Mato Grosso do Sul
Governo do Estado fortalece municípios com obras e organização dos serviços de saúde
O Governo do Estado, por meio de uma gestão municipalista, executa junto ao setor Saúde projetos arrojados que visam melhorar o atendimento de toda população sul-mato-grossense por meio do fortalecimento das estruturas das unidades de saúde.
Ao todo, 28 municípios contam com obras de reforma, ampliação e construção seja em unidades hospitalares, unidades básicas de saúde ou centro de especialidades médicas, cuja as obras recebem recursos estaduais que chegam a R$ 113,3 milhões em investimentos.
Para o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, essas obras são estratégicas para a Saúde do Estado. “Isto mostra que o Governo do Estado está investimento na saúde, principalmente, nos municípios, justamente para fortalecer as estruturas físicas de cada unidade hospitalar o que para nós é de extrema importância ainda mais para atender a toda população destas regiões”.
Dentro do cronograma da saúde estão em andamento obras em 19 hospitais do Estado, sendo nos municípios de Amambai, Anastácio, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Bodoquena, Bonito, Caarapó, Coronel Sapucaia, Dourados, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Miranda, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Porto Murtinho, Rio Brilhante, Camapuã e Campo Grande. O que totaliza quase R$ 84 milhões em investimentos estaduais nestes municípios.
Há ainda a reforma, ampliação e a construção de sete unidades de Centro de Especialidades nos municípios de Aquidauana, Corumbá, Coxim (Centro de Hemodiálise), Dourados (Associação de Pais e Amigos) e Jardim. O investimento chega a R$ 16,7 milhões em recursos estaduais aplicados.
Outro ponto importante é a reforma, ampliação e construção de oito unidades básicas de saúde previstas para os municípios de Dois Irmãos do Buriti (Indígena), Iguatemi (Duas unidades), Jaraguari (Quilombolas), Jateí, Nova Alvorada do Sul, Sonora e Terenos. O investimento destinado a estas regiões chaga a R$ 12,6 milhões em recursos estaduais.
Fortalecimento da regionalização da saúde
Quanto à regionalização da saúde, a secretária-adjunta Crhistinne Maymone explica que o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, elaborou o Plano de Atenção Hospitalar Estadual de Unidades Próprias, em que busca fortalecer a regionalização da saúde por meio dos serviços de média e alta complexidade dentro das regiões de saúde do Estado.
“Para nós, o conceito de regionalização da saúde está no fortalecimento da rede hospitalar do Estado de Mato Grosso do Sul. Por isso, publicamos a Resolução nº 139/SES/MS, em que incorporamos o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande; Hospital da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas; Hospital Regional de Cirurgias da Grande Dourados; e o Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, em Ponta Porã, dentro do Plano de Atenção Hospitalar Estadual”, desta a secretária-adjunta.
“E vamos inserir outras unidades como a Maternidade, Centro de Parto Normal e Casa de Apoio, que será implantada em Campo Grande; Hospital Regional de Dourados, a ser implantado em Dourados; Hospital Regional de Coxim e o Hospital do Pantanal, a ser implantado no Município de Corumbá. Estamos construindo todas essas ações com objetivo de melhorar os serviços em nosso Estado”, detalha Crhistinne.
Assim, é a saúde da população sul-mato-grossense recebendo obras de infraestrutura por meio de uma gestão municipalista, bem como, no fortalecimento dos serviços de saúde via a regionalização da saúde, com objetivo de atender cada vez mais munícipes de todo Mato Grosso do Sul.
Rodson Lima, SES
Foto: Viktor Arguelho/arquivo
Fonte: Governo MS
Mato Grosso do Sul
Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS
Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.
Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.
O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.
O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.
Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News
Mato Grosso do Sul
Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS
Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.
As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.
Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.
Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.
A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.
Fiscalização com imagens de satélite
De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.
O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.
“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.
Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.
Operação nacional
A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.
A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.
Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.
A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.
O que acontece após a identificação do desmatamento
Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.
Entre elas estão:
- Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
- Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
- Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
- Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.
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