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Mato Grosso do Sul

Setor produtivo rural de Campo Grande e região reafirma parceria com Governo de MS por avanços

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O setor produtivo rural sul-mato-grossense tem adotado ao longo dos últimos anos metas para garantir o desenvolvimento econômico do Estado, por meio de parcerias, em especial, a capacitação e qualificação profissional, e a introdução de novas técnicas para o aumento da produtividade no campo.

E com esta ação estratégica, a nova diretoria do Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho (SRCG), tomou posse na noite desta segunda-feira (10), dando continuidade ao projeto de aprimoramento de boas práticas, com o apoio do Governo do Estado.

Presente à solenidade de posse, o governador Eduardo Riedel afirmou que o bom desempenho econômico do Estado se deve, principalmente, ao agronegócio.

“Cada uma das instituições que estão aqui hoje representa uma responsabilidade, seja pública ou privada, e mostra a força do Mato Grosso do Sul, com a capacidade de estar junto por um propósito em comum. Nós estamos empenhados em transformar o Mato Grosso do Sul num estado próspero, que dê oportunidade para as pessoas, que siga o caminho da modernidade e do desenvolvimento, com igualdade social, por meio da educação, da qualificação e do emprego”.

Riedel ainda acrescentou que o PIB sul-mato-grossense é sinônimo de investimento público e privado, de renda média salarial e saldo positivo da balança comercial.

“Cada um desses itens deve ser construído ao longo do tempo para se alcançar um ambiente de negócio favorável e que privilegia aqueles que colocam o seu capital. E a nossa atividade agropecuária, e a nossa atividade industrial ligada a esse setor, é a chave neste processo”, admitiu.

Muito emocionado, Alessandro Oliva Coelho, que deixa o cargo de presidente do SRCG, agradeceu todos os parceiros e amigos que fez na entidade, lembrando dos desafios enfrentados como a pandemia de Covid-19, eventos climáticos severos e a busca por qualificação de profissionais que trabalham no campo, além de estabelecer parcerias para garantir uma aprendizagem constante para o setor.

Eleito por unanimidade em chapa única, no início do mês de fevereiro, José Eduardo Duenhas Monreal assume a presidência do Sindicato até 2028, também com o desafio de dar continuidade às propostas já implementadas, fortalecendo o trabalho de produtores rurais e a representatividade do setor agropecuário.

Em seu discurso de posse, o dirigente destacou que entre as prioridades estão a melhoria da infraestrutura, energia elétrica, estradas rurais e assistência técnica, além do fornecimento de informações de mercado para garantir mais rentabilidade aos produtores.

O novo presidente também ainda ressaltou o crescimento de novas cadeias produtivas no estado, como silvicultura, produção de laranja e amendoim, além do avanço da suinocultura. A entidade seguirá apoiando os produtores na adaptação a essas oportunidades e na busca por maior competitividade.

“Mais do que nunca, vamos precisar continuar trabalhando juntos. Nossa classe enfrenta desafios significativos desde a produção, sucessão familiar, gestão dos negócios, segurança no campo, energia, infraestrutura, até chegar ao valor da produção e comercialização, passando por condições climáticas adversas, tais como fogo, seca e chuva em excesso”, frisou.

Monreal é natural de Mirandópolis (SP) e chegou ao Mato Grosso do Sul em 1988, construindo uma trajetória no agronegócio. Engenheiro agrônomo, atuou na antiga Empaer (atual Agraer) como extensionista rural e desenvolveu projetos de irrigação e nutrição animal.

Um dos momentos mais marcantes da solenidade foi a homenagem prestada a homens e mulheres por sua contribuição ao campo. Maria Cristina Possari Lemos, Antonio de Moraes Ribeiro Neto (Toninho), e o casal Pio Queiroz Silva e Roseli Maria Ruiz, foram lembrados por suas contribuições ao desenvolvimento do agronegócio e resiliência em defesa do setor.

Muito prestigiado, o evento de posse contou com a presença maciça de associados, autoridades civis e militares, dirigentes de entidades, em especial, o presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, parlamentares, e secretários estaduais, entre eles, Rodrigo Perez (Governo e Gestão Estratégica), e Rogério Beretta (Desenvolvimento Econômico Sustentável da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Projetos implantados no SRCG

Projetos como os encontros do Café da Manhã e o Interagro 2025, previsto para junho, continuarão sendo promovidos para fomentar debates e parcerias no setor agropecuário.

Além disso, o SRCG manterá colaborações estratégicas com o Governo do Estado, prefeituras e entidades como Famasul, Senar/MS e ASUMAS, garantindo a capacitação e qualificação de mão de obra para o agronegócio.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Bruno Rezende/Secom

Fonte: Governo MS

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Brasil e Alemanha trocam experiências sobre biomassa e tecnologias para indústria de baixo carbono

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O Brasil tem biomassa em abundância. A Alemanha, experiência no desenvolvimento de tecnologias para aproveitar resíduos e fontes renováveis. Os pesquisadores dos dois países discutiram como essa combinação pode abrir novos caminhos para uma indústria de baixo carbono durante o 4º Workshop Internacional de Inovação em Biomassa, evento realizado na sede do Instituto Senai de Inovação em Biomassa (ISI Biomassa), em Três Lagoas.

Duas palestras magnas no primeiro dia de evento trouxeram experiências dos institutos alemães Fraunhofer IGB e Fraunhofer UMSICHT. Ambos são institutos de pesquisa aplicada pertencentes à rede alemã Fraunhofer-Gesellschaft, mas diferem em seus focos científicos e áreas de atuação.

A brasileira Luciana Vieira, líder de grupo do Instituto Fraunhofer de Engenharia de Interfaces e Biotecnologia (IGB), na Alemanha, apresentou trabalhos que integram processos eletroquímicos, energia renovável, biotecnologia e outras áreas para desenvolver alternativas mais sustentáveis e ampliar a valorização da biomassa.

“Não acho que haverá uma tecnologia que vai salvar tudo. Precisamos de interdisciplinaridade, de pessoas de várias áreas trabalhando juntas para chegar a soluções inovadoras. O básico e o de sempre já não funcionam mais. Precisamos de novas ideias, novas possibilidades e diferentes expertises”, argumentou.

A pesquisadora também destacou a colaboração entre o Fraunhofer e o ISI Biomassa. Para ela, a relação entre os centros de pesquisa brasileiros e alemães não deve ser entendida apenas como transferência de conhecimento da Europa para o Brasil.

“Muitas vezes, quando se fala de colaboração com a Alemanha, fala-se em transferência de tecnologia. Eu não estou falando de transferência, mas de troca. O que é desenvolvido aqui no ISI Biomassa nos coloca em um nível de troca de tecnologias. Estou aprendendo muito e trocando muito”, ressaltou.

O potencial brasileiro em biomassa

O pesquisador alemão Robert Daschner, chefe de departamento do Instituto Fraunhofer de Tecnologia Ambiental, de Segurança e Energética (UMSICHT), atua há cerca de 20 anos em pesquisas na área. Ele apresentou experiências relacionadas ao aproveitamento de resíduos biogênicos, conversão termoquímica e desenvolvimento de tecnologias voltadas à redução de emissões.

“Na Alemanha, trabalhamos muito com resíduos da agricultura e do setor florestal porque temos uma área menor e menos biomassa disponível. Quando olhamos para o Brasil, a disponibilidade é muito maior. Por isso, acredito que o papel da biomassa pode ser ainda maior do que na Europa”, afirmou.

Parceiro do ISI Biomassa há três anos, esta foi a primeira vez do pesquisador em Três Lagoas. Para Daschner, a cooperação entre os países abre oportunidades para transformar o potencial brasileiro.

“A parceria entre a Alemanha e o Fraunhofer com o Brasil, especialmente com o Senai e o ISI Biomassa, representa uma grande oportunidade para avançarmos no setor de biomassa. Temos muita experiência para compartilhar e, trabalhando juntos, podemos desenvolver boas tecnologias para o mercado brasileiro”, destacou.

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Final de semana no MS com calor intenso entre 40 a 43 graus, veja as informações aqui

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O CEMTEC (Centro de Monitoramento do Temo e do Clima de Mato Grosso do Sul)  divulgou a a previsão do tempo para sexta-feira (25/09) a Segunda-feira (28/09), em grande parte de Mato Grosso do Sul, a previsão indica tempo firme, com sol e variação de nebulosidade, associado à atuação de um sistema de alta pressão atmosférica, que favorece a estabilidade do tempo, a redução da nebulosidade e a manutenção de condições mais quentes e secas.

O principal destaque será o calor intenso, com rápido aquecimento das temperaturas ao longo do dia. As temperaturas já estarão elevadas nas primeiras horas da manhã e, durante a tarde poderão atingir 40°C a 43°C em algumas localidades, principalmente nas regiões Pantaneira e Sudoeste. A persistência desse padrão ao longo do fim de semana caracteriza um período de temperaturas acima da média, podendo configurar onda de calor em algumas regiões, marcando o primeiro episódio de calor intenso da primavera.

Mais importante do que a classificação meteorológica são os impactos sobre a população. A combinação de temperaturas muito elevadas e baixa umidade do ar pode favorecer desidratação, mal-estar e agravamento de problemas respiratórios, especialmente entre crianças, idosos e pessoas expostas ao calor. Recomenda-se reforçar a hidratação, evitar exposição prolongada ao sol e atividades físicas nos horários de maior aquecimento, além de manter atenção especial com os grupos mais vulneráveis.

As condições de calor persistente e baixa umidade também aumentam significativamente o risco de ocorrência e rápida propagação de incêndios florestais, devido ao ressecamento da vegetação e à maior disponibilidade de material combustível. Ventos, mesmo que pontuais, podem favorecer a dispersão das chamas, aumentar a velocidade de propagação dos incêndios e dificultar as ações de controle e combate.

Diante desse cenário, é fundamental não utilizar o fogo para limpeza de terrenos, manejo da vegetação, queima de resíduos ou outras finalidades, além de seguir rigorosamente as medidas vigentes de suspensão da queima controlada em Mato Grosso do Sul.

Embora os modelos indiquem baixa probabilidade de chuva, o forte aquecimento diurno poderá favorecer, de forma muito pontual e isolada, a ocorrência de pancadas de chuva e eventuais tempestades. A probabilidade é baixa e não altera o cenário predominante de tempo quente e seco.

Os ventos atuam predominantemente do quadrante norte, com velocidades entre 30 e 50 km/h e, pontualmente, rajadas superiores a 50 km/h.

Em relação às temperaturas previstas

Regiões Sul, Cone-Sul, Leste e Grande Dourados: Mínimas entre 17-24°C e máximas entre 29-38°C;

Regiões Pantaneira e Sudoeste: Mínimas entre 21-28°C e máximas entre 35-43°C;

Regiões Bolsão e Norte: Mínimas entre 20-27°C e máximas entre 34-40°C; Campo Grande: Mínimas entre 20-25°C e máximas entre 32-36°C.

EM TRÊS LAGOAS

A previsão aponta calor cada vez mais intenso a partir de sábado, justamente quando começa a primeira onda de calor da primavera de 2026, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O aviso vermelho de grande perigo vale de sábado (26) até quarta-feira (30).

SEXTA-FEIRA: AINDA PODE TER CHUVA

A sexta-feira (25) deve começar com temperaturas mais amenas, mas o calor aumenta ao longo do dia.

As previsões consultadas apontam máxima na casa dos 32°C, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas. Quem pretende sair na sexta precisa ficar atento às mudanças durante o dia.

SÁBADO: O CALOR COMEÇA A APERTAR

No sábado (26), a temperatura sobe bastante. A previsão indica máxima entre 35°C e 37°C em Três Lagoas, com tempo predominantemente aberto.

É também o dia em que começa oficialmente o período de onda de calor destacado pelo INMET. O instituto prevê temperaturas pelo menos 5°C acima da média climatológica por vários dias consecutivos.

DOMINGO: TERMÔMETROS PODEM ENCOSTAR NOS 40°C

O domingo (27) promete ser o dia mais quente do fim de semana.

As projeções consultadas apontam máxima entre 37°C e 39°C, enquanto outra atualização chega a indicar até 42°C para a cidade. Como a previsão pode sofrer alterações, o cenário mais seguro é esperar calor extremo, próximo dos 40°C.

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