

Atualmente, 49 pacientes recebem acompanhamento especializado em Mato Grosso do Sul.

Fibrose cística: sintomas e tratamento

A fibrose cística é uma doença genética que afeta principalmente os pulmões e o sistema digestivo. Os sintomas incluem tosse crônica, pneumonia de repetição, suor mais salgado que o normal, diarreia, baqueteamento digital e dificuldade de ganhar peso e altura.

O tratamento envolve fisioterapia respiratória, inalações, antibióticos, enzimas pancreáticas, suplementos vitamínicos e os moduladores da proteína CFTR — os únicos medicamentos que atuam diretamente na causa da doença. O SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza esses moduladores para crianças a partir de 6 anos.

“A Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência tem se empenhado de forma contínua para garantir assistência integral, acesso a tratamentos e apoio às famílias, fortalecendo a atenção e ampliando as possibilidades de cuidado. Esse trabalho reflete a importância de uma rede estruturada, que une esforços do governo e dos serviços de saúde para que cada paciente seja atendido com dignidade, respeito e acolhimento”, finaliza a gerente da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência na SES, Juliana Medeiros.

Para informações e apoio, é possível acionar a busca ativa pelo telefone (67) 99273-4498 e e-mail [email protected], e pelo contato da Associação Sul-mato-grossense de Fibrose Cística no (67) 99635-6060.

Danúbia Burema, Comunicação SES
Fotos: IPED/APAE

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

Agendão cultural: fim de semana tem feira criativa, teatro, astronomia e atrações culturais em MS

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O fim de semana em Mato Grosso do Sul terá programação cultural em Campo Grande e cidades do interior, com opções que incluem espetáculos teatrais, dança, feiras criativas, atividades culturais, observação astronômica e atrações para toda a família.

Na Capital, a agenda reúne eventos no Sesc Teatro Prosa, feira gastronômica e de economia criativa, além de uma experiência de observação do céu noturno com telescópios. Já no interior, o projeto Circula Cultura MS segue levando arte e cultura para diferentes municípios sul-mato-grossenses.

Também fazem parte da programação espaços culturais e museus de Campo Grande, que permanecem abertos para visitação ao longo da semana e no fim de semana.

Confira os destaques da programação:

Campo Grande

Sexta-feira (22/05)

Espetáculo de dança “Relicário de Mim” no Sesc Teatro Prosa
A bailarina Frantielly Khadija apresenta o espetáculo “Relicário de Mim”, uma imersão sensível sobre identidade, memória e existência, com direção de Chico Neller.

Horário: 19h
Local: Sesc Teatro Prosa – Rua Anhanduí, 200 – Centro
Entrada: Gratuita via Sympla
Classificação: Livre

Sábado (23/05)

Feira São Bento reúne gastronomia e economia criativa
A Feira São Bento terá opções de gastronomia, artesanato, empreendedorismo e lazer em mais uma edição no Jardim São Bento.

Horário: das 18h às 22h
Local: Praça República do Líbano – Av. Primeiro de Maio, 400
Entrada: Gratuita

Espetáculo infantil celebra a infância e a imaginação
O grupo Fulano di Tal apresenta “A Fabulosa História do Guri-Árvore”, espetáculo inspirado na obra de Manoel de Barros, com palhaçaria e teatro de objetos.

Horário: 16h
Local: Sesc Teatro Prosa
Entrada: Gratuita via Sympla
Classificação: Livre

Observação do céu noturno com telescópios
A Casa de Ciência e Cultura promove uma experiência de observação astronômica, com telescópios e atividades educativas sobre ciência e os astros visíveis no céu.

Horário: das 19h às 21h
Local: estacionamento do Teatro Glauce Rocha
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre

Domingo (24/05)

Shopping Bosque dos Ipês promove aulão de dança
Em clima de celebração ao Mês das Mães, o Shopping Bosque dos Ipês realiza um aulão de dança aberto ao público.

Horário: 14h
Local: em frente à Praça Central – Shopping Bosque dos Ipês
Entrada: Gratuita

Feira Bosque da Paz retorna com edição “Brasilidades”
Após adiamento por conta das condições climáticas, a Feira Bosque da Paz realiza mais uma edição com gastronomia, música, artesanato e economia criativa.

Horário: das 9h às 15h
Local: Rua Kame Takaiassu – Carandá Bosque
Entrada: Gratuita

Interior do Estado

Circula Cultura MS segue pelo interior sul-mato-grossense
O projeto Circula Cultura MS continua promovendo acesso à arte e descentralização cultural em municípios do interior de Mato Grosso do Sul.

Paraíso das Águas – 22/05
Fátima do Sul – 23/05
Naviraí – 24/05

Espaços culturais para visitar em Campo Grande

Museu Casa-Quintal Manoel de Barros
Rua Piratininga, 363 – Jardim dos Estados
Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 14h; sábados, das 10h às 12h

Memorial da Cultura Indígena
Rua Terena, 88 – Aldeia Marçal de Souza
Funcionamento: segunda a quinta, das 7h30 às 17h30; sextas, das 7h30 às 13h30

MIS – Museu da Imagem e do Som
Avenida Fernando Corrêa da Costa, 559
Funcionamento: segunda a sexta, das 7h30 às 17h30; sábados, das 8h às 18h

Complexo de Museus da UFMS
Cidade Universitária
Funcionamento: segunda a sexta, das 8h às 11h e das 13h às 17h

Museu José Antônio Pereira
Avenida Guaicurus – Jardim Monte Alegre
Funcionamento: terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 13h às 17h

Comunicação Governo de MS

Fonte: Governo MS

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Mato Grosso do Sul

UEMS lidera cooperação internacional com a University of Birmingham em imersão acadêmica no Pantanal

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A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) será protagonista de uma experiência internacional inédita voltada à sustentabilidade, à ciência aplicada e à cooperação acadêmica global. Em parceria com a University of Birmingham, da Inglaterra, a instituição realizará o programa “Immerse Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy”, que promoverá uma imersão interdisciplinar no Pantanal sul-mato-grossense entre os dias 31 de maio e 11 de junho de 2026.

Coordenado pela UEMS, por meio do CORAL (Centro Observatório das Rotas Latino-Americanas), em articulação com programas de pós-graduação, centros de pesquisa e instituições parceiras, o programa reunirá estudantes e pesquisadores brasileiros e britânicos em atividades de campo, debates científicos e diálogos interculturais voltados aos desafios das mudanças climáticas, da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável.

A ação conta com apoio financeiro e logístico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul (Semadesc).

A proposta coloca Mato Grosso do Sul e o Pantanal no centro das discussões globais sobre sustentabilidade. Segundo o prof. Dr. Ruberval Franco Maciel, pesquisador coordenador do CORAL/UEMS, a universidade encara o projeto como “um marco de diplomacia científica”, consolidando a UEMS como um hub de inovação e internacionalização acadêmica.

Pantanal como laboratório vivo internacional

Imagem da notícia UEMS
Comitiva passará pela UEMS/Aquidauana conhecendo a produção científica nas áreas de Agronomia, Engenharia Florestal e Zootecnia.

O roteiro da imersão inclui atividades em Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas da região pantaneira. As ações envolvem experiências em laboratórios vivos, estudos sobre conservação ambiental, produção sustentável, bioeconomia, prevenção de incêndios, agricultura familiar, turismo científico e valorização de saberes tradicionais e indígenas.

Entre os destaques da programação estão as atividades desenvolvidas na Unidade Universitária de Aquidauana da UEMS, considerada estratégica para a pesquisa aplicada em sustentabilidade, conservação do solo, agroecologia, piscicultura e reflorestamento de espécies nativas do Pantanal. Conforme explica Maciel, a unidade oferece uma infraestrutura de “sustentabilidade vivida”, permitindo pesquisas de longa duração e soluções inovadoras para transformação socioeconômica e bem-estar local.

O programa também contempla as Interfaces com Áreas Estratégicas de Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, integrando ações relacionadas à educação, saúde, desenvolvimento humano e social, meio ambiente, desenvolvimento econômico, cultura, ciência, tecnologia e inovação.

Tal iniciativa também reforça o papel da universidade na construção de soluções alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), contemplando áreas como educação de qualidade, ação climática, redução das desigualdades, inovação, produção sustentável e preservação da vida terrestre.

De acordo com a University of Birmingham, o programa representa uma nova etapa na cooperação internacional entre as instituições e amplia as experiências iniciadas anteriormente no projeto “Immerse Amazonia”. O material institucional destaca que os estudantes irão “mergulhar” na realidade do Pantanal, um dos ecossistemas mais vulneráveis do planeta diante das secas extremas, incêndios florestais e expansão intensiva da atividade agrícola.

O Dr. Angelo Martins Júnior, Co-Diretor do University of Birmingham Brazil Institute (UBBI), disse: “Estamos comprometidos em oferecer aos estudantes da Universidade de Birmingham as melhores oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal, enquanto usamos nossa expertise e parcerias para ajudar a enfrentar alguns dos maiores desafios das mudanças climáticas e da sustentabilidade”.

“Ao reunir estudantes da Grã-Bretanha e do Brasil, esperamos que ambos os grupos de graduandos mudem sua perspectiva sobre o mundo ao redor. Queremos inspirar a próxima geração de futuros criadores enquanto eles enfrentam os desafios associados às mudanças climáticas”.

O Programa Immerse Pantanal marca uma nova fase no compromisso do UBBI em “criar oportunidades de aprendizagem equitativas, interdisciplinares e de alto impacto em todo o Brasil”, conclui Martins.

Nesse contexto, Maciel explica que a parceria entre UEMS e University of Birmingham surgiu a partir de uma articulação estratégica entre universidade, governo e setor privado, fortalecida após mobilidade acadêmica realizada em 2025 com apoio do CNPq e encontros institucionais promovidos na UEMS com representantes da universidade britânica.

Para além da dimensão acadêmica, a expectativa da UEMS é que o programa deixe um legado permanente para o Estado, fortalecendo a bioeconomia regional, o turismo científico e a articulação entre universidade, poder público e comunidades locais. Conforme destaca Maciel, a proposta prevê a consolidação de um laboratório transnacional permanente e a ampliação da inserção de Mato Grosso do Sul na rota internacional da inovação científica voltada à sustentabilidade.

Estudantes do Reino Unido e a imersão pantaneira

Imagem da notícia UEMS
Jovens estudantes do Reino Unido discutirão com estudantes da UEMS ações para os desafios socioambientais do Pantanal.

Oito estudantes da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, viajam ao Pantanal sul-mato-grossense, para participar do programa Immerse Pantanal. A iniciativa reúne jovens britânicos e brasileiros para discutir os desafios ambientais que ameaçam um dos ecossistemas mais ricos do planeta.

A atividade consiste em uma escola de verão interdisciplinar de duas semanas, com base no Pantanal, considerado Reserva da Biosfera e Patrimônio Mundial pela Unesco. Os participantes vão realizar imersão na região, combinando conhecimentos científicos, locais e ancestrais para analisar problemas como seca extrema provocada pelo clima, incêndios e avanço da agricultura intensiva.

Durante o programa, os estudantes trabalharão em equipes mistas Reino Unido-Brasil, desenvolvendo soluções para os problemas socioambientais da região. Eles também produzirão ensaios e curtas-metragens sobre o tema.

O Pantanal é a maior área úmida tropical do mundo, com mais de 181 mil km², abrangendo Brasil, Bolívia e Paraguai. A região destaca-se pela grande concentração de onças-pintadas, jacarés, capivaras e mais de 650 espécies de aves.

O Immerse Pantanal faz parte de uma série de programas de imersão da Universidade de Birmingham no Brasil, chamada Immerse Brazil. Após o sucesso de um projeto na Amazônia realizado no ano passado, a universidade britânica amplia agora sua atuação para o Pantanal, com o objetivo de promover aprendizado experiencial e colaborativo entre estudantes de diferentes países.

O programa nasceu a partir de uma visita do prof. Dr. Angelo Martins Junior, codiretor do Brazil Institute da universidade (UBBI), à UEMS em dezembro de 2025. Durante a estadia, foram realizadas reuniões e palestras que resultaram na criação dessa nova edição.

Sobre a Programação e Roteiro

Imagem da notícia UEMS
Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo

O cronograma do Immerse Pantanal 2026 será realizado entre os dias 31 de maio e 11 de junho de 2026, passando por Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas do Pantanal sul-mato-grossense.

  • 31 de maio (domingo) – Campo Grande: chegada da delegação britânica, recepção institucional e logística de acomodação.
  • 1º de junho (segunda-feira) – Campo Grande e Bonito: abertura oficial na UEMS com palestra magna sobre o bioma pantaneiro, políticas estaduais e sustentabilidade, seguida de deslocamento para Bonito.
  • 2 de junho (terça-feira) – Bonito: experiência de laboratório vivo na Estância Mimosa, com foco em gestão da água, problemas ambientais “glocais” e produção sustentável.
  • 3 de junho (quarta-feira) – Bonito: atividades no Recanto Ecológico Rio da Prata voltadas à bioeconomia sustentável, certificações ambientais e transferência de tecnologias entre universidade e setor empresarial.
  • 4 de junho (quinta-feira) – Aquidauana e Anastácio: deslocamento ao Pantanal, briefing sobre produção sustentável, culinária pantaneira e trilha ecológica no Morro Paxixi.
  • 5 de junho (sexta-feira) – Anastácio: dia de campo com visita à Casa da Farinha, passeio guiado pelo Rio Aquidauana, atividades na feira de agricultura familiar e apresentações culturais pantaneiras.
  • 6 de junho (sábado) – Pantanal: atividades na Fazenda São Francisco, abordando conservação do bioma, produção sustentável, prevenção de incêndios florestais, gastronomia e cultura regional.
  • 7 de junho (domingo) – Aldeia Babaçu: imersão intercultural com a comunidade indígena Terena, incluindo oficinas de cerâmica, saberes tradicionais, medicina natural, etnoturismo e debates sobre adaptação climática e resiliência cultural.
  • 8 de junho (segunda-feira) – UEMS Aquidauana: atividades voltadas à conservação do solo, piscicultura sustentável e soluções aplicadas à preservação ambiental no Pantanal.
  • 9 de junho (terça-feira) – UEMS Aquidauana e Terrua Pantanal: ações sobre agroecologia, reflorestamento de espécies nativas, sistematização de dados, workshops colaborativos e elaboração de soluções sustentáveis e roteiro de documentário.
  • 10 de junho (quarta-feira) – Campo Grande: retorno da delegação, elaboração de relatório final, debates sobre cooperação internacional e jantar de encerramento em estilo pantaneiro.
  • 11 de junho (quinta-feira) – Campo Grande: encerramento logístico e partida da delegação britânica.

Comunicação UEMS
Foto de capa: Saul Schramm/Secom/Arquivo

Fonte: Governo MS

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